Este fórum
serve para registrar informalmente trechos de mensagens recebidas via e-mail (vieira.sor@terra.com.br)
pelo
historiador,
genealogista e sociolingüísta Dr. Sílvio Vieira de Andrade Filho, autor
destes livros:


 


I - Um Estudo Sociolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do Antigo Caxambu e de seus
Arredores
, ISBN 85-89017-01-X, 2000, Secretaria da Educação e Cultura de
Sorocaba


II - Um Estudo Sociolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do Antigo Caxambu e de seus
Arredores
, ISBN: 85-904104-2-0, 2009


 


III - Guareí,
ISBN 85-904104-1-2, 2004,
Prefeitura Municipal e Câmara Municipal de Guareí


 


IV - Itapetininga,
ISBN 85-904104-3-9, 2006


 


V - Notas e Documentos Complementares,
ISBN 978-85-904104-4-7, 2015



 


Observação: O autor escreveu também a monografia "Uma contribuição para o estudo das famílias Mascarenhas, Araújo, Toledo, Martins, Graça, Camelo, Cruz e Queiroz",
2013


 


O autor agradece as mensagens que são respondidas via
e-mail.


 


O
autor tem dois sites diferentes com estes endereços:


 


http://www.cafundo.site.br.com


 


http://inforum.insite.com.br/8400/



18/04/2009 16:45
De: C. V. Moraes
IP: 189.46.106.45

Guareí

11.04.2009 - Natural de Guareí de onde saiu em 1987, C.V.M. é atualmente professor na Faculdade de Santa Maria (RS). Ele envia ao autor Sílvio Vieira de Andrade Filho matéria sobre personalidades de Guareí onde ele inclui este autor e sobre Gromática ou Agrimensura. Ele é filho de Ernesto Vieira de Moraes (recentemente falecido) e de Luíza Tarcília Vieira. Avós paternos já falecidos: João Braunílio Vieira e sua mulher descendente dos Kern. Avós maternos já falecidos: Carlos Máximo dos Santos e Emília Fermina dos Reis. C.V. de Moraes.
15/08/2005 13:07
De: J. J. M.
IP: 200.177.21.120-

Livro

Caro Professor Silvio é com grande satisfação que lhe escrevo. Meu nome é J. J. M., nasci em Sorocaba no ano de 1961, gosto de ler toda literatura que se refere a história de Sorocaba e região. Há algum tempo atras recebi um e-mail divulgando o livro de sua autoria cujo o titulo é: Um estudo sócio lingüistico das comunidades negras do Cafundó do Antigo Caxambu e de seus arredores. Imediatamente me dirigi à biblioteca Municipal de Sorocaba com a intenção de ler um exemplar. Fiquei impressionado com a riqueza de informações que encontrei. Gosto muito de pesquisar minhas origens genealógicas. Meus avôs paternos: Salvador Moreira de Souza e Anacleta Maria de Jesus, já falecidos, eram da cidade de Salto de Pirapóra, quando essa ainda era um bairro de Sorocaba. Quando criança sempre ouvia as estórias que minha avó contava sobre a nossa antiga Sorocaba e seu folclore, com lendas que nos deixavam de cabelos em pé. Pude conferir algumas dessas lendas em seu livro e confesso que fui tomado por uma grade emoção, é como se eu tivesse voltado no tempo. Ao ler um capitulo de seu livro mais precisamente na pagina de numero 80, onde você descreve a compra de um sitio com 6000 a 7000 pés de café, adquirido por José de Almeida Lara, esse sitio fazia divisa com as propriedades de Jesúino de Cerqueira César, José Ferreira Braga, Francisco Antônio Eusébio e Salvador Moreira de Souza, não sei se essa pessoa era meu bisavô, mas pelo que sei ele foi proprietário de umas terras nessa região. Estou pesquisando alguns documentos do meu bisavô, com a intenção de apurar mais sobre sua vida, inclusive um antigo inventário que a muito estava arquivado no Forún de nossa cidade.
Bem professor deixo aqui meu abraço e meus sinceros agradecimentos pelo seu empenho em escrever essa fascinante obra literária, que tanto tem me auxiliado em minhas pesquisas. Aproveito o espaço para pedir a gentileza de me informar onde posso adquirir um exemplar do livro, pois gostaria de possuir um para uni-lo aos livros de história que tenho em casa, aos quais tenho grande estima, e principalmente pelo valor sentimental que ele me proporcionou em relação aos relatos e descrições do cotidiano dos meus queridos ancestrais.
Um forte abraço.
J. J. M.
22/01/2004 03:06
De: Sílvio Vieira de Andrade Filho (vieira.sor@terra.com.br)
IP: 200.177.58.192-

