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Glossário
Termo Significado
Organização Internacional para Padronização (International Organization for Standardization - ISO) é uma organização internacional que reune entidades normativas, de padronização e normalização de 148 países. O ISO aprova normas internacionais em todos os campos técnicos, exceto na eletricidade e eletrônica.
SITE: www.iso.org 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
30612002 A/C DEPARTAMENTO DE COMPRAS


Acriflex Acoplamentos  Ind . ltda, hoje é destaque no cenário nacional pelo resultado do desenvolvimento de tecnologia, aliado ao esforço contínuo pela melhoria da qualidade de seus acoplamentos, sendo utilizados nos mais exigentes setores da indústria brasileira.

Linha de Produtos:

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*polias e volantes especias.

Aguardamos sua consulta, cotaçoes.

Att.
Erasmo Frasson
Email / Msn - erasmo@acriflex.com.br
(48) 30612002
www . ACRIFLEX.COM.BR












 
Fonte: 30612002
ABNT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS Fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992.
É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization), da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização).

A ABNT é a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais: ISO (International Organization for Standardization), IEC (International Electrotechnical Comission); e das entidades de normalização regional COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação Mercosul de Normalização)
 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
ABRATI - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE TRANSPORTE A ABRATI é uma associação que congrega as  empresas de transporte  terrestre de passageiros, em especial as  que operam os serviços rodoviários  de natureza intermunicipal, interestadual e internacional.

Tendo sido criada em janeiro de 1995, a ABRATI tem por objetivo defender os interesses de suas associadas junto aos poderes constituídos, trabalhar em prol da harmonia do setor de transporte e de seu permanente aperfeiçoamento, bem como desenvolver ações que acarretem o fortalecimento dos órgãos públicos que administram a atividade do transporte, através de sua estruturação técnica e de seu aparelhamento material.
Site: www.abrati.org.br

 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
ACONDICIONAMENTO DE TRANSPORTE Meios de transporte, tais como cofres de carga, carrocerias e tanques de caminhões, vagões e tanques ferroviários e tanques portáteis.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ANTP - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE TRANSPORTES PÚBLICOS A ANTP é uma entidade civil criada em 1977, voltada ao setor de transporte público e do trânsito urbano do Brasil e que tem por objetivo desenvolver e difundir conhecimentos visando seu contínuo aprimoramento.

A ANTP promove, bienalmente, o Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito e, periodicamente, seminários, cursos e outros eventos destinados ao debate e busca de soluções para os problemas da mobilidade nas cidades brasileiras.

A ANTP edita a Revista dos Transportes Públicos, já em seu 105º número e publicações, como o Informativo ANTP, Boletins Estatísticos mensais e semestrais, o Anuário ANTP dos Transportes Urbanos e os Cadernos Técnicos da ANTP, com a mesma finalidade de difundir estudos e as experiências mais importantes realizadas no transporte urbano no Brasil e na América Latina.

A ANTP possui várias Comissões Técnicas permanentes e Grupos de Trabalho formados para analisar questões específicas, produzindo sistematicamente projetos de grande significado para o desenvolvimento do transporte coletivo urbano do País.

A ANTP secretaria as atividades do Fórum Nacional de Secretários de Transporte Urbano e dos Fóruns Regionais Catarinense, Gaúcho, Fluminense, Mineiro, Norte- Nordeste, Paranaense e Paulista de Secretários de Transporte.
A ANTP promover desde junho de 1995 o Prêmio ANTP de Qualidade, que é um programa destinado a estimular a adoção de programas de gestão da qualidade nas empresas operadoras metro-ferroviárias, operadoras de ônibus urbanos e órgãos gestores de transporte.

A ANTP desenvolve várias atividades na América Latina, entre as quais a manutenção da Rede Latino-Americana de Transporte Público e a edição e distribuição do "Boletin de los Transportes Públicos da América Latina"..

A ANTP representa, no Brasil, a União Internacional de Transportes Públicos (UITP), órgão consultor das Organizações das Nações Unidas (ONU), com sede em Bruxelas, na Bélgica.
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE 
Fonte: www.antp.com.br
ANTT - AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES Agência reguladora do Governo Federal, que normatiza e legisla sobre a operação dos transportes terrestres no Brasil.
Site: www.antt.gov.br 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
BALANÇO DO CAMINHÃO Distância entre o plano vertical passando pelos centros das rodas traseiras extremas, e o ponto mais recuado do veículo considerando-se todos os elementos rigidamente fixados ao mesmo.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/glossario.asp
BAÚ São carrocerias fechadas com chapas de alumínio e com cubagem padrão.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
BI-TREM OU REBOQUE É o conjunto monolítico formado pela carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias puxadas por um só caminhão. É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
BOMBORDO Lado esquerdo do navio.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
BONDES TRAMWAY  (BONDE):

O termo é oriundo da contração da palavra TRAMMER, que em 1860  era  traduzida  para o Português como  VAGÃO  MIUÇALHEIRO.     Trammer  ou  vagão  miuçalheiro  significava  um  carregador  de  pequenos fragmentos:  A  clássica  vagoneta  de  mineração e  seus trilhos, TRAMMER é o nome do conjunto, vagoneta e trilhos.

No  Brasil  as  palavras  TRAMWAY  e  RAILWAY,  inicialmente  foram  utilizadas  na  forma  original, e quando traduzidas  resultaram  em  varias  designações,  utilizadas  como  sinônimos  para designar a via permanente (A Linha).
                                                                 CAMINHO DE FERRO
                                                                 CARRIL DE FERRO
                                                                 ESTRADA DE FERRO
                                                                 ESTRADA FÉRREA
                                                                 FERROCARIL
                                                                 FERROVIA
                                                                 LINHA FÉRREA
                                                                 VIA FÉRREA

Vejamos o significado original das mesmas:

                     TRAIN      =  LINHA CONTINUA (Trilhos) PARA  CARROS ACOPLADOS  (Vem do Francês).
                     CARRIL    =  TRILHO, SULCO DEIXADO NO SOLO PELAS RODAS DE UM VEÍCULO.
                     RAIL        =  TRILHO, CALHA. CARRIL
                     TRILHO    =  TRILHA, CAMINHO.
                     TRILHA    =  CAMINHO,  VESTÍGIO,  RASTRO.
                     TREM      =  CARRUAGEM OU CONJUNTO DESTINADO A UM DETERMINADO  FIM.
                     TRAMVIA =  LINHA DE BONDE  ELÉTRICO (Linha + Rede Elétrica).

A DIFERENÇA ENTRE UMA LINHA DE BONDES, E UMA LINHA FÉRREA.

A  palavra  bonde  surgiu  em 1879,  sua  origem  se  deve ao fato de que na época a passagem do CARRIL DE FERRO custava  200 Reis,  mas  não  existiam moedas ou cédulas deste valor em circulação.  Em vista disso, a empresa  teve  a idéia de emitir pequenos cupons (bilhetes), em cartelas com cinco unidades, ao preço de um mil  reis,  cuja  cédula  circulava  em grande quantidade.   Os  bilhetes  (ricamente  ilustrados)  impressos  nos  Estados  Unidos,  foram  logo denominados pela população  como  Bonds  (Bônus,  Ação). A  própria  empresa  denominava  bond  aos  cupons, por entender que realmente representavam o compromisso  assumido de em troca, transportar o portador em um de seus  veículos.   Os  bilhetes  também  eram  utilizados  como  troco, e podiam ser convertidos em moeda corrente nos escritórios da empresa, ou  ser utilizados em  futuras viagens.

