Discussões sobre Filosofia, Religião, Ateísmo, Agnosticismo, Política, Literatura, Ecologia, Internet e Atualidades.

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07/02/2010 19:24
De: marinaldo costa
IP: 187.68.98.178

Re: Religiões Evangélicas: O Perigo do Crescimento dos Neopentecostais

Boa tarde amigo.
Gostaria de lhe pedir que no lugar de voce citar e generalizar todos os evangélicos,voce frizasse bem quais denominações que se dizem evangélicas,pois a raiz evangelica vem de Cristo quando ele nos fala uma frase preponderante:ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura.
Realmente existem falsos profetas que só querem enganar a todos só lembrando tambem que a igreja catolica assim como hitler matou muitos evangelicos.se voce quiser consultar a historia leia sobre a noite de são bartolomeu. um abraço.Jesus te ama.
22/11/2007 03:37
De: Ivo S. G. Reis
IP: 201.2.79.223

Mercado de Créditos de Carbono - O que é, para que serve e como funciona?

Gostaria de abrir uma discussão em torno deste assunto, ainda muito nebuloso para muitos.
Farei uma breve introdução para facilitar a discussão, porque eu mesmo tenho ainda muitas dúvidas sobre o que de real está acontecendo com os "créditos de carbono" idealizados e instituídos no Protocolo de Ktoto, Japão, com tentativa para estimular os países poluentes a poluirem menos.
Pelo que sei, cada tonelada de dióxido de carbono que deixa de ser jogada na atmosfera, gera um crédito de carbono e, assim os países vão acumulando créditos e cotas de utilização. Essas reduções, uma vez comprovadas recebem um documento denominado "RCE" (Redução certificada de Emissões).
Teoricamente, essa era a idéia, isso deveria funcionar, pois todos os países se esmerariam para acumular créditos. Só que, na prática, a coisa desvirtuou-se e passou a gerar expectativas de lucro, transformando os certificados em commodities, depois, negociadas nas bolsas de valores e entre os países, que passaram a "trocar créditos". Por essa troca de créditos, um país menos poluente vendia os seus créditos para um país mais poluente e que não tinha mais cotas para gastar. Com a compra, o país poluente poderia continuar a poluir, pois voltava a ficar "dentro da cota".
Se isso for mesmo verdade, não adiantaram nada os esforços, cujos resultados terão a sua primeira avaliação (balanço) em 2012.
Alguém saberia explicar melhor como funciona o famigerado "MERCADO DE CRÉDITOS DE CARBONO"?
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