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Quem somos:

De Prof. Emilson em 21/09/2010 00:58:06 a partir de 189.106.15.46
Se você deseja conhecer quem somos, aqui vai um perfil da nossa visão de Reino e da Igreja de Jesus.
O que entendermos que deva ser uma igreja, melhor define o que somos e a nossa motivação em
investir no CURSO BÍBLICO LIVRE:
Para nós, uma Comunidade Evangélica (Igreja, tenda ou qualquer outro nome que se dê a um
ajuntamento cristão), deve ser um grupo de cristãos que tem a Bíblia como única regra de fé e prática.
Portanto, uma comunidade Bíblica, onde pessoas de todos os povos, credos e estilos de vida podem se
achegar para experimentar o amor e o perdão de Jesus, encontrar aceitação e amizade e descobrir
respostas práticas para os problemas e dificuldades da vida, assim também como, encontrar ambiente
para compartilhar suas vitórias e a generosidade de um Deus que nos ama incondicionalmente.
Sendo assim, as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento são a Palavra de Deus, inspirada, infalível,
suprema autoridade em questões de fé e prática (Mt. 22: 29; Jo. 5: 39; 10:35; II Tm. 3:16).
Coletivamente, deve se entregar à tarefa de compreender as necessidades mais importantes das
pessoas, instituições e culturas diversas, para poder ministrar significativa e redentivamente a elas,
conscientes de que trabalhamos pela expansão do Reino de Deus, assim como as demais igrejas e
grupos que professam a fé no Senhor Jesus. Pode-se dizer, então, que se tem a visão do Reino.
Abertamente deve reprovar qualquer elemento na lei, nas pessoas ou nas instituições, que viole a
dignidade das pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus e lutar para que a dignidade
vilipendiada seja restaurada.
Crer piamente que a assembléia dos crentes precisa se tornar o lugar onde devem estar todos... Onde
cada pessoa pode ser ela mesma... Onde pode partilhar suas tristezas... Formular suas perguntas...
Admitir suas necessidades... Derramar suas lágrimas... Exprimir abertamente suas opiniões... Tecer
seus sonhos e partilhar na realização dos sonhos dos outros.
O compositor musical cego, Kem Medema, captou esse espírito quando escreveu estas palavras:
“Se este não é o lugar onde as lágrimas são entendidas
Aonde devo ir, então, para chorar?
Se este não é o lugar onde o meu espírito pode alçar vôo
Aonde devo ir,então, para voar?
Não preciso de outro lugar
Apenas para te impressionar
Dizendo-te como sou bom e virtuoso
Não, não, não.
Não preciso de outro lugar
Só para estar sempre por cima.
Todos sabem que isso é fingimento,
Só fingimento.
Não preciso de outro lugar
Só para afivelar sorrisos,
Até mesmo quando não quero sorrir.
Não preciso de outro lugar
Só para matraquear as velhas bobagens de sempre.
Todo mundo já sabe que é tudo irreal.
Portanto, se este não é um lugar onde minhas perguntas podem ser formuladas,
A quem devo então, procurar?
E se este não é o lugar onde meu coração chora
E seu lamento pode ser ouvido,
Aonde devo ir, diga-me!? A quem devo falar?”
Periodicamente os cristãos devem se reunir com os seguintes propósitos:
PROPÓSITOS
1 - Proporcionar aos participantes um ambiente onde prevalece o amor, a compreensão, o perdão e a
generosidade;
Os irmãos da Comunidade Evangélica, têm que crer que o Senhor Jesus é a expressão máxima do
amor e misericórdia de Deus, que mediante a graça nos deu o seu único filho (personificação da sua
generosidade), como o Caminho para se chegar a Ele, mediante a fé daquele que crê e põe em prática
os seus ensinamentos. (Jo 3:16 e 14:6)
Em concordância com o anúncio do Senhor, proclamam uma graça gratuita, mas não barata; uma
graça que inclui a todos, mas que requer fé para crescer nela. Jesus disse que a obra que coroa o
ministério autêntico é este: o Evangelho levado aos pobres. Portanto, os destituídos e desprovidos do
mundo merecem da Comunidade Evangélica cuidado especial.
Entendemos que os grupos pequenos e células, dentro do Corpo maior de Cristo, como o melhor
ambiente para o nascimento, discipulado, encorajamento e cuidado dos crentes e carentes de Deus e
sua graça redentora.