Na mesma  época  o  Governo  havia emitido e vendido na europa ações ricamente ilustradas, conhecidos no exterior como bonds.   A imprensa noticiou a emissão destes bonds como um escandalo, os jornais criticavam os  bonds em manchetes,  o fato foi muito contestado pela imprensa.  O  povo  associou os bonds aos bilhetes dos  Carris  de  férro.  E passou  a  denominar  os  bilhetes,  e ao veiculo do carril de ferro urbano como bond,  designação que se consagrou com o neologismo  "Bonde".

Em seqüência o povo começa a denominar os "trolleys" como  Tramway  e/ou  Bonde.  Trolley   significa  um  veículo  (gondola), com  rodas  de  ferro  que se deslocam sobre trilhos, ou deslizam sobre cabos de aço. E assim teleféricos passaram a ser  bondes ou bondinhos (Ex. Pão de Açúcar).
Funiculares passam a ser tramway, bondes ou bondinhos:  (Ex. Nova Cintra, Monte Serrat).

Portanto no Brasil a palavra TRAMWAY, dependendo da época, e do contexto, pode designar:

                                        1º) Os trilhos de uma linha de bondes.
                                        2º) O conjunto do bonde e a linha.
                                        3º) Um veículo Bonde.
                                        4º) Uma ferrovia urbana com locomotivas.
                                        5º) Um plano Inclinado, ou Funicular.
                                        6º) Um Teleférico.

Dicionários:
1º) ENGLISH  PORTUGUESE  COMPREHENSIVE TECHNICAL DICTIONARY RAILWAYS  
    By LEWIS L. SELL Mc GRAW-HILL BOOK COMPANY INC.
2º) DICCIONARIO PRACTICO ILUSTRADO DA LÍNGUA PORTUGUESA - 1880.
3º) BOUGAUT, L'OCCUPATION DES VIES PUBLIQUES.
4º) ISTORIA TRANSPORTULUI TRAMCARUL, A. CEBUC
5º) RELATÓRIOS PROVINCIAIS 1856/1900.
6º) DER SAN PAULO STADTEISENBAHN, J. V.

BONDE
TRAMWAY
ORIGEM DAS PALAVRAS
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE   
Fonte: http://br.geocities.com/bonde103/eti.html
BULK CARGO, BULK CARRIER, BULK CONTAINER Carga à granel, ou seja, sem embalagem.
BULK CARRIER - Navio graneleiro, ou seja, próprio para o transporte de cargas a granel.
BULK CONTAINER - Contêiner graneleiro, ou seja, próprio para o transporte de cargas a granel.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
BUSÓLOGO Esse termo é usado para citar pessoas que gostam de ônibus, cujo hobbie é chamado de "Busologia".
É um dos hobbies e estudo mais fascinante que existem, pois, permite aos seus adeptos, a oportunidade de estarem sempre atualizados com as novidades do mundo dos transportes, no Brasil e no mundo. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
CABOTAGEM E CÁBREA CABOTAGEM - Navegação doméstica (pela costa do País).
CÁBREA - Equipamento usado em portos para levantar grandes cargas pesadas ou materiais em obras, e que consta de três pontaletes unidos no topo onde recebem uma roldana por onde passa o cabo.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CALADO Expressão do transporte marítimo, que significa profundidade em que cada navio está submerso na água. Tecnicamente é a distância da lâmina d'água até a quilha do navio.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CAMINHÃO TRATOR Veículo automotor destinado a tracionar ou arrastar outro 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO Peso máximo que a unidade de tração é capaz de tracionar, indicado pelo fabricante, baseado em condições sobre suas limitações de geração e multiplicação de momento de força, e resistência dos elementos que compõem a transmissão.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CAPACIDADE NOMINAL Capacidade demonstrada por um sistema. Tradicionalmente é calculada a partir de dados, por exemplo as horas planejadas, a eficiência e a utilização. A capacidade nominal é igual a horas disponíveis x eficiência x utilização.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CAPACIDADE, CAPACIDADE DE CARGA CAPACIDADE – Capacidade de um sistema de executar a função para o qual foi projetado.
CAPACIDADE DE CARGA - É o peso máximo da carga que poderá ser movimentada por uma empilhadeira, com um centro de carga específico.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CAPATAZIA É o serviço utilizado geralmente em portos e estações/terminais ferroviários, onde profissionais autônomos, ligados a sindicatos ou de empresas particulares, executam o trabalho de carregamento/ descarregamento, movimentação e armazenagem de cargas.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA Produtos a transportar ou transportados. Também pode ser a quantidade de trabalho programada em uma fábrica, usualmente expressa em termos de horas de trabalho. 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA A GRANEL Carga homogênea não embalada.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA COMBINADA Dois embarques de diferentes terminais combinados para envio como uma carga única.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA COMPLETA DO CAMINHÃO (FULL TRUCK LOAD) CARGA COMPLETA DO CAMINHÃO (FULL TRUCK LOAD) – equipamento de transporte com utilização máxima ou próxima do limite da sua capacidade de carga (em peso ou volume).
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA CONTEINERIZADA Carga Geral acondicionada (unitizada) em contêineres intermodais.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA FRACIONADA Carga geral solta.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARGA PALETIZADA Carga geral acondicionada (unitizada) em páletes 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARRETA, CARRETA ISOTÉRMICA CARRETA - Constituída por um baú de maiores dimensões com trem traseiro próprio sem força motriz própria, porém, aclopável ao cavalo mecânico.
CARRETA ISOTÉRMICA - É uma carreta fechada, com isolamento térmico em suas paredes, que conserva a temperatura da carga.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARRETEIRO, CARRIER CARRETEIRO - Profissional independente contratado para realizar transporte de cargas.
CARRIER – Transportadora.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CARTÃO INTELIGENTE Cartão plástico, como um cartão de crédito, que inclui um chip que armazena informações de forma criptografada, para agilização de processos de controle e pagamento.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CAVALO MECÂNICO CAVALO MECÂNICO - Veículo com força motriz para o tracionamento de carretas. É o conjunto monolítico formado pela cabine, motor e rodas de tração do caminhão. Pode ser engatado em vários tipos de carretas e semi-reboques, para o transporte.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CBU Exportação de veículos totalmente montados.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CÉLULA DE FABRICAÇÃO Unidade de conformação e montagem, formada por alguns centros de trabalho, mecanismos de deslocamento e estoques em processo de materiais, que são inter-relacionados entre si e dedicados para a produção de família de produtos afins.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
Chassis tipo BUGGY Chassis curto, com distância entre eixos reduzida, muito utilizado nos ônibus Midi, de tamanho intermediário, entre os Micro-Ônibus e os ônibus convencionais. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
CIF Cost, Insurance and Freight ou Custo, Seguro e Frete. Neste caso, o material cotado já tem tudo embutido no preço, ou seja, é posto no destino. Condição em que o vendedor é responsável pelos custos, seguro marítimo e despesas de frete dos produtos.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
Classificação dos tipos de caminhões A produção de caminhões, está classificada conforme abaixo:
VEÍCULOS LEVES;
VEÍCULOS MÉDIOS;
VEÍCULOS SEMIPESADOS;
VEÍCULOS PESADOS;
VEÍCULOS EXTRAPESADOS. 
Fonte: http://www.secco.com.br/clipping.asp?id=4148
CNT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE A Confederação Nacional do Transporte – CNT, fundada em 28 de janeiro de 1954, por meio do Decreto nº 34.986, é uma entidade sindical de grau superior, sem fins lucrativos, que possui sede em Brasília-DF e atua em todo o território nacional.
Site: http://www.cnt.org.br
 
