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Tags: celular escuta grampo
07/09/2012 13:50
De: gerson
IP: 187.5.233.65

Nova era

Reações ao processo de Independência
Em algumas províncias do Norte e Nordeste do Brasil, militares e políticos, ligados a Portugal, não queriam reconhecer o novo governo de D. Pedro I. Nestas regiões ocorreram muitos protestos e reações políticas. Nas províncias do Grão-Pará, Maranhão, Piauí e Bahia ocorreram conflitos armados entre tropas locais e oficiais.
Constituição de 1824
Em 1823, durante a elaboração da primeira Constituição brasileira, os políticos tentaram limitar os poderes do imperador. Foi uma reação política a forma autoritária de governar do imperador. Neste mesmo ano, o imperador, insatisfeito com a Assembléia Constituinte, ordenou que as forças armadas fechassem a Assembléia. Alguns deputados foram presos.
D.Pedro I escolheu dez pessoas de sua confiança para elaborar a nova Constituição. Esta foi outorgada em 25 de março de 1824 e apresentou todos os interesses autoritários do imperador. Além de definir os três poderes (legislativo, executivo e judiciário), criou o poder Moderador, exclusivo do imperador, que lhe concedia diversos poderes políticos.
A Constituição de 1824 também definiu leis para o processo eleitoral no país. De acordo com ela, só
poderiam votar os grandes proprietários de terras, do sexo masculino e com mais de 25 anos. Para ser candidato também era necessário comprovar alta renda (400.000 réis por ano para deputado federal e 800.000 réis para senador).
Guerra da Cisplatina
Este foi outro fato que contribuiu para aumentar o descontentamento e a oposição ao governo de D.Pedro I. Entre 1825 e 1828, o Brasil se envolveu na Guerra da Cisplatina, conflito pelo qual esta província brasileira (atual Uruguai) reivindicava a independência. A guerra gerou muitas mortes e gastos financeiros para o império. Derrotado, o Brasil teve que reconhecer a independência da Cisplatina que passou a se chamar República Oriental do Uruguai.
Confederação do Equador
As províncias de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará formaram, em 1824 a Confederação do Equador. Era a tentativa de criar um estado independente e autônomo do governo central. A insatisfação popular com as condições sociais do país e o descontentamento político da classe média e fazendeiros da região com o autoritarismo de D.Pedro I foram as principais causas deste movimento.
Em 1824, Manuel de Carvalho Pais de Andrade tornou-se líder do movimento separatista e declarou guerra ao governo imperial.
O governo central reagiu rapidamente e com todos as forças contra as províncias separatistas. Muitos revoltosos foram presos, sendo que dezenove foram condenados a morte. A confederação foi desfeita, porém a insatisfação com o governo de D.Pedro I só aumentou.
Desgaste e crise do governo de D.Pedro I
Nove anos após a Independência do Brasil, a governo de D.Pedro I estava extremamente desgastado.
O descontentamento popular com a situação social do país era grande. O autoritarismo do imperador deixava grande parte da elite política descontente. A derrota na Guerra da Cisplatina só gerou prejuízos financeiros e sofrimento para as famílias dos soldados mortos. Além disso, as revoltas e movimentos sociais de oposição foram desgastando, aos poucos, o governo imperial.
Outro fato que pesou contra o imperador foi o assassinato do jornalista Libero Badaró. Forte crítico do governo imperial, Badaró foi assassinado no final de 1830. A polícia não encontrou o assassino, porém a desconfiança popular caiu sobre homens ligados ao governo imperial.
Em março de 1831, após retornar de Minas Gerais, D.Pedro I foi recebido no Rio de Janeiro com atos de protestos de opositores. Alguns mais exaltados chegaram a jogar garrafas no imperador, conflito que ficou conhecido como “A Noite das Garrafadas”. Os comerciantes portugueses, que apoiavam D.Pedro I entraram em conflitos de rua com os opositores.
Abdicação
Sentindo a forte oposição ao seu governo e o crescente descontentamento popular, D.Pedro percebeu que não tinha mais autoridade e forças políticas para se manter no poder.
Em 7 de abril de 1831, D.Pedro I abdicou em favor de seu filho Pedro de Alcântara, então com apenas 5 anos de idade. Logo ao deixar o poder viajou para a Europa.
16/04/2013 11:08
De:
IP: 177.156.142.212