Re: Queremos um livro!

Prezado Paulo e Aluísio
Obrigado pelo interesse em nosso trabalho.
Além dos locais indicados nos sites que estão na divulgação logo abaixo, vocês poderão solicitar outras informações sobre como obter o livro através deste email:
vieira.sor@terra.com.br
Atenciosamente,
Sílvio Vieira de Andrade Filho
27/08/2003 02:03
De: Sílvia
IP: 200.177.90.29

Re: Divulgação de livro e sites

Silvio, acabo de visitar seus endreços eletrônicos e conhecer sua vida. Parabens, Parabens, você é importante no cenário acadêmico nacional. Eu acho que você é maior do que o Fórum de Discussão - seus trabalhos estão na Google!. Abraços. Silvia. PS. em breve voltarei ao assunto.
29/05/2004 00:47
De: Maria Amado
IP: 200.177.30.38-

Bons sites

Caro Professor Sílvio, só hoje é que vi seu site. Gosto muito dos textos. Estou na Faculdade de Jornalismo, sonho antigo que agora se faz realidade.
Fique bem, que Deus continue iluminando suas pesquisas e sua vida, abraço, Maria A. Amado
10/10/2008 11:51
De: A. Lopes
IP: 201.42.47.15

Parentesco

Prezado Silvio.
Ao pesquisar na internet sobre os Pereira Andrade e Vieira Andrade, deparei-me com seu nome e sua obra sobre Guarei, cidade natal de meus avós e mãe, sendo eles Manoel Otavio Pereira de Andrade e Urculina Vieira da Gloria, pais de Conceição Vieira de Andrade.
Tenho também irmã e cunhado nascidos na mesma cidade, sendo eles Eunice Vieira de Andrade e Jocundino Pereira de Andrade.
Gostaria de saber se você seria meu aparentado também.
Agradeço sua atenção.
A. Lopes
11/12/2003 02:54
De: Sílvio Vieira de Andrade Filho (vieira.sor@terra.com.br)
IP: 200.177.91.170-