Fonte: EQUIPE HOBBYUS - SÃO PAULO - BRASIL
COMBOIO Conjunto de veículos que seguem juntos para um mesmo destino. Utilizado principalmente por motivo de segurança; carros de munições e mantimentos que acompanham forças militares; composição ferroviária (em Portugal).
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
COMMODITY COMMODITY – Artigo ou mercadoria com especificação comum no mercado, sem diferenciações e de fácil obtenção.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CONJUNTO BITREM Um conjunto bitrem é formado por duas carretas atreladas a um cavalo-mecânico. Nessa configuração, com sete eixos no total, seu peso bruto total (pbt) é de 57 toneladas (a capacidade líquida fica em torno de 40 toneladas).

Informação obtida no Site de buscas Google
 
Fonte: http://www.simefre.org.br/Informativo/Info11.htm
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (1) – Técnica de abastecimento onde um caminhão visita todos os fornecedores todos os dias retirando as mercadorias programadas para atender a compradora naquele dia.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (2)- Consiste em criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo dos fretes. É preciso um bom gerenciamento para utilizar este método, pois é necessário analisar quais cargas podem esperar um pouco mais e serem consolidadas. Se mal executado, compromete a qualidade do serviço de transportes, pois gerará atrasos.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CONTAINER, CONTENEIRIZAÇÃO CONTAINER - Equipamento de metal no formato de uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos materiais, fazendo assim uma unitização de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior, não sofrem danos durante o percurso e nem em caso de transbordo para outros modais. São reutilizáveis e possuem quatro tamanhos principais de 30, 25, 20 e 10 toneladas.
CONTENEIRIZAÇÃO - Consolidação de produtos acabados ou semi acabados em contêineres, para serem movimentados até o descarregamento final, em geral no exterior.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CROSS DOCKING Passagem das mercadorias que chegam, rapidamente para a expedição destas mesmas mercadorias para os clientes. O cross-docking é um sistema no qual os bens entram e saem de um centro de distribuição (CD), sem ali serem armazenados. Permite aumentar o giro dos estoques. Pode também ser definido como o movimento simultâneo de materiais recebidos, das docas de recebimento para as docas de expedição.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
CUBAGEM 1, e 2 CUBAGEM (1) – Método para a programação de colocação de caixas com mercadorias dentro de um baú ou container, para garantir a melhor ocupação volumétrica e colocar o centro de gravidade das cargas o mais próximo possível do centro geométrico do contentor.
CUBAGEM (2) - Volume cúbico disponível para estocar ou transportar. Calcula-se o metro cúbico multiplicando-se o comprimento pela largura e pela altura.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
DESPACHO Atividade de carregamento que envolve controle, abastecimento de combustível, motoristas, equipamentos e espaço em terminais 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EADI Estação Aduaneira Interior.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMBARCAÇÃO, EMBARCADOR EMBARCAÇÃO – Denominação genérica para veículo marítimo, cabotagem, fluvial ou lacustre.
EMBARCADOR - Parte que embarca a carga, conforme mencionado no conhecimento de transporte.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRA DE MASTRO RETRATIL/PANTOGRÁFICA EMPILHADEIRA DE MASTRO RETRÁTIL/PANTOGRÁFICA – Uma forma de empilhadeira que avança a carga, permitindo que os garfos alcancem ou posicionem um pálete ou unitizador de produtos.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRA OU FORK LIFT TRUCK Equipamento utilizado com a finalidade de empilhar e mover cargas em diversos ambientes.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRA SELECIONADORA DE PEDIDOS / TRI-LATERAIS EMPILHADEIRA SELECIONADORA DE PEDIDOS – Veículo industrial, equipado com uma plataforma de carga e uma plataforma de controle do operador, móvel como um todo no mastro.
EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS - Assim como a empilhadeira lateral, a empilhadeira tri-lateral não requer que o veículo faça uma volta dentro do corredor para estocar ou retirar um pálete. Ao invés disso, a carga é levantada por garfos que giram no mastro, ou um mastro que gira no veículo, ou um mecanismo de garfo.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS COM PATOLAS Proporciona a estabilidade de carga e veículo através do uso de “patas” externas ao invés de peso contrabalançado.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS COM PATOLAS PANTOGRÁFICAS Empilhadeiras desenvolvidas a partir das empilhadeiras de patolas convencionais diminuindo os garfos na empilhadeira e proporcionando uma capacidade de alcance com um mecanismo tesoura (pantógrafo).
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRAS FRONTAIS A CONTRAPESO EMPILHADEIRAS FRONTAIS A CONTRAPESO - Empregam um contrabalanço na parte de trás da máquina para estabilizar cargas sendo transportadas e elevadas num mastro na frente da empilhadeira.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRAS LATERAIS Carregam e descarregam de um lado assim eliminando a necessidade de virar a máquina dentro do corredor para acessar posições de estocagem. Existem 02 tipos: ou todo o mastro se move em um conjunto de trilhos transversalmente ao veículo ou os garfos projetam-se de um mastro fixo em um pantógrafo.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS E SELECIONADORAS DE PEDIDOS - HIBRIDAS São similares às empilhadeiras tri-laterais, exceto pelo fato de que a cabine do operador é levantada juntamente com a carga.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ENGRADADO Caixa ou caixote, com os lados em forma de grade, feito de ripas de madeira.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ESPAÇO BRUTO DE ARMAZÉM É o comprimento multiplicado pela largura de uma construção, medido pelo lado externo das paredes, expresso em m².
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ESPAÇO CÚBICO PERMITIDO O espaço permitido por orientações, regulamentações e restrições de segurança com o equipamento disponível. ECP = área de estocagem x altura de empilhamento.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ESTAÇÕES DE EMBARQUE E DESEMBARQUE DE PASSAGEIROS DO SISTEMA DE TRANSPORTE BRT As estações de passageiros do sistema de transporte de passageiros BRT (Bus Rapid Transit), Ônibus de Trânsito rápido, são de dois tipos:
1- Convencionais: servidas por ônibus articulados com piso baixo, tipo Low Entry, para operação ao nível da calçada, facilitando o embarque e desembarque de passageiros.

2- ESTAÇÕES TUBO:

As estações TUBO são construídas com uma estrutura metálica tubular revestida de placas de policarbonato transparente, daí seu nome de “estação-tubo”.

O comprimento das estações é função da demanda de passageiros nos locais onde são instaladas, podendo variar de um a cinco módulos.

O salão de espera é elevado em relação ao solo - aproximadamente 90 cm - para possibilitar o embarque/desembarque em nível, isto é, sem degraus.

Esta técnica permite que o tempo de parada nas estações seja significativamente reduzido.

A cobrança é realizada na entrada das estações-tubo, o que torna ainda mais rápidas as operações de embarque e desembarque.

