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"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens." (Fernando Pessoa, em "O Eu Profundo")
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Mensagem

Humildade ou conivência

De Diogo em 06/03/2004 00:28:49 a partir de 200.155.117.121-
ironia, não...
Fernando ja que é bom o suficiente com as palavras porque não expões os emails que enviei pra voce e o único que voce me respondeu.
E aqui fica minha pergunta ao senhor, por que não respondes ao meu email? E melhor exponhoa no fórum pois mandei a voce pessoalmente sem o intuito de expô-lo ao fórum.
Tens confiança suficiente para isso?
se não eu ja deixo a sua resposta e a minha tréplica
atenciosamente
Eu mesmo
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oi Fernando
Meu nome é Diogo e queria saber quais seriam suas analises ou
pensametos e conhecimentos sobre Fernando Pessoa ele mesmo, Álvaro de
Campos, Alberto Caeiro, Ricardo Reis...
pois pelo que entendo, acredito que Fernando Pessaoa, ele mesmo, seria a
imaginação, Álvaro de Campos a emoção, Alberto Caeiro os sentidos e Ricardo
Reis a razão. Tambem gostaria de saber se éh mesmo Alberto Caeiro o
heteronimo mais valorizado por Pessoa.
Caso voce tenha "icq" ou mesmo e_mail, gostaria de conversar com voce pra
saber um pouco mais de Fernando Pessoa.
Um abraço
Diogo Amore
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Diogo
A lingua deve ser tratada com muito carinho pois ela é o nosso maior legado,
nao escreva dessa forma aqui no forum.
Ela deve comunicar mas voce deve respeitar sua forma e sintaxe, o leitor
nao tem obrigaçao de fazer acrobacias para entende-lo. Aprenda a escrever.
Nao me nego a responder as suas questões, mas por favor, reescreva-as
corretamente. É muito agradavel interagir com pessoas interessantes
Grato
Fernando
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Pra que voce entenda que eu gosto da lingua portuguesa e poesias em geral
fica aqui um poema de minha autoria:
Não fujas a conjugar...
I-) Auto-reflexão
Nossas vidas são reflexos de nossos pensamentos
Dificilmente a razão se perderá
Raros serão os insípitos momentos
Nos quais ao sentimento entregaremos
Os motivos de nosso caminhar
O homem explica-se em tudo
Até nop que não se pode explicar;
Surge algo por dentro contudo
Mais forte que a lógica de seu estudo
Tornando-o indeciso em seu pensar
Não há gente capaz o suficiente
Para todos os enigmas decifrar
Ao tentar equacionar sua mente
Como o poeta cuja dor deveras sente
Encontrar-se-á num mar a se afogar
Mergulhado em profunda angústia...
Na solidão que o orgulho pode cultivar,
O homem pensa, reflete sua dúvida
Com intensidade, coragem e astúcia
Com a certeza de o sentimento elucidar
I-) O poeta
"- Minha mente é antro de sabedoria!
Meu coração nunca irá me dominar
O mundo é pequeno pra tanta energia
Com a qual arrefeço qualquer terapia
Do desejo que põe profícuo a sonhar''
Quase ao fim de suas escrituras
O "gênio" entrega-se ao descanso do luar
Contempla as estrelas vívidas
Que brilham forte e intrínsecas...
Murmurra: límpidas e eternas a me inspirar"
Recitar às estrelas então resolve:
"Tu me iluminas em distante ar
Por todas as partes me achas , me envolve
Mas em mim, a suavidade não dissolve
Pois sou maior, sou razão, não posso me encantar"
Em diálogo prolonga-se aos céu:
"Em bela noite, vós vens a me instigar,
Não posso recair com a beleza de um véu
Do brilho melindroso, doce como o mel
O qual vive a me atormentar"
Conclusão:_______________________
|| Oh! Triste homem racional; ileso ||
|| aos sentimentos que a vida está a propiciar! ||
|| Considera-se imortal, perene -mas é indefeso- ||
|| Quase que subleva-se ao coração com desprezo ||
|| Não percebe quão insano em seu ego está ||
III-)
Desesperado, ao sereno, inicia-se em fuga
De quem ou para onde nunca se saberá
