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Tags: portugues universidade direito resenha resumo literatura historia livros econimia
07/02/2008 16:35
De: Helena Bellina
IP: 201.67.146.180

Resumo Livros

Gostaria de receber, ainda hoje, resenha ou resumo dos Livros "Para compreender a ciência", da Autora Maria Amália Andery, Ed. Edu; "Leviatã" de Thomas Hobber; "Princípios da Fenomenologia do espírito", de Georg Wilhelm Friedrich Hegel; "Arte retórica e arte poética" de Aristóteles;  "Ética a Nocomanos" de Aristóteles".
Agradeço e aguardo retorno.
17/03/2008 11:55
De: mel
IP: 200.161.196.27

Resumo

preciso urgente de um  resumo do livro Psicologia na educação de zilma oliveira e claudia davis.
Quem tiver por favor será de grande ajuda para meus estudos.
Obrigada
22/04/2008 16:38
De: Saulo Folha
IP: 189.34.198.232

Resumos dos livros abaixo para pesquisa

ARAUJO, U.F. – Temas Transversais e a estratégias de projetos - São Paulo. Editora Moderna, 2003
DELORS, Jacques. Educação - Um tesouro a descobrir – Os quatro pilares da educação. UNESCO/MEC –
CORTEZ EDITORA, 2001
VIGOTSKY, L. S.- A formação social da mente. São Paulo. Editora Martins Fontes, 2000
WEISZ, Telma e SANCHEZ, Ana – O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo. Editora Ática,
2002
FREIRE, Paulo - Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.São Paulo. Editora Paz
e Terra, 1997.
LUCKESI, C. – Avaliação da aprendizagem na escola: Reelaborando conceitos e criando a prática. Salvador.
Malabares Comunicação e Eventos, 2005
PERRENOUD, Phillipe – Dez novas competências para ensinar – Porto Alegre. Artmed, 2000.
THURLER, Mônica Gather.- O desenvolvimento profissional dos professores: novos paradigmas, novas
práticas, In As competências para ensinar no séc. XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação.
Porto Alegre. Artmed, 2002.
Desde ja obrigado pela atenção
saulo Folha
31/03/2008 15:11
De: Ana maria
IP: 201.87.29.7