2 - Não defender nenhum tipo de ideologia, filosofia ou corrente política;
Os ajuntamentos têm com firme propósito o compartilhamento da graça, do conhecimento e
manifestação de Deus através dos dons e ministérios para todos os que se achegarem. Dessa forma
não há espaço para a defesa de ideologia, filosofias e discussões político-partidárias. Embora não se
deva se apolíticos, não tomar partido a favor ou contra a esse ou àquele político, oficialmente é uma
boa política. Respeitar o pensamento e as escolhas pessoais é saudável e democrático, pois nessas
questões, cada um tem os seus motivos e a sua opinião particular. (I Cor 14:12)e (I Pe 4:10)
Embora a Comunidade Evangélica não assuma uma determinada posição política, não significa que não
se possa trazer esclarecimento político a fim de contribuir para a instrução dos membros, sem, contudo
privilegiar a determinado(s) político(s) ou partido(s). Também haverá a possibilidade de se obter ajuda
de qualquer espécie através de políticos, partidos ou da Prefeitura, desde que essas iniciativas não
produzam comprometimentos da Comunidade, interfiram ou que firam essa Confissão de Propósitos.
Crer que só há salvação por meio da cruz e dependemos de Deus para a satisfação dos nossos
desejos, sonhos e necessidades. É por meio dela ou pela rejeição dela que definimos que caminho
seguir. É através dela que nos é facultada a possibilidade de ser, de existir, e de encontrar o Caminho
que leva a Deus, e não de corrente política, filosofia ou ideologia. Por outro lado, a rejeição da
mensagem da cruz, implica estar no caminho que não aponta para Deus. (I Cor 1:18), (I Tes 5:9) e (Ti
2:11)
3 – Da mesma forma como Deus faz nascer o sol sobre justos e injustos, não fazer nenhum tipo de
discriminação àqueles que procuram as Boas Novas de Cristo;
A todos que se achegarem desejando ou não estarem na Comunidade Evangélica, receberão
igualitariamente os cuidado a que necessitarem, gratuitamente, com toda a generosidade e presteza
necessária, de acordo com as possibilidades. (Rom 3:24). (Gal 5:22), (Ef 4:2) e (I Jo 3: 16 a 18)
Também não praticar, sob nenhum argumento, qualquer forma de discriminação, seja ela racial, sexual
ou relativa às escolhas ou circunstancias de vida nas quais as pessoas se encontrem quando se
achegarem. (Rom 2:11) e (Ti 2:9)
Assim como o Senhor a todos recebeu, perdoou e orientou os passos, de igual modo, atuar no sentido
de receber os que a se achegam, indicando-lhes o caminho, ensinando a “Palavra de Deus” e
orientando a andar segundo os ensinamentos do nosso Senhor e Mestre. (I Tim4:12), (II Tim 4:2) e
(Rom 12:9-10, 13:8,10) e (Gal 5:22)
4 - Ter os ensinamentos e o modo como o Senhor Jesus tratou as pessoas, como princípio de vida,
regra de fé e pratica a ser reproduzida;
Os princípios do ajuntamento têm que se basear no que a Bíblia revela clara e explicitamente. Não criar
ou praticar doutrinas que não estejam fortemente apoiadas na Bíblia e no modo que Jesus de Nazaré
tratou àqueles que o procuravam. (II Tim 3:16), (II Pe 1:20), (Rom 2:16), (II Cor 11:4) e (Gal 1:8 e 9)
As práticas observadas nas igrejas de hoje, tanto na liturgia, quanto na estrutura organizacional, não
devem ter caráter de importância, da mesma forma que não tiveram no contexto das praticas do
Senhor Jesus. Isto significa dizer não estar comprometidos com o modo de culto e de administração
que um possível membro já tenha utilizado. (Mt 23:23), (Rom 12:1) e (Jo 4:23)
Da mesma forma, estar livres para adotar qualquer experiência que julgar procedentes e úteis para a
propagação do Reino de Deus. (II Cor 3:17) (Gal 5:1 e 13)
Não impor qualquer tipo de regra de conduta que não tenha o Senhor Jesus como modelo. Sua vida
será a referencia de como o ser humano deve se portar e tratar o outro. Sempre haverá a possibilidade
de perguntar: Em meus passos, o que faria Jesus? A resposta que obtiver deverá ser a que norteará a
conduta da Igreja. (I Cor 8:9) e (I Cor 10:29)
5 - Oferecer um ambiente acolhedor e inclusivo a todos os necessitados, marginalizados, agredidos e
desenganados na caminhada existencial;
O senhor Jesus é a única razão da existência da criação de Deus. Ele é o verbo de Deus que também
se fez homem e se ofereceu a si mesmo como resgate e oferta para toda a criação, sem qualquer
distinção. Por essa razão, o ministério atuará no sentido de auxilio e orientação àqueles que desejarem
a graça salvadora que o Evangelho traz, crendo que na mensagem de amor da cruz, há provisão
suficiente para cobrir toda e qualquer falta humana, que se faça acompanhar por fé, arrependimento e
o desejo de viver em novidade de vida. (Mt 20:28), (Mc 10:45), (Rom 1:20) e (Jo 1:1 e 14)
Estar comprometidos também, conforme o anúncio do ministério do Mestre, pela opção preferencial
pelos oprimidos e marginalizados pela sociedade. Estes deverão ter especial atenção em todos os
projetos a serem desenvolvidos. (Lc 4:18), (Mt 11:5), (Lc 6:20), (Gal 2:10) e (Ti 2:5)
Se esforçar para tornar a mensagem do evangelho relevante à nossa cultura, permanecendo fiéis a
Deus enquanto mostramos amor e sensibilidade ao mundo.