Independencia

Reações ao processo de Independência
Em algumas províncias do Norte e Nordeste do Brasil, militares e políticos, ligados a Portugal, não queriam reconhecer o novo governo de D. Pedro I. Nestas regiões ocorreram muitos protestos e reações políticas. Nas províncias do Grão-Pará, Maranhão, Piauí e Bahia ocorreram conflitos armados entre tropas locais e oficiais.
Constituição de 1824
Em 1823, durante a elaboração da primeira Constituição brasileira, os políticos tentaram limitar os poderes do imperador. Foi uma reação política a forma autoritária de governar do imperador. Neste mesmo ano, o imperador, insatisfeito com a Assembléia Constituinte, ordenou que as forças armadas fechassem a Assembléia. Alguns deputados foram presos.
D.Pedro I escolheu dez pessoas de sua confiança para elaborar a nova Constituição. Esta foi outorgada em 25 de março de 1824 e apresentou todos os interesses autoritários do imperador. Além de definir os três poderes (legislativo, executivo e judiciário), criou o poder Moderador, exclusivo do imperador, que lhe concedia diversos poderes políticos.
A Constituição de 1824 também definiu leis para o processo eleitoral no país. De acordo com ela, só
poderiam votar os grandes proprietários de terras, do sexo masculino e com mais de 25 anos. Para ser candidato também era necessário comprovar alta renda (400.000 réis por ano para deputado federal e 800.000 réis para senador).
Guerra da Cisplatina
Este foi outro fato que contribuiu para aumentar o descontentamento e a oposição ao governo de D.Pedro I. Entre 1825 e 1828, o Brasil se envolveu na Guerra da Cisplatina, conflito pelo qual esta província brasileira (atual Uruguai) reivindicava a independência. A guerra gerou muitas mortes e gastos financeiros para o império. Derrotado, o Brasil teve que reconhecer a independência da Cisplatina que passou a se chamar República Oriental do Uruguai.
Confederação do Equador
As províncias de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará formaram, em 1824 a Confederação do Equador. Era a tentativa de criar um estado independente e autônomo do governo central. A insatisfação popular com as condições sociais do país e o descontentamento político da classe média e fazendeiros da região com o autoritarismo de D.Pedro I foram as principais causas deste movimento.
Em 1824, Manuel de Carvalho Pais de Andrade tornou-se líder do movimento separatista e declarou guerra ao governo imperial.
O governo central reagiu rapidamente e com todos as forças contra as províncias separatistas. Muitos revoltosos foram presos, sendo que dezenove foram condenados a morte. A confederação foi desfeita, porém a insatisfação com o governo de D.Pedro I só aumentou.
Desgaste e crise do governo de D.Pedro I
Nove anos após a Independência do Brasil, a governo de D.Pedro I estava extremamente desgastado.
O descontentamento popular com a situação social do país era grande. O autoritarismo do imperador deixava grande parte da elite política descontente. A derrota na Guerra da Cisplatina só gerou prejuízos financeiros e sofrimento para as famílias dos soldados mortos. Além disso, as revoltas e movimentos sociais de oposição foram desgastando, aos poucos, o governo imperial.
Outro fato que pesou contra o imperador foi o assassinato do jornalista Libero Badaró. Forte crítico do governo imperial, Badaró foi assassinado no final de 1830. A polícia não encontrou o assassino, porém a desconfiança popular caiu sobre homens ligados ao governo imperial.
Em março de 1831, após retornar de Minas Gerais, D.Pedro I foi recebido no Rio de Janeiro com atos de protestos de opositores. Alguns mais exaltados chegaram a jogar garrafas no imperador, conflito que ficou conhecido como “A Noite das Garrafadas”. Os comerciantes portugueses, que apoiavam D.Pedro I entraram em conflitos de rua com os opositores.
Abdicação
Sentindo a forte oposição ao seu governo e o crescente descontentamento popular, D.Pedro percebeu que não tinha mais autoridade e forças políticas para se manter no poder.
Em 7 de abril de 1831, D.Pedro I abdicou em favor de seu filho Pedro de Alcântara, então com apenas 5 anos de idade. Logo ao deixar o poder viajou para a Europa....
19/09/2012 14:55
De: maria
IP: 189.74.244.228

