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12/11/2008 23:15
De: ACE
IP: 201.67.9.219

RE SAULO

SAULO,O MEU SALARIO E REALMENTE 496,00, E TEM MAIS ATE SETEMBRO ERA 450,00, INFELISMENTE NAO TENHO EMPRESIMO POIS O VALOR DO SALARIO"NAO PERMITE_ME, POREM SE FOSSE SUFICIENTE COM CERTEZA EU PEGARIA EMPRESTIMO: OBS:FALO DE SALARIO
19/08/2008 22:34
De: Wagner Luiz (Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - DF) (wagner_univalvi@hotmail.com)
IP: 189.61.65.160

Pedido p/ o ANDREISON (sindivacs@hotmail.com)

Tudo bem ANDREISON, acho legal a sua postura de dizer tudo que esta engasgado, mas gostaria de te pedir um grande favor:
Pelo amor de Deus, não nos (AVAS) chame de COMPANHEIROS, vc não sabe a tragédia que é este nome.
Abraço!!
Wagner Luiz
Agente de Vigilância Ambiental em Saúde - DF / Unival VI
10/12/2009 01:38
De: JOSÉ (antjoso@bol.com.br)
IP: 189.104.184.200

APROVADA NOSSA PEC EM SEGUNDO TURNO NACÂMARA!!!!!!!! (930,00)

CÂMARA CONCLUI VOTAÇÃO DA PEC DOS AGENTES DE SAÚDE
O texto segue agora para o Senado, onde também precisará ser votado em dois turnos.
Laycer Tomaz
A deputada Fátima Bezerra foi a relatora do texto aprovado em Plenário.
O Plenário aprovou nesta quarta-feira, em segundo turno, a PEC dos Agentes de Saúde (391/09), que prevê a definição, por lei federal, de um piso salarial para a categoria e das diretrizes para os planos de carreira, cuja formulação caberá aos estados e municípios. O texto aprovado por 315 votos unânimes é o do substitutivo da comissão especial sobre o tema, de autoria da deputada Fátima Bezerra (PT-RN). A principal novidade em relação à proposta original, do deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), é a ajuda financeira que a União deverá dar aos estados e municípios para o cumprimento do piso nacional.
Valorização salarial
As mudanças alcançam os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, que já haviam sido beneficiados pela Emenda Constitucional 51, aprovada em 2006. Ela permitiu a efetivação de cerca de 154 mil agentes que trabalhavam sem contratos e a contratação de agentes sem concurso, por meio de uma seleção pública.
Segundo a relatora Fátima Bezerra, a aprovação da matéria significa "mais um passo importante rumo à valorização salarial e profissional de uma categoria que exerce um papel muito importante na saúde pública". Ela avaliou que, para as famílias pobres, os agentes "são os médicos que aparecem em suas casas".
Para Gomes de Matos, o trabalho desses profissionais é percebido por meio da diminuição da mortalidade infantil, do avanço crescente da vacinação e da melhoria dos procedimentos de pré-natal.
Atividades regulamentadas
A regulamentação das atividades desses profissionais já existe (Lei 11.350/06). Entre as suas atribuições, está a de atuar na prevenção de doenças e na promoção da saúde por meio de ações domiciliares ou comunitárias, segundo diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Nessa mesma lei, já estão previstos para os agentes contratados pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) aumentos do vencimento básico até julho de 2011, dentro da reestruturação de salários feita pelo Executivo em 2008.
A PEC tem o objetivo de garantir que o repasse do governo federal relativo aos agentes de saúde para as prefeituras seja usado, integralmente, no pagamento dos salários desses trabalhadores (que são 300 mil em todo o País). O repasse mensal hoje é de R$ 651 por trabalhador, mas muitas prefeituras usam esses recursos para outros fins.
07/10/2009 19:46
De: mariana
IP: 189.19.126.7

Piso salarial

Gostaria de saber se esse piso salarial os agente de saúde do Brasil todo vão receber.Tomara que dê certo,pq aki onde trabalho agente ganho pouco.
24/08/2008 11:18
De: paulo
IP: 201.67.32.111

Saúde no df-- tercerização- contratos-- saúde familia etc....

