Data: 07/03/2006 17:32:35
De: Vandmary Smarjassi
IP: 200.168.51.250-
Assunto: É verão não vejo, Não ousso os sinos a tocar
De: Vandmary Smarjassi
IP: 200.168.51.250-
Assunto: É verão não vejo, Não ousso os sinos a tocar
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Sou Pedagoga da Educação social e Especial tenho pós-graduação na Psicopedagogia,quero falar um pouco do deficiente auditivo e outro, no nosso cotidiano assistencial encontramos muitos desinteresse nós problemas á desatenção com os portadores de surdez, o resultado de uma pesquisa revela esta difuldades que apresenta e como se comportam frente a estas dificuldades.Por outro lado,o deficiente auditivo poderá ficar limitado ao uso de gestos isolados e próprios, entendidos exclusivamente no âmbito familiar, caso não tenha acesso a ensino especial.
Tenho grande desejo que todos nós sejam alertados a profundar mais os trabalhos sobre o D.A, em estabelecer uma comunicação satisfatória com pessoas que não convive habitualmente. Mesmo assim, ele tenta se comunicar de todas as formas possiveis ao seu alcance. faz gestos, desenhos. John Kennedy. Diz "Posso admitir que o deficiente seja vítima do destino! Porém não posso admitir que seja vítima da indiferença!" Vou deixar uma mensagem. É verão e ele não pode ver, os sinos balam uma canção ela não pode ouvir. Infelizmente, o deficiente visual não pode se extasiar diante desta grande beleza da nossa natureza proporciona. Entretanto, o deficiente visual vê muitas outras coisas tão mais importante que aquelas que a visão oferece: o estimulo, abondade, a oportunidade, carinho e o calor humano. O deficiente auditivo experimenta as mesmas sensações de um ouvinte. |