O alvo é o Senhor Jesus, e uma vida de santidade terá que ser uma obstinação. A conduta e o ensino
devem refletir a santidade e amor de Deus, buscando a cura da mente, corpo e alma de todos os que
estão sob os cuidado Comunidade Evangélica, encorajando-os a serem separados do mundo, embora
estando nele.
6 - Promover a justiça e a ascensão social de todas as formas possíveis, priorizando os mais
necessitados;
A promoção da justiça em toda amplidão possível é uma das metas da caminhada. Assim sendo, a
Comunidade Evangélica deve promover projetos de cunho social, onde as crianças em risco social, os
desempregados e portadores de deficiência física ou de qualquer ordem, serão priorizados. Nessas
ações, sempre dar o testemunho de um coração aberto e que não faz acepção de pessoas. (Mt 5:6 e
20), (II Cor 5:21), (II Tim 2:19) e (I Jo 2:29 e 3:10
No sentido de promoção da justiça, não olvidar esforços para buscar auxílio, cooperação,
financiamento, donativos daqueles que dispõe de recursos para abençoar aos necessitados e menos
favorecidos, tendo como princípio, a integridade do ser humano como um todo, através de mudanças
estruturais que alterem as causas dos problemas. (I Pe 3:9)
Aceitar a todos que se achegam, vendo o mais desesperado pecador com o potencial de se tornar um
íntegro e dedicado seguidor de Jesus, porque cremos, segundo Rom 5:20 que “...onde abundou o
pecado, superabundou a graça”.
7 - Ser uma boa referência para aqueles que desejam conhecer o Senhor Jesus e seguir os seus
passos, tanto em sua cidade, como em todo o Estado, Brasil, e até os confins da terra.
Em nenhum momento se achar melhores que outros segmentos evangélicos, tanto tradicional,
pentecostal ou neopentescostal. Também não estar fechados para atuar como parceiros com outras
instituições em atividades que objetivem alcançar os propósitos da Comunidade Evangélica no que se
refere à propagação do Reino de Deus. (Ef 4:2), (Fil 2:3), (Col 2:18, 23 e 3:12) e (I Pe 5:5)
Em termos de amplitude de visão, o campo de atuação da Comunidade Evangélica é o mundo, a partir
de uma atuação local. A sede é a agência captadora, geradora e formadora de valores para o emprego
e atuação no Reino em iniciativas missionárias, tanto sobre nossa supervisão quanto de forma
colaborativa com outras igrejas ou juntas de missões.