O que nos parece, é que em cada rua
Reflete-o, o tácito brilho da lua
Apavorando-o, derrubando-o ao luar
Segundos longos perduram inefáveis e perenes.
Ao longe ouve zumbidos: bem-te-vi a cantar!
Entende o momento, seu corpo inteiro treme:
E como um barco sem sentido, direção , nem leme,
Põe-se ao bel prazer do destino a navegar
É o nascer do sol, mais belo do que nunca
Trazendo o fim da angústia de racionalizar
Limpando sua visão do sereno e toda bruma
Que lhe embaça o caminho, de quem ruma
A um destino certo; ou que prefira acreditar
Não entende porque tanto houve desespero
Nem porque a correr pôs-se a estar
Mas lembra-se das estrelas num lugar ermo
Onde rimava as vésperas de quase enfermo
Como encontrar-se-ia sempre após pensar
Não lhe admitia algo interno no coração
Poder a razão surgir e sobrepujar
Imaginava que tudo seria mera ilusão
A qual sofreria eternamente em consolação
As consequências de ao sentimento se entregar
Conclusão:________________________
|| Oh! Triste poeta que foge da realidade||
||(Não percebe sua ingenuidade, seu temor a vida)||
||Foge de eprguntar, d'outros sentimentos, a confrades||
||Pois sonha na reclusa como um velho abade||
||Que se isola; não enxerga nada além da guarida||
IV-)
Decide encorajar-se mas logo desanima...
Queria arriscar-se; á bela jovem se ntregar...
Entendera que de fato não haveria outra saída,
para seu pensamento com a razão desvanecida!
Senão embrenhar-se no verbo que temia conjugar...
Ironia do destino, dera tudo mais que errado.
Ao correr à casa de sua amada(não sabia se ela estava)
Foi surpreendido por um grupo todo armado,
Com medo não reagiu; perplexo; havia sido assaltado
Seu coração perdera toda e qualquer brasa
Era já quase noite; voltara a pensar, o pobre poeta tristonho
Então quis seus sentimentos pra sempre aniquilar
Não encontrariam-no -se quer já o fora- risonho
E seu pensamento girava, girava como moinho
Até novamente pôr-se ao chão, tombar!
A cena repetia-se e agora queria a morte
Mas mal sabia o que o destino ia aprontar!
Sem fé, sem coragem, desolado, mas com sorte...
Aparece-lhe seu amor, pede-lhe perdão forte
E que seus desejos e sonhos nunca mais iria magoar
Frágil como a asa de uma borboleta
Entrega-se ao beijo; agora sob um lindo luar!
Não refletia mais. Sua razão tornara-se obsoleta
Entendeu o que não escrevera em qualquer caderneta
"Quão doce é conjugar esse verbo... Amar!"
nossa
desculpa mesmo fernando.
não nego a beleza da palavra e nem quis lhe ofender também.
desculpa se voce se sentiu assim, acho q voce tomou uma iniciativa não muito
deliberada.
desculpa o incomodo mas acho que voce foi um pouco arrogante na resposta
pois voce nem sabia se a minha intenção foi escrever de maneira chula,
pífia, ínfima, vil, irrisória, inefável, abjeta, tosca, lorpa ou pascácia.
Ë apenas um meio prática que me convém usar na internet.
tente não julgar as pessoas pela aparencia. tenho apenas 18 anos mas ja
aprendi issu e bem.
Aqui vão minhas questões reformuladas
Gostaria de saber qual é o heteronimo favorito de Fernando Pessoa?
Gostaria de saber se posso interpretar alberto caeiro como o poeta dos
sentidos, alvaro de campos o poeta das emoções, ricardo reis o poeta da
razão, e fernando pessoa ''ele mesmo'' o poeta da imaginação?
P.S. : a arrogancia a qual me referi foi à sua citação sobre eu não saber
escrever... Acho que está mais claro agora.
novamente, um abraço
Diogo Amore

Em resposta a:

Humildade ou conivência (Fernando - 05/03/2004 15:25:12)
Cara Pâmela Segundo a psicologia transacional todos nós temos uma criança; um pai e um adulto. O poeta irá ter a criança mais desenvolvida, ou menos atrofiada. Sem essa criança ele não conseguirá sentir e sentir muito a ponto de transbordar pelas bordas das "zoreias". Não pedirei desculpas a você, ...(ver)

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