Novo secretário de Saúde defende a boa relação com os médicos
Ana Maria Campos - Correio Braziliense e  Samanta Sallum - Do Correio Braziliense Comentários Avalie esta notícia  
Publicação: 24/08/2008 08:27     Atualização: 24/08/2008 08:35 Acostumado a analisar com lupa os gastos públicos, o novo secretário de Saúde do Distrito Federal, Augusto Carvalho, tomou um susto na última sexta-feira quando precisou assinar um cheque de R$ 1,3 milhão para a compra de medicamentos de alto custo. "Chamem o jurídico", gritou. Licenciado do quinto mandato parlamentar, ele sabe que será muito cobrado agora que virou vidraça. Não só por isso. O governador José Roberto Arruda depositou nas mãos de Augusto uma expectativa muito grande de mudanças numa das áreas mais importantes da administração pública, onde não faltam problemas.
Augusto Carvalho sabe que não irá longe sem a ajuda dos profissionais de saúde. Por isso, espera melhorar o relacionamento do governo com os médicos e contratar, por concurso, mais gente. Tem a meta de triplicar as equipes do programa de atendimento básico da família, fazer mutirões para reduzir a fila de 15 mil pessoas que aguardam por uma cirurgia e cortar excessos para investir mais. Ainda ontem, o secretário esteve no Hospital Regional da Asa Sul (Hras), que realizou uma centena de operações para retirada de hérnias em crianças. O seu plano de trabalho também inclui uma batalha para viabilizar a gestão por meio de entidades sociais de hospitais públicos, a começar por Santa Maria. Ele sabe que o assunto é controverso, mas está disposto a defendê-lo.
No cargo, Augusto fala agora como gestor e diz que vai deixar o político um pouco de escanteio pelo menos por 19 meses, tempo que programa permanecer na pasta. Entre seus parceiros, ele quer contar com o Ministério Público e o Tribunal de Contas do DF. No primeiro dia de trabalho, o secretário já sentiu a pressão. Recebeu a visita de quatro auditores do Ministério da Saúde escalados para esquadrinhar os contratos de compra de equipamentos para o Hospital de Santa Maria. Augusto Carvalho orientou sua equipe a dar todas as informações necessárias.
Um bancário, formado em Sociologia, pode mudar a saúde em Brasília?
Não há um monopólio dos médicos como profissionais com a competência para lidar com as questões da saúde. O importante é ter sensibilidade e respeito ao ser humano. O nível do tratamento que temos constatado pelo país afora — e em Brasília não é diferente — é indigno da condição humana. E o meu objetivo é poder agregar as forças que na sociedade têm o compromisso de fazer ser respeitado o direito constitucional de todos. É necessário que haja uma consciência de que a pasta da saúde não comporta caixa de campanha, não comporta nenhum tipo de desvio. E precisamos restabelecer a harmonia entre a sociedade e os profissionais da saúde.
O senhor será mais um gestor do que um político?
Até brinco com os meus amigos que, a partir de agora, a dimensão da política será subalterna em termos de o que é hoje a nossa missão. Tenho que me empenhar em fazer todas as alianças possíveis para conseguir melhorias para a qualidade da nossa saúde, independentemente dos partidos.
O senhor tem uma imagem de fiscal dos gastos públicos. A sua gestão será mais cobrada?
Sim, até tenho receio. A expectativa gerada é tão grande que foram poucos os que me criticaram pelo fato de sair do parlamento para assumir essa condição. Nos comentários e nos e-mails que recebo, todo mundo me parabeniza. É um orgulho para mim ter gerado essa expectativa, mas é uma responsabilidade muito grande de estar à altura desta cobrança.
Houve momentos tensos entre o Sindicato dos Médicos e a Secretaria de Saúde. Como melhorar essa relação?
É possível conciliar essas posições que muitas vezes são divergentes. Há 15 mil cirurgias aprovadas, como fazemos isso? Tem que haver um mutirão para enfrentar esse desafio. E um mutirão só se consegue com a adesão de uma categoria. Temos que trabalhar para reconstruir uma relação.
O senhor tem a noção concreta de que assumiu o setor mais crítico do governo?
A situação é dramática, mas o desafio fascina também. Muitos médicos e enfermeiros com quem conversei disseram que posso conseguir e me estimularam. Tenho certeza de que apoio não faltará. E essas contratações de 416 médicos vão ajudar a desafogar, principalmente os anestesistas que serão fundamentais para o mutirão de cirurgias.
Os médicos contratados são temporários ou concursados?
Concursados
O primeiro ponto que o Ministério Público ataca o senhor já está cumprindo, com relação ao grande número de contratos temporários...
Na verdade nem sou eu, porque essas medidas já estavam em curso. Mas é certo que queremos um trabalho a quatro mãos com o Ministério Público e o Tribunal de Contas, sem medo de revelar as informações, de colocar no site. Fui a São Paulo conhecer experiências bem-sucedidas e vi hospital de Pedreiras e me perguntei: por que é possível ter um hospital público de qualidade lá em São Paulo? A gestão é que é diferenciada. Lá em São Paulo, 25 hospitais que estão sob esse modelo das organizações sociais. Acho que essa experiência real levou o ministro Temporão a encaminhar ao Congresso um projeto regulamentando a atuação das organizações sociais na gestão de hospitais públicos.