Após subir uma escada de acesso, o usuário encontra um posto de cobrança, onde deve fazer o pagamento de sua viagem para o cobrador que ali se encontra, ou utilizar o bilhete do sistema de bilhetagem eletrônica atualmente em implantação.

O acesso dos passageiros portadores de deficiência – PPD – é facilitado por um elevador para cadeiras de rodas instalado em uma das extremidades da estação.

Observa-se neste local a existência de relógio com espaço de publicidade e painel de publicidade sobre o calçamento. Estas possibilidades são exploradas pela iniciativa privada.

O alargamento da calçada adjacente às estações-tubo é feito através da eliminação de vagas de estacionamento na pista lateral do corredor. Garante-se assim um espaço seguro para a circulação de pedestres por fora das estações.

O menor módulo de estação-tubo serve apenas às duas portas centrais dos ônibus para embarque de passageiros.

A porta dianteira e segunda porta traseira do ônibus – fora da estação-tubo – servem para o desembarque de passageiros, permanecendo fechada a última traseira.

As faixas de rolamento dos corredores possuem 3,5 metros de largura.

Os passgeiros que chegam de ônibus ao interior do terminal podem continuar sua viagem em outro ônibus sem pagar nova tarifa.

Estes terminais são construídos de forma a facilitar a livre circulação dos usuários de um transporte a outro, daí seu nome estações de transferência.

Os usuários que chegam a pé devem pagar para entrar na estação.

Ao alinhar um ônibus vazio, a fila de “sentados” se movimenta até se esgotarem os bancos do ônibus, quando então a fila dos passageiros “em pé” começa a adentrar o veículo, um processo muito interessante que funciona sem nenhuma supervisão externa.

No mesmo horário, há uma fila de pessoas aguardando a partida do ônibus que oferece o serviço parador para o mesmo destino dos ônibus articulados da foto anterior. A fila é pequena, porque o tempo de viagem é maior.

O SISTEMA LIGEIRINHO:

O sistema do Ligeirinho caracteriza-se por prestar um serviço expresso, ou seja, com poucas paradas, trafegando pelo viário comum da cidade, pois os corredores exclusivos não possibilitam ultrapassagens.


O Ligeirinho é muito procurado pela população por ser expresso e muito rápido (velocidade média de 25 km/hora). Os veículos têm 12 metros de comprimento e duas portas do lado esquerdo, a aproximadamente 90 cm de altura, pois, a exemplo dos corredores de canaleta exclusiva, o embarque de passageiros é realizado em nível através de estações-tubo iguais às do sistema estrutural.

O pagamento da tarifa é realizado nas estações, que são totalmente integradas ao restante da rede de transporte.

Os passageiros podem se transferir entre diferentes serviços sem a necessidade de pagar novamente.

Os passageiros desembarcam de um ônibus articulado em uma estação de transferência e formam fila para embarque no Ligeirinho.

Veja a excelente reportagem deste termo, no Site: http/www.teu.antp.org.br/novosite/?p=72
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE
 
Fonte: http://teu.antp.org.br/novosite/?p=72
ESTIBORDO Lado direito do navio.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ESTRADO Tabuleiro de madeira ou de outros materiais que serve de base para arrumação de mercadorias, para serem deslocadas ou armazenadas com recursos de equipamento de movimentação.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ESTRADO AÉREO / ESTRADO CAIXA ESTRADO AÉREO - Estrado de alumínio medindo 230 cm X 270 cm, combinado com uma rede ou capa de material plástico para carga rápida de aviões.
ESTRADO CAIXA - Caixa montada em cima de um estrado, para conter  
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
FEEDER / FEEDER SHIP FEEDER - Serviço marítimo de alimentação do porto hub ou de distribuição das cargas nele concentradas. O termo feeder também pode se referir a um porto secundário (alimentador ou distribuidor) em determinada rota. Cabe salientar que um porto pode ser hub para determinadas rotas de navegação e feeder para outras.
FEEDER SHIP - Navios de abastecimento.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
FOKLIFT Empilhadeira.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
FTL - FULL TRUCK LOAD Carga Completa do Caminhão.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
GATEWAY Ponto de troca de mercadorias em transporte. Ponto em que a carga passa para outro transportador ou troca o modo de transporte.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
GPS Global Positioning System ou Sistema de Posicionamento Global. Foi desenvolvida pelas forças armada norte-americana e é composto por um conjunto de 24 satélites que percorrem a órbita da Terra a cada 12 horas. Esse sistema permite que através de dispositivos eletrônicos, chamados GPS Receivers (Receptores GPS), possam ser convertidos os sinais de satélites em posicionamentos, permitindo assim a localização geográfica de qualquer objeto no globo terrestre com uma precisão em torno de 10 metros.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
GPS - GLOBAL POSITIONING SYSTEM - SISTEMA DE POSICIONAMENTO GLOBAL O Sistema de Posicionamento Global, vulgarmente conhecido por GPS (do acronimo em inglês Global Positioning System), é um sistema de posicionamento por satélite, por vezes incorretamente designado de sistema de navegação, utilizado para determinação da posição de um receptor na superfície da Terra ou em órbita.
O GPS é muito utilizado no rastreamento de veículos de transporte de passageiros e cargas
 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
GRANELEIRO / GUINDASTE GRANELEIRO – Convés único de embarcação projetado para transportar cargas secas homogêneas não embaladas, como grãos, minério de ferro ou carvão.
GUINDASTE – Equipamento de movimentação de materiais usado para elevação e transferência de itens pesados.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
HUB Ponto central para coletar, separar e distribuir para uma determinada área ou região específica 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ISO / ISO 9000(1) / ISO 9000(2) ISO - International Standards Organization.
ISO 9000 (1) – Série de normas internacionais para a administração da qualidade e desenvolvimento da qualidade assegurada, que foram desenvolvidas para auxiliara as empresas documentar os elementos do sistema da qualidade para serem implementados para manter um sistema da qualidade eficiente.
ISO 9000 (2) – Norma de referencia para a certificação do sistema da qualidade de uma empresa.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
JUST-IN-TIME JUST – IN – TIME (1) – Filosofia de manufatura baseada na eliminação planejada dos desperdícios e a elevação contínua da produtividade, somente tendo o exato material que necessita, zerando os defeitos, eliminado os tempos de set up e tamanho dos lotes e revisão contínua da operação.
JUST IN TIME (2) - Abordagem organizacional baseada em: "produzir os produtos acabados no instante em que eles devam ser entregues, produzir os semi-elaborados e subcomponentes no instante da utilização/montagem, abastecer-se de matéria prima no instante de sua utilização".
JUST IN TIME (3) – Método de administração da produção para produzir no momento da entrega, produzir semi-acabados no instante da sua necessidade e receber matérias primas no instante de sua utilização.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LABELING Etiquetagem 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LASTRO Expressão do transporte marítimo, que significa água que é posta nos porões para dar peso e equilíbrio ao navio, quando está sem carga; no transporte ferroviário significa camada de substâncias permeáveis como areia, saibro ou pedra britada, posta no leito das estradas de ferro e sobre a qual repousam os dormentes.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LAYOUT OU LEIAUTE LEIAUTE ou LAY-OUT (1) – Arranjo físico dos recursos ou centros econômico de atividades, como máquinas, grupos de pessoas, estações de trabalho, áreas de armazenamento e ilhas de descanso.
LEIAUTE ou LAY-OUT (2) – Etapa em que se esboça a arte final LEIAUTE POR PROCESSO – Arranjo seqüencial dos recursos, conforme as necessidades de determinado produto.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LEAD TIME É o tempo necessário para o produto completar toda a transformação (da matéria prima ao produto acabado, através das diferentes fases). É utilizado para medir a eficiência do processo produtivo.
LEAD TIME (2)– Tempo decorrido entre a constatação de uma necessidade da emissão de uma ordem e o recebimento dos produtos necessitados e que compreende tempos como: tempo de preparação, tempo de fila, tempo de processamento, tempo de movimentação e transporte e tempo de recebimento e inspeção.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LIMITE DE CARGA Carga máxima, permitida para um veículo na estrada, ponte ou aeroporto.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LOGÍSTICA è a arte e a ciência para abastecer, produzir e distribuir material e produtos no lugar adequado, nas quantidades corretas e nas datas necessárias.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LOGÍSTICA REVERSA OU INVERSA No mercado é considerada como o caminho que a embalagem toma após a entrega dos materiais, no sentido da reciclagem das mesmas. Nunca voltando para a origem. Muitos profissionais também utilizam esta expressão para considerar o caminho inverso feito para a entrega, voltando para a origem, só que agora somente com as embalagens. Neste caso, tratam-se de embalagens reutilizáveis ou retornáveis, que são mais caras e específicas / próprias para acondicionar determinados materiais. Ocorre muito no setor automotivo para o transporte, por exemplo de pára-choques, painéis, etc.
 
