Bem-vindos ao primeiro fórum dedicado à insubstituível Elis Regina Carvalho Costa.

* criado por Fernanda Farina *.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*..*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*..*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.
Fórum da MARIA RITA: O LINK ESTÁ NESTA PÁGINA!! E acessível!

Tags: elis regina mpb
20/11/2005 03:26
De: Fernanda F.
IP: 201.29.93.70-

Depoimento de Celina Silva

Celina Silva
Eu comecei a trabalhar com Elis em 1980, era início da temporada do show Saudades de Brasil, que estreou no Canecão, no Rio de Janeiro. Então ela me convidou para fazer a assessoria de imprensa e ser secretária particular dela. Como todo mundo era de São Paulo- os músicos, bailarinos e atores - todo mundo teve que "mudar" para o Rio de janeiro, foi uma caravana de paulistas para o Rio de Janeiro. O César foi com o jipe dele e a Elis dirigindo um carro conversível que ela tinha. E foi aquela farra pela estrada Rio-Santos, paramos todos para almoçar em Parati, foi muito divertido.
No Rio, ficamos em apartamentos alugados pelo Canecão, em Copacabana, e nos finais de semana, digo, segunda e terça-feira para nós, íamos todos para o apartamento da Elis em Ipanema e ficávamos vendo filmes, ela fazia jantares...
Ela era a mãezona de todo mundo, queria todo mundo debaixo da asa dela. Essa época ela estava ficando muito em casa, pois o show consumia muito dela, eram duas horas de espetáculo com dança e tudo mais, ela saia acabada do show. As vezes, todo mundo ia dançar na boate Noites Cariocas ou comer na churrascaria Plataforma, aí ela gostava de juntar as mesas com o Tom Jobim e com a Miúcha e ficava aquela mesa enorme, de 60 pessoas, todo mundo rindo e conversando.
Ela também tinha um mal humor, ela dizia que " se infernava", mas isso acontecia porque a Elis era um pessoa muito justa, tinha suas convicções e numa discussão não tinha para ninguém, se ela entrava ela ia até o fim de detonava a pessoa. Por vezes ela era muito insistente com as idéias dela e chegava até ser chata, acho que era o lado pisciano dela, essa jeito bem eloqüente de ser. Mas durava dois minutos, ela não guardava rancor.
Elis também era muito amorosa com os seus fãs, o camarim dela era praticamente invadido, as filas eram enormes e ela sempre queria atender os amigos e pacientemente atendia aos fãs também, conversava com eles e ficava meio constrangida, pois os fãs abraçavam, beijavam e ela não sabia nem quem era a pessoa e ficava muito tímida com isso, ficava estrábica quando alguém fazia elogios. O Saudades do Brasil foi um trabalho de Hércules para Elis, pois era muito cansativo e ela já não era nenhum menina, já tinha três filhos.
Durante o show começaram os conflitos no casamento com o César, mas Elis nunca deixou isso transparecer. Ela podia estar arrasada no camarim, mas quando começava o show tudo mudava, ela tirava forças não sei de onde. Uma vez ela disse que o palco era como um parto, depois que você coloca a cabeça e começa a sair, tem que ir até o fim, alguém te empurra e você vai.
Também trabalhei com ela no Trem Azul e foi a mesma coisa, um período bem difícil da vida dela, mas sempre trabalhando muito e cuidando da casa e dos filhos. Nessa época também ajudei a Elis a separar as músicas para o disco que ela estava preparando. Ela recebia sacos e mais sacos com fitas e fazia questão de ouvir todas. Lembro que ela escolheu uma música do Nathan Marques e uma outra muito bonita chamada Sonora Garoa, mas ela estava muito nervosa pelo fato de ser o primeiro disco, depois de muito tempo, sem o César. Ficar sem o César pesou muito para ela.
Minhas últimas lembranças de Elis são muito bonitas. A primeira é do Natal de 1981, quando ela colocou uma bolsa vermelha na cabeça e deu um corrente de ouro para cada músico, que ela chamava de "os sete músicos de ouro". Foi a última vez que eu vi ela muito feliz, cantando, brincando. A outra cena que guardo na memória é de uma tarde que eu cheguei na casa dela e ela estava tomando chá com a Maria Rita, que estava sentada no chão, contando histórias para a mãe. Elis deitou no colo dela e disse que a Maria Rita contava histórias como um sábio chinês. Foi muito bonito, porque Elis acabou dormindo no colo da filha. E a última vez que vi Elis, ela estava sentada no chão da sala, muito nervosa, fumando muito, e pedindo para eu resolver a questão das matrículas do Pedro e da Maria Rita e me deu uma carta para eu levar na escola, dizendo o que ela esperava do colégio, um texto lindo. Era uma mulher cheia de preocupação, não era e estrela que todos conheciam. Foi a nossa despedida.
Celina Silva é jornalista e trabalhou como assessora de imprensa de Elis.
22/06/2005 09:07
De: diego ferreto
IP: 150.162.161.36-

