É um espaço virtual de estudo, pesquisa e ensino. Contextualizando a visão filosófica dos alunos da escola Ayrton Senna da Silva.

Tags: 2 ano filosofia senna
19/09/2010 22:07
De: MISIARA NEVES
IP: 200.217.110.52

A linguagem como atividade humana

     Considerando o homem um ser que fala e a palavra a senha de entrada no mundo humano, vamos
examinar mais profundamente o que vem a ser a linguagem especificamente humana.
    A linguagem é um sistema simbólico. O homem é o único animal capaz de criar símbolos, isto é,
signos arbitrários em relação ao objeto que representam e, por isso mesmo, convencionais, ou seja, dependentes de aceitação social. Tomemos, por exemplo, a palavra casa. Não há nada no som nem na forma escrita que nos remeta ao objeto por ela representado (cada casa que, concretamente, existe em nossas ruas). Designar esse objeto pela palavra casa, então, é um ato arbitrário. A partir do momento em que não há relação alguma entre o signo casa e o objeto por ele representado, necessitamos de uma convenção aceita pela sociedade, de que aquele signo representa aquele objeto.          
É só a partir dessa aceitação que poderemos nos comunicar, sabendo que, em todas as vezes que
usarmos a palavra casa, nosso interlocutor entenderá o que queremos dizer. A linguagem, portanto, é
um sistema de representações aceitas por um grupo social, que possibilita a comunicação entre os integrantes desse mesmo grupo.
    Entretanto, na medida em que esse laço entre representação e objeto representado é arbitrário, ele
é, necessariamente, uma construção da razão, isto é, uma invenção do sujeito para poder se aproximar
da realidade. A linguagem, portanto, é produto da razão e só pode existir onde há racionalidade.
    A linguagem é, assim, um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural, pois é ela
que nos permite transcender a nossa experiência. No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao aqui e agora, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas que só têm existência no nosso pensamento (por exemplo, ações, estados ou qualidades como tristeza, beleza, liberdade).
    O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que está longe de
nós.
    O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto idéia aquilo que já não está ao alcance
dos nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada; o som da voz do pai; o rosto de um amigo querido. O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas: criamos, através da linguagem, um mundo estável de idéias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o homem deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir o seu projeto de vida.
Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da razão que se chama cultura.
                                                         Filosofando, Maria Lúcia de Arruda Aranha
ATIVIDADE AVALIATIVA
Explique a seguinte frase de Gusdorf: "A linguagem fornece a senha de entrada no mundo humano".
NÃO ESQUEÇA SEU NOME COMPLETO E TURMA!
01/10/2010 17:04
De: vanessa bentes vieira 206
IP: 201.9.15.95

A linguagem como atividade humana

É que o ser humano e capaz de criar símbolos que designa um objeto e no momento em ouvimos falar no objeto nosso intelecto saberá o que queremos transmitir, e somos capazes da capacidade de tornar presente um objeto ou assunto que estão falando e simplesmente nós vem na memória de uma forma que não precisamos projetar o que foi projetado. E de uma forma simples que podemos pensar e passar conhecimentos e técnicas para pessoas da nossa cultura.
26/09/2010 10:48
De: Regiane Dionizio Lima "205"
IP: 200.164.252.211

"A linguagem fornece a senha de entrada no mundo humano".

"A linguagem fornece a senha de entrada no mundo humano".
Quando Gusdorf disse esta frese, ele se referia ao modo de como nos comunicamos, que para cada grupo social, usamos uma linguagem diferente, tornado assim único cada grupo. E para nos comunicarmos de um modo melhor com determinado grupo, devemos aprender a linguagem utilizada ou a “senha” de entrada.  
05/10/2010 11:34
De: Jayane Mendes
IP: 200.164.252.114

Explicação da linguagem

sabemos que apenas entre os humanos é capaz de se entender uma linguagem, assim para nos comunicarmos, e sabermos o que o outro pensa.entao que possamos  usufruir muito bem desses simbolos que temos...
26/09/2010 18:37
De: Professora Misiara
IP: 200.149.100.63

A linguagem como atividade humana

Considerando o homem um ser que fala e a palavra a senha de entrada no mundo humano, vamos examinar mais profundamente o que vem a ser a linguagem especificamente humana.
   A linguagem é um sistema simbólico. O homem é o único animal capaz de criar símbolos, isto é,
signos arbitrários em relação ao objeto que representam e, por isso mesmo, convencionais, ou seja, dependentes de aceitação social. Tomemos, por exemplo, a palavra casa. Não há nada no som nem na forma escrita que nos remeta ao objeto por ela representado (cada casa que, concretamente, existe em nossas ruas). Designar esse objeto pela palavra casa, então, é um ato arbitrário. A partir do momento em que não há relação alguma entre o signo casa e o objeto por ele representado, necessitamos de uma convenção aceita pela sociedade, de que aquele signo representa aquele objeto.          
É só a partir dessa aceitação que poderemos nos comunicar, sabendo que, em todas as vezes que
usarmos a palavra casa, nosso interlocutor entenderá o que queremos dizer. A linguagem, portanto, é
um sistema de representações aceitas por um grupo social, que possibilita a comunicação entre os integrantes desse mesmo grupo.
   Entretanto, na medida em que esse laço entre representação e objeto representado é arbitrário, ele
é, necessariamente, uma construção da razão, isto é, uma invenção do sujeito para poder se aproximar
da realidade. A linguagem, portanto, é produto da razão e só pode existir onde há racionalidade.
   A linguagem é, assim, um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural, pois é ela
que nos permite transcender a nossa experiência. No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao aqui e agora, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas que só têm existência no nosso pensamento (por exemplo, ações, estados ou qualidades como tristeza, beleza, liberdade).
   O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que está longe de
nós.
   O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto idéia aquilo que já não está ao alcance
dos nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada; o som da voz do pai; o rosto de um amigo querido. O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas: criamos, através da linguagem, um mundo estável de idéias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o homem deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir o seu projeto de vida.
Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da razão que se chama cultura.
                                                        Filosofando, Maria Lúcia de Arruda Aranha
ATIVIDADE AVALIATIVA
Explique a seguinte frase de Gusdorf: "A linguagem fornece a senha de entrada no mundo humano".
NÃO ESQUEÇA SEU NOME COMPLETO E TURMA!
05/10/2010 16:31
De: MISIARA SANTOS
IP: 187.90.143.218