Fonte: http:www;tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
LOGOTIPOS E EMBLEMAS Termos usados para identificar marcas de produtos.

Os Logotipos e emblemas, são muito utilizados para identificar marcas de veículos.

É interessante notar que o gosto por brasões e símbolos venha de tão longe, da Idade Média, e ainda hoje seja tão arraigado no espírito humano.
Disponibilizamos, para quem se interessar um arquivo conciso, com os logotipos, das marcas mais conhecidas de veículos, com uma descrição concisa a respeito.
Quem se interessar, basta enviar um E-Mail para a Equipe Hobbybus, no endereço:
busmodels2000@yahoo.com.br
O envio é gratuíto 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
LONDON BUS ROUTES Expressão inglesa para designar os tradicionais ônibus vermelhos de dois andares, e de um único modelo que trafegavam na cidade de Londres, com meia frente, com a tampa cofre do motor pelo lado de fora.
Em portugûes, o signifcado é "Ônibus de rotas de Londres".
Esse tipo de veículo, aind faz parte da paisagem urbana de Londres, pois os ingleses, tem um grande carinho por eles.
No Brasil, quando Jãnio Quadros era Prefeito de São Paulo, o modelo l"Fofão" , com chassis Scania, fazia parte da frota da CMTC.
Atualmente resta um único exemplar desse modelo, de propriedade da Viação Caprioli, que é utilizado em turismo.
Desejando ver uma bela coleção dos ônibus ingleses, visite o Site: http://www.londonbusroutes.nt/photos/ 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
MANIFESTO DE CARGA Lista contendo todos os itens de carga expedidos em determinado vôo, embarcação ou veículo. Um manifesto geralmente engloba toda a carga e independe do fato desta ser entregue em um único ou vários destinos. Os manifestos geralmente listam a quantidade de peças, peso, nome e endereço do destinatário.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
MANUTENÇÃO PREVENTIVA Atividades de manutenção para evitar as avarias e reduzir o tempo parado e os custos dos reparos.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
MODAIS São os tipos/meios de transporte existentes. São eles ferroviário (feito por ferrovias), rodoviário (feito por rodovias), hidroviário (feito pela água), dutoviário (feito pelos dutos) e aeroviário (feito de forma aérea).
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
MOTOR ELETRÔNICO O funcionamento do motor eletrônico é basicamente igual ao do mecânico, porém, tem baixa emissão de poluentes e a pressão de injeção é gerada de forma precisa e repetitiva sempre com o mesmo tempo, sem oscilação, gerando economia de combustível e proporcionando maior conforto ao dirigir.

O motor eletrônico tem como principais características o gerenciamento eletrônico de injeção de combustível e a substituição da bomba injetora por unidades injetoras em cada cilindro. Os módulos de comando eletrônico do motor e do veículo comunicamse por meio de um padrão Controler Area Network (CAN). Juntos desenvolvem rotinas seguras de operação do motor e do veículo. Os sensores que informam o regime de operação do motor enviam informações diretamente ao módulo de comando do motor. Este, além de conter as características operacionais como curvas características e outros, promove também uma regulagem entre as unidades injetoras, compensando pequenas variações nos rendimentos volumétricos individualmente. O instante e a duração da injeção, baseados nos sinais dos sensores e dos dados vindos do módulo de comando do veículo, são determinados pelo módulo de comando do motor.
Texto escrito por Graziela Potenza
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE
 
Fonte: http://www.revistacaminhoneiro.com.br/215cadmanutencao.html
MOTORIZAÇÃO Termo utilizado para definir o tipo de motor que equipa um determinado veículo.
Por exemplo: motor traseiro, dianteiro ou central.
Os motores podem tem os seguintes tipos de combustível:
Diesel, Diesel elétrico, elétrico, Gás natural veicular (GNV) e Hidrogênio (Células de combustível). 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
NORMAS DIN: DEUTSCHES INSTITUT FUR NORMUNG Sigla correspondente ao Instituto Alemão de Normatização, órgão equivalente a ABNT.
Site: www.din.de 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
NORMAS EURO PARA CONTROLE DE POLUIÇÃO Euros I, II, III? Entenda as normas
 
Muito se fala sobre carros ou projetos que se ajustam aos padrões impostos por leis como as normas Euro I e Euro IV e, na maioria das vezes, é difícil saber exatamente quais são as características que os automóveis devem ter para serem classificados sob uma regra.

Enquanto as montadoras se desdobram para ajustar seus modelos novos e antigos aos padrões, o consumidor ainda fica um pouco perdido no que diz respeito às classificações.

Por isso, elaboramos um resumo sobre as prescrições européias para carros de passeio. Confira quando e como surgiram as regulamentações e quais as restrições que elas estabelecem, inclusive no Brasil.

Euro 0

Os carros produzidos antes de 1992 não tinham nenhum tipo de catalisador e a filtragem era realizada pelo próprio carburador. As previsões dão conta de que esse tipo de carro será, em breve, banido de algumas cidades com leis ambientais mais rígidas.

Euro I

Depois de 1992, os automóveis passaram a ter catalisadores e injeção de combustível. São menos poluentes e têm permissão para rodar em vias públicas mesmo de cidades com políticas ambientais restritas. Os limites de elementos poluidores, tanto para carros a gasolina quanto a diesel, eram de 2,72 g/km de CO (monóxido de carbono), 0,97 de HC (hidrocarbonetos não-queimados) + NOx g/km e 0,14 g de PM/km (material particulado).

Euro II

Em 1996, a situação se complicou para o setor automotivo. Nessa época, foram criados dois tipos de aplicação para esses regulamentos, já que as leis para diesel e gasolina passaram a ser elaboradas separadamente. Os carros a gasolina deveriam emitir menos de 2,2 g/km de CO, 0,5 g de HC + NOx/km e 0,14 g de PM/km. Já os carros a diesel tinham como padrão 1,0 g/km de CO, 0,97 g/km de HC + NOx e 0,10 g/km de PM.