Badaró

Reações ao processo de Independência
Em algumas províncias do Norte e Nordeste do Brasil, militares e políticos, ligados a Portugal, não queriam reconhecer o novo governo de D. Pedro I. Nestas regiões ocorreram muitos protestos e reações políticas. Nas províncias do Grão-Pará, Maranhão, Piauí e Bahia ocorreram conflitos armados entre tropas locais e oficiais.
Constituição de 1824
Em 1823, durante a elaboração da primeira Constituição brasileira, os políticos tentaram limitar os poderes do imperador. Foi uma reação política a forma autoritária de governar do imperador. Neste mesmo ano, o imperador, insatisfeito com a Assembléia Constituinte, ordenou que as forças armadas fechassem a Assembléia. Alguns deputados foram presos.
D.Pedro I escolheu dez pessoas de sua confiança para elaborar a nova Constituição. Esta foi outorgada em 25 de março de 1824 e apresentou todos os interesses autoritários do imperador. Além de definir os três poderes (legislativo, executivo e judiciário), criou o poder Moderador, exclusivo do imperador, que lhe concedia diversos poderes políticos.
A Constituição de 1824 também definiu leis para o processo eleitoral no país. De acordo com ela, só
poderiam votar os grandes proprietários de terras, do sexo masculino e com mais de 25 anos. Para ser candidato também era necessário comprovar alta renda (400.000 réis por ano para deputado federal e 800.000 réis para senador).
Guerra da Cisplatina
Este foi outro fato que contribuiu para aumentar o descontentamento e a oposição ao governo de D.Pedro I. Entre 1825 e 1828, o Brasil se envolveu na Guerra da Cisplatina, conflito pelo qual esta província brasileira (atual Uruguai) reivindicava a independência. A guerra gerou muitas mortes e gastos financeiros para o império. Derrotado, o Brasil teve que reconhecer a independência da Cisplatina que passou a se chamar República Oriental do Uruguai.
Confederação do Equador
As províncias de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará formaram, em 1824 a Confederação do Equador. Era a tentativa de criar um estado independente e autônomo do governo central. A insatisfação popular com as condições sociais do país e o descontentamento político da classe média e fazendeiros da região com o autoritarismo de D.Pedro I foram as principais causas deste movimento.
Em 1824, Manuel de Carvalho Pais de Andrade tornou-se líder do movimento separatista e declarou guerra ao governo imperial.
O governo central reagiu rapidamente e com todos as forças contra as províncias separatistas. Muitos revoltosos foram presos, sendo que dezenove foram condenados a morte. A confederação foi desfeita, porém a insatisfação com o governo de D.Pedro I só aumentou.
Desgaste e crise do governo de D.Pedro I
Nove anos após a Independência do Brasil, a governo de D.Pedro I estava extremamente desgastado.
O descontentamento popular com a situação social do país era grande. O autoritarismo do imperador deixava grande parte da elite política descontente. A derrota na Guerra da Cisplatina só gerou prejuízos financeiros e sofrimento para as famílias dos soldados mortos. Além disso, as revoltas e movimentos sociais de oposição foram desgastando, aos poucos, o governo imperial.
Outro fato que pesou contra o imperador foi o assassinato do jornalista Libero Badaró. Forte crítico do governo imperial, Badaró foi assassinado no final de 1830. A polícia não encontrou o assassino, porém a desconfiança popular caiu sobre homens ligados ao governo imperial.
Em março de 1831, após retornar de Minas Gerais, D.Pedro I foi recebido no Rio de Janeiro com atos de protestos de opositores. Alguns mais exaltados chegaram a jogar garrafas no imperador, conflito que ficou conhecido como “A Noite das Garrafadas”. Os comerciantes portugueses, que apoiavam D.Pedro I entraram em conflitos de rua com os opositores. ....
Abdicação
Sentindo a forte oposição ao seu governo e o crescente descontentamento popular, D.Pedro percebeu que não tinha mais autoridade e forças políticas para se manter no poder.
Em 7 de abril de 1831, D.Pedro I abdicou em favor de seu filho Pedro de Alcântara, então com apenas 5 anos de idade. Logo ao deixar o poder viajou para a Europa.
10/12/2009 18:19
De: jocelito
IP: 189.94.83.49