Resenha do livro sobre o Cafundó

Resultado de minha tese de Doutorado na Universidade de São Paulo, o livro "Um Estudo Sociolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do Antigo Caxambu e de seus Arredores" (ISBN: 85-89017-01-X) lançado em 07.12.2000 pela Secretaria da Educação e Cultura de Sorocaba possui conteúdo regional, mas apresenta interesse nacional e internacional. O livro-documentário de 336 páginas de 46 linhas cada está dividido em oito partes. Toda a história do livro está baseada em documentos encontrados em vários cartórios da região de Sorocaba com autorização judicial. Esta pesquisa não pode ser considerada definitiva, uma vez que a ciência sempre avança. A primeira parte deste livro focaliza o Brasil africano: as culturas africanas no Brasil, a população afro-brasileira, as comunidades negras do país, línguas em contacto e o contacto de línguas africanas com a língua portuguesa. A segunda parte faz um estudo sociológico e histórico de uma parte da região administrativa de Sorocaba situada no Estado de São Paulo, Brasil. Trata do surgimento de vilas da região que mais tarde se tornaram municípios (Sorocaba, Itapetininga, Pilar do Sul, Sarapuí, Salto de Pirapora e Araçoiaba da Serra) e das comunidades negras do Cafundó (Salto de Pirapora) e do antigo Caxambu (Sarapuí). Além do Cafundó e do antigo Caxambu, a obra focaliza também a Fazendinha dos Pretos (Salto de Pirapora), os Camargo e a antiga Fazenda do Pilar que deu origem posteriormente a Pilar do Sul. Em todos estes locais, são estudados o contexto, os problemas fundiários, as genealogias, etc. Neste estudo, entram também propriedades e proprietários rurais do séc. 19 com a presença de mão-de-obra escrava. Os senhores destas propriedades fizeram doação de terras a seus escravos. No entanto, posteriormente, houve dificuldades de manterem-se os descendentes destes escravos nas terras herdadas por seus antepassados. Por esta razão, há atualmente duas associações (Associação Afro-brasileira de Salto de Pirapora e Região e Associação Afro-brasileira de Sorocaba e Região) cujos objetivos principais são a preservação da cultura afro-brasileira e a busca de soluções para as suas questões fundiárias junto aos órgãos governamentais (indenização ou obtenção de terras das que o governo federal possui provenientes do não pagamento do Imposto Territorial Rural). Todas as associações afro-brasileiras mencionadas utilizam e dão apoio ao livro. Ainda nesta segunda parte, a obra traz também "causos" do folclore da região (lobisomem, boitatá, saci, etc.) que o tempo já vem, infelizmente, apagando. A partir da terceira parte, surgem os estudos lingüísticos da fala africana denominada "cupópia", o traço cultural mais forte da região. Esta fala existe no Cafundó (Salto de Pirapora), mas nasceu no antigo Caxambu (Sarapuí). A pesquisa de campo possui dois dicionários: "cupópia"-português e português-"cupópia". Estes são lexicais, perifrásticos e possuem transcrição fonética. A obra contém uma descrição da "cupópia" nos níveis fonético-fonológico, morfológico, sintático, semântico e textual. Este trabalho de ecologia lingüística que segue uma linha gerativo-textual apresenta comparações entre algumas falas africanas do Brasil e trata destas historicamente. Mapas, documentos e fotos tiradas pelo próprio autor ilustram a obra que possui também um "corpus" de palavras, perífrases, enunciados e vinte e dois textos com tradução para o português.
Mais informações sobre o livro podem ser encontradas nos seguintes links:
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=7863&id_noticia=2
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=7863&id_noticia=4
Atenciosamente,
Sílvio Vieira de Andrade Filho
18/08/2006 19:04
De: L.V.B.P.
IP: 201.27.209.22

Livro Guareí

Prezado Sr. Sílvio
Obrigada por responder-me prontamente.
Meus pais nasceram em Guareí. Segue-se uma lista genealógica.
Trabalho como professora na Universidade do Estado do Amazonas na área de Artes e, atualmente, desenvolvo meu doutorado em relações artísticas luso-brasileiras na Universidade do Porto.
Gosto muito de história e memória. Tenho muito gosto em saber mais coisa sobre o passado e as origens familiares.
Pretendo ir a Tatuí no próximo ano e então procurarei o livro em Guareí.
Manaus, 05.10.2004.
L.V.B.P.
18/03/2006 16:27
De: Marcelo Cid
IP: 201.43.91.81-

"Cupópia"

Olá, Sílvio, como está?
Achei o tema de fato muito interessante. Gosto desses assuntos lingüísticos! Os giros da cupópia me lembraram também uma passagem do "Ramo de Ouro", de Frazer, sobre a "superstição" de certa tribo africana: quando os homens saem para a guerra, as mulheres ficam proibidas de dizer os nomes de seus maridos, ou mesmo qualquer palavra que tenha uma sílaba desses nomes - daí que nasceu um novo idioma, feito de giros, falado apenas pelas mulheres nessa condição.
Sou diplomata, estou em Montevidéu, mas li seu artigo em Brasília, no Centro de Documentação do Ministério das Relações Exteriores, que eu chefiava e onde recebi um exemplar da revista da universidade.
Um abraço,
Marcelo Cid
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