Pessoal. isto foi que consegui

AVALIANDO A AVALIAÇÃO: INSTRUMENTO DE CONTROLE OU DE EMANCIPAÇÃO?
Marly de Abreu Costa Doutora em Educação Professora adjunta da Faculdade de Educação/ Universidade do Estado do Rio de Janeiro AFONSO, Almerindo Janela. Avaliação educacional: regulação ou emanci-pação? Para uma sociologia das políticas avaliativas contemporâneas. São Paulo: Cortez, 2000. 151 p.
O sociólogo português Almerindo Janela Afonso, da Univer-sidade do Minho, vem trabalhando, há alguns anos, a avalia-ção educacional, tema instigante no cenário educacional con-temporâneo, que não se restringe ao plano pedagógico. A avaliação espelha e reflete as políticas públicas dos governos e, em muitas ocasiões, pode tornar-se um poderoso instru-mento de controle do Estado. Para o autor, a avaliação edu-cacional vem constituindo um dos vetores mais expressivos das políticas e reformas educativas deste final de século, so-bretudo desde o advento dos governos neoliberais e neocon-servadores, a partir da crise econômica da década de 1970.
A obra encontra-se dividida em três capítulos. No primeiro, Almerindo preocupa-se em focalizar um conjunto de definições relativas à avaliação educacional, mostrando como esta problemática ultrapassa os aspectos puramente técnicos e permite estabelecer uma ponte entre os processos pedagógicos e os processos sociais e políticos em sentido amplo. Neste sentido, busca definir se a avaliação é um instrumento de regulação e controle; ou de emancipação, desenvolvimento, promoção do ser humano, da escola e das organizações. Enfim, o autor considera que é preciso questionar e verificar a serviço de quem está a avaliação: se é do controle do Estado, do poder coercitivo sobre os professores, sobre a escola; ou se é um instrumento que permite identificar deficiências, buscando corrigi-las no decorrer do processo pedagógico.
Sempre instigante, ainda no primeiro capítulo, o autor apresenta algumas modalidades de avaliação, tais como os exames tradicionais, os testes de inteligência, a avaliação por normas, a avaliação por critérios e a avaliação formativa, objetivando compreender e explicar as razões pelas quais algumas delas continuam a ser utilizadas, enquanto outras são descartadas, e também perceber as relações complexas que determinadas formas de avaliação vêm mantendo com as políticas educacionais contemporâneas.
A avaliação formativa é veementemente defendida pelo autor, que a considera como uma das modalidades de avaliação mais aptas para utilizar os espaços de relativa autonomia que a escola pública possibilita e a que “pode cumprir um papel de rearticulação do estado com a comunidade, à medida que ajudar a promover a aprendizagem dos saberes e objetivos curricu-lares comuns que decorrem de uma escola básica como projeto de um Estado democrático, sem 1
excluir as subjetividades e as necessidades que se expressam na e pela comunidade” (2000, p. 130).
No segundo capítulo, Almerindo Afonso procura captar o contexto internacional e a emergência da avaliação educacional como instrumento das reformas educativas que ocorreram em dois países centrais – Estados Unidos e Inglaterra – e dois países semiperiféricos – Portugal e Espanha. O autor argumenta que a avaliação vem servindo ora como controle do Estado, ora co-mo mecanismo de introdução da lógica do mercado, em uma visão neoliberal.
Ao apresentar as reformas educativas dos Estados Unidos e da Inglaterra, o autor mostra que se, por um lado, “a pedra angular das reformas” foi o currículo nacional e o regime de avaliação a ele associado, por outro também é verdade que isto não ocorreu apenas por conta da necessidade de dar uma resposta às exigências da economia e da competição internacional. Afi-nal, como comenta Goodson (1994), quando está em jogo uma tentativa de restauração dos valores e formas de controle ameaçados pela globalização da informação e das tecnologias da comunicação, o currículo escolar e a avaliação podem proporcionar “uma arena adequada para reassumir o controle e restabelecer a identidade nacional” (p. 96).
Com relação à Espanha e Portugal, Almerindo afirma que as reformas educacionais nestes países obedeceu a uma lógica inversa à que ocorreu nos dois países centrais acima referi-dos, na medida em que houve uma proposta de avaliação formativa do ensino básico e uma pre-ocupação com a não seletividade na escola básica obrigatória, apesar de ainda estar longe de haver unanimidade destas perspectivas educacionais emancipatórias.
No terceiro e último capítulo, Almerindo Afonso discute as relações entre o Estado, o mercado, a comunidade e a avaliação, mostrando que a redefinição do papel estatal e a revalori-zação da ideologia do mercado foram fatores cruciais nas mudanças econômicas e políticas que se processaram nos países centrais e buscando, por meio destes referenciais, fazer uma análise sociológica do papel da avaliação educacional nas políticas contemporâneas.
Analisando a política retrospectiva das três últimas décadas nos Estados Unidos e na In-glaterra, Almerindo mostra como a avaliação, por meio de um Estado que reforça o seu poder de regulação e controle (principalmente sobre o currículo escolar), passa a ser acionada como res-ponsável pela prestação de contas relacionadas com os resultados educacionais. O autor, recu-sando admitir a nova configuração das políticas educativas que estão dando prioridade ao mercado, procura novamente reforçar o valor da avaliação formativa, considerando-a fundamen-tal na articulação entre o Estado e a comunidade.
Verificamos que situações idênticas às relatadas por Almerindo Afonso vêm ocorrendo também em nosso país. Exemplo disso são as diferentes formas de avaliação externa impostas pelo governo federal, utilizadas como instrumentos de regulação e controle e com as quais esta-mos convivendo hoje, como o Exame Nacional de Cursos (“Provão”), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
A leitura desta obra remete-nos também a questionamentos sobre uma realidade que es-tamos vivendo em termos de política educacional no estado do Rio de Janeiro, com a implanta-ção do “Projeto Nova Escola” avaliando as escolas públicas fundamentais da rede estadual, com o precípuo objetivo de acrescentar ao salário dos professores uma gratificação com base no re-sultado do desempenho dos alunos, na avaliação da gestão escolar, e de indicadores da eficiência 2
das escolas. Acreditamos que a competência do professor é um dos indicadores do sucesso esco-lar, mas não o único. Concordamos plenamente com a avaliação das escolas, dos professores e dos alunos, mas não com os resultados desta avaliação atrelados à questão salarial dos profissio-nais da educação.
Finalmente, vale a pena registrar a vasta e rica bibliografia utilizada pelo autor, totali-zando em 18 páginas mais de três centenas de títulos da mais alta relevância na área. O livro de Almerindo Janela Afonso, por todas as razões já apresentadas, é leitura obrigatória na área de avaliação.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
GOODSON, Ivor. Studying Curriculum. Buckingham: Open University Press, 1994.
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