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O objetivo deste fórum é discutir a possibilidade da construção da Máquina do Tempo e suas implicações religiosas. Como base para discussão, converia o conhecimento do livro A MÁQUINA DO TEMPO É O MISTÉRIO DE DEUS? todavia, todo conhecimento relacionado a Máquina do Tempo, Teologia, Profecias, Filosofia, Física, Política, assim como os críticos: são deveras bem vindo. COMUNIDADE NO ORKUT: APOCALIPSE E MÁQUINA DO TEMPO
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Mensagem

FÍSICA PARA MÁQUINA DO TEMPO

De A MÁQUINA DO TEMPO É O MISTÉRIO DE DEUS? em 29/10/2009 22:15:18 a partir de 187.13.66.189
QUANTUM PENTADIMENSIONAL:
Entendo o universo como uma sequência de planos quadridimensionais uns sobre os outros, separados entre si na distância equivalente a um quantum pentadimensional (Ë), que por sua vez, estando em repouso apresenta-se sob a forma cúbica, porém esta representação é simbólica, uma vez que o quantum pentadimensional (Ë) como matéria não existe de fato, mas pode ser representado graficamente desta forma.
Este cubo (Ë) uma vez em repouso, não provoca deformação no plano quadridimensional pelo simples fato de estar paralelo à ele numa distância equivalente ao que denomino de PELÍCULA PENTADIMENSIONAL (veremos posteriormente). Entretanto, quando este quantum pentadimensional gira ele provoca a deformação no plano quadridimensional equivalente a distância entre seus vértices. Porém se seu giro for apenas de forma paralela ao plano, não provocará tal deformação e sim um outro efeito que concluiremos posteriormente.
Enfim, cada direção de giro que o quantum pentadimensional faz, tem o seu respectivo efeito em nossa visão tridimensional do universo e creio que entenderemos muitas delas no decorrer deste trabalho. Esses movimentos podem ser simultâneos e também interagem da direção e velocidade do quantum pentadimensional (Ë).
Nesses movimentos encontraremos: gravidade (massa), spin, velocidade, direção...
Pois o quantum pentadimensional é um energia que trafega no interior do vetor pentadimensional, que atravessam os planos quadridimensionais, mostrando-se como partícula quando toca o plano e mostrando-se como onda quando está entre dois planos quadridimensionais.
Os planos quadridimensionais, onde cada um equivale a um momento no tempo, são cortados como já disse, em diversos ângulos pelos VETORES PENTADIMENSIONAIS, que são como tubulações, que em dados pontos possuem um diâmetro maior, no tamanho equivalente a distância maior entre os dois vértices do quantum pentadimensional, e em outro ponto possui a forma quadrada onde o cubo (quantum pentadimensional) supostamente se encaixaria e em outros pontos possui caracteristicas espirais, como se o suposto cubo (quantum pentadimensional) girasse em seu interior.
Dentro desses vetores pentadimensionais “tubos” corre o quantum pentadimensional, que em sua essência é apenas energia.
Esses tubos quem conectam os planos quadridimensionais, que ao passar por eles provocam as devidas deformações no espaço-tempo.
Enfim, a quinta dimensão seria perpendicular a quarta.
Os vetores pentadimensionais são estáticos embora haja o quantum pentadimensional com velocidade em seu interior e sua extremidade varie conforme já relatei.
Quando o vetor cruza os planos quadridimensionais com ângulo de 90º, será uma partícula sem velocidade, pois o movimento perceptível no plano quadrimensional é caracterizado pela inclinação que o vetor atravessa o plano e proporcional à isso será o tipo de deformação que causará no plano...
A importância destes vetores é a consciência de que tudo que já foi e será, ainda existe, pois toda existência material se encontra estática, pois estáticos são esses vetores, logo o passado, futuro e presente existem na quinta dimensão visto que o Todo Dimensional se encontra imóvel e este todo é a sétima dimensão "que estaria no que denomino de Quartinho de Deus".
O quantum pentadimensional é a única coisa móvel que existe na quinta dimensão (é como se fosse a energia que existe no Quartinho de Deus), e tudo que temos a impressão de estar fazendo, na verdade resulta da posição que o vetor pentadimensional se encontra naquele dado momento em relação ao respectivo plano quadridimensional.
Esta visão que passo sobre a quinta dimensão é apenas para nos familiarizarmos com a visão do plano quadridimensional que passarei a expor posteriomente, onde o movimento da suposta partícula cúbica (quantum pentadimensional) pode se fazer capaz de produzir os efeitos físicos que conhecemos.
O TODO, A SÉTIMA DIMENSÃO:
Estando nós no Quartinho de Deus, teremos condições de visionar a Sétima Dimensão, onde em seu interior encontram-se as outras seis dimensões, e vê-la-emos como um globo composto de vários globos elásticos (uns sobre os outros) em seu interior e esses globos são os “planos quadridimensionais”; cruzando esses globos, estão os vetores pentadimensionais, que se dispõem como um aglomerado de tubos nas mais variadas posições, cruzando os planos quadridimensionais nos mais variados ângulos, onde esses ângulos equivalem a direção e velocidade do corpo.
A junção entre os vetores pentadimensionais e os planos quadridimensionais, fabrica o universo tridimensional, e dentro deste estão os bidimensionais e o ponto unidimensional!
A Sexta Dimensão, estaria do lado interno do plano quadridimensional localizado próximo ao raio do globo “sétima dimensão” .
Creio que consegui descrever superficialmente a forma como enxergo o Todo.
O TEMPO: QUINTA DIMENSÃO
Fiz as explanações anteriores, pois já afirmei que a matéria não existe e para justificar esta afirmação fora necessário mostrar a quinta dimensão, onde a partícula nada mais seria que a passagem do quantum pentadimensional no vetor pentadimensional pelo plano quadridimensional; feito essa observação limitar-me-ei agora a descrever a partícula como se fosse material, ou seja, na minha visão quadridimensional e de certa forma harmônica a visão que hoje se tem sobre o plano quadridimensional, no qual o mesmo representa o tempo, porém em dados momentos mencionarei os vetores pentadimensionais, visto que o plano quadridimensional atualmente entendido é visto como sendo apenas um e eu não o vejo desta forma, e sim um aglomerado deles, onde cada um representa um momento no tempo e na visão atual, o que se foi já era, pois jamais poderíamos ir antes daquilo que não existe mais, pois o plano quadridimensional seria apenas um, portanto o que passou, não existe mais, pois o plano quadridimensional se modificou. Poder-se-ia calcular uma velocidade de retorno maior que a da luz, e não chegaríamos antes do fato, pois o fato seria material e assim, antes de irmos antes dele, colidiríamos com ele. Mas, no interior de qualquer raciocínio, percebemos que cada plano quadridimensional é um momento no tempo, e não o tempo propriamente dito, pois o tempo não pode ser simplesmente entendido como sendo uma consequência “efeito” da deformação do plano quadridimensional e sim a causa. E é vendo o tempo como sendo a causa, que proponho a existência física do mesmo, e lhe crio uma dimensão própria, que denomino de quinta dimensão e esta quinta dimensão que proporciona as respectivas deformações no plano quadridimensional criando toda a impressão que justifica a visão atual de que o tempo seria a quarta dimensão, pois a quinta dimensão interage sobre a quarta deformando a mesma.
O plano quadridimensional (embora globular) é elástico e percebe de todas as formas o movimento que a partícula cúbica (quantum) possui, pois descrever os vetores pentadimensionais a nível de movimento que os tais fazem em torno de seu eixo, chega as raias do semi impossível, visto que ele retrata para o exterior (plano quadridimensional) todo o movimento que a suposta partícula estaria fazendo em seu interior e definir este movimento existente no interior do vetor pentadimensional se faz mais fácil relatar que o mesmo emite vibrações/freqüências para cada plano quadridimensional e tais repercutem no plano quadridimensional. Não obstante, essas vibrações podem ser descritas pelo movimento do cubo. Isto posto, deixemos de lado a quinta dimensão e nos preocupemos apenas com a quarta, pois creio que o amigo leitor já percebeu que os planos quadridimensionais na minha concepção seriam como pedaços da cena de um filme, contendo todas as características daquele momento do filme e é devido a isso que seria possível regredir no tempo, pois bastaria retornar a fita. Mas, nós estamos dentro do filme, então como fabricar esse retorno?
Primeiramente, pentadimensionalmente falando, até esse ato já está descrito nos vetores, pois os vetores já fizeram a curva em direção ao passado e voltando ao futuro, sendo tubos em circunferência, elípse e etc (apesar de nós ainda não termos chegado a esse futuro “plano quadridimensional do futuro”... E este futuro e todo formato dos vetores, podem ser visualizados na sétima dimensão, pois é isto que somos quando vistos de lá, apenas vetores cruzando as bolas (que são os planos quadridimensionais).
Para trazer as questões para o nosso entendimento, é necessário que nos localizemos dentro do universo que descrevo, caso contrário o trabalho apresentado ficará incompreensível.
Nós somos produtos de união de partículas, portanto somos matérias estáticas nos planos quadridimensionais, onde uma infinidade de nossos corpos existem na infinidade de planos quadridimensionais, logo em cada momento do tempo (plano quadridimensional) existe um corpo e a passagem seqüencial sobre os planos quadridimensionais ter-se-á a impressão que corpo se movimenta e que o tempo passa. Isto posto, nós somos como o fluído “energia-quantum” que trafega no interior do vetor pentadimensional.
Este quantum pentadimensional, possui a suposta velocidade da luz, se este quantum trafegasse em linha reta sem sofrer nenhum atrito. Entretanto este quantum executaria vários movimentos no interior do vetor pentadimensional, e o próprio vetor por vezes se faz curvo e varia em sua grossura e isto tende a modificar a velocidade do quantum, fazendo a impressão da velocidade reduzir. Isto visto à nível de partícula poderíamos dizer que quanto maior os tipos de giro que a suposta partícula cúbica “quantum” executa, menor será a sua velocidade pentadimensional, pois a velocidade inicial foi substituída por outro tipo de movimento (do retilínio para o curvilínio e etc.); claro que essa variação se faz perceptível ao plano quadridimensional (...) que trataremos posteriormente.
Sendo nós a junção de partículas, possuímos a velocidade pentadimensional proporcional as velocidades pentadimensionais que nossas partículas/átomos/móleculas causaram na velocidade dos quantum pentadimencionais. Enfim, nós, a vida, somos o quantum pentadimensional que trafega no interior dos vetores.
O M.I.C. E SEUS EFEITOS:
MIC (MOVIMENTO INTRA CORPORAL):
Como já relatei, o (quantum) cubo em movimento deforma o plano quadridimensional, quando o movimento se faz paralelo ao plano, o campo resultante disto, é o campo magnético também conhecido como spin.
Quanto o movimento do cubo se faz transversal ao plano “na direção do movimento (para frente)” o campo resultante disto é o gravitacional; e quando a direção do movimento é para trás, o campo será anti-gravitacional e será um anti cubo “antipartícula”.
Quando o cubo possui um movimento (giro) numa inclinação de 45º ao plano quadridimensional, convenciono que tal cubo emitirá uma carga elétrica positiva e quando esta inclinação é contrária, sua carga será negativa.
Obviamente o cubo executa vários giros simultaneamente e isto causa a sua diversidade.
PELÍCULAS DIMENSIONAIS:
Hão vários planos quadridimensionais, e todos têm a forma de bola elástica, uma dentro da outra, onde logicamente a dimensionada ao lado externo é maior que aquela localizada próximo ao raio do conjunto de planos “bolas” quadridimensionais. Por conseqüência, os vetores pentadimensionais precisam se afunilar a medida que se aproximam do centro das grandes bolas (sétima dimensão). Isto posto, sendo cada plano “bola” quadridimensional da dimensão do universo em dado momento, este universo diminuiria à medida da proximidade do raio das bolas, entretanto, os vetores pentadimensionais igualmente afinariam e com isso a sensação de que o universo estaria sempre nas mesmas dimensões, pois diminuiríamos proporcionalmente a diminuição do universo.
O plano quadridimensional que se encontra no raio das bolas, sua dimensão não será zero. Entretanto os vetores pentadimensionais chegarão ao seu afunilamento extremo. O que seria isto?
Os vetores pentadimensionais possuiriam uma dimensão física, possuindo portanto um diâmetro mínimo que equivaleria ao menor espaço possível. Intuitivamente imagino a sexta dimensão e esta estaria no lado interno do plano quadridimensional mais próximo ao raio da sétima dimensão (grande bola); para que sexta dimensão possui-se dimensão física positiva, seria necessário que o vetor pentadimensional tivesse uma propriedade constante que não sofresse o afunilamento descrito anteriormente e daí intuo a existência de uma película que envolve o vetor pentadimensional (PELÍCULA PENTADIMENSIONAL) e quando os vetores chegam ao máximo de seu afunilamento significa que todas as películas dimensionais se tocaram criando assim no raio da grande bola, um globo formado de película dimensional e seria no interior deste globo que estaria a sexta dimensão. E do lado externo da sexta dimensão estaria o menor plano quadridimensional possível, onde a menor partícula “cubo” teria a dimensão zero.
Assim sendo, a superfície externa da sexta dimensão seria constituída de uma película dimensional, a mesma película que envolve os vetores pentadimensionais, Película esta, sensível aos movimentos existentes em seu interior. O lado externo da sexta dimensão é o primeiro plano quadridimensional partindo-se do raio para fora. O lado interno da sexta dimensão, é a sexta dimensão propriamente dita onde está o plano hexadimensional, semelhante ao quadridimensional, sendo o lado interno da bola e o quadridimensional o externo.
MOVIMENTO DO CUBO:
Já superficialmente expus, que a carga elétrica resulta do giro inclinado do cubo em relação ao plano quadridimensional. O campo magnético resulta do giro paralelo do cubo em relação ao plano quadridimensional. O campo gravitacional, resulta do giro transversal do cubo em relação ao plano quadridimensional.
Imaginemos um partícula em seu trajeto pentadimensional, possuindo massa, carga elétrica e campo magnético. Se seu trajeto se faz totalmente transversal ao plano quadridimensional, esta partícula terá uma massa muito insignificante, pois o plano quadridimensional seria composto de vetores quadridimensionais, que seriam como linhas paralelas distantes entre si à largura do cubo e outras linhas transversais distantes entre si na largura do cubo; formando assim uma grande teia quadricular que envolveria toda bola quadridimensional.
O cubo estando em repouso quadridimensional, ele passaria sob os planos quadridimensionais sem provocar deformação no mesmo, pois não tocaria as linhas quadridimensionais. Todavia, para que isto ocorresse, seria necessário que esta partícula não possuísse carga elétrica, nem massa e nem campo magnético, pois qualquer um desses giros deformaria o plano.
Preocupemo-nos exclusivamente com o campo gravitacional da partícula.
Já vimos que o campo gravitacional é o momento em que o suposto cubo gira no interior do vetor pentadimensional no sentido para frente, como se no interior do vetor uma de suas paredes não promovesse nenhum atrito ao suposto cubo e na parede oposta, este atrito se faz sentido provocando o movimento do suposto cubo numa dada direção no interior do vetor pentadimensional. Verificasse assim, que o suposto cubo possui uma folga no interior do vetor pentadimensional, e intuo que esta folga seja da largura da linha quadridimensional.
Se o atrito e ausência do mesmo que caracteriza a direção do suposto cubo no interior do vetor pentadimensional, e, o giro do suposto cubo no interior do vetor, de um lado é para frente e do outro é para trás, logo o que faz o suposto cubo seguir para frente ou para trás passando pelos planos quadridimensionais, haveria de ser a inclinação do vetor pentadimensional, pois o quantum pentadimensional, ou seja, o suposto cubo estando totalmente transversal ao plano quadridimensional, ele “cairia em queda livre” sem tocar os lado internos do vetor pentadimensional, mas se houver inclinação, o suposto cubo (quantum pentadimensional) tocará um dos lados e correrá para frente, mas se a inclinação for contrária, o suposto cubo, correrá para trás. Enfim, para um lado irá ao futuro e no outro lado irá ao passado, um, sendo matéria e o outro anti-matéria.
Pois bem, tudo dependerá do tipo de inclinação que o vetor pentadimensional possui em relação ao plano quadridimensional, e a direção do giro do suposto cubo.
DEFORMANDO O PLANO QUADRIDIMENSIONAL:
Pelo exposto até o momento, creio que passei a idéia de que o plano quadridimensional é composto de linhas elásticas (vetores quadridimensionais), que se cruzam, criando um vácuo quadricular no tamanho do quantum pentadimensional que possui a forma cúbica. Sendo assim, um plano quadridimensional é como se fosse composto de vários vácuos quadrados.
Como já disse, hão vários planos quadridimensionais, onde cada representa um momento no tempo, e esses planos quadridimensionais são separados entre si na distância de um quantum pentadimensional.
Sabemos que, quando uma massa afunda um plano quadridimensional o tempo nessa massa passa mais vagarosamente. Qual seria pentadimensionalmente, a causa desse fenômeno?
Quando um quantum pentadimensional provoca deformação “massa” no plano quadridimensional, significa que parte de sua velocidade pentadimensional foi reduzida, por ter transformado parte dessa velocidade em giro, e assim, o quantum pentadimensional leva mais tempo para atingir o futuro que os demais quantum pentadimensional, por conseqüência, estando o tempo deste quantum pentadimensional em giro passando mais lentamente, automaticamente, tudo que o mesmo observar a sua volta estará igualmente lento e assim ele verificaria que a velocidade do outro quantum pentadimensional é a mesma em relação à ele, antes dele entrar em giro, ou deformar o plano quadridimensional.
