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19/04/2004 22:45
De: Fatima Guerra
IP: 200.163.24.76-

Vida e Educação

Meus caros,
Vai aqui uma síntese da filosofia com que temos trabalhado.
Fiquei super feliz em descobrir esta sintonia porque admiro muito o autor. Um dos idealizadores da UnB e da sua Faculdade de Educação.
A Lady Lina Traldi, sua primeira diretora, me relatou a ida ao Rio de Janeiro e a conversa que teve com ele sobre o Projeto do que em breve seria a nossa Faculdade de Educação, assim como me mostrou um exemplar da primeira revista oficial da Faculdade de Educação, que esqueço o nome mas me lembro da capa azul claro e as letras brancas.
A propósito, a Lady Lina foi anistiada e esteve sendo professora nossa do Departamento de Métodos e Técnicas até se aposentar. Hoje ela  mora em São Paulo e nos escreve por ocasião de Páscoa e Natal.
Quem se interessar por escrever a história da FE/UnB tem essa memória viva que é a Lady. Ela também fez a doação de sua biblioteca particular para a Faculdade, mas esta acabou diluida entre os livros da Biblioteca Central da UnB.
Abraços,
Professora Fatima Guerra
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A única finalidade da vida
é mais vida.
Se me perguntarem o que é essa vida,
eu lhes direi que é mais liberdade
e mais felicidade.
São vagos os termos. Mas, nem por isso
eles deixam de ter sentido para cada um de nós.
À medida que formos mais livres,
que abrangermos
em nosso coração e em nossa inteligência
mais coisas,
que ganharmos
critérios mais finos de compreensão,
nessa medida nos sentiremos maiores e mais felizes.
A finalidade da educação
se confunde
com a finalidade da vida.
ANÍSIO TEIXEIRA, 1934
04/10/2003 17:45
De: Tammy Moraes da Silva
IP: 200.101.31.239-

Quanto mais informação melhor


               Vamos Refletir
Nesta noite tive um sonho que me levou a pensar sobre a nossa profissão. Um sonho onde eu e meu marido participávamos de uma campanha para a escola pública de arrecadação e distribuição de alimentos. Estávamos com umas bolsas cheias de cereais que íamos entregar nas escolas; havia várias pessoas ajudando nesta campanha. Senti, logo que acordei, o quanto eu amo nossa profissão, eu amo ser professora, e quanto eu tenho para investir, para me doar, para o bem da educação. Fiquei emocