Uma comunidade para o estudo do Gnosticismo verdadeiro

Tags: gnose gnosis cristo
29/06/2007 21:05
De: Michelle
IP: 192.108.114.19

Reconfortada

Nossa...queria agradecer o criador desse fórum. Muito obrigada pelos lindos textos e por me fazer ver uma coisa que nunca tinha parado para pensar ou refletir. É tanta pressão que sofremos de todos os lados que não percebemos o quanto somos manipulados em nossos sentimentos.
Estou profundamente agradecida pela ajuda que recebi ao ler estes textos e pela reflexão que eles produziram em meu interior.
Saí da escola após o terrível sofrimento no último seminário. Aquilo tudo que aconteceu lá foi humilhante e ultrajante.  
Me senti muito reconfortada com esses textos.
Do fundo de meu coração, obrigada!
07/05/2007 07:22
De: Defensor da Doutrina
IP: 18.246.2.33

O CRISTO ÍNTIMO SE DISTANCIA DA VAIDADE

A vaidade é um agregado do orgulho que corrói todas as fundações da humildade e da bondade. Ser vaidoso por si mesmo ou por cargos ou posições, não combina com os anelos de pureza espiritual.
Muitos são vaidosos com o seu corpo físico, outros com seus bens materiais. Há vários tipos de corrosão vaidosa que destroem um coração puro, porém há uma faceta da vaidade que é uma célula cancerosa, que cresce e arrasa com todas as possibilidades de as células de beleza espiritual florescerem em nosso jardim interior. Esse câncer interno pode ser conhecido como a VAIDADE ESPIRITUAL.
Ser vaidoso por ser um líder espiritual, por supor que possui encarnações divinas importantes, por dirigir um grupo espiritual, é talvez um dos piores problemas de muitas escolas de autoconhecimento de nosso mundo moderno.
O Mestre Samael já dizia algo sobre isso:
“O Senhor rechaça aqueles que se aferram à vaidade. O Senhor auxilia a quem luta por desintegrar os agregados psíquicos da vaidade. O Cristo Íntimo se afasta da vaidade.
De modo algum, seria possível manter corretas relações com o Senhor Íntimo e com todas as partes independentes e autoconscientes do Ser se não aniquilamos antes todos os agregados psíquicos da vaidade.
A vaidade destrói as possibilidades da iluminação. Grandiosa é a iluminação (é uma graça do Senhor), mas esta só é possível aniquilando aos agregados psíquicos da vaidade. Somente os humildes podem receber a iluminação por graça do Senhor.
Nós jamais teremos méritos reais porque quem realiza toda a obra verdadeira é o Pai. O agregado psíquico dos automéritos nos faz nascer nos Céus ou na Terra novamente. O Cristo deve destruir em nós o agregado psíquico do automérito para nos levar à Talidade.”
(V.M. Samael Aun Weor)
É possível um vaidoso ser humilde? É óbvio que não, nem que ele tente transparecer uma falsa humildade. A vaidade é terrível em seu poder destruidor da humildade e dos anelos espirituais verdadeiros.
Fazendo uma análise do caso do Cristo Néfer, de sua história passada e de seu momento presente, percebemos que sobra vaidade e falta humildade.
Isso é facilmente percebido nos diversos eventos em que o dito Cristo Néfer está presente. O que se vê é um culto escancarado ao poder e às aparências externas.
Repetimos uma frase do Mestre Samael:
“Só os Humildes podem receber a Iluminação por graça de Deus!”
Um Cristo é um Sol que brilha, é o espírito vivente iluminado. É sabedoria pura e plena, é o Logos Solar, seu corpo físico é o Sol.
Faz-se necessária muita humildade e bondade para trilhar o caminho crístico, e muito mais humildade ainda é preciso quando encarnamos a força Cresthos em nosso interior.
Um Cristo é puro e simples como uma criança, não precisa de grandes eventos, de pompas, de roupas e maquiagens caras. Basta abrir a boca para que pétalas de sabedoria encham o ambiente com o aroma divino. Estas seriam palavras de poder e de glória que desatariam todos os nós provocados pelo o ego. A essência pura e divina, que se encontra latente dentro de nosso coração, vibraria como uma criança feliz ao ouvir e sentir essas palavras aromatizadas com o poder de um Cristo.
Simplicidade, humildade, compaixão, bondade, amor divino, sabedoria celestial, poder de presença, exemplo de vida através de seus atos, palavras de poder e de glória, olhos e espíritos de crianças. Tudo isso pode representar os traços celestes e divinais de um Cristo encarnado no meio de nós.
O Cristo Néfer possui algumas dessas virtudes?
Fica a pergunta, porém a resposta é óbvia.
OM SEJA FORÇA!
OM SEJA SAMAEL!
06/12/2007 20:32
De: NOUSVATE
IP: 201.74.30.74

Re: REFLEXÕES DE UM BUSCADOR

O mundo esteve em trevas durante quase 2.000 anos porque prevaleceu sobre a mente do homem o egoísmo, a inveja, a violência, a ignorância, o orgulho da ciência materialista. O Sol havia se ocultado e era revelado apenas para alguns buscadores persistentes da verdadeira Igreja do Cristo. Graças aos Mestres da Santa Igreja Gnóstica dos mundos superiores, temos a oportunidade de ver o Cristo-Sol brilhar novamente para a nossa salvação.
O Cristo da Era Aquariana, Samael Aun Weor, Senhor de Marte e Buda Maitréia, nos entrega de forma totalmente desvelada os ensinamentos crísticos que o Grande Cabir Jesus havia deixado aos seus apóstolos para que entregassem à humanidade.
Os sinceros seguidores do Cristo Cósmico têm o dever de manter estes ensinamentos em sua pureza original, sem manchas, máculas e fantasias, até que chegue o momento de guardá-los novamente dos olhares profanos. E aí, ao povo se dará o leite (as parábolas) e aos iniciados se dará o manjar (os Mistérios Crísticos).
O NOSSO TEMPLO INTERIOR E  ALUZ DAS LUZES, A VERDADE DAS VERDADE QUANDO ESTA SOBRE AS BASES DO PAI.
Pois eu sou a primeira e a última.
Eu sou a reverenciada e a escarnecida.
Sou a promíscua e a consagrada.
Sou a esposa e a virgem...
Sou a infecunda,
e muitos são os seus filhos...
Sou o silêncio que é incompreensível...
Sou a pronunciação do meu nome."
(ESTAS PALAVRAS RESUMI UM VERADEIRO TEMPLO ERGUIDO NAS COLUNAS DA SABEDORIA GNSOTICA OS PUROS DE CORAÇOES SEMPRE ENCONTRAM A VERDADE E SE TORNAM LIVRES.)
ASS.NOUSVATE
12/08/2008 09:42
De: Maria
IP: 209.85.136.136

Cristo Nefer

Tenho dúvidas se isso tudo será assim como dizem.Já li noutro site que a felicidade da Crista é aparente,que vai continuar com a farsa porque não tem como escapar da gaiola onde se meteu
11/05/2007 23:38
De: Defensor da Doutrina
IP: 88.198.175.78

SEGUINDO OS PASSOS DO MESTRE SAMAEL.

O bendito e louvado Mestre Samael Aun Weor sempre foi e sempre será a nossa Luz, ele é o nosso guia. Seus livros e suas conferências são bálsamos sagrados que envolvem a nossa diminuta essência com aromas divinos, conduzindo-a pelo caminho sagrado do despertar da consciência.
Além dos ensinamentos deixados pelo Mestre, temos a sua vida exemplar correta como régua de medida para a nossa própria vida. Através dos depoimentos de seus vários discípulos, que conviveram anos e anos ao lado do Mestre Samael, conseguimos descobrir ensinamentos preciosos sobre a conduta reta do nosso guru espiritual. Esses depoimentos de quem esteve ao lado do Mestre Samael e também os livros do Mestre contêm muitas informações desses primeiros tempos do caminhar do nosso amado guru.
O caminho trilhado pelo Mestre Samael foi muito duro, e poucos sabem de verdade, poucos se deram o trabalho de conhecer o que foi a trajetória de Samael.
O avatara nasceu em família aristocrática e, até os 13 anos, estudou em um colégio jesuíta. Um dia, aos 14 anos, ele saiu do colégio, saiu de casa e passou a viver não se sabe como. Andava de cidade em cidade, caminhando, lendo sorte e ganhando uns trocos, dormindo em bancos de praça e debaixo de marquises.
Começou sua busca pelas escolas do seu tempo: espiritismo, rosa-cruz, teosofia, yoga, Krishnamurti, etc. Por volta dos 17 anos, ele estava cansado de todas as teorias e sentia que não avançava. O que ele fez? Abandonou tudo, e se decidiu ferreamente por uma disciplina de buscar a si mesmo, encontrar a si mesmo. Isso é profundidade em todos os sentidos. Isso é viver a prática espiritual intensamente, é TRABALHAR SOBRE SI MESMO E ENTRAR PELO CAMINHO DA GRANDE OBRA.
Aos 30 anos, quando conheceu a Mestra Litelantes, sua esposa, parecia um pedreiro, com apenas duas mudas de roupa. Tudo o que ele possuía cabia numa pequena maleta. Vieram os filhos, morava numa choça de chão batido.
Muitas vezes, não tinha o que comer. Os colombianos tomam muita sopa, um caldinho de osso de boi com algo dentro, farinha, arroz ou batata. Não tinha dinheiro para comprar brinquedo para os filhos. Só mais tarde, apareceu Júlio Medina, o Mestre Gargha Kuichines, que o ajudou muito financeiramente e financiou os livros.
SUA POBREZA ERA TÃO OSTENSIVA QUE, AO DAR PALESTRAS, MUITAS PESSOAS SE CHOCAVAM COM SUA APARÊNCIA POBRE E HUMILDE.
Foi perseguido pelos médicos e Igreja Católica e acabou na prisão. Mais tarde, teve que fugir da Colômbia. Foi ao México, cruzando a pé, com mulher e filhos, os pequenos países da América Central antes de chegar ao México.
No México, os inimigos da Colômbia continuaram perseguindo-o e denunciando-o às autoridades. Por isso, ele tinha que viver sempre fugindo e se escondendo.
Demorou 20 anos para ter um pequeno grupo sólido. Seu desespero e sofrimentos eram tantos que quase mudou de país para tentar melhorar a sua situação. Chegou a dizer para a sua esposa: “Vamos para o BRASIL”.
Então o próprio JESHUA BEN PANDIRA, o Cristo Jesus, numa noite apareceu a ele e lhe disse para permanecer no México, porque a missão teria que ser cumprida no México, e não no Brasil.
O Mestre Samael fazia muita, mas muita prática. Mais de 10 horas diárias de práticas de todos os tipos. ELE VIVIA A VIDA DE MANEIRA INTENSA. Ele era muito entregado ao seu PAI INTERNO. E a Divina Mãe, a importância dela, Samael só foi descobrir mais tarde, e com isso, com os seus Pais Sagrados ao seu lado, ele avançou muito rápido.
Anos mais tarde, depois dessa tremenda e intensa disciplina de ENCONTRAR A SI MESMO, ele DESPERTOU e recordou-se do ALTAR DA INICIAÇÃO NO ANTIGO EGITO. Descobriu que ele havia sido um Mestre de Mistérios Egípcios no tempo da Dinastia de Kefrem. QUER DIZER: ELE DESPERTOU, sabia quem era e quem tinha sido. E, desde esse dia, não precisava mais de livros nem de ninguém que lhe mostrasse o Caminho.
Desde o seu início, quando tinha 14 anos, até a conquista da Quinta Iniciação Maior, quando tinha 37 anos, passaram-se 23 anos. Foram mais de 20 anos entre o início de sua busca e o término das Iniciações Menores. Esse foi o seu tempo de maturidade. E isso porque ele já tinha sido um Mestre de Maiores, em um remoto passado.
Porém o Mestre Samael sempre chamou a atenção por ter chegado à QUINTA INICIAÇÃO MAIOR em apenas 4 anos de trabalho iniciático. Quando ele terminou o seu processo nas Iniciações Menores, o seu avanço a partir daí foi muito rápido:
1) Em 1951, o bendito Mestre Samael terminou sua PRIMEIRA INICIAÇÃO MAIOR.
2) Em 1952, estava terminando a SEGUNDA INICIAÇÃO MAIOR.
3) Em 27 de OUTUBRO de 1954, recebia O CRISTO ÍNTIMO (QUINTA INICIAÇÃO MAIOR).
4) a bendita Loja Branca lhe deu a SEXTA E A SÉTIMA SERPENTES.
Temos que enfatizar sempre esses pontos e ressaltar que, em 5 anos, ele teve suas 7 Serpentes levantadas. OU SEJA, NADA FOI LHE DADO DE PRESENTE. TUDO FOI CONQUISTADO À BASE DE MUITO TRABALHO INTERNO, SACRIFÍCIOS E LUTAS DIÁRIAS, ALQUIMIA, MORTE DO EGO, ETC.
Porém, para o bem de todos, é importante dizer que um dos maiores segredos desse assombroso avanço deve-se à preparação que ele teve nas INICIAÇÕES MENORES. O Mestre Samael começou a buscar o caminho aos 14 anos e, aos 33 anos, já estava na PRIMEIRA INICIAÇÃO MAIOR e, com mais 4 anos, estava na QUINTA INICIAÇÃO MAIOR.
Foi uma longa caminhada, com muitos sofrimentos e percalços, sempre passando muitas dificuldades financeiras e, ainda por cima, tendo que cuidar de esposa e filhos. Um exemplo a ser seguido.
Até o fim de sua vida, nunca pediu dinheiro nem ajuda a ninguém e, se não fosse por alguns discípulos mais atentos e sensíveis para perceber essas dificuldades, o Mestre Samael teria sido despejado de sua casa por falta de pagamento do aluguel. Esse é o exemplo mais claro de como ele vivia na maior pobreza, diferentemente de muitos líderes espiritualistas dos tempos atuais.
Essa foi a vida do nosso guru, do nosso Mestre, que é uma régua de medida, um ótimo parâmetro para um caminho espiritual verdadeiro, porque reconhecemos, em sua trajetória, o trabalho, a entrega, o doar-se, o entregar-se, os super-esforços constantes, os sacrifícios voluntários pela humanidade, etc.
Quando nos deparamos com essa espantosa realidade, quando percebemos a profundidade dos passos do Mestre Samael, quando vemos o tamanho de suas pegadas sagradas deixadas pelo caminho, tomamos consciência de como FOI DURO PARA ELE ENTRAR PELA SENDA DA INICIAÇÃO.
Esse foi um pequeno resumo do caminhar do Mestre Samael pela Senda da Cristificação.
Atualmente, aparecem muitos que se auto-intitulam Mestres e Cristos, mas não passam de falsos Mestres e falsos Cristos, como estava previsto nas Escrituras Sagradas e também previsto pelo próprio Mestre Samael.
Particularmente, no meio gnóstico, houve a aparição de uma suposta Crista chamada Néfer.
Como Néfer tem raízes no gnosticismo, temos o dever e a obrigação de usar todos os meios possíveis para constatar se esse Cristo é falso ou verdadeiro. Aceitar só por aceitar é algo vazio. Temos que buscar fatos baseados nos ensinamentos do Mestre Samael, que comprovem a veracidade desse Cristo.
Qual a nossa medida de comparação? Como podemos encontrar a saída para esse dilema? A saída é a obra e a vida do Mestre Samael, o grande Mestre do gnosticismo verdadeiro. É justamente na doutrina de Samael que vamos encontrar a régua de medida para marcar os traços de verdade ou de mentira que envolvem o Cristo Néfer.
Por isso, é fundamental colocar lado a lado esses dois personagens: esse suposto Cristo Néfer e o Cristo Samael.
Na hora em que traçamos essa régua de medida, quando comparamos a vida do Mestre Samael e suas dificuldades com os passos trilhados por Néfer para alcançar a sua suposta cristificação, verificamos que simplesmente não existe nada em comum, muito pelo contrário, o que vemos é que as duas histórias são diametralmente opostas.
De um lado, temos a vida do nosso guru Samael, cheia de sacrifícios e lutas espirituais tremendas. Do outro lado, temos a história de uma garota de 16 anos que nunca tinha praticado alquimia, que não passou por nenhuma das iniciações, nem as menores nem as maiores, e, como num passe de mágica ou de um “presente” recebido, torna-se o Cristo do sacrifício.
A régua do gnosticismo verdadeiro é precisa e fiel, os traços das duas histórias não se encontram. Não há como comparar!
Como um estudante gnóstico pode se comportar diante desses dois lados opostos?
Bom, ele tem duas alternativas:
1) Se for um gnóstico sincero e honesto, fiel ao Mestre Samael e ao seu Quinto Evangelho, deve rechaçar veementemente essa história de Néfer e reafirmar, com todas as suas forças, a sua fé no nosso bendito guru e guia espiritual, o Mestre Samael Aun Weor.
2) A segunda opção é aceitar o Cristo Néfer, mas, para isso, será necessário rechaçar o Mestre Samael e seus ensinamentos, porque as duas trajetórias são muito contraditórias. Então não há um meio-termo: ou estamos a favor do Mestre Samael e do gnosticismo verdadeiro ou estamos contra, ao acreditar em Néfer.
Não há nada na obra do Mestre Samael que confirme a veracidade do Cristo Néfer. Em nenhum livro ou conferência, temos referências e indicações sobre a possibilidade de se tornar um Cristo da maneira como Néfer supostamente se tornou.
Se almejamos seguir os passos de nosso Mestre Samael e se acreditamos no gnosticismo verdadeiro que ele nos ensinou, não existe outra conduta a ser tomada: temos que defender a doutrina deixada pelo bendito Mestre Samael e reafirmar, com toda a nossa fé, que o Cristo Íntimo é algo que só pode ser conquistado através de muito esforço, trabalhos alquímicos, morte total do ego e sacrifícios voluntários pela humanidade. Esse é o legado deixado pelo Mestre Samael, essa é a sua doutrina.
Vivemos, atualmente, em um mundo cheio de problemas, mas, dentro de nossos corações, temos consciência de que estamos aqui para edificar um templo, a Casa do nosso Pai Sagrado, e não para amontoar riquezas materiais nem para construir castelos suntuosos de arrogância e mitomania.
A nossa vida é uma oportunidade única para fazermos um trabalho duríssimo sobre nós mesmos, para eliminar nossos egos terríveis e animalescos. É uma vida para acumular atos de bondade e de compaixão, para conquistar as gemas preciosas das virtudes sagradas no nosso dia-a-dia.
Afinal, se soubermos aproveitar os ensinamentos deixados pelo amado Mestre Samael, poderemos irrigar o nosso deserto interno com as águas benditas do ensinamento gnóstico verdadeiro. E, assim, as palmeiras da vitória florescerão e nos darão sombra, e se formará um oásis de amor e bondade, e o Senhor habitará ali, com toda a sua Glória e Poder.

OM SEJA SAMAEL!
OM SEJA FORÇA!
15/08/2007 11:39
De: Arché
IP: 217.129.58.10

Para todos que agora vêem a situação com outros olhos...

Para todos que agora vêem a situação com outros olhos. Mas estar deste lado não basta!
A minha intenção converge num só assunto que é a apologia do Cristo Interno (…se é que Cristo precisa de um  advogado).
Esta é a minha mensagem:
Para todos que agora vêem a situação com outros olhos. Reparem que estar deste lado não basta!
Não se subjuguem a meros questionadores, críticos de um processo pelo qual passaram. Não se deixem ficar ai... na realidade o mundo precisa de todos nós, da nossa vontade e do nosso trabalho. Não permitam que o intuito esmoreça ou morra porque o trabalho pela Humanidade é um dever de TODOS, e acreditem, isso não tem que representar um sacrifício! Nem tampouco uma tarefa cuja a vocação se destina às “elites de salvação”.
Todos nós somos salvadores do Mundo em nossas pequenas acções, muitas das vezes na ausência de méritos e na simplicidade do anonimato.
Que interessa saber se “x” ou “y” foi este ou aquela personagem histórica? Estórias que não têm comprovação se serem verdadeiras, estórias que têm apenas o carácter de fascinar ao permitir-se deambular em fantasias, tudo isso nada mais representa senão uma arma de controlo e de aprisionamento das massas.
O Cristo Interno professa o caminho da liberdade. Ele diz que TODOS somos irmão e que TODOS temos os mesmos direitos. Se queremos em verdade professar o sentimento que nos inunda o coração pelos nossos irmãos, então que esse sentimento seja a compaixão.
Se por alguma razão adoramos a alguém, um nosso irmão, por exemplo, muito natural será mais tarde acreditarmos no desapontamento. Se adorarmos a alguém, em verdade, que seja a nosso Cristo Interno e ao Pai que lhe É Ascendente.
Meus Amigos, o Cristo Interno reclama sua actividade em Todos vós!
Sede sinceros convosco para serdes sinceros com o próximo. Vamos ao trabalho!
24/06/2007 11:34
De: Miguel
IP: 204.13.236.244

AS RENÚNCIAS DO SENHOR BUDA(Texto de um outro fórum)

Oi.
Li esse texto num outro fórum e achei que seria importante compartilhar com vcs aqui nesse local.
Até.
AS RENÚNCIAS DO SENHOR BUDA
"Amigos,
Foi citado, neste tópico, pelo Vítor Lunz, o exemplo do Buda Sidharta Gautama e sua a renúncia aos bens materiais, então me senti no dever de abordar esse exemplo de Buda, um grande Mestre de espíritos, pois considero essa uma virtude muito importante no caminho espiritual e creio que merece alguns comentários adicionais.
É importante aprofundar no tema da renúncia, que não é tão difícil assim de se entender. Renúncia significa sacrificar ou desistir de algo que pareça fundamental num momento dado em prol de algo que sabemos significar mais. Indubitavelmente, quando fazemos uma opção espiritual, estamos fazendo uma renúncia a outros estilos de vida.
É quase inevitável que uma jornada espiritual comece com uma decisão de renúncia a um certo modo de vida. Essa decisão tem menos a ver com a mudança de ambiente ou com abandonar pessoas do que com a transformação do seu interior, embora essa transformação interior leve, por conseqüência, a uma mudança radical de todo o modo de vida. Mais conhecimento interior, mais iluminação nos leva a compreender as ilusões deste mundo físico, motivando um distanciamento das coisas fúteis e passageiras, as riquezas, o dinheiro, a ostentação. É fundamental aprender o significado interior da renúncia para descobrir a naturalidade da sabedoria interior e a simplicidade autêntica e verdadeira.
É interessante e sempre uma fonte de inspiração observarmos a história de Sidharta Gautama, um jovem príncipe que renunciou aos prazeres de uma vida fácil e às riquezas do reino de seu pai para buscar o caminho da liberação e da iluminação.
Falarei um pouco sobre a história de Buda, na esperança de que possamos relembrá-la e retirar ensinamento desse valoroso exemplo espiritual, que até hoje inspira e conduz os buscadores.
Sidharta nasceu herdeiro de um trono. Pouco antes de seu nascimento, profetas locais haviam feito presságios, dizendo que o príncipe Sidharta poderia se transformar em um poderoso monarca ou se transformar em um asceta.
O rei, pai de Sidharta, apavorado com a possibilidade de ver o seu filho vivendo como um asceta, mendigando pelas ruelas, carregando um pires na mão e vestindo trapos, tentou impedir tal acontecimento. Para isso, o rei cercou o seu filho com todos os luxos e nunca permitiu que ele tivesse contato com o mundo exterior e seus problemas e sofrimentos.
Aos 28 anos de idade, Sidharta Gautama, com a ajuda de um criado, acabou se aventurando para fora do palácio pela primeira vez e viu coisas que mudaram a sua vida:
1) Um homem sofrendo dores de uma doença.
2) Um homem sofrendo aflições por causa da velhice.
3) Um homem morto sendo levado para ser cremado.
Esses impactantes contatos com o sofrimento do mundo fizeram brotar em seu coração sentimentos de imensa e profunda compaixão.
Por que tanto sofrimento? O que posso fazer para ajudar essas pessoas? Assim refletia e se perguntava o jovem príncipe Sidharta.
Quando voltava ao palácio, com essas indagações fervilhando dentro de seu Ser, deparou-se com um homem caminhando tranqüilo pela estrada. Esse homem estava usando uma túnica muito simples de um asceta errante, cheia de trapos, carregando um prato e pedindo esmolas.
Essa quarta visão determinou profundamente o rumo da vida de Sidharta Gautama.
Com tudo que viu e presenciou ao se deparar com o mundo real e sofrido fora do palácio, de tão assustador e comovente que foi, ele se sentiu na obrigação de fazer uma opção espiritual e de se tornar um buscador.
Naquela mesma noite, Sidharta saiu do castelo e deu as costas para as riquezas, o prazer e todo conforto. Trocou suas belas e requintadas roupas de nobre pelas roupas maltrapilhas de um asceta.
Alguns dizem que esses passos iniciais demonstram a total renúncia de Buda, mas a saída do castelo foi só o começo de uma longa caminhada. O Senhor Buda não alcançou a iluminação apenas porque abandonou a vida de príncipe, esse foi apenas o primeiro passo.
Mas justamente esse é um grande ensinamento de que muitos líderes espirituais do mundo atual se esquecem completamente. Muitos querem ser considerados grandes iluminados sem nunca terem renunciado aos prazeres mundanos. Isso é absurdo!
Infelizmente, a maioria dos buscadores não consegue vencer nem essa primeira prova.
O Buda se aprofundou tenazmente na meditação, praticou iogas e filosofias hindus de todos os tipos, durante anos, até se tornar totalmente iluminado. No transcorrer desses anos, teve que aprender a renunciar a milhares de outros apegos, e muitos deles ainda mais difíceis de serem vencidos.
Precisou abrir mão do próprio ego, das próprias opiniões, conceitos, convicções e interesses egocêntricos. Precisava se soltar dessas amarras, dessas prisões; precisava parar de ser contido pela ignorância, pelo desejo, pelo apego.
Muitos falsos Cristos e falsos Mestres tentam ser guias de milhares de pessoas sem nunca terem renunciado aos interesses egóicos, ao luxo, à arrogância, à forma dura e agressiva com que tratam seus subordinados. Muitos deles acham que a renúncia que importa é aquela que faz com que seus discípulos larguem seus familiares, seus afazeres e tudo o mais para se dedicarem e se entregarem ao seu líder, ao seu mestre, ao seu Cristo.
No entanto eles cometem o erro de pensar que o caminho espiritual deve incentivar-nos a distanciar das responsabilidades, dos amigos ou da família. A renúncia espiritual é muito mais profunda que qualquer um desses gestos exteriores.
Geralmente, os falsos mestres ensinam a seus discípulos a renunciarem a tudo apenas para segui-los. Porém esses falsos mestres não dão o exemplo, não fazem, eles mesmos, a renúncia dos prazeres mundanos e dos bens materiais.
Um bom exemplo sobre dessa renúncia espiritual profunda é o do iogue tibetano Milarepa, do séc. XI. Ele dizia que queria viver e morrer sem remorsos. Queria libertar-se da culpa e do terror; queria ter paz de espírito e coração amoroso.
Hoje ele é lembrado como poeta e santo, mas, antes de dedicar a vida à iluminação, Milarepa foi responsável por várias mortes numa briga entre clãs na sua cidade. Com imenso remorso, culpa e terror, ele deu uma guinada completa, renunciou ao próprio comportamento, afastou-se da vida tumultuada em que se envolvera.
Sabemos que ele não renunciou inteiramente à família, porque sua irmã Peta o ajudou e acabou tornando-se iogue também. Milarepa alcançou a iluminação perfeita ainda em vida.
Esta frase explica bem isso tudo: “Libertar-se do apego significa romper o laço que o identifica com seus desejos. Os desejos permanecem: fazem parte da dança da natureza, mas quem renuncia já não mais se identifica com seus desejos”.
A renúncia implica diversos e penosos sacrifícios. E ninguém gosta de falar em sacrifícios atualmente. Parece algo fora de moda e enfadonho. É muito mais agradável tratar a espiritualidade em hotéis luxuosos, em ambientes caros, e todos vestidos com roupas caras, em eventos realizados com muita pompa. Falar de sacrifício e renúncia para esses líderes é quase uma ofensa.
Na verdade, os únicos sacrificados nessa história são os pobres discípulos desses falsos mestres, que têm que tirar água da pedra para conseguir participar desses eventos pomposos. Esses, coitados, têm que se sacrificar ao máximo.
Essas são as falsas renúncias, ou seja, são renúncias motivadas por falsos ensinamentos e falsos propósitos, renúncias motivadas por pressões emocionais e psicológicas.
Na espiritualidade verdadeira, ensinada por Mestres autênticos, a renúncia é uma opção espiritual que só pode ser realizada quando o solo está preparado e não pode ser imposta por outra pessoa, é uma decisão individual, interna.
Temos que alcançar a consciência de que estamos preparados para renunciar a estilos de vida, padrões de comportamento, desejos mundanos, renunciar ao ego horripilante, à arrogância e à maneira dura e agressiva de ser e de agir. E isso deve partir de nossa consciência, não pode ser imposto como regra de um líder ou de um determinado grupo.
Essa renúncia não é algo que se conquista do dia para a noite. Estamos cobertos por muitas camadas de parasitas incrustados, sedimentos, bugigangas da nossa horripilante sucata cármica. É necessário dissolver tudo isso aos poucos. Todos nós acumulamos bagagem emocional excessiva e só conseguimos nos desfazer dela aos pouquinhos. Só com o tempo, é possível dissolver essa bagagem calcificada. Para isso fazemos milhares de opções espirituais, pequenas e grandes. E fazemos isso dia após dia.
Um buscador autêntico precisa renunciar à sua própria vida, precisa trabalhar sobre suas tendências à ganância, ao consumismo, à ira, à ostentação, ao acúmulo de riquezas, à manipulação mental de outras pessoas. Cada pequena renúncia a cada hábito do pensar autodestruidor facilita mais ainda a nossa próxima renúncia.
Há 2.500 anos, quando o Buda viu o sofrimento que existia no mundo, ele abriu o coração compadecido; não fugiu do que viu, não cobriu a cabeça para se esconder, não escondeu a cabeça dentro do casco como faz a tartaruga. Não guardou os sentimentos nem evitou a realidade, isolando-se do sofrimento ao seu redor; pelo contrário, deu um salto gigantesco. Até os dias de hoje a terra ainda estremece com o seu pouso.
Há muitos aspectos e formas de renúncia a serem compreendidos, são níveis e níveis. Uma renúncia verdadeira e autêntica é conquistada após profundas reflexões e é fundamental no caminho espiritual. No entanto, neste mundo moderno em que vivemos, muitos líderes e guias espirituais não conseguem dar esse salto, não conseguem renunciar aos prazeres, confortos e riquezas.
O Senhor Buda nos deixou seu exemplo maravilhoso, o que nos serve de alerta para tudo o que acontece à nossa volta e também em nosso mundo interior.
Cabe a nós escolher se queremos continuar afundados na lama das doutrinas adulteradas, pregadas por falsos mestres e falsos Cristos, ou se queremos dar saltos espirituais gigantescos, motivados pelo exemplo do Buda Sidharta Gautama, do Mestre Samael e de outros Grandes Seres.
A decisão, como sempre, é nossa.
Paz Inverencial!"
07/05/2007 07:20
De: Defensor da Doutrina
IP: 18.246.2.33

DEUS É, E BASTA.

“Uma das mais exigentes virtudes solicitadas a todos que se lançam no caminho espiritual é a do desapego e da renúncia a qualquer tipo de poder. Imaginemos, por um momento, o quanto sofremos quando perdemos um documento ou um objeto de nossa estimação. Imaginemos agora reis e príncipes das estrelas com apegos e fome de poder. Simplesmente, teríamos guerras de mundos. Sobre isso, o Mestre me comentava que seu Real Ser, o próprio Logos de Marte, o Deus de Marte, já não queria mais continuar responsável por esse trabalho. O simples fato de querer continuar sendo já estava demonstrando um sutil apego ao poder, o que o levaria a permanecer enredado no Karma dos Mundos por eternidades inteiras. Já tendo compreendido todos esses aspectos do sutil apego ao poder, Samael, o próprio Logos de Marte, já havia renunciado ao governo daquele planeta, anelando, intimamente, internar-se ou fundir-se definitivamente no Absoluto.”
(Livro No Coração do Mestre, de Fernando Salazar Bañol.)
“Pai Francisco, continuou Clara. Foste um assolador implacável. Queimaste, varreste, demoliste casa, dinheiro, pais, posição social. Avançaste para profundidades maiores: venceste o ridículo, o medo do desprestígio. Escalaste o pico mais alto da perfeita Alegria. De tudo te despojaste para que Deus fosse teu Tudo.
Mas, se agora reina alguma sombra em teu interior, é sinal que estás preso a alguma coisa e que Deus ainda não é o teu Tudo. Daí a tua tristeza. Em resumo, é sinal que catalogaste como obra de Deus o que, na realidade, é obra tua.
Para a perfeita Alegria, só te falta uma coisa: desapegar-te da obra de Deus e ficar só com o próprio Deus, completamente despojado.
Ainda não és completamente pobre, Irmão Francisco, e por isso ainda não és completamente livre, nem feliz.
Solta-te de ti mesmo e dá o salto mortal: Deus é, e basta. Solta-te do teu ideal e assume, com gosto e felicidade, essa Realidade que supera toda realidade: Deus é, e basta. Então conhecerás a perfeita Alegria, a perfeita Liberdade e a perfeita Felicidade.”
(Diálogo de Santa Clara com São Francisco de Assis)
Gnosticismo verdadeiro é desapego, é despojar-se das coisas terrenas, é viver completamente a Obra do Pai Sagrado.
Para quem entra no verdadeiro caminho gnóstico: “Deus é, e basta. Esta é a perfeita alegria!”
OM SEJA FORÇA!
OM SEJA SAMAEL!
07/05/2007 07:29
De: Defensor da Doutrina
IP: 81.169.183.122

NÃO ACEITAR CRÍTICAS

“Um dia estava eu a andar inquieto e agitado, para lá e para cá, na sala de visita da casa do Mestre. Dali a pouco, ele desceu do quarto, dirigindo-se diretamente a mim:
_ Que aconteceu, mano?
_ Aconteceu que alguém está me difamando. Estou preocupado que meu nome tenha sido atirado à sarjeta e minha ficha de missionário não vale mais nada. E você sabe muito bem que jamais poderia ser verdade o que estão dizendo a meu respeito.
_ Salazar Bañol, guarda bem o que vou te dizer. Cada vez que alguma crítica ou acusação provocar alguma reação dentro de você, é porque o teu ego do amor próprio está muito vivo e forte, e isso é um grande problema para o teu progresso espiritual.”
(Livro No Coração do Mestre, de Fernando Salazar Bañol.)
Após a leitura desse texto de um dos mais destacados discípulos do Mestre Samael, Fernando Salazar Bañol, conseguimos captar o transfundo do ensinamento que o Mestre Samael procurava transmitir aos seus discípulos.
Em realidade, custa-nos muito aceitar uma crítica feita a nossa pessoa ou contra alguma conduta nossa. Como acentuava o Mestre Samael, o ego do amor próprio revolve como um cão raivoso dentro de nós, exigindo uma reação à altura, exigindo retratação e vingança.
Para nós, pobres mortais, é comum ter esse problema interno, sentir esse furacão interno provocado pelo ego do amor próprio bem vivo dentro de nós. Por isso, lutamos bravamente, com a ajuda de nossos Pais Internos, para lograr êxito em nosso trabalho interior, para conseguir extinguir esse furacão interior e demoníaco e, a custa da morte desse ego, transformá-lo numa brisa calma e tranqüilizante, que possa nos encher de aromas divinos da virtude preciosa da bondade amorosa.
Entretanto, quando vemos alguns líderes religiosos e espirituais, que se dizem cheios de atributos divinos, mas que reagem enfurecidos porque são criticados, porque falam deles e de suas “benditas” escolas, lembramo-nos das palavras do Mestre Samael e, por lógica, começamos a desconfiar desses “atributos”.
Se esses “Seres Divinos” fossem realmente tão divinos assim, porque reagiriam de forma tão forte contra os seus críticos? O que faz esses “grandes líderes” terem essas atitudes tão opostas ao que fala o Mestre Samael?
Para ficar mais claro ainda e encerrar o assunto, vamos deixar as palavras sobre esse tema do MESTRE DOS MESTRES, do mais Alto Iniciado da loja Branca, JESUS CRISTO:
“Eu porém lhes digo: Amem seus inimigos e rezem por aqueles que perseguem vocês! Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no Céu, porque ele faz o Sol nascer sobre os maus e bons, e a chuva cair sobre os justos e injustos. Pois, se vocês amam somente aqueles que os amam, que recompensas terão?”
(MT 5, Vers. 44,45,46)
Que a Luz do Cristo Íntimo nos Ilumine!
OM SEJA FORÇA!
OM SEJA SAMAEL!
20/08/2007 08:34
De: Ricart
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Seminario del Cristo Néfer

Parece ser que el Seminario Internacional de la escuela del cristo Nefer se producirá en Septiembre. Todo se encuentra envuelto en el mayor hermetismo posible. Después del Seminario de Brasilia, dicha institución del cristo Nefer, ha tomado (todavía más si cabe) unas medidas de seguridad y de hermetismo comparadas con la CIA.
07/05/2007 07:24
De: Defensor da Doutrina
IP: 18.246.2.33

INICIAÇÃO VENUSTA

"Pergunta de um discípulo: Em primeiro lugar, que requisitos se necessitam para encarnar o Cristo?
Resposta do Mestre Samael: A pergunta me parece interessante. É algo mais que requisitos que se necessita. Inquestionavelmente, faz-se necessário haver fabricado os corpos existenciais superiores do Ser e estar trabalhando, febrilmente, na dissolução do ego animal. Só quando alguém já fabricou os corpos existenciais superiores do ser pode se dar ao luxo de receber a INICIAÇÃO VENUSTA. Obviamente, é com a Iniciação Venusta que se logrará a encarnação do Cristo Intimo no coração do homem. Isso é tudo!
Pergunta de um discípulo: Quando se encarna o Cristo, quem o encarna? Quando se encarna e quem o encarna?
Resposta do Mestre Samael: Dizem que o encarnam os HOMENS VERDADEIROS, AUTÊNTICOS. Entendemos por homens verdadeiros aqueles que possuem os corpos existenciais do Ser. E o encarnam quando recebem a INICIAÇÃO VENUSTA, ISTO É, A INICIAÇÃO DE TIPHERETH.
Inquestionavelmente, muitos não entendem essas questões. Obviamente, ninguém poderia receber ao Cristo Íntimo se não tem um “Templo” estabelecido para ele; esse “Templo” está formado, repito, pelos corpos existenciais superiores do Ser; quem possui tais corpos são Homens de verdade."
Até aqui, as palavras do Mestre Samael.
Há muitas dúvidas no processo de cristificação do Cristo Néfer. O bendito Mestre Samael nos orientou profundamente acerca dos processos e trabalhos crísticos, mostrou-nos, com muita clareza, o caminho a ser trilhado. Porém ele fez mais ainda. Quando ele mostrou qual é o caminho a ser seguido, mostrou também a cartilha para se saber se alguém trilhou realmente a Senda da Iniciação.
Analisando as duas respostas que o V.M. Samael deu aos seus discípulos sobre o tema da cristificação e comparando com o Caso Néfer, temos dúvidas que pairam no ar:
1) Como uma garota de 16 anos alcançou a Iniciação de Tiphereth?
2) Se ela tinha 16 anos à época da suposta cristificação, como ela trabalhou para eliminar o ego animal?
3) À luz da doutrina do Mestre Samael, é possível alguém com egos alcançar a iniciação de Tiphereth?
Estes assuntos de iniciações são bem profundos. O mestre Samael sempre os tratou com o devido respeito e a preocupação que merecem. Ele nos fala que nem todos que alcançam a Quinta Iniciação de Fogo, forçosamente, recebem a iniciação de Tiphereth. Isso acontece depois de um certo tempo e está ligado com a escolha do caminho da “via direta”. Muitos iniciados param por aí, não escolhem o caminho crístico.
São trabalhos profundos e intensos que um adepto tem que percorrer no caminho da senda da iniciação: 9 iniciações menores, 4 iniciações maiores para se chegar a ter a oportunidade, após trabalhos duríssimos, de conquistar a QUINTA INICIAÇÃO DE FOGO. E, depois de tudo isso, ainda é preciso escolher o caminho da via direta e entrar na INICIAÇÃO DE TIPHERETH, e, a partir desse momento, tem-se a honra de ser chamado de “Filho do Homem”, afirmando com todas as letras: TIPHERETH É JESHUA!
Tudo isso que estamos falando, todos esses processos, aprendemos no QUINTO EVANGELHO deixado pelo Bendito Mestre Samael. Negar todo esse ensinamento é um ato de alta traição.
Para se acreditar no Cristo Néfer, é necessário desaprender tudo o que aprendemos com o Mestre Samael, ou, pior ainda, jogar tudo o que ele fez por nós numa cesta de lixo.
É preciso insistir muito nestas perguntas sobre Néfer: como foi possível uma jovem de 16 anos ter passado pelas 5 Iniciações Maiores e ter recebido a Iniciação de Tiphereth? Como ela poderia ter construído o seu Templo interno para receber o Cristo com apenas 16 anos?
As respostas para essas perguntas que freqüentemente escutamos é que Néfer GANHOU DE SEU IRMÃO, JESUS CRISTO, A SUA CRISTIFICAÇÃO. Neste caso, então, devemos concluir que não é necessário passar pela Senda da Iniciação e que a Grande Obra é, na verdade, UM GRANDE PRESENTE?
O fundamental de toda essa argumentação é perceber a incrível dicotomia das duas histórias. De um lado, temos a versão superficial e vazia da suposta cristificação de Néfer, e, do outro lado, temos a profundidade divina dos ensinamentos do Mestre Samael, vividos em sua própria carne, sobre a cristificação.
Por respeito à sua Grande Obra vivida e realizada em sua vida, por reverência sagrada a sua dolorosa cristificação, por agradecimento por tudo que fez pela transmissão dos ensinamentos do Cristo Íntimo a toda a humanidade, tenho a honra, a alegria e o dever de DEFENDER E ACREDITAR NA DOUTRINA DEIXADA PELO MESTRE SAMAEL AUN WEOR.
Não é necessário se aprofundar muito nessa dicotomia para perceber que o Cristo Néfer não está fundamentado por nenhum ensinamento deixado pelo gnosticismo verdadeiro.
OM SEJA FORÇA!
OM SEJA SAMAEL!
28/06/2007 13:10
De: Defensor da Doutrina
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REFLEXÕES DE UM BUSCADOR