Rogério Costa

Alguém sabe como e quando o irmão de Elis morreu? E sua família (sei que ele tinha filhos)?
Dizem que ele gravava todos os shows de Elis, será que algum dia este material virá à tona? Seria muito bom!
12/10/2003 20:57
De: Tânia
IP: 200.147.63.8-

Pri, olha a música é...

Olha só o nome da música é "Por toda minha vida" (Tom Jobim e Vinícius de Moraes). Tem no cd "Elis e Tom"!
O filme é muito bom e a música que Elis canta, foi muito bem valorizada no filme. Adorei a ênfase de Almodóvar.
Um beijo pra ti!
Elis Vive*.
01/05/2003 14:46
De: Carlos (cfpupio@iconet.com.br)
IP: 200.167.125.224

Re: Comércio de imagens

Regina, apesar de não dispor de muito tempo para a resposta neste momento, foi-me motivo de grande alegria receber essa mensagem sua. Espero que vc reavive, mesmo, essa vontade de fazer parte desse projeto de um grupo de fãs. Ignoremos, pois, essas pessoas que nada acrescentam a nós, verdadeiros fãs, e façamos a nossa parte, dando a nossa contribuição desinteressanda.
É um gfrande prazer contar com vc aqui. Faço votos de que nos "encontremos" novamente.
Abraços amigos,
Carlos.
25/11/2003 02:47
De: Nelson (nelson.ozorio@ig.com.br)
IP: 198.81.8.142-

Elis Regina

Olá como vai?Eu vou indo e vc,tudo bem?
Li algumas mensagens da Natasha e da Ariadna e gostaria de sugerir a elas que leiam o livro "Furacão Elis" de Regina Echeverria pois ali está quase tudo sobre a Elis.
Este livro responde a todas as perguntas feitas por nossas amigas.
É claro que para nós que somos fãs o livro é superficial,mas vale a pena ler.
Aqui em São Paulo,na biblioteca Mario de Andrade,tem um arquivo enorme de reportagens e fotos da Elis e eu ja li várias vezes é como se eu matasse um pouco a saudade daquela que eu nunca vi,nem convivi.
Beijos.
10/12/2006 01:26
De: joão
IP: 201.5.46.63

Enfim algo.

No jornal O Extra aki no Rio saiu a programação de final de ano da Globo e veio:
Por Toda a Minha - especial Elis Regina
A vida da grande intérprete em formato de teledramaturgia.
Participações de Nelson Motta, Gilberto Gil, Milton Nascimento e Ercy Carvalho Costa, mãe de Elis, entre outros. 28/12, depois de Páginas da Vida.
19/01/2008 17:19
De: Alex
IP: 189.48.107.210

ELIS, ELIS...

"Coisas do sol.
E quando o sol se levanta mais cedo e cega o medo nos olhos, pode-se vê-lo de frente.
É um holofote mágico clareando o palco onde o espetáculo do insólito acontece.
Então, sonho e vida se permutam e tudo se faz possível.
Ali se inventa o mar e o cais, se inventa a vez, se inventa mais.
E o mundo inteiro vira uma ilha.
Ali o vento faz-se canção em que voam coisas que ficaram por dizer.
E o velho arvoredo, que o vento não derrubou, é tronco mudado em rochedo, pedra transformada em flor.
Para lá correm poetas, seresteiros, namorados.
E lá tanto se pode amar direito quanto adorar pelo avesso.
É onde se contempla o pasto solene de carneiros e cabras, e irreverências mil são permitidas.
Lá as fontes são murmurantes, e pode-se deitar à sombra de uma palmeira que já não há.
Lá se ouvem gorjeios e aquele canto da sabiá.
Coisas do sol.
Uma inundação de luz.
Um imenso e obstinado banho de sol, banho de sol, banho de sol.
Uma estranha energia, uma estrela, uma estranha mania: essa fé insolente."
Texto de Salma Tannus Muchail, publicado no belíssimo livro ilustrado AquarELISta, Livraria Kosmos Editora, São Paulo, 1985.
* MANDE NOTÍCIAS DO MUNDO DE LÁ, PIMENTINHA! NÓS TE AMAMOS, GURIA!!!*
20/07/2007 17:38
De: martin
IP: 201.15.205.47