A linguagem como atividade humana

Considerando o homem um ser que fala e a palavra a senha de entrada no mundo humano, vamos examinar mais profundamente o que vem a ser a linguagem especificamente humana.
   A linguagem é um sistema simbólico. O homem é o único animal capaz de criar símbolos, isto é,
signos arbitrários em relação ao objeto que representam e, por isso mesmo, convencionais, ou seja, dependentes de aceitação social. Tomemos, por exemplo, a palavra casa. Não há nada no som nem na forma escrita que nos remeta ao objeto por ela representado (cada casa que, concretamente, existe em nossas ruas). Designar esse objeto pela palavra casa, então, é um ato arbitrário. A partir do momento em que não há relação alguma entre o signo casa e o objeto por ele representado, necessitamos de uma convenção aceita pela sociedade, de que aquele signo representa aquele objeto.          
É só a partir dessa aceitação que poderemos nos comunicar, sabendo que, em todas as vezes que
usarmos a palavra casa, nosso interlocutor entenderá o que queremos dizer. A linguagem, portanto, é
um sistema de representações aceitas por um grupo social, que possibilita a comunicação entre os integrantes desse mesmo grupo.
   Entretanto, na medida em que esse laço entre representação e objeto representado é arbitrário, ele
é, necessariamente, uma construção da razão, isto é, uma invenção do sujeito para poder se aproximar
da realidade. A linguagem, portanto, é produto da razão e só pode existir onde há racionalidade.
   A linguagem é, assim, um dos principais instrumentos na formação do mundo cultural, pois é ela
que nos permite transcender a nossa experiência. No momento em que damos nome a qualquer objeto da natureza, nós o individualizamos, o diferenciamos do resto que o cerca; ele passa a existir para a nossa consciência. Com esse simples ato de nomear, distanciamo-nos da inteligência concreta animal, limitada ao aqui e agora, e entramos no mundo do simbólico. O nome é símbolo dos objetos que existem no mundo natural e das entidades abstratas que só têm existência no nosso pensamento (por exemplo, ações, estados ou qualidades como tristeza, beleza, liberdade).
   O nome tem a capacidade de tornar presente para a nossa consciência o objeto que está longe de
nós.
   O nome, ou a palavra, retém na nossa memória, enquanto idéia aquilo que já não está ao alcance
dos nossos sentidos: o cheiro do mar, o perfume do jasmim numa noite de verão, o toque da mão da pessoa amada; o som da voz do pai; o rosto de um amigo querido. O simples pronunciar de uma palavra representa, isto é, torna presente à nossa consciência o objeto a que ela se refere. Não precisamos mais da existência física das coisas: criamos, através da linguagem, um mundo estável de idéias que nos permite lembrar o que já foi e projetar o que será. Assim é instaurada a temporalidade no existir humano. Pela linguagem, o homem deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir o seu projeto de vida.
Por transcender a situação concreta, o fluir contínuo da vida, o mundo criado pela linguagem se apresenta mais estável e sofre mudanças mais lentas do que o mundo natural. Pelas palavras, podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa ou sociedade. Podemos passar adiante esta construção da razão que se chama cultura.
                                                        Filosofando, Maria Lúcia de Arruda Aranha
ATIVIDADE AVALIATIVA
Explique a seguinte frase de Gusdorf: "A linguagem fornece a senha de entrada no mundo humano".
NÃO ESQUEÇA SEU NOME COMPLETO E TURMA!
06/10/2010 07:08
De: Tassia
IP: 200.164.253.19

Explicação da atividae

QUER DIZER QUE QUANDO INTERAGIMOS ATRAVÉS DE PALAVRAS, OU SEJA, A LINGUAGEM. ESTÁ ENTRANDO NO MUNDO EM QUE OS HUMANOS VIVEM. ESSE MUNDO É CONSTITUIDO DE LINGUAGEM, SÍMBOLOS QUE PARA OS HUMANOS É O MODO DE REPRESENTAR ALGO OU OBJETO CONSTRUIDO A CULTURA. ENTÃO POR ISSO A LINGUAGEM SIMBOLIZA E FORNECE A SENHA PARA O MUNDO HUMANO.
TÁSSIA PESSOA NERY
TURMA: 207
30/09/2010 15:40
De: Yasmin Vasconcelos 207
IP: 189.99.167.36

A linguagem fornece a senha de entrada no mundo humano.

A linguagem é um dos mais importante instrumento humano. Possibilita a comunicação e a formação do mundo cultural.
Pela linguagem o homen deixa de reagir somente ao presente, ao imediato; passa a poder pensar o passado e o futuro e, com isso, a construir o seu projeto de vida. Pela palavra podemos transmitir o conhecimento acumulado por uma pessoa. Podemos expressar pelas palavras tudo que sentimos, podemos passar informação, cantar, gritar e muitas outras coisas, que sem ela nao poderia acontecer.
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