Software interceptaçao celular

 ola pessoal que comprou o software , coloquem  o tal software para download em um site para todos baixarem de graça ,e coloquem o link neste forum ,para verem que este pinheiros é só fralde e que nao funciona nada
                         isto nao existe ,trabalho com celular a muito tempo ,um software no potencial que é descrevido o custo seria muito grande se realmente funcionase
17/11/2011 09:41
De: marcia shariff
IP: 189.74.215.175

Biografia

Formação e atividades principais  D excelentissi,o Dr CRISTIANO VAZ GARCIA- Iniciou o estudo de humanidades em sua cidade natal, transferindo-se depois para o Rio de Janeiro, onde concluiu o curso preparatório e ingressou na Faculdade de Direito. Bacharelou-se em  pela Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro. Exerceu a advocacia no Distrito Federal - RJ; Promotor de 1ª entrância da 11ª Circunscrição Judiciária Militar, no Rio Grande do Sul, nomeado em dezembro de , nesse cargo atuou até novembro de , quando se tornou Consultor Jurídico do Gabinete do Ministro da Guerra; Promotor de 2ª entrância; Curador de Órfãos da Justiça do Distrito Federal a partir de fevereiro de ; em , foi nomeado Procurador-Geral da Justiça Militar, cargo que ocupou até ; atuou como Promotor no processo contra os envolvidos no levante da Aliança Nacional Libertadora em novembro de ; integrou a comissão redatora do Código de Justiça Militar aprovado em dezembro de ; entre 1976 a 1980, dirigiu o contencioso da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro; presidiu a Associação dos Magistrados Brasileiros.  muito boa esta biografia
12/07/2009 11:24
De: Marcelo Terranova
IP: 201.77.113.249

TEste

ALGUEM JA COMPROU O SOFTWARE OU A APOSTILA? FUNCIONOU? MEU TODO MUNDO TA FALANDO QUE É LOROTA, MAS SE ALGUEM TEM E FUNCINOU QUERO COMPRAR TB, OK
AGUARDO
MARCELO_TERRANOVA@HOTMAIL.COM
22/05/2012 15:02
De: junior
IP: 189.74.215.111