Re: Re: Elis - Raínha de seu Reino

Olá. Talvez tenha me expressado equivocadamente. A idéia era essa, sabe, de que Maria Rita venceu toda a fantástica pressão para  afinal firmar sua própria identidade como personalidade artística notável,  pois que uma cantora belíssima e uma artista na expressão mesmo do que isso significa. Pedro é uma voz muito bonita e marcante e merece mais evidência do que já tem e João Marcelo não precisa dizer mais nada, além de ter por inteiro a personalidade de Elis, é um músico fantástico é um produtor de músicos, música e artistas, de inteligência superior e privilegiada com um despreendimento inacreditável por amor ao alimento de sua alma que se chama prioritariamente Elis e complementarmente MÚSICA. Lembra? Rebentos dourados, eu quiz dizer. Douradíssimos. Medalhas de Ouro. Sob a Coroa de Elis. "Ninguém será Elis"  não pensava em substituição (algo tão impossível como substituição para Pelé, por ex), mas em Magestade sobre todos, sendo os tres Rebentos cada qual  o Príncipei/Rainha-Princesa de sua própria Casa do Reino Musical. Acho que ficou meio confuso, mas penso que o espírito deu para compreender. Deu?
22/12/2005 17:15
De: Marcos Oliveira
IP: 200.165.67.22-172.20.54.67

Meus queridos amigos

Desejo a todos os fanaticos por Elis Regina, assim como eu, um feliz natal e um próspero ano novo, com muita saúde e muita paz. Abraços e muitas beijocas eilsianas!!!!!!!!!!!!!!!!
Fiquem com Deus!!!!
Elis Viveeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
19/04/2003 14:02
De: Fabiano (fabiano_@terra.com.br)
IP: 200.184.130.4

Olá

Olá pessoal, andei meio sumido não é mesmo? Mais Elis continua sendo pra mim a Estrela das Estrelas... Realmente a luz desta Estrela continua sempre viva nos nosos corações... Uma novidade: estou criando uma página sobre a nossa Estrela, em breve estará no ar... Aguardem..."Tenho o prazer de me danar e me recompor sozinha. Não preciso de muletas"... Elis Vive
31/03/2006 17:45
De: gëiza nataly barreto (gueizaelis@hotmail.com)
IP: 200.209.169.26-

ELIS REGINA CARVALHO COSTA

NASCI 2 ANOS APÓS A MORTE DE ELIS,POR VOLTA DOS MEUS 17 ANOS COMEÇEI A TER SONHOS CONSTANTES COM A MASMA,SEM AO MENOS TER NOÇÃO DE QUEM ERA.NOS SONHOS ELA ME PEIA PARA ORGANIZAR SUAS JÓIAS....HOJE COLECIONO TUDO O Q POSSO SOBRE ELIS.SOU APAIXONADA POR ELA!
20/12/2005 14:41
De: Sandra Htona
IP: 201.29.214.59-

Triste manhã

Essa mulher é maravilhosa, incrível eu gostar tanto de alguém que sequer conheci...achei maravilhoso encontrar contemporâneos fãs desse voz incrivel e maravilhosa...não sei não...mas ela me faz cantar,sorrir, chorar e muito....snif. Nesse dvd eu fiquei extasiada (essa é a palavra)...e todos os dias vou dormir pensando que ela não morreu, que isso é um pesadelo... que isso é história...daí acordo pela manhã, que triste manhã, e vejo que ela se foi...a minha frustração é grande,chega a doer...mas inda bem que posso desabafar aqui, quem sabe um dia a gente não se encontre em carne e osso e contamos nossas impressões e paixões ao vivo e em cores! Oxalá!
beijocas a todos!
26/06/2004 01:11
De: Leandro - Campinas/SP (cemporcentompb@yahoo.com.br)
IP: 200.208.41.49-

