Este fórum tem o objetivo de promover discussões envolvendo diferentes temáticas do Curso de Formação de professores do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNFEM) da U. E. Felismino Freitas.

Tags: ensino da nacional u. e. felismino
09/06/2014 10:38
De: Antonia Flávia Carvalho Santos
IP: 179.236.109.123

Temática em discussão sobre a Formação do PACTO

A historia da educação no Brasil iniciou-se no período colonial, quando começam as primeiras relações entre Estado e Educação, através dos jesuítas. Observa-se pela leitura que a educação no Brasil passou por uma transformação ao longo do tempo. Desde o império, passando pela republica, estado novo com as leis orgânicas do ensino, com a ditadura militar e por fim com a redemocratização da educação por meio da nova constituição (1988) e a nova lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica.  
Observa-se também a preocupação com o papel do aluno no processo ensino aprendizagem as relações entre os jovens e educadores. A forma como é relatado o papel da escola na vida desses jovens, como algo “enfadonho, obrigatório”. E a inversão do papel do professor como culpado pela crise de qualidade e do “desempenho da escola”.
11/06/2014 22:03
De: Francinete
IP: 191.10.115.138

Temática em discussão sobre a Formação do Pacto

A história da educação no Brasil evoluiu ao longo dos tempos, com marcos importante na história e fáceis de serem observadas. Desde o período colonial com a chegada dos portugueses que trouxeram o padrão de educação europeia, como também no período imperial aonde a educação brasileira não era de boa qualidade. Com a Proclamação da Republica tentou-se várias reformas para dar uma reviravolta. Atualmente muito tem se mexido no planejamento educacional, mas a educação continua a ter as mesmas características impostas em todos os países do mundo.  
Já no que se diz respeito a juventude, existe uma preocupação no processo de ensino aprendizagem, em que a mesma possa ser protagonista nesse processo e não meramente expectador. Nos impulsiona a refletir sobre o relacionamento entre jovens e professores.
30/05/2014 09:38
De: MIGUEL ANGELO SOUSA SILVA (transcomunicador04@hotmail.com)
IP: 187.41.100.55

Re: Temática em discussão sobre a Formação do PACTO

É necessário realizar uma análise fria da situação.
Fazendo abstração das teorias e conceitos de ensino-aprendizagem que nós professores supostamente "aprendemos" nas disciplinas universitárias específicas dos cursos de licenciatura, faz-se necessário, para aqui atingir a finalidade de transmitir os argumentos que sejam válidos para defender o que vou expor, apresentar a realidade do que vivenciamos em sala de aula. Como todos sabem e reconhecem, existe um abismo entre aquilo que teoricamente estudamos e a aplicação das teorias estudadas e sua vivência em sala de aula.
Para não tornar a abordagem extensa e enfadonha, tentarei ser objetivo, enumerando as colocações:
1 - Sobre as determinações que vem 'de cima': preocupação ZERO com o ensino-
aprendizagem por parte da Secretaria de Educação do nosso Estado; as técnicas em educação estão demasiadamente preocupadas com protocolos, diários de professor, faltas, e não há efetivamente nenhum empenho em realizar observações de como está a QUALIDADE  do ensino, que deve ser o foco principal;
2 - Sobre a burocracia e formalidade excessiva da estrutura das escolas: preocupação com PROVAS, SEMANAS DE PROVAS e FICHAS DE NOTA, protocolos e números que em última instância não são fatores pra avaliar verdadeiramente os estudantes; A estrutura
falida, burocratizante, obsoleta, ultrapassada da escola não se afina mais com os interesses e anseios dos jovens de hoje; A escola encontra-se 'morta', sem vida;
3 - Sobre a postura de muitos professores: muitos professores estão estagnados, presos ao passado e engessados - são, mesmo sem o saberem, 'inimigos dos avanços e do progresso'; temem a tecnologia e por não saberem, por não quererem (o que é muito pior!), afastam-se o quanto podem de se inteirar de métodos e técnicas novas de ensino com o pretexto inoperante de que 'dá muito trabalho' e que 'o que o salário que recebem não paga o trabalho que chamam de trabalho extra'... Certo é que os professores não podem se situar neste contexto como os 'profissionais que irão salvar o mundo' ou que são os responsáveis pela educação INTEGRAL dos nossos jovens, quando isso depende de outras instâncias como a família, por exemplo, mas podem eles UNIDOS realizar muito e enfim, mudar a realidade das escolas, tornando-as lugares aprazíveis, 'vivos', dinâmicos, e culturalmente amplos com várias possibilidades de manifestações de cultura, seja o teatro, a música, a dança, a ciência, etc, abrindo um leque de escolhas para cumprir sua finalidade que é EDUCAR para o mundo, para a vida, para o social com estímulo, com motivação...
Chamem-me do que quiserem: utópico, sonhador, fantasista... isso, não fará que meu pensamento mude em relação a isso... uma mudança radical nas escolas deve ser buscado, pensado, sentido... resistências devem ser vencidas, sejam por parte de professores (infelizmente, essas resistências existem!), seja por parte dos estudantes, que já vem de muito tempo 'se engasgando goela abaixo' com este modelo tradicionalíssimo de escola que não se enquadra mais com a realidade tecnológica que vivenciamos.
09/06/2014 07:53
De: Hallysson Ferreira Dias Monteiro
IP: 200.216.86.69