Se esforçar pessoal e coletivamente para ser referência no falar, no agir e em todo tipo de negociação,
com vizinhos, parentes, entre os irmãos e, em especial, com todas as pessoas que mantêm alguma
reserva contra a Comunidade Evangélica ou contra os membros, particularmente. O desejo e o esforço
em se tornar exemplo aos fiéis e àqueles que não congregam Comunidade Evangélica, deve se tornar
uma luta constante, travada diariamente, para que, aqueles que desejam conhecer o Senhor Jesus e
seguir seus passos, possam identificar a Comunidade Evangélica como boas referências do Senhor. (I
Tim 4:12) e (Prov 10:2, 11:18, 12:18, 21:21 e 31:9)
Ter sempre em mente que a sua doutrina pode não ser a melhor doutrina; a sua organização pode não
ser a melhor; a sua mensagem pode não ser a melhor mensagem, isso porque se acharmos que somos
os “tais”, não haverá lugar para Deus continuar trabalhando conosco e não teremos a humildade
suficiente para receber uma “Palavra” de um conservo, que não congrega contigo. (Ef 4:2), (Fil 2:3),
(Col 2:18, 23 e 3:12) e (I Pe 5:5)
Considerar a igreja local como posto avançado da missão de pregar o Evangelho. Os pastores,
presbíteros e diáconos são designados não apenas para uma congregação local, mas para a
evangelização de comunidades inteiras, bairros, cidades e regiões.
Os membros da Comunidade Evangélica devem se enxergar como um movimento apostólico porque
são um povo “enviado”, encarregado da tarefa de alcançar novos territórios e novos grupos de povos
com o evangelho. São, por isso, trabalhadores do Reino; e todo aquele (pessoa ou igreja) que também
trabalha para a expansão do Reino do Senhor e faz parte do Seu rebanho, pode contar com a sua
ajuda e empenho. A visão é o Reino e não a sua Comunidade. Isso seria amesquinhar o evangelho.
RESUMINDO:
A Igreja precisa enxergar o mundo, seu local de atuação, com lentes transparentes. É preciso olhar as
desgraças da humanidade e tomar conhecimento das mazelas, das vidas desenganadas do semelhante
e ter comprometimento com o resgate da cidadania. Comprometimento com o outro esteja ele em que
esfera estiver, desempenhando o papel que estiver, porque servimos a um [1]“...Deus que ama os
pecadores .... o Pai de Jesus, que ama a todos, não importa o que façam”. Significa que é preciso abrir
mão da superficialidade e estar disposto a pagar o preço. É preciso que a igreja vá! Lá fora, onde os
pecadores estão e mostrar-lhes que existe um caminho sobremodo excelente.
Essa é a igreja onde a misericórdia e a justiça de Deus possa manifestar-se. Uma igreja
verdadeiramente evangélica testemunha e compartilha na prática, a verdadeira libertação que Cristo
traz; sacia a fome do necessitado e exerce a misericórdia que Jesus ensinou. A prostituta pega em
fragrante adultério que Jesus perdoou e abençoou, seria considerada hostil, por nossas igrejas atuais.
Assim, mergulhados no mistério da graça, entendemos a Missão e a extensão do Ministério da igreja a
partir dos [2]“termos que o Novo Testamento utiliza para expressar as facetas do ministério
eclesiástico: adoração, ensino, comunhão, proclamação, testemunho, serviço. Estes vocábulos sugerem
um equilíbrio na tensão entre o ser e o fazer do ministério eclesiástico”. Entre o que se entende da
mensagem do reino e o que se torna real em nossa vida prática e na vida da igreja, coletivamente.
A Igreja é o Corpo de Cristo no mundo. Na adoração, a Igreja se reúne para se encontrar com o Deus
santo e responder em obediência e amor. Pelo seu testemunho, a igreja faz conhecidas as boas novas
de Cristo à comunidade local e até aos confins da terra, chamando os perdidos ao arrependimento e à
fé. No fazer discípulos, os convertidos são trazidos para dentro do corpo, batizados, treinados e
equipados para o serviço a Cristo. Na comunhão, pessoas redimidas experimentam sua unidade em
Cristo compartilhando suas vidas com amor e interesse uns pelos outros.
A vitória sobre a fome, a doença e a falta de sentido, fazem parte da salvação pela qual devem todos
estarem engajados e nunca conseguirão avançar se não houver comunhão entre os irmãos. Não será
possível conhecer as dificuldades dos irmãos se não andar com ele; se não o visitar ou compartilhar do
seu tempo e de suas tarefas, por mais simples que elas sejam.
______________________
[1] Manning Brennan – O Evangelho Maltrapilho, tradução de Paulo Purim – São Paulo: Ed. Mundo
Cristão, 2005, p. 23.
[2] http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/adoracao_musica.htm
Assim, consideramos muito mais verdadeiro conhecer o que pensamos sobre a Igreja ou Comunidade
Evangélica, como forma de nos apresentarmos aos interessados em nos conhecer.
Um forte abraço!
No Senhor,
Irmão Emilson e colaboradores

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