Falso Brilhante

Olá pessoal!
Vinícius... lembra qdo eu passei o tracklist do show "Falso Brilhante"? Eu tirei de uma matéria do Walter Silva pro jornal Folha de São Paulo, datada de 19/12/1975, dois dias depois da estréia do show. Ele fala de uma maneira deliciosa de se ler... a gente voa... imaginando o momento mágico que foi o show Falso Brilhante... Aí vai a matéria:
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Folha de São Paulo, 19/12/1975
                 O SHOW COLORIDO
    O que se dizer de um espetáculo que logo no primeiro número põe as pessoas da platéia em pé e em estado de semidelírio?
    Um espetáculo que ao final do primeiro ato faz com que os espectadores se abracem e chorem juntos?
    É realmente muito difícil para o jornalista escrever sobre tudo o que foi mostrado no show de estréia de Elis Regina no Teatro Bandeirantes, na noite de anteontem.
    Muito mais do que um momento de entretenimento, aqueles momentos de imensa verdade puseram as pessoas a pensar. E isto é bom.
    Elis desnuda toda sua vida de artista e a assume com dignidade. Seus tímidos passos iniciais no "clube do Guri" de uma emissora de Porto Alegre, ao final, estão presentes nos passos seguros de uma mulher que canta e por isso não precisa pedir desculpas. Ela se joga inteira e todos o sentem; e sentindo, aplaudem com todas as forças.
    Começou algo de muito sério, novo e importante nesse show.
    Elis canta sua infância repleta de cantigas de roda e juntamente com os músicos mostra uma alegria que desde a infância não sentíamos.
    Sua aparição no "Clube do Guri", usando um vestido cor-de-rosa cheio de babados e uma peruca loira, já situa bem o espectador dentro do espetáculo. Quando ela canta "Mamãe" (Davi Nasser) e que foi lançada por Ângela Maria, seu sotaque, seu jeito, toda a sua formação musical vêm à tona e recebem de volta aplausos que valem por uma consagração. Um aval público que, já de início, a autoriza a mostrar-se por inteiro. E ela o faz. Entrega-se por completo. Assume a nossa (in)cultura e é imediatamente compreendida, aplaudida e amada.
    Aliás, a vedete de todo o espetáculo é o amor. Um amor que uniu toda aquela equipe linda e capaz. E isso passa à platéia a cada instante do show.
    A vida do artista que sai em capas de revista, de jornais e que nunca se sabe se tem ou não contas de luz, colégio das crianças, ou outras coisas para pagar, está ali mostrada por inteiro. O artista que é mesmo um falso brilhante e que canta, toca, sofre e varre o palco.
    O artista que, como os músicos, sabe-se feliz por estar trabalhando, embora ganhando muito pouco, e que não é um daqueles 80 mil sem emprego, numa classe que congrega mais de 140 mil profissionais. Ela está ali, representada na valsa de Strauss "Vida de Artista" e mostra todos eles varrendo o palco com vassouras prateadas. Até a vassoura do artista precisa ser diferente, não é?
    Elis sublima essa sempre pouco reconhecida classe. Ela mostra que ser artista é saber ser o repórter plástico e/ou musical de seu povo. E isso ela sempre frisa a cada interpretação. E o seu povo entende que em boa hora lhe delegou o poder de falar com música os seus problemas, suas alegrias, sua vida.
    A riqueza do espetáculo não é só plástica, visual ou sonora. Ela é, principalmente, de propósitos; de fé e de amor. Sente-se isso.
    Desde "Fascinação" (Armando Louzada), "Hymne a l'amour" (Edith Piaf) , "Gracias a la vida" (Violeta Parra) ou "Los Hermanos" (Atahualpa Yupanqui), o que se percebe e se sente é que tudo o que está sendo mostrado, sentindo, ou cantando, é feito com muito amor, muita verdade e sinceridade. E isso só bastaria para definir-se esse espetáculo. Mas, há outros pontos ainda a serem ressaltados.
