Este fórum
serve para registrar informalmente trechos de mensagens recebidas via e-mail (vieira.sor@terra.com.br)
pelo
historiador,
genealogista e sociolingüísta Dr. Sílvio Vieira de Andrade Filho, autor
destes livros:


 


I - Um Estudo Sociolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do Antigo Caxambu e de seus
Arredores
, ISBN 85-89017-01-X, 2000, Secretaria da Educação e Cultura de
Sorocaba


II - Um Estudo Sociolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do Antigo Caxambu e de seus
Arredores
, ISBN: 85-904104-2-0, 2009


 


III - Guareí,
ISBN 85-904104-1-2, 2004,
Prefeitura Municipal e Câmara Municipal de Guareí


 


IV - Itapetininga,
ISBN 85-904104-3-9, 2006


 


V - Notas e Documentos Complementares,
ISBN 978-85-904104-4-7, 2015



 


Observação: O autor escreveu também a monografia "Uma contribuição para o estudo das famílias Mascarenhas, Araújo, Toledo, Martins, Graça, Camelo, Cruz e Queiroz",
2013


 


O autor agradece as mensagens que são respondidas via
e-mail.


 


O
autor tem dois sites diferentes com estes endereços:


 


http://www.cafundo.site.br.com


 


http://inforum.insite.com.br/8400/



10/09/2005 15:34
De: B. L. H. R.
IP: 200.177.17.12-

Livros

Prezado Sílvio
Venho por meio deste e-mail primeiramente parabenizá-lo pelo excelente trabalho realizado através da publicação do Livro "Um Estudo Sóciolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do antigo Caxambu e de seus Arredores". Esse livro foi uma importante ferramenta no desenvolvimento de meu site e da árvore genealógica da família. Apenas não consegui o livro "Guareí" que será de grande importância para mim, pois tenho ligação com a família Aires e com os alemães Schimidt e outros que são de Guareí.
Atenciosamente,
B. L. H. R.
12/05/2006 18:47
De: S. R. M.
IP: 201.43.91.199-

Artigos sobre o Cafundó

Bom Dia, Sr. Sílvio.

Sou estudante do 4º ano, do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Paraná).
Este ano temos na disciplina de Língua Portuguesa IV, as origens das línguas. Nossa professora propôs que fizessemos um seminário sobre vários temas e meu grupo ficou com o tema: " As formas de expressão da língua africana no Cafundó". Ao pesquisar na internet encontrei seus artigos referentes ao Cafundó.
Gostaria de enfatizar que seus artigos contribuirão muito para o entendimento e desenvolvimento do seminário que será apresentado por nós no dia 17/05/06 e tenho plena certeza que todos apreciarão o tema, assim como eu e minhas colegas ficamos encantadas com essa cultura que se esconde dentro desse nosso enorme Brasil de diversas raças, crenças, religiões, etc.
Fico feliz em saber que pessoas como o Sr. contribuem para que possamos obter maiores e melhores conhecimentos sobre estes temas que nem sempre tem o destaque merecido e também por minha excelente professora que abordou estes assuntos que nos fazem refletir sobre a nossa cultura.
Parabenizo-o pelo excelente trabalho.
Um abraço,
S. R. M.
09/04/2004 00:42
De: Profª Telma M. da S.
IP: 200.177.13.125-

Informações

Prezado Professor Sílvio
Sou professora universitária no curso de Turismo na Unimar (Universidade de Marília) interior de SP e também professora de história na rede oficial estadual de ensino. Ocorre que como professora de história tomei contato da existência da comunidade Cafundó, por meio do livro didático que utilizo na minha escola.
Como professora do curso de Turismo, estou desenvolvendo um artigo (uma comunicação) para um congresso sobre turismo rural em conjunto com a professora de legislação turística, e pensamos na possibilidade de escrevermos o artigo  sobre a questão da efetivação das terras para as comunidades remanscentes de quilombolas e a posibilidade de ocorrer uma oferta de turismo rural.
Para tanto, pesquisando na internet, verifiquei vários artigos de sua autoria, inclusive os dados sobre o seu livro.
Necessito saber a dimensão da área da comunidade, quantas familias, atividades econômicas, acesso, questão cultural, etc.
Também estou solicitando dados junto ao Itesp em relação a parte da legalização da área.
Agradeço a ajuda que puder me oferecer.
Profª Telma M. da S.
18/03/2006 16:24
De: M C
IP: 201.43.91.81-