Investimento em educação

Atualmente no Brasil vemos uma grande distancia entre a teoria e a pratica principal mente com relação a investimento especificamente na educação publica. De acordo com orçamento brasileiro se investe cerca de 3% a 4% do orçamento federal em educação percebe-se ai o grande gargalo: professores mal remunerados, escolas sem estrutura minima de funcionamento, falta de profissionais, falta de qualificação e a concorrência desleal com o setor privado que alem de receber mensalidades ainda recebe benefícios do governo federal como incentivos fiscais e programas de financiamento.
     Vamos nos limitar as questões relacionadas ao professor. A baixa remuneração
desses profissionais faz com que haja um aumento de sua carga horária, deverá
trabalhar em vários locais para auferir um salário que possa sustentar suas necessidades básicas ao fazer isso a qualidade das aulas diminuem pelo cansaço, stress comprometendo o processo de ensino o e aprendizagem e comprometendo a ate mesmo a saúde dos trabalhadores em educação que são obrigados a se relacionar com grande numero de pessoas compartilhando suas alegrias e tristezas alem de levar para casa um grande volume de trabalho.
     Se o Estado adota uma politica efetiva de valorização da educação essa politica
deve vir acompanhada da valorização dos profissionais em educação essa valorização de fato e uma valorização econômica, melhores salários, que em seguida passará a uma valorização social. Um profissional admirado, uma profissão desejada.
05/06/2014 01:54
De: Carlos
IP: 187.41.150.33

Temática em discussão sobre a Formação do PACTO

É de grande relevância esse entendimento de que a educação precisa, como todas as coisas existentes,
entrar na grande linha da evolução, no sentido de poder acompanhar e se adaptar às exigências e a realidade do nosso público nos dias atuais. Nós professores somos, ou pelo menos deveríamos ser, os grandes mediadores dessa nova forma de educar,de preparar e inserir os nossos jovens nesse novo mundo bastante competitivo, explorando o grande potencial que estes tem para que as mudanças no convívio social possam se concretizar. O certo é que o tradicionalismo ainda persiste com todas as suas formalidades e burocracias e isso, de fato, entedia o jovem que tem sede de novas descobertas e conhecimentos, forçando-o a seguir as regras de um sistema que 'estagnou'.
Quando olhamos, refletimos no quão seria importante pensar em escolas com turmas menos 'superlotadas', no investimento em meios tecnológicos mais avançados em sala de aula, elaboração de
materiais didáticos ou apostilas direcionadas ao que é cobrado nos concursos e seleções vestibulares, maior valorização dos profissionais condizente a realidade do seu trabalho e esforço.Podemos acreditar que se nos conscientizarmos de que a educação precisa inovar, certamente a partir de pequenas mudanças em atitudes, pensamentos e métodos, poderemos então, começar a perceber que grandes transformações na nossa sociedade irão acontecer.
10/06/2014 18:58
De: Elaine
IP: 187.41.116.238

Tecnologias

   A educação brasileira tem avançado, mesmo devagar. E verdade que estamos longe do ideal, mas não podemos negar que houve esse progresso .A escola precisa de novos olhares e novas visões para esse processo. A medida que as tecnologias se superam a cada momento: os nossos jovens tem necessidade desse evolução também em suas escolas. Mas como fazer com que a velha estrutura tradicional que perdura a séculos acompanhe esse progresso? Esse e um grande desafio que enfrentamos!!
11/06/2014 22:50
De: Silvana
IP: 191.10.115.138

"O jogo de culpados"

Caros colegas, muito relevante essa discussão, creio que quando se pensa em mudança, em melhoria, é natural, buscarmos ou apontarmos um culpado pelo fracasso escolar. Gostaria de deixar aqui os meus sinceros agradecimentos pela contribuição, e gostaria de dizer que hoje precisamos, sonhando ou não, unir pontes em busca de alternativa para que possamos avançar, avançar no sentido de tentar levar os jovens do ensino médio a ter uma perspectiva de vida e se reconhecer como agente participativo. Ainda vejo, que podemos tentar algo que levem os nossos alunos a acreditar em seu potencial. A questão é:
"Não podemos esquecer que a instituição escolar e os atores que lhe dão vida- professores, alunos,gestores, funcionários, familiares, entre outros - são parte integrante da sociedade e expressam de alguma forma os problemas e desafios sociais mais amplos".
11/06/2014 09:31
De: EULINA
IP: 187.41.138.240