    Só mesmo Elis Regina para cantar e emocionar as pessoas cantando "A Protofonia do Guarany", de Carlos Gomes, "La Puerta", "Volare", "Ela Diz Que Tem" e todas as músicas de todos os gêneros que são 46, ao todo, sem cansar em nenhum instante a platéia que a aplaudia a mil por hora.
    O final da primeira parte, onde numa sincronização perfeita de cenários, filmes, música e a voz de Elis cantando "Glória, Glória, Aleluia", talvez, seja o responsável pela parte dessa mudança que se opera nas pessoas que assistiram ao show. Como que hipnotizados, todos de pé, aplaudiam com as mãos e com as lágrimas esse que foi um dos mais importantes momentos de nossa dramaturgia.
    Logo em seguida, já no camarim, fomos testemunhas de uma das mais tocantes cenas: abraçada à sua mãe, Elis chorava e agradecia a ela, que apenas disse:
    "Bendita a hora em que deixei você cantar no Clube do Guri".
    Lá na platéia, as pessoas estáticas como se fossem de mármore, não sabiam bem o que dizer sobre o que acabavam de assistir. Nem nós, mesmo agora passadas mais de 24 horas.
    Só vendo. Só vendo.
    A direção dada por Miriam Muniz ao espetáculo nos coloca diante de uma das maiores diretoras que nosso teatro já teve, segundo declarações de artistas consagrados que assistiram ao shoe de Elis, como Paulo Autran, Juca de Oliveira e outros. Direção adulta, profissional, perfeita e de um conteúdo humano fora do comum.
    O som que Rogério Costa preparou a custa de muito sacrifício, foi o melhor que aquele teatro já ouviu. Tudo perfeito.
    Os bonecos de Naum Alves de Souza, suas cores e seu bom gosto, foram poderoso veículo de caracterização de tudo o que o show quis dizer e disse.
    Que se preparem os prêmios, porque o espetáculo para ganhá-los já existe. "Falso Brilhante", com Elis Regina, no Teatro Bandeirantes. Só vendo. Só vendo.
                                                   WALTER SILVA
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FICHA TÉCNICA DO SHOW
Textos e Roteiro: Criação do grupo
Direção: Miriam Muniz
Assistente de direção: Marcelo Peixoto
Produção executiva: Orphilia Negrão
Cenógrafo: Naum Alves de Souza
Participantes: Elis Regina, César Camargo Mariano, Natan (guitarra), Nenê (bateria e percussão), Wilson (baixo), e Crispim (guitarra e teclado)
Atriz convidada: Ligia de Paula
Figurinos: Naum Alves de Souza, Miriam Muniz e Luis Martins
Execução dos figurinos: Luis Martins
Cenotécnico: Archimedes
Luz: Gian Carlo
Som: Rogério Costa
Imprensa: Neuza Braga
Produção: Trama Serv. Esp. S/S Ltda.
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DEPOIMENTOS
    Alguns depoimentos ouvidos depois do show de Elis:
    - Ela começou tudo de novo. (Roberto Menescal)
    - O que é que eu vou escrever agora? (Silvio Lancelotti)
    - Elis acabou com minha voz e com minhas lágrimas. (Maysa)
    - Só São Paulo. Só São Paulo, mesmo. O Rio é um balneário. (Julio Medaglia)
    - Estou em transe. (Laurinha Figueiredo)
    - Não tenho mais nada pra chorar. (César Camargo Mariano)
    - Baixo, o que é isto? (Fernando Faro)
    - Só agora estou vendo como é a cara do Rogério Costa; faz três meses que ele está abaixado abrindo fios com alicates, que não deu nem pra ver como ele é. (Miriam Muniz)
    - Elis começou tudo de novo na hora certa. (Roberto Colossi, empresário)
    - Eles estão chorando. Lá embaixo está todo mundo chorando... (Archimedes, cenotécnico)
    - Esse show me machucou muito. Veja, não tenho mais voz e não consigo para de chorar. (Cinira Arruda)
    - Só mesmo Elis pra ageuntar uma barra dessas. (Thommy)
    - Mas, isso tudo é lindo demais, tô maluco. (Belchior)
    - Respeito muito aquelas pessoas todas que estão sentadas naquelas cadeiras. A cabeça das pessoas mudou depois do show. A sua, com certeza, tembém vai mudar. (Elis Regina)
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