Ana rita

O SHOPTIME É UMA EMPRESA DE VENDAS VIRTUAIS DESONESTA E NADA PROFISSIONAL. ISSO É
CASO DE POLÍCIA.
.
BOM, JÁ ENVIEI VÁRIOS E-MAILS E FIZ VÁRIOS TELEFONEMAS PARA O SHOPTIME, MAS A ÚNICA
RESPOSTA QUE ME DÃO, É QUE "A TRANSPORTADORA AINDA NÃO DEVOLVEU O PRODUTO À ELES"
FIZ UMA COMPRA EM 14/09/11, PAGUEI EM DINHEIRO VIA BOLETO BANCÁRIO E DAÍ EM DIANTE, SÓ
TIVE ABORRECIMENTOS. 8 DIAS DEPOIS DO PRAZO INFORMADO PARA ENTREGA, COMO A
MERCADORIA NÃO CHEGOU, ENTREI NO SITE E TIVE UMA GRANDE SURPRESA; O SHOPTIME, HAVIA
CANCELADO MINHA COMPRA. MANDEI VARIOS E-MAILS E SO RECEBIA RESPOSTAS AUTOMÁTICAS.
ENTÃO, RESOLVI LIGAR E UM ATENDENTE ME INFORMOU, QUE HAVIA TIDO UM ERRO NO SISTEMA
DELES. DEPOIS DE MUITAS RECLAMAÇÕES E DESPESAS COM LIGAÇÕES TELEFÔNICAS(ONDE VOCÊ
FICA MAIS DE 15 MIN ESPERANDO SER ATENDIDO), NO DIA 07/10/11, OU SEJA, 21 DIAS DEPOIS, RECEBI UM EMAIL DO DEPARTAMENTO FINANCEIRO DELES,INFORMANDO QUE MEU PAGAMENTO HAVIA
SIDO IDENTIFICADO E QUE ME MANDARIAM A MERCADORIA. FIQUEI ESPERANDO. NO DIA 13/10/11, RECEBI UM NOVO E-MAIL, INFORMANDO QUE MINHA BATEDEIRA, CHEGARIA ATÉ O DIA 18/10/11.
QUAL FOI MINHA NOVA SUPRESA? RECEBI UM NOVO E-MAIL, INFORMANDO QUE O COMPRADOR NÃO
FOI RECONHECIDO NO LOCAL DE ENTREGA. MENTIRA, PQ SOU DONA DE CASA, NÃO TRABALHO FORA
E RARAMENTE SAIO, E COM CERTEZA, ENTRE OS DIAS 13/10 E 18/10/11, NÃO SAÍ, AINDA MAIS COM
TRES TENTATIVAS DE ENTREGA, COMO ELES ALEGAM. IMPOSSÍVEL A MERCAODRIA TER SAÍDO DE LÁ
NO DIA 13/10/11 E COM 5 DIAS TER CHEGADO À MINHA CASA, TEREM TENTADO ENTREGAR 3 VEZES
E NO DIA 18/10/11, JÁ ESTAR RETORNANDO PARA O ESTOQUE DELES. POIS BEM, ME FOI INFORMADO
UM NOVO PRAZO PARA REENVIO DA MERCADORIA(28/10/11), PQ, SEGUNDO O SHOPTIME, LEVA 10
DIAS PARA A TRANSPORTADORA RETORNAR. ENTREI EM CONTATO COM A OUVIDORIA DA
EMPRESA(JULIANA DA MATA), E A MESMA ME RETORNOU POR EMAIL, PROMETENDO PRIORIDADE À
MINHA SOLICITAÇÃO(O QUE JAMAIS OCORREU ATÉ AGORA). MEU ULTIMO CONTATO VIA FONE, FOI
DIA 11/11/11, E A TAL JULIANA, ME DISSE QUE NÃO TINHA NENHUMA RESPOSTA PARA MIM E QUE O
PRODUTO AINDA NÃO HAVIA RETORNADO AO ESTOQUE DELES. ISSO É UM ABSURRRRRDO. ESTÁ
COMPLETANDO NESSA DATA(14/11/11), 2(DOIS MESES) QUE COMPREI E ELES SIMPLESMENTE NÃO ME
DÃO UMA SATISFAÇÃO CONCRETA E SO ME FALAM A MESMA COISA. PARECEM UNS ROBOS