Isto posto, verificamos que nada mudamos na essência da Teoria da Relatividade

MOVIMENTO INTRA CORPORAL (MIC):
O Movimento Intra Corporal (MIC) é a existência tridimensional, pois tudo que vemos e sentimos encontra-se em MIC e aquilo que não estiver em MIC, não será sentido pois não estará de nenhuma forma deformando o plano quadridimensional e nem o vetor pentadimensional; pois encontrar-se-á em queda livre sem atrito no interior do vetor pentadimensional, passando pelos planos quadridimensionais sem tocar em suas linhas quadridimensionais.
Apesar de ter exposto que os vetores pentadimensionais são estáticos e existem desde sempre com suas respectivas curvas e formas e que a matéria derivada dele é apenas uma impressão deixada no plano quadridimensional, ter dado a impressão que somos apenas personagens sem autoridade de manipular esses vetores. Porém, tudo que pensamos em fazer já está escrito nos vetores, porquê nós agimos conforme está determinado, pois agimos com a lógica que rege nosso comportamento, pois somos previsíveis para aquEle que criou todos os vetores. Ainda que pensemos estar mudando nosso futuro, estaremos agindo conforme a lógica de nosso comportamento. Seria destino? Onde está o Livre Arbítrio?
Quando Deus criou o todo, Ele o fez perfeito ou simplesmente o Todo já estava lá, é como se a Perfeição não precisasse ser criada, pelo simples fato de ser perfeita. Ela simplesmente existe e nós somos uma parte dessa perfeição e nossos atos são igualmente perfeitos por estar harmônicos ao restante de toda perfeição. Simplesmente poético e só...
Pois bem, quando formos manipular o MIC, o manipularemos, pois assim está escrito, e desempenharemos o nosso papel.
Como o manipularíamos?
Primeiramente temos que entender a posição de um corpo no universo, ou seja, o que vem a ser para baixo, para cima, para um lado ou para o outro lado em relação ao universo. Melhor explicando: se um corpo está assentado sobre um plano quadridimensional, qual seria a sua parte de baixo?
Todas as partes são a parte de baixo assim como todas as partes são a parte de cima, o mesmo para os lados, pois não é possível determinarmos uma posição quadridimensional, pois está aquém de nosso entendimento, mas tentemos situar um corpo no plano quadridimensional.
Imaginemos um elétron orbitando o núcleo atômico; estando ele em órbita, seu movimento é circular, porém isto não significa que o elétron estaria descendo e subindo no plano quadridimensional: o elétron em sua órbita tem velocidade próxima a da luz, visualizando-o pentadimensionalmente, verificaremos que ele pode fazer um movimento orbital de cima para baixo, sem com isso voltar para o plano quadridimensional anterior, pois o movimento orbital deste elétron para fazê-lo voltar para o plano quadridimensional acima seria necessário que sua velocidade fosse superior a da luz (velocidade do quantum pentadimensional é no máximo igual a da luz), não o sendo, o trajeto de seu vetor pentadimensional será como uma linha ondulada sempre de um lado para o outro e nunca de cima para baixo , e assim em nenhum momento cria um nó.
Mas, ainda estamos longe de sabermos como manipular o MIC, pelo simples fato de não sabermos como o corpo se assenta no plano quadridimensional ou universo pluridimensional (conjunto de todas as dimensões). Sabemos que existência física do corpo em nossa dimensão resulta do MIC que o corpo possui, que é uma seqüência de giros que o corpo possui, esses giros são os responsáveis pela massa, velocidade, direção, carga elétrica e spin, esses movimentos estão sempre harmônicos, ou seja, um é derivado do outro, a perda de um movimento é compensado pelo excesso de outro (lei da inércia). Isto posto, já possuímos pistas de como manipular o MIC. Mas, isso ainda não é o suficiente.
Mas, se é o giro sobre si que produz os efeitos no plano quadridimensional. Daí se propusermos ao corpo um giro artificial; será que modificaríamos o seu MIC?
O elétron quando gira sobre seu eixo, ele emite um campo magnético. E para artificialmente provocarmos esse fenômeno, basta que coloquemos o elétron girando em torno de algo. Verificamos que é possível modificar o MIC.