Estava reflexionando sobre toda a minha vida na busca pelo divino e sobre todos os acontecimentos e mudanças que isso provocou em minha vida. Acabei me deparando com a palavra “buscador”. E percebi que realmente é esta a minha condição: um buscador da espiritualidade real e verdadeira, da mudança e da felicidade pura.
Resumindo, um buscador é um caminhante espiritual, um peregrino cuja missão é ter contato e experimentar o divino. Sinto que essa palavra abarca todos os grupos espirituais e religiões, já que, no final das contas, somos todos buscadores. A busca da verdade e do amor, que está além de nós e é maior que nós, é o elemento comum entre todos os buscadores.
Continuando a minha reflexão, percebi que, desde os primórdios da minha caminhada, eu queria compreender e explorar o universo com todos os seus mistérios, tanto os cognoscíveis quanto os incognoscíveis. No mais profundo do meu ser, eu acreditava que a verdade existia e que poderia ser realmente descoberta e vivenciada.
No meu início, achava que essa verdade se encontrava nos lugares santos, em grupos religiosos ou em homens santos. Nessa época, busquei e encontrei muita coisa, conheci muitas doutrinas, porém o encontro mais importante e inesquecível da minha vida foi com os ensinamentos do bendito Mestre Samael Aun Weor.
O encontro com os ensinamentos gnósticos foi uma verdadeira revolução em minha vida, em meus conceitos. Saí completamente do eixo tradicionalista em que me encontrava. Foi como se tivesse encontrado um bálsamo sagrado.
No entanto, com o passar dos anos, cometi o erro de perder aquilo que os budistas chamam de “a mente de principiante” e me deixei envolver com os membros de um grupo espiritual gnóstico, deixei-me levar pelas aparências e acabei construindo máscaras de uma falsa espiritualidade.
Então aconteceram alguns fatos que me fizeram ter uma profunda desilusão com essa instituição. Felizmente, isso acabou sendo fundamental para que eu pudesse novamente me reencontrar com a “a mente de principiante”.
A palavra “desilusão” pode ser compreendida como a perda da ilusão, a transformação que nos tira da ignorância e nos faz ver as coisas como são, livres das máscaras e das aparências.
A princípio, o meu mundo ruiu completamente, e senti que precisava urgentemente reavaliar conceitos e condutas. Após meses de sofrimentos e de novas buscas internas, o reencontro com a beleza e com a profundidade dos ensinamentos do Mestre Samael foi uma nova revolução em minha vida, um novo bálsamo. Foram meses lendo e relendo os livros do Mestre Samael, escutando diversas vezes as suas conferências, fazendo práticas e meditações, etc.
Aos poucos, fui compreendendo a grande mensagem dos ensinamentos deixados pelo Mestre Samael. Compreendi que a verdade está em toda parte, não conhece fronteiras religiosas, culturais, temporais nem institucionais. A verdade é como um círculo perfeito, seu centro está em toda parte, sua circunferência estende-se até o espaço infinito. Cada um de nós está no centro de sua própria verdade. Percebi que buscava a verdade fora de mim, depositava as esperanças em grupos e pessoas. Esse erro foi quase fatal.
As benditas histórias dos Grandes Mestres da espiritualidade nos mostram que é vivendo verdadeiramente que se pode alcançar o contato com a verdade e que a consciência é o ingrediente essencial da vida espiritual.
Descobri que a melhor maneira de percorrer o caminho espiritual é passo a passo, muito atentamente, com o máximo possível de conscientização e empenho. É viver a vida com muita dedicação, amando o trabalho espiritual, sentindo-se feliz e agradecendo por ter esses anelos internos.
Não é nos escondendo do mundo e das dificuldades que vamos encontrar as pérolas de sabedoria deixadas no caminho pelos Grandes Mestres. Quando agimos corretamente, quando buscamos ter uma conduta perfeita, quando amamos o caminho espiritual, as luzes dessas pérolas de sabedoria começam a se tornar mais claras para os nossos olhos obscurecidos pelo egoísmo.
Para finalizar, pude compreender que a finalidade do caminho espiritual pode ser o bem dos demais ou, como diz o Dalai Lama, “ser feliz e fazer os outros felizes”.
Se fôssemos capazes de fazer isso, estaríamos vivendo sem pensamentos, palavras ou atos que fizessem com que nós ou os outros fôssemos infelizes. Deixaríamos de ser prejudiciais ou autodestruidores, viveríamos sem contradições internas e conflitos. Que vida surpreendente teríamos!
Porém como é difícil agir e pensar de forma coerente para ser feliz e fazer os outros felizes. Seria algo fantástico sermos verdadeiramente felizes e realizados, não fingindo felicidade ou usando máscaras psicológicas e ostentando um sorriso fácil.
Para nossa suprema alegria, temos os ensinamentos sagrados dos Grandes Mestres, e a bendita gnose pode nos ajudar a ser livres e verdadeiramente felizes como gostaríamos de ser. O caminho gnóstico é um caminho libertador e revolucionário, cheio de descobertas e de aprofundamentos, mas, acima de tudo, é um caminho que nos conduz à autorealização e, por isso mesmo, deve ser trilhado com muita entrega, com muita alegria e felicidade.
Que todos possam trilhar o seu caminho espiritual com essa alegria e felicidade, com muita humildade e respeito pelas divindades, tendo compaixão por todos os seres.
OM SEJA FORÇA.
OM SEJA SAMAEL.
Paz Inverencial.
Defensor da Doutrina
07/05/2007 07:26
De: Defensor da Doutrina
IP: 18.246.2.33

ORGULHO MÍSTICO E MITOMANIA.