PROGRAMADOS.LAMENTÁVEL TUDO ISSO, PQ SEMPRE ADMIREI A EMPRESA, MAS PERCEBI QUE, NÃO
SÃO SÉRIOS E MUITO MENOS PROFISSIONAIS QUANDO SE TRATA DE ATENDER OS DIREITOS DO
CONSUMIDOR. VAMOS VER SE EU RECLAMANDO AQUI, ESSA EMPRESA TOMA TENÊNCIA E ME MANDE
O QUE É MEU POR DIREITO. O QUE JÁ GASTEI COM LIGAÇÕES E COM OM PREJUIZO PELA FALTA DO
PRODUTO, NEM VOU COMENTAR. NO DIA QUE FIZ A COMPRA, OUTROS SITES DE VENDAS VIRTUAIS, ESTAVAM ANUNCIANDO GRANDES PROMOÇOES E OPTEI PELO SHOPTIME, PORTANTO, NÃO QUERO
MEU DINHEIRO DE VOLTA, PQ PERDI AS OUTRAS PROMOÇÕES. QUERO O PRODUTO INTEIRO, SEM
DEFEITOS, NOVO, E O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. O MÍNIMO QUE ESSA EMPRESA, CASO FOSSE SÉRIA
DEVERIA FAZER, É ENTRAR EM CONTATO COM CLIENTE E OFERECER UM PRODUTO IGUAL OU
SUPERIOR.
LI EM VÁRIOS SITES DE DENÚNCIAS, ALGUNS COMENTÁRIOS, DE QUE O SHOPTIME, VENDE MAIS DO
QUE TEM NO ESTOQUE(OVERBOOK), UM ADVOGADO AMIGO MEU, CHEGOU A COMENTAR ISSO
COMIGO QUANDO O CONSULTEI. SE FOR MESMO VERDADE ESSA PRÁTICA, É CASO ATÉ DE POLÍCIA.
OUTRA COISA, ESSAS EMPRESAS DE VENDAS VIRTUAIS, DEVERIAM SER OBRIGADAS A TEREM UM
ESPAÇO ONDE TODOS OS CONSUMIDORES PUDESSEM FAZER SUAS RECLAMAÇÕES E SUAS
RESPECTIVAS AVALIAÇÕES, PARA QUE TODOS ANTES DE COMPRAR, TIVESSEM ACESSO ÀS MESMAS
E AS EMPRESAS NÃO DEVERIAM TER O DIREITO DE EDITÁ-LAS OU APROVAR OS COMENTÁRIOS OU
APAGÁ-LOS. DEVERIAM CAIR DIRETO NA PAGINA DA EMPRESA PARA VISUALIZAÇÃO IMEDIATA DO
CLIENTE, QUANDO ENVIADO.
VI VÁRIAS DENÚNCIAS CONTRA O SHOPTIME. TEM UM SITE(*RECLAMEAQUI.COM.BR E *
BLOGDOCURY.COM.BR). QUE ESTÃO LOTADOS DE QUEIXAS E DENÚNCIAS. NÃO É POSSÍVEL QUE
NENHUMA ATITUTE SERÁ TOMADA CONTRA EMPRESAS ASSIM. ISSO NOS ADOECE E NOS DEIXA
HUMILHADOS, NOS SENTINDO IMPOTENTES, PQ O CONSUMIDOR FICA DE MÃOS ATADAS E SEM TER
ONDE RECORRER. VI VÁRIAS DENÚNCIAS TAMBÉM, CONTRA A TRANSPORTADORA DE ENTREGA DOS
PRODUTOS SHOPTIME E DE OUTROS SITES DE VENDAS. GENTE, ISSO ESTÁ ATÉ PARECENDO
FORMAÇÃO DE QUADRILHA. ALGUMA PROVIDÊNCIA URGENTE TEM DE SER TOMADA
ATT
ANA RITA
PS 2 _ ALESSANDRA, ACABEI DE ENVIAR ESSE E-MAIL PARA O ENDEREÇO QUE VOCÊ PUBLICOU AÍ.
OBRIGADA PELA DICA
Seu IP: 54.161.40.41 (os IP's são armazenados por questões de segurança)
Seu nome:
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Mensagem:
  Não quero que meu e-mail apareça na mensagem (apenas o nome)