(obs : estou desenvolvendo esse trabalho e o disponibilizando quase que imediatamente na internet, portanto, estou passivo de erros, e portanto sujeito a rever certas conclusões anteriores que teriam sido precipitadas, além do fato de não me julgar preparado para desenvolver um trabalho de tamanha grandeza, e humildemente peço help, àquele que estiver mais preparado “desde que seja meu contemporâneo -sem regresso no tempo- e terrestre rsrsrs”).

Sei que meu modo de investigação é um tanto diferente do habitual, mas sempre pensei desta forma, pois assim é mais fácil para encontrar os atalhos para a verdade, do que centrar o raciocínio num único ponto, quando podemos analisar vários pontos de uma só vez e o resto fica por conta da criatividade na construção da ponte que liga os pontos.
COMO PODEMOS MODIFICAR O MIC DE UM CORPO?
Já sabemos o que é uma carga elétrica, o que é uma anti-partícula, o que é o spin, o que é a massa, o que é a velocidade e o que é a direção, só não sabemos como podemos manipular o MIC, pois quando soubermos, teremos a anti-gravidade e total domínio sobre o tempo, e etc.
Para modificarmos o MIC de um corpo, penso que deveríamos bombardeá-lo com movimento. Movimento é energia, é quantum pentadimensional. Isto não significa que bombardearíamos o corpo, e sim, daríamos movimento a ele sem que de fato o mesmo se movesse da forma como conhecemos, pois conhecemos o movimento como conseqüência de uma força aplicada numa dada direção, mas na verdade essa força alterou o MIC e por isso o corpo se moveu. Logo, se manipularmos o MIC, não precisaremos da força que deu a direção do movimento.
Sabemos que toda existência resulta do efeito que o vetor pentadimensional causa na linha quadridimensional;
O que proporciona a sensação de existência de um outro corpo no plano pluridimensional, é a forma com que a linha quadridimensional atinge o outro corpo. Enfim, essa seria a definição de onda, campo e etc... Ou seja, os efeitos gravitacionais que uma massa causa noutra massa distante entre si, deriva da variação da linha quadridimensional.
A conclusão resultante desta análise é que todo movimento existente no quantum pentadimensional no interior do vetor pentadimensional é transmitido à linha quadridimensional e esta repassa a informação para o restante do plano pluridimensional, interagindo assim no plano quadridimensional e nos outros vetores pentadimensionais.
Se o quantum pentadimensional executa um movimento que gere massa e spin, o spin fará com que a linha quadridimensional assuma forma espiral em torno deste quantum e a massa deste quantum fará com que o vetor quadridimensional afunde o plano quadridimensional até o momento em que o quantum consiga vazar no plano quadridimensional, passando para o seguinte.
Notificasse desta forma que as linhas quadridimensionais em forma espiral tente a transmitir esse comportamento para o vetor pentadimensional, fazendo com que ele se contamine com esse tipo de movimento.
Posso concluir que o campo de um corpo pode interagir completamente sobre o outro.
Desta forma, podemos acionar o MIC de um corpo no objetivo de influenciar o MIC de um outro corpo, ou seja, ao colocarmos um corpo à girar em torno de outro corpo, estaremos naturalmente acionando o MIC do corpo que faz a circunferência, e nada de extraordinário ocorreria com o corpo que trafega em circunferência, porém, este emitirá o respectivo campo resultante de seu movimento e este campo interagirá no MIC do corpo localizado ao centro, e terá seu MIC alterado relativo a modificação do MIC do corpo que trafega a sua volta. E isto poderia proporcionar variação na massa do corpo central, ou velocidade, ou direção de movimento do corpo central, dependendo do tipo de trajeto em circunferência que é feito.
Será que poderíamos envolver um corpo com 4 tubos em forma de argolas dispostas uma dentro da outra em posições estratégicas, e no interior destas se comunicando colocássemos uma enorme (corrente elétrica, campo magnético ou ?). O que poderia ocorrer com o corpo locado ao centro do experimento?
A intenção desta questão seria modificar o MIC do corpo central, fazendo o mesmo perder ou ganhar massa, adquirir velocidade e direção, através do mero posicionamento das argolas.
O corpo central, nada mais seria que o motor de uma hipotética nave, onde ao ganhar massa negativa a nave se elevaria e sua velocidade e direção seria igualmente manipulada nas argolas, que levaria toda nave.

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FÍSICA PARA MÁQUINA DO TEMPO (Emerson - 02/04/2010 18:34:09)
Quem postou este artigo entre em contato comigo....(ver)

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