E é o que o governo está tentando fazer com o hospital de Santa Maria, mas o Ministério Público e o Tribunal de Contas têm colocado objeções...
Não vamos entrar nessa polêmica. Vi com os meus próprios olhos que é possível ser menos oneroso para o Estado. Se existe o Sarah aqui do nosso lado que é modelo para o mundo, é possível ter um acolhimento ao cidadão onde o respeito com que ele é tratado é a marca.
Então a gestão dos hospitais por meio das organizações sociais é um ponto pelo qual o senhor já definiu que vai brigar nos próximos meses?
Sou de uma matriz ideológica conhecida. Temos essa visão de entender que o Estado assegure ao cidadão a saúde pública de qualidade. Mas a gestão não precisa ser necessariamente do Estado, na medida em que você tem hoje uma exaustão dos recursos públicos e que se pode, dentro de normas, ouvindo a opinião dos órgãos fiscalizadores, ter um trabalho com resultados. Nós mudamos aquela visão de desapropriação dos meios de produção até porque o mundo mudou bastante.
Muito se fala que há um interesse de sucateamento dos hospitais públicos para transferência dos pacientes da rede pública aos hospitais privados. Qual é a sua avaliação sobre esse cenário?
Não se poderia ter chegado a esse estado de degradação da qualidade do atendimento, da falta de leitos de UTI que por decisão judicial ou por qualquer outro motivo acaba sendo transferido para a iniciativa privada. Mas temos que admitir que em Brasília houve uma explosão do crescimento demográfico e uma política irresponsável de atração de fluxos migratórios e de distribuição de lotes que levaram a uma pressão violenta sobre os equipamentos públicos e o incremento dos recursos repassados à saúde foi incompatível.
Como se reduz as filas nos hospitais?
Temos hoje o Hospital de Base, de tratamento de alta complexidade, com profissionais altamente qualificados e com equipamentos de última geração, que atende pacientes que não precisariam estar ali. Temos hoje a inversão da pirâmide do tratamento da saúde e nós temos o caos instalado. Vamos procurar fortalecer o atendimento básico da saúde para resgatar a credibilidade dessa estrutura e num segundo momento também os postos de saúde que precisam ser ampliados na sua capacidade de atendimento. A hora de trabalho de um médico do Hospital de Base é infinitamente superior ao que deveria ser a hora de trabalho do médico do posto de saúde. É preciso completar as equipes do atendimento básico da família. Hoje temos 70 equipes, mas só são consideradas completas 40 e, portanto, qualificadas para receber recursos do Ministério da Saúde. Então tem que contratar mais profissionais. Tem que ser ampliado. O ideal seriam 300 equipes.
Qual a sua meta?
Vamos considerar 150, pois é pouco tempo que eu vou ter.
A sua ida para o governo assegura a renovação da aliança entre o DEM e o PPS para 2010?
O governador tem seu projeto político, mas nós estamos tão distantes de 2010 que esses cenários podem mudar%u2026 A tendência do PPS é de estar junto do PSDB e do Democratas em âmbito nacional, até porque hoje os três partidos estão na oposição ao governo federal.
O senhor já tem metas de que precisa cortas gastos com as prestadoras de serviços?
Fico estarrecido com uma realidade de um contrato que está há 20 anos em vigência. Quero saber como é o custo disso, quero os dados comparativos. Por exemplo: Minas e São Paulo fizeram um pacto de tal maneira que eles comparam os preços. Nós acertamos para incluir o DF neste projeto de compras mais vantajosas. Existem contratos que, suponho, tenham gorduras que podem ser cortadas.
Sabemos que existe um poder político muito grande por trás dessas empresas terceirizadas, inclusive na Câmara legislativa. O senhor está disposto a enfrentar isso?
A saúde não será quinhão do plano de ciclano ou de beltrano. Vamos fazer uma gestão sem qualquer tipo de desvio, de excesso. Tudo que conseguirmos economizar, nós precisamos reinvestir na saúde para evitar que os pacientes sejam enviados para a iniciativa privada.
Uma grande polêmica ocorreu quando o governo baixou a ordem de botar a escala com os nomes dos médicos na porta das salas. Isso vai continuar?
Não podemos colocar todo mundo na vala comum. Que pode haver profissionais ruins na categoria, pode, como em toda profissão. Mas se o profissional é pago para dedicar aquelas horas que foram contratadas, não é justo que quem tenha 40 horas receba para trabalhar 10 horas. É possível compatibilizar horários que se compense aquela hora que ele não está presente. Acho necessário tentar o diálogo para superar esses pontos de atrito porque a sociedade precisa desses médicos e enfermeiros.
O senhor acha que está correndo um risco político ao assumir uma área tão difícil?
Só tenho uma chance de acertar. E a minha vontade de acertar não é uma vontade imperial, unitária. Ela só pode se concretizar se conseguirmos uma convergência. Mas eu sei que não posso errar.
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18/06/2010 21:09
De: janete
IP: 189.74.12.70