Euro III

Serve aos carros que chegaram ao mercado depois de 1º de janeiro de 2001. É o regulamento sob o qual rodam a maioria dos veículos da Europa atualmente. Pela primeira vez, os hidrocarbonetos foram separados do NOx na classificação para os carros a gasolina, que deveriam então emitir apenas 2,30 g/km de CO, 0,15 g/km de NOx e 0,20 g/km de HC. Já os carros a diesel seguiram o padrão de 0,64 g/km de CO, 0,56 g/km de HC + NOx e 0,05 g/km de PM.

Euro IV

Lei atual, em vigor desde 2005. É permitido aos carros a gasolina emitir 1,0 g/km de CO, 0,08 g/km de NOx e 0,10 g/km de HC e aos carros a diesel, 0,50 g/km de CO, 0,30 g/km de NOx + NC e 0,025 g/km de PM.

Euro V

Esse regulamento ainda não foi aprovado, mas deve entrar em vigor em janeiro de 2009, com validade obrigatória a todos os modelos a partir de janeiro de 2011. A atual proposta estudada para sua composição indica emissão de 1,0 g/km de CO, 0,06 g/km de NOx, 0,10 g/km de HC e 0,005 g/km de PM para os carros a gasolina e 0,50 g/km de CO, 0,23 g/km de NOx + NC e 0,018 g/km de PM para os carros a diesel.

No Brasil

Considerando o crescimento da frota de automóveis nas principais regiões metropolitanas do país, o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) estipulou, em 2004, a resolução P5, equivalente à Euro 3, que ficará em vigor até o final de 2008.

Ela prevê que todos os veículos emitam, no máximo, 2,10 g/km de monóxido de carbono (CO), 5,0 g/km de NOx e 0,60 g/km de hidrocarbonetos não queimados. Já a resolução P6, equivalente a Euro 4, entrará em vigor em 2009, ditando que os automóveis emitam apenas 1,50 g/km de CO, 3,50 g/km de NOx e 0,46 g/km de hidrocarbonetos não-queimados.

Apesar das constantes modificações das resoluções do Conama, o Brasil ainda encontra-se um pouco atrás das medidas européias, já que o Euro 4 – medida que começa a atuar por aqui apenas em 2009 – está em vigor na Europa desde 2005 e já será substituído daqui a um ano e meio.  
 
Fonte: http://www.secco.com.br/clipping.asp?id=4148
NORMAS PARA CONTROLE DE EMISSÃO DE POLUENTES São instrumentos normativos, elaborados pelas autoridades competentes, e destinados ao controle de emissão de poluentes que são jogados na atmosfera.
No Brasil, existe a norma PROCONVE, que está na sua 5ª edição.
É um instrumento adaptado de outros países; na Europa, esse conjunto de normas, é designado por "Normas Euro", também já na sua 5ª edição. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
NORMAS PROCONVE Conjunto de normas brasileiras para controlar a emissão de poluentes.
O conjunto de normas PROCONVE, foi criado e adaptado a partir do conjunto de normas EURO, que vigoram na Europa 
NTU - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TRANSPORTES URBANOS A NTU é uma entidade civil, fundada em 1987, que representa as empresas de transportes urbanos por ônibus no Brasil.
Site: http://www.ntu.org.br 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
ÔNIBUS É o primeiro sistema organizado de transportes públicos.
Pode ter origem em Nantes, França em 1826, quando um oficial do exército francês reformado, que tinha construído um serviço de banhos públicos na periferia da cidade, organizou uma ligação entre o centro da cidade e as suas instalações. Ao descobrir que os passageiros estavam interessados em se locomover até as suas instalações, mudou de estratégia, criando o "VOITURE ÔNIBUS" (viatura para todos), combinando as funções das carroças Hackney com as das diligências que percorriam uma rota predeterminada, transportando passageiros e correio. O "VOITURE ÔNIBUS", tinha bancos de madeira, com acesso pela parte traseira do veículo.

O nome brasileiro tem como origem o termo OMNIBUS, que significa "PARA TODOS".
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE 
Fonte: http://pt.wikipedia.org./wiki/Ã"nibus
ÔNIBUS ARTICULADOS São veículos formados por duas composições de passageiros, unidas por um sistema de articulação que facilita as manobras nas vias de trânsito e nas garagens. Dependendo da configuração interna do veículo e da disposição dos bancos e do salão de passageiros, os ônibus articulados podem levar até 180 passageiros, graças à capacidade técnica dos eixos dos veículos. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
ÔNIBUS COM PISO LOW CENTRY Veículos que tem o piso central baixo, quase ao nível dos pontos de embarque e desembarque ao nível da calçada, de modo a facilicar o acesso de pessoas com deficiências físicas.
Atualmente, um veículo desse tipo, com carroceria Millenium, da CAIO está em testes na cidade de São Paulo. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
ÔNIBUS DOUBLE DECKER São ônibus com dois andares, urbanos ou rodoviários.
Este tipo de veículo é muito utilizado na Cidade de Londres, em rotas urbanas.
Lá, esse tipo de serviço, é conhecido como "LONDON BUS ROUTES". 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
ÔNIBUS TIPO LD O termo LD significa Lower Deck, que pode ser traduzido para "Ônibus de um só piso".
Este tipo de veículo, forma a grande maioria dos veículos de transporte de passageiros, urbanos e rodoviários 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
OPERADOR LOGÍSTICO Empresa especializada em movimentar, armazenar, transportar, processar pedidos e controlar estoques, entre outras coisas. Fornece seus serviços com profissionais treinados. O serviço pode ser no próprio OL ou nas dependências do cliente. Tudo dependerá do acordo firmado.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
ORGANIZAÇÃO MODAL É um sistema estruturado que cria uma corrente de racionalidade com facilidades padronizadas de movimentação, desde os fornecedores até o destinatário final, o último cliente. A organização modal implica na determinação do módulo da UNIMOV, padronização de corredores e endereços de armazenamento; padronização das dimensões das docas, e racionalização dos veículos de transporte que devem trabalhar com dimensões que propiciem ocupação plena com as UNIMOVS padronizadas.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
PALETE Estrado padronizado para acomodar cargas para a formação de UNIMOV.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
PALETIZAÇÃO Consolidação de diversas unidades de materiais e componentes sobre uma plataforma de madeiras (estrado) ou outro tipo de material visando tornar mais ágeis e seguras as operações de manuseio, armazenagem e movimentação através de empilhadeiras e paleteiras reduzindo em grande parte a mão-de-obra e agilizando o processo de movimentação do produto.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
PICKING Processo de retirar produtos dos estoques, para consolidar carga para um determinado cliente.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
PORTO, PORTO SECO PORTO – Local onde os navios ancoram ou área com terminal marítimo para transferência de cargas e passageiros entre navios e transportes terrestres.
PORTO SECO – Instalações e serviços destinados à consolidação/desconsolidação de cargas normalmente acondicionadas em contêineres, para proceder ao seu transporte 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
PROCESSO LEAN DE PRODUÇÃO LEAN MANUFACTURING - Produção Enxuta ou manufatura enxuta.
LEAN PRODUCTION (1) – Filosofia de produção que enfatiza a minimização do montante de todos os recursos, incluindo tempo, utilizado nas várias atividades da empresa, eliminando-se as atividades que não geram valor no desenvolvimento, produção, cadeia de abastecimento e serviço ao cliente.
LEAN PRODUCTION (2) - Sistema produtivo que utiliza técnicas TPM, redução do material em processamento, envolvimento dos empregados, relações de parceria com os fornecedores, projetos de produto e de processo integrados, relacionamento próximo com os clientes. É o sistema produtivo utilizado na Toyota japonesa.
LEAN PRODUCTION (3) – Sistema produtivo que utiliza TPM, redução do material em processo, motivação, parceria, integração de projetos, relacionamento próximo com os clientes.
 