Temática em discurssão sobre a formação do PACTO

   
       Numa realidade dinâmica como a nossa, que se transforma na mesma velocidade com que se disseminam   informações  nos meios eletrônicos é  indispensável  que a escola tenha essa mesma velocidade , sabemos que não é esta a realidade. O apoio  que a escola recebe por parte dos governantes é muito capenga só de faixada e no papel, ela não  cresce assim, mas como desafiar nossos alunos em busca de uma formação humana integral? Seria necessário em primeiro lugar instigar esse aluno a descobrir o seu potencial, questionando sobre seu papel primordial na sua formação e para que  isso acontece o professor precisa promover atividades que  ajude nesta nessa descoberta e assim promovendo um  caminho para essa formação  e transformar o meio em que vive .
10/06/2014 22:37
De: Maria do Socorro Costa Oliveira
IP: 189.93.131.192

Temática em discussão sobre a formação do PCA

O grande desafio para o ensino médio é promover a qualidade do ensino, essa qualidade passa por uma formação continuada dos professores e a melhoria das condições de trabalhos nas escolas publicas brasileiras. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, o ensino médio é um direito social de cada pessoa, e dever do estado, na sua oferta obrigatória e gratuita para todos. O grande desafio é avançar na direção de garantir o ensino médio como direito igualitário de todos de forma gratuita e laica e com qualidade. Para que possamos desafiar nos jovens, precisamos sobretudo, mudar a dinâmica que hoje vivenciamos, temos um ensino médio voltado apenas para o vestibular, precisamos avançar para uma formação completa do ser humano.
11/06/2014 16:05
De: Valter Luiz (valter.teresina@hotmail.com)
IP: 187.41.125.46

Temática em discussão sobre a Formação do PACTO

Um dos grandes problemas do processo ensino-aprendizado passa pela forma como o poder público olha a educação. Podemos começar refletindo assim: 1) Os alunos, em geral, são vistos apenas como números. Os governos precisam melhorar esses números; para isso criam fórmulas para facilitar a aprovação ou promoção como costumam chamar. Dentro desse raciocínio, prioriza-se o número (quantidade) em detrimento da qualidade. Os números são tratados de forma quantitativas e não de forma qualitativa; 2) A educação é vista de forma romântica. Acreditam ou querem fazer acreditar que a educação pode passar por uma revolução a partir de pequenos encontros, reuniões, minicursos para professores, simpósios, congressos; sem, no entanto, promover uma valorização do magistério e criar uma infraestrutura no ambiente escolar; 3) A escola não está desconectada do mundo. Os problemas que envolvem a sociedade refletem diretamente dentro da escola. A escola não é a única instituição com a missão de formar o indivíduo; instituições como a igreja e família também fazem ou deviam fazer parte do processo; mas, ao que parece, a figura do professor ficou isolada nesse processo. Sendo assim, a melhoria do ambiente escolar passa por uma significativa melhoria dos outros ambientes em que o educando está inserido, afinal, o professor não é uma "fada-madrinha" com uma varinha de condão que transforma abóbora em carruagem, ratinhos em alazão e a gata borralheira numa linda princesa.
Resumindo: a educação tem que ser vista dentro do contexto social, fórmulas românticas só servem para maquiar a realidade, nunca teremos uma educação de qualidade com educadores a beira da mendicância, os governos têm que ter a educação como uma prioridade.
Enquanto isso, a copa começa amanhã. Pra frente Brasil. A educação fica para depois.
30/05/2014 22:07
De: simone lira
IP: 200.253.165.226

Re: Temática em discussão sobre a Formação do PACTO

os jovens tem potencial de executar grandes transformações na sociedade,para que isso ocorra devemos investir na educação como base para essas mudanças.Nós professores podemos contribuir com a juventude oferecendo oportunidades para que esses jovens veem no conhecimento a ferramenta adequada para qualquer processo de mudança.
um jovem consciente de seus direitos e deveres pode alcançar tudo que deseja.Nosso pais precisa desse FORÇA pra se tornar um pais realmente de primeiro mundo.
Para nós, professores, alcançarmos esse objetivo  temos que ter um sistema educacional voltado para a formação do ser humano como cidadão de fato,não de papel como esta expresso nas nossas leis.portanto podemos juntos,porque nós temos essa força, iniciar essas mudanças na educação brasileira começando por nossa grade curricular,nossas escolas,mas primeiramente a mudança tem que vir da postura do professor.Um professor consciente mobiliza sua turma,é um agente transformador que incentiva seu aluno e mostra para ele que somos sujeitos e desempenhamos papeis na sociedade que estamos inseridos.
Acredito na nossa juventude,na educação,no potencial de cada um e exerço meu trabalho com essa finalidade que os alunos percebam o poder que eles tem em suas mãos para conduzirem suas vidas e o pais em que vivem.
29/06/2014 18:19
De: Humberto FAS
IP: 187.41.104.128

Pacto

      Foram levantados vários pontos que, acreditamos, estão contribuindo para a não aprendizagem. Estamos tabelando esses dados? Quando vamos estabelecer ações para dirimi-los?
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