Blog

Postado por SindvacsDF on 18 de junho de 2010
/ Comments: (0)
Todos os valores têm que ser corrigidos pelo INPC acumulado.....

A progressão será de 12 meses e começou a contar 30 de junho de 2006.

Para quem não tiver faltas em 30 de junho de 2010 irá para a referência V.

A progressão por antiguidade foi publicada no DODF nº. 77 de 23 de abril de 2010 e tinha que ser paga a partir de 30 /06 / 2007 até março de 2010, pois em abril conforme decreto começou a vigorar.

Quem não tem faltas irá receber +ou- R$ 319,08 de diferença de salário equivalente ao ano de 2010 e + ou - 0,03 centavos de diferença de gratificação.
No período de 2010, a SES pode pagar como folha suplementar.
A folha suplementar deve ser calculada e solicitada por cada Regional para o pagamento dos 319 reais.

Quem não teve faltas têm a receber ainda + ou - 1880 reais, que deverão se calculados por cada Regional e montarem um processo individual ou coletivo para reconhecimento de dívidas da SES, após serão avaliados pelo NCF/SES e depois encaminhados à Secretaria de Fazenda solicitando verba. Relativos ao período de 2007 à março de 2010.
Dados colhidos pelo SINDVACS-DF direto do DRH da Regional de Sobradinho, pois foi a primeira regional a efetuar o pagamento referente a 2010.
RETROATIVO

Postado por SindvacsDF on 10 de junho de 2010
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