Fonte: http://www.tigerlog.com.br/logistica/glossario.asp
RELAÇÃO DE FABRICANTES DE CARROCERIAS Alexander Dennis (Inglaterra)
Alfredo Caetano (Portugal)
Busscar (Brasil)
Camo (Portugal)
CaetanoBus (Portugal)
Ciferal (Brasil)
Comil (Brasil)
Engerauto (Brasil)
Fabusforma (Brasil)
FANABUS (Venezuela)
Ikarus (República Tcheca)
Induscar-CAIO (Brasil)
Irizar (Espanha)
Irmãos Mota & Cª (Portugal)
José Troyano (Argentina)
Karosa (República Tcheca)
Marcopolo (Brasil)
Maxibus (Brasil)
Metalsur (Argentina)
Metalpar (Chile y Argentina)
Neobus (Brasil)
Sudamericanas (Argentina)
Saldivia (Argentina)
Van Hool (Holanda)
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE 
Fonte: http://pt.wikipedia.org./wiki/Ã"nibus
relogio potenza concerto ou troca boa noitte a todos estou com dificuldades de localizar o fabricante do relogio da marca potenza pois ganhei um de presente e o relogio nao   esta funcionando por que ela perdeu a nota obrigado 
Fonte: relogio potenza
RESOLUÇÃO Nº 184/05 Resolução do Governo Federal, publicada no final de 2005, que definiu os novos parâmetros para as Combinações de Veículos de Carga (CVC).
O texto dispensa o conjunto bi-trem da Autorização Especial de Trânsito (AET). 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
SALÃO DE PASSAGEIROS Espaço destinado aos passageiros de um veículo de transporte, preferencialmente um ônibus, com um determinado número de poltronas e uma lotação máxima para passageiros em pé. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
SISTEMA BRT DE TRANSPORTE DE MASSAS A sigla inglesa BRT significa "BUS RAPID TRANSIT", que em português significa "ÔNIBUS DE TRÂNSITO RÁPIDO".

O sistema adotado inicialmente na cidade de Curitiba, pelo então Prefeito Jaime Lerner, foi reconhecido internacionalmente, como uma solução eficiente na área de transporte de massas.

O sitema integrado de transportes de Curitiba tem 385 linhas de ônibus, 29 terminais, 351 estações tubo e atinge a marca de mais de 2 milhões de passageiros transportados por dias úteis.

O sistema BRT de Curitiba é operado por ônibus articulados e biarticulados, com uma frota de 380 unidades.

Criado nos anos 70, o sistema de Curitiba é um típico BRT, sigla em inglês para Bus Rapid Transit, o equivalente fora do Brasil aos sistemas organizados de transporte coletivo urbano existentes no país, que usam corredores exclusivos para ônibus e onde o tráfego de outros veículos é proibido. Em Curitiba são 72 quilômetros de canaletas exclusivas. Somente 11 cidades brasileiras possuem vias segregadas. Estima-se que no país há pouco mais de 200 quilômetros de ruas deste tipo e cerca de 400 quilômetros de vias com tratamento prioritário.

As canaletas, chamadas tecnicamente de “troncais”, cruzam a cidade em vários sentidos. É nelas que estão os terminais de transbordo, de onde partem os alimentadores, os ônibus que circulam no bairro. A junção corredor-terminais forma o sistema “tronco-alimentador.

A alimentação do sistema troncal (principal), é feita por ônibus de menor porte, convencionais.

O sistema BRT de Curitiba foi adotado no Chile, Colômbia, México e outros países.
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE

 
Fonte: http://www.volvo.com.br
SISTEMA ELETROPNEUMÁTICO ECAS É um sistema, cuja principal função é controlar a suspensão do veículo.
Entre as funções desse sistema, destaca-se a elevação do veículo, para vencer obstáculos e desníveis acentuados.
O sistema ECAS também permite abaixar o veículo para facilitar a entrada e saída dos passageiros. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS São sistemas cujo funcionamento interagem com o GPS (GLOBAL POSITIONING SYSTEM).
Os SIGs tem como objetivo o monitoramento de veículos, a partir de uma Central de controle, que funciona por meio de satélites. 
SISTEMAS DE TRANSPORTE DE MASSAS São sistemas destinados ao transporte de grande quantidade de passageiros, preferencialmente em Ônibus articulados.
Estes sistemas, estão atualmente implantados em diversas cidades, destacando-se:
Sistema Transantiago: No Chile
Sistema Transmilênio: Na Colômbia
Sistema Metrobus: Na cidade do México

O Brasil foi o pioneiro na introdução deste tipo de transporte, quando o então Prefeito Jaime Lerner, implantou o primeiro sistema deste tipo na cidade de Curitiba.
Esse tipo de sistema tem uma malha de linhas troncais (principais), alimentadas por linhas secundárias, também chamadas de "linhas abastecedoras", que operam com ônibus convencionais. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
TERCEIRO EIXO MÓVEL Eixo traseiro com mobilidade direcional, facilitando as curvas e uma grande economia de pneus, aumentando a segurança operacional do veículo.
Atualmente, a Viação Itapemirim, está testando um veículo desse tipo com a marca Scania. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
TEU - TRANSPORTE EXPRESSO URBANO O Transporte Expresso Urbano – TEU, é um projeto desenvolvido pela ANTP, com apoio da The Willliam and Flora Hewlett Foundation. O projeto tem como objetivo a promoção para a criação de novo espaço na cidade visando implantar e operar sistemas estruturadores de serviços com ônibus expressos e paradores, em vias segregadas e exclusivas, com qualidades e tecnologias aptas a: valorizar o patrimônio público e privado; estimular o desejo de viagem; produzir o menor impacto ambiental; e embelezar o tecido urbano no seu entorno. O projeto se destina às regiões metropolitanas, especialmente a Região Metropolitana de São Paulo.
O modal ônibus sempre foi visto como uma espécie de “mal necessário”, ou, quando muito, demandando uma atenção enquanto o transporte sobre trilhos não prosperasse com a rapidez desejada. Esta visão está mudando no mundo. Reconhece-se, hoje, que o ônibus continuará a ser o modo de transporte da maior parte da população, especialmente pela mudança na conformação das cidades e regiões metropolitanas que hoje se espraiam, tornando este o modal mais eficiente e viável economicamente para grandes extensões territoriais.
Neste cenário é que surge o TEU, uma nova maneira de se elaborar soluções de transporte sobre pneus, baseado em dois pilares de sustentação: as qualidades desejáveis e o consenso em torno de um projeto específico. Os atributos expressos em um projeto específico são resultado da discussão e aceitação coletiva destes agentes. Esta a novidade do projeto, metodologia que gera uma mudança cultural na forma de pensar transporte.
A equipe iniciou o trabalho com visitas a sistemas existentes, com o olhar voltado para descobrir seus aspectos positivos e negativos. Com o mesmo intuito de aprender com o que já tinha sido feito ou pensado, a equipe ouviu a experiência de consultores, das comissões da ANTP, dos operadores e, de forma inédita, o que a mídia pensava que deveria ser um transporte público de qualidade. Pesquisas foram feitas para introduzir a visão da população usuária e não-usuária. Pesquisas já realizadas pela própria ANTP sobre imagem dos transportes públicos na RMSP também foram incorporadas.
A ANTP conseguiu mobilizar os agentes intervenientes em um exercício de traçado, primeiramente ligando o terminal Tucuruvi do Metrô ao centro de Guarulhos e até o aeroporto internacional. Posteriormente, tal traçado foi estendido tornando-se o TEU Metropolitano, um arco perimetral contendo o traçado anterior, mas ligando-o até o corredor São Mateus-Jabaquara, na região do ABC, passando pela zona Leste de São Paulo, na av. Jacu-Pêssego.
FONTE DE PESQUISAS: SITE BUSCAS GOOGLE
Veja mais sobre esta matéria no Site abaixo citado: 
Fonte: http://www.teu.antp.org.br/novosite/?p=2
TIPOS DE ÔNIBUS Ônibus Rodoviários
Ônibus de dois andares (Double-Decker)
Ônibus Articulados
Ônibus Bi-Articulados
Ônibus de piso-baixo (e de entrada baixa)
Minibus
Midibus
Microônibus
Trólebus
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE
 
Fonte: http://pt.wikipe
TRANSPORTE INTERMODAL E MULTIMODAL - DIFERENÇCAS Qual a diferença entre transporte Intermodal e Multimodal?
A multimodalidade e a intermodalidade são operações que se realizam pela utilização de mais de um modal de transporte. Isto quer dizer transportar uma mercadoria do seu ponto de origem até a entrega no destino final por modalidades diferentes.
A intermodalidade caracteriza-se pela emissão individual de documento de transporte para cada modal, bem como pela divisão de responsabilidade entre os transportadores. Na multimodalidade, ao contrário, existe a emissão de apenas um documento de transporte, cobrindo o trajeto total da carga, do seu ponto de origem até o ponto de destino. Este documento é emitido pelo OTM, que também toma para si a responsabilidade total pela carga sob sua custodia.
(Resposta baseada na literatura intitulada: Logística de Transporte Internacional, de autoria de Samir Keedi).
PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE



 
Fonte: http://antt.gov.br/faq/multimodal.asp
TRANSPORTE MODAL Como o próprio nome diz, TRANSPORTE MODAL, é aquele que abrange as seguintes modalidades de transportes:
Terrestre: rodoviário, ferroviário e dutoviário;
Aquaviário: marítimo e hidroviário;
Aéreo.
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE
 
Fonte: http://www.antt.gov.br/faq/multimodal.asp
TRANSPORTE MULTIMODAL É aquele que, regido por um único contrato, utiliza duas ou mais modalidades de transporte, desde a origem até o destino, e é executado sob a responsabilidade única de um Operador de Transporte Multimodal - OTM.
Pesquisa: Site de buscas GOOGLE
 
Fonte: http://www.antt.gov.br/faq/multimodal.asp
TRANSPORTES PESADOS, TRANSPORTES ESPECIAIS Caracteriza o transporte rodoviário e maritimo (nacional ou internacional) de qualquer tipo de bem, mercadorias e materiais e, em particular de cargas de características especiais em porte, dimensões, volume, peso ou forma de acondicionamento, em veículos ou equipamentos próprios (navios, balsas e carretas), locados ou afretados, podendo se realizar através da integração ou combinação entre as diversas modalidades de transportes.
FONTE DE PESQUISAS: SITE DE BUSCAS GOOGLE. 
Fonte: www.superpesa.com.br
TROLLEY BUS (ÔNIBUS ELÉTRICO) Trolley bus: termo em inglês, que significa "Ônibus elétrico", que é um veículo com duas hastes externas, conectadas na rede elétrica, para passagem da corrente elétrica. 
Fonte: http://www.trolleybuses.net/index.htm
VEÍCULO BICUDO Veículo com o motor situado adiante da cabine de passageiros. Essa configuração é utilizada principalmente em caminhões.
Está caindo em desuso, sendo substituida por veículos do tipo "Cara Chata". 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
VEÍCULO CARA CHATA Véículo com a cabine de passageiros na posição vertical, colocada sobre o motor, com alças de abertura, para acesso ao motor.
Configuração muito utilizada em caminhões. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
VEÍCULO HÍBRIDO É um veículo experimental.
Atualmente, são considerados "Híbridos", os veículos acionados à Hidrogênio (Células de combustível). 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
VEÍCULO MONOBLOCO Como o próprio nome diz, a carroceria é formada por um único bloco, onde os agregados mecânicos são fixados, evitando a utilização de chassi. A célula de segurança é conseguida a partir de diferenças estruturais que permitem, em caso de colisão, uma zona absorvedora de energia de impacto de maneira progressiva na dianteira e na traseira, ficando o habitáculo de passageiros menos vulnerável em acidentes. As barras de proteção laterais (portas) reduzem o efeito de impactos laterais em cerca de 35%.
No Brasil, a CIFERAL foi pioneira na fabricação de ônibus deste tipo. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
VEÍCULO TOCO É um veículo, ônibus ou caminhão que tem apenas um eixo traseiro, com duas rodas laterais paralelas juntas, em cada lado do veículo 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
VEÍCULO TRUCADO É um veículo (ônibus ou caminhão), com um conjunto de dois eixos traseiros, com quatro rodas em cada lado do veículo, totalizando oito pneus. 
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
VEÍCULOS OFF ROAD (FORA DE ESTRADA) Termo utilizado para designar veículos pesados, especiais, especialmente construídos para operação em mineração, desertos e outros tipos de  terrrenos semelhantes.

A Marcopolo, fabricante brasileira de carrocerias, desenvolveu um ônibus rodoviário, modelo Allegro, especialmente para ser utilizado em estradas sob condições precárias, batizado com o nome de "Allegro Fora-de-Estrada", para utilização no interior dos estados do Amazonas e de Rondônia.
Site: www.marcopolo.com.br

O Allegro Fora-de-Estrada possui equipamentos diferenciados para enfrentar as condições severas das estradas da região. Nesse veículo, a distância em relação ao solo é maior. A altura chega a 850 mm, enquanto em outros modelos é de 470 mm. Mais curto que os veículos similares, com 10.870 mm de comprimento, foi desenvolvido com estrutura super reforçada e saia (bagageiro) com 700 mm.

O deslizador para balsa, instalado na linha do pára-choque, facilita o acesso a embarcações que fazem a travessia nos rios da região amazônica. O Allegro foi equipado ainda com degrau retrátil para maior conforto e segurança dos passageiros.

Montado sobre chassi Mercedes-Benz, o Allegro Fora-de-Estrada tem capacidade para transportar 41 passageiros. Foi desenvolvido para atender às necessidades particulares de transporte da região, com maior robustez e resistência. Além disso, é um ônibus versátil, seguro e com baixa manutenção e custo operacional otimizado.


Foto: arquivo Marcopolo  
Fonte: EQUIPE HOBBYBUS - SÃO PAULO - BRASIL
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