“Tenham-se em conta que não existe somente o orgulho baseado nas posições sociais, no capital, na linhagem de família, etc. Há um orgulho muito pior e mais nocivo que todas as formas que acabo de citar, e é o orgulho místico, crer-nos santos, muito sábios, sentir-nos deuses, crer ou supor que ninguém é maior que nós, que somos grandes iniciados, etc., etc. Isso é grave porque, em realidade, de verdade, o orgulho nunca permitirá que tenhamos a correta relação com as partes mais elevadas do Ser.”
(V.M. Samael Aun Weor)
“Reconhecidos autores, muitos veneráveis, dizem que ‘nós somos Deuses’, que ‘cada um de nós é um Deus’. Obviamente, essa declaração vem a fortificar em nós o orgulho místico (que causa muito dano na senda da auto-realização), porque um inflado, um convencido de que se é um Deus, pode transformar-se em um mitômano.”
(V.M. Samael Aun Weor)
“Assim que, primeiro que tudo, faz-se urgente realizar, nesses estudos, que logremos eliminar o orgulho místico, que é o mais perigoso; se conseguirmos, aflorará em nós a preciosa virtude da humildade.” (V.M. Samael Aun Weor)
Até aqui, as benditas palavras do Mestre gnóstico Samael Aun Weor.
O orgulho é um agregado de alta voltagem destrutiva, é como se fosse uma grande muralha que nos impede de avançar nestes estudos e caminhos espirituais.
Há milhares de facetas do orgulho, no entanto, como afirma abertamente o Mestre Samael, o mais nocivo e perigoso é o orgulho místico, que, por sua vez, se for muito alimentado, pode transformar-se numa mitomania, um caso mais grave ainda.
Em certos grupos religiosos, seitas ou escolas de autoconhecimento, esta passagem do orgulho místico para a mitomania é um fenômeno antigo, já ocorreu há muito tempo. O ego antes era uma muralha que impedia os avanços espirituais, hoje é um castelo monstruoso e fortificado, que arrasa com as possibilidades de brotarem as gemas preciosas da humildade e as simplicidades, marcas registradas nos autênticos Seres de Luz.
Alguns desses líderes, dominados, hipnotizados e cegos pela mitomania, entrincheiram-se nesses castelos de orgulho, gabando-se de suas supostas famosas encarnações passadas, levando consigo milhares de almas para o abismo, impossibilitando-as qualquer chance de conhecer o gnosticismo verdadeiro, o verdadeiro caminho do amor, da humildade e da simplicidade de um Ser Cristificado.
OM SEJA FORÇA!
OM SEJA SAMAEL!
12/06/2007 11:08
De: Fabiana
IP: 85.195.123.26

A LIBERDADE NO CAMINHO ESPIRITUAL

Amigos,
Compreendo que todos sentimos a necessidade de seguir um caminho espiritual, mas nem por isso devemos nos deixar levar pelo entorpecimento que representa a fé cega em pessoas ou instituições.
As pessoas cometem erros, assim como as instituições, que são lideradas por seres humanos passíveis de muitos erros e falhas. Isso é normal nesse mundo em que vivemos, pois estamos no chamado Sansara, um local de dor e sofrimento. Aqui, nada é perfeito.
Bom, o complicado é começar a idolatrar outros seres humanos como se eles fossem Deuses e idolatrar instituições como se estas fossem a porta do Céu. Quando isso acontece, já há um sinal claro de que o fanatismo e a ignorância das verdades superiores estão embaçando toda a claridade de discernimento e compreensão das pessoas.
Se vocês querem ser gnósticos e respeitam os ensinamentos do Mestre Samael, devem saber que jamais ele disse que as pessoas deveriam idolatrá-lo, muito menos segui-lo e tampouco copiá-lo. Jamais ele ensinou que a gnose seria restrita para uns poucos freqüentadores de alguma escola “x” ou “y”, nem para alguma classe social específica ou para alguma linhagem de tal ou qual família.
O Mestre Samael sempre se preocupou com o lado social menos favorecido, com os sofrimentos humanos e soube levar a gnose a todas as pessoas, sem distinção, e a todos os locais. Ele disse - e vocês podem ouvir isso de sua própria boca, pois há vídeos no youtube para quem se interessar – que todas as pessoas deveriam ter acesso à gnose e aos livros gnósticos, com os poucos trocados que tivessem em suas bolsas.
O ensinamento gnóstico não existe para deixar ninguém rico nem para ser comercializado. Onde quer que isso esteja acontecendo, certamente algo de muito errado está sendo feito em nome do ensinamento. Se alguém se aproveita dos ensinamentos sagrados para conseguir comodidades e benefícios próprios, seguramente está enganando a outros que buscam apenas um alimento para suas almas.
É importante sempre lembrar que jamais o Mestre Samael fez isso e jamais ensinou ninguém a fazer isso, muito pelo contrário, ele viveu em pobreza e simplicidade e nunca ficou rico com o ensinamento nem se aproveitou de seus seguidores para benefício próprio.
É fundamental que todos procurem conhecer melhor a vida do Mestre Samael. Se vocês assim o fizerem, compreenderão com toda a claridade solar que muitos que se dizem “seguidores do Mestre e difusores da gnose”, na verdade, fazem exatamente o contrário do que o Mestre ensinou e desvirtuam totalmente o ensinamento. Em vez de ensinarem, causam mais sofrimentos e apegos, mais prisões e dificuldades para as pobres pessoas que acreditam nesses enganadores e aproveitadores.
Acima de tudo, todos devem se lembrar de que o nosso Mestre é interno, que nosso Guru está em nosso Templo Coração, que nosso Pai Secreto tem todas as chaves para ensinar-nos e guiar-nos. Se deixamos nosso Pai Secreto de lado e vamos atrás do que outros falam ou decidem, provavelmente seremos vítimas de erros e enganações.
Lembrem-se de que, enquanto alguns procuram o ensinamento com a pureza de seus corações e se entregam com sinceridade, outros podem se aproveitar disso, dessa fragilidade e dessa entrega, para aprisionar e para fazer lavagem cerebral em seus seguidores.
Se vocês estão em uma escola que não lhes deixa a liberdade e o livre-arbítrio para seguirem seus caminhos, então essa escola é uma prisão disfarçada.
Se os líderes dessa escola só sabem mandar e dar diretrizes do que vocês devem fazer a cada dia e do que devem fazer de suas vidas, então eles já ultrapassaram a linha de suas liberdades individuais, já se intrometeram exageradamente em suas vidas e, certamente, tentarão controlá-los em todos os momentos.
Se vocês sentem que algo os aprisiona, observem atentamente para ver se vocês estão perdendo o controle de si mesmos e se estão deixando que outros os controlem.
01/07/2007 14:27
De: Paulo Vieira
IP: 166.70.99.91

Tolice, uma grande tolice.

Nada a ver esse tal Cristo com a gnose de Samael. Nunca fui dessa escola mas conheci pessoas que já passaram por lá e sempre que conversava com elas, falava que a gnose de Samael não tinha nada a ver com o que esse grupo ensina. É uma tolice muito grande acreditar nessa história e quem o faz só mostra que nunca teve contato com a realidade dos ensinamentos do Avatara Samael. Sempre quando leio sobre histórias desses falsos Mestres na gnose me dá uma tristeza muito grande, um aperto enorme no coração. Fico pensando, como o Mestre Samael deve estar se sentindo, vendo seus ensinamentos sendo tão diabólicamente distorcidos.
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