Giros da "cupópia"

Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
Giros da cupópia
Acabo de ler um breve e interessante artigo ("A polissemia e a perífrase na cupópia", de Sílvio Vieira de Andrade Filho - Revista da Universidade de Sorocaba, dez. 2005) sobre algo que deve desaparecer em breve... a cupópia: dialeto falado em antigos quilombos brasileiros, ou por escravos entre si, para que seus senhores não os compreendessem (leio que a cupópia era o dialeto peculiar de uma única fazenda em Caxambu, mas desconfio que em todo o Brasil ocorresse fenômeno semelhante). Notável é o modo como os poucos conhecedores remanescentes desse dialeto (são oito!) se referem a coisas modernas, que não existiam quando se fixou o vocabulário da cupópia: com perífrases que lembram o modo das sagas nórdicas estudadas por Borges (veja o ensaio "As kenningar", na "História da eternidade"). Alguns exemplos:
Motorista: "tata que curima o ingômbi do andaru" = "homem que trabalha o cavalo de fogo".
Ambulância: "ingômbi do andaru do injó do maiêmbi" = "cavalo de fogo da casa do remédio".
Caneta: "tenhora da curima da mucanda" = "instrumento de trabalhar a escrita".
Mas o gênio da cupópia se mostra também na nomeação de coisas mais telúricas e imemoriais:
Minhoca: "mucuazinho do túri" = "cobrinha da terra".
Limoeiro: "orofim do malara nâni do ique" = "árvore da laranja sem doce".
Padre: "tata que cupopeia a cupópia de Jambi" = "homem que fala a língua de Deus".
18/08/2006 19:04
De: L.V.B.P.
IP: 201.27.209.22

Livro Guareí

Prezado Sr. Sílvio
Obrigada por responder-me prontamente.
Meus pais nasceram em Guareí. Segue-se uma lista genealógica.
Trabalho como professora na Universidade do Estado do Amazonas na área de Artes e, atualmente, desenvolvo meu doutorado em relações artísticas luso-brasileiras na Universidade do Porto.
Gosto muito de história e memória. Tenho muito gosto em saber mais coisa sobre o passado e as origens familiares.
Pretendo ir a Tatuí no próximo ano e então procurarei o livro em Guareí.
Manaus, 05.10.2004.
L.V.B.P.
22/03/2008 14:17
De: E. C.
IP: 201.68.71.126

Documentário

Local: não mencionado, 14.05.2007
Gostaria de  urgentemente saber de uma pessoa de origem africana, que possa se disponibilizar para  ser entrevistado por uma faculdade para um documentário sobre suas culturas, conhecimento e educação. E.C.
05/04/2007 19:02
De: H.J.F.
IP: 201.43.94.59

Genealogia dos antepassados

Apresentação: H. J. F., filho de Antônio Rui e neto de Lucinda Aires com Evaristo, p. 49 do livro "Guareí". Estive em Guareí e Tatuí no final do ano passado, buscando nos cartórios documentos sobre familiares passados que lá residiram. No cartório, o Sr. Lucidoro, quando viu os nomes, disse tratar-se de antigos moradores (fundadores?) de Guareí e que, na Prefeitura, havia um livro que fazia referência a todos os familiares dos quais eu solicitava certidão. Na Prefeitura, conversei com o gerente o qual me presenteou com um exemplar que me esclareceu bastante sobre as pessoas que eu procurava. Meu pai nasceu em Guarei em 1911 e veio para Três Lagoas (MS) como voluntário da Revolução de 32. Casou-se por aqui e nunca mais voltou. Contava-nos muita coisa de lá, principalmente de parentes, pois sua mãe Lucinda era filha de Eliseu Aires do Amaral com a escrava Adelaide (lª do testamento, p. 49 do livro onde consta meu pai Antônio Rui, Eliseu...). Parabenizo-o pelo livro que me esclareceu muito. Temos foto de Eliseu Aires do Amaral, Lucinda e Paulino bem como meu pai e tios, todos nascidos em Guarei. Também algumas peças de talheres com a gravação E.A.A (Elias Aires do Amaral?). Na p. 38, o Dr. Américo Antônio Aires cita um faqueiro no testamento. Ilha Solteira (SP), 26.03.2007. H.J.F.
11/12/2003 02:54
De: Sílvio Vieira de Andrade Filho (vieira.sor@terra.com.br)
IP: 200.177.91.170-

Resenha do livro sobre o Cafundó

Resultado de minha tese de Doutorado na Universidade de São Paulo, o livro "Um Estudo Sociolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do Antigo Caxambu e de seus Arredores" (ISBN: 85-89017-01-X) lançado em 07.12.2000 pela Secretaria da Educação e Cultura de Sorocaba possui conteúdo regional, mas apresenta interesse nacional e internacional. O livro-documentário de 336 páginas de 46 linhas cada está dividido em oito partes. Toda a história do livro está baseada em documentos encontrados em vários cartórios da região de Sorocaba com autorização judicial. Esta pesquisa não pode ser considerada definitiva, uma vez que a ciência sempre avança. A primeira parte deste livro focaliza o Brasil africano: as culturas africanas no Brasil, a população afro-brasileira, as comunidades negras do país, línguas em contacto e o contacto de línguas africanas com a língua portuguesa. A segunda parte faz um estudo sociológico e histórico de uma parte da região administrativa de Sorocaba situada no Estado de São Paulo, Brasil. Trata do surgimento de vilas da região que mais tarde se tornaram municípios (Sorocaba, Itapetininga, Pilar do Sul, Sarapuí, Salto de Pirapora e Araçoiaba da Serra) e das comunidades negras do Cafundó (Salto de Pirapora) e do antigo Caxambu (Sarapuí). Além do Cafundó e do antigo Caxambu, a obra focaliza também a Fazendinha dos Pretos (Salto de Pirapora), os Camargo e a antiga Fazenda do Pilar que deu origem posteriormente a Pilar do Sul. Em todos estes locais, são estudados o contexto, os problemas fundiários, as genealogias, etc. Neste estudo, entram também propriedades e proprietários rurais do séc. 19 com a presença de mão-de-obra escrava. Os senhores destas propriedades fizeram doação de terras a seus escravos. No entanto, posteriormente, houve dificuldades de manterem-se os descendentes destes escravos nas terras herdadas por seus antepassados. Por esta razão, há atualmente duas associações (Associação Afro-brasileira de Salto de Pirapora e Região e Associação Afro-brasileira de Sorocaba e Região) cujos objetivos principais são a preservação da cultura afro-brasileira e a busca de soluções para as suas questões fundiárias junto aos órgãos governamentais (indenização ou obtenção de terras das que o governo federal possui provenientes do não pagamento do Imposto Territorial Rural). Todas as associações afro-brasileiras mencionadas utilizam e dão apoio ao livro. Ainda nesta segunda parte, a obra traz também "causos" do folclore da região (lobisomem, boitatá, saci, etc.) que o tempo já vem, infelizmente, apagando. A partir da terceira parte, surgem os estudos lingüísticos da fala africana denominada "cupópia", o traço cultural mais forte da região. Esta fala existe no Cafundó (Salto de Pirapora), mas nasceu no antigo Caxambu (Sarapuí). A pesquisa de campo possui dois dicionários: "cupópia"-português e português-"cupópia". Estes são lexicais, perifrásticos e possuem transcrição fonética. A obra contém uma descrição da "cupópia" nos níveis fonético-fonológico, morfológico, sintático, semântico e textual. Este trabalho de ecologia lingüística que segue uma linha gerativo-textual apresenta comparações entre algumas falas africanas do Brasil e trata destas historicamente. Mapas, documentos e fotos tiradas pelo próprio autor ilustram a obra que possui também um "corpus" de palavras, perífrases, enunciados e vinte e dois textos com tradução para o português.
Mais informações sobre o livro podem ser encontradas nos seguintes links:
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=7863&id_noticia=2
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=7863&id_noticia=4
Atenciosamente,
Sílvio Vieira de Andrade Filho
01/12/2010 19:20
De: C. M. Riemann
IP: 201.13.216.152

Livro "Guareí"

Leitora do livro "Guareí", C. M. Riemann afirma que é casada com um alemão e reside na Alemanha. Ela é descendente do Cel. Anibal Castanho de Guareí. Seus pais moram no Rio de Janeiro onde ela ainda em 2010 vai passar as férias.
29/05/2004 00:47
De: Maria Amado
IP: 200.177.30.38-

Bons sites

Caro Professor Sílvio, só hoje é que vi seu site. Gosto muito dos textos. Estou na Faculdade de Jornalismo, sonho antigo que agora se faz realidade.
Fique bem, que Deus continue iluminando suas pesquisas e sua vida, abraço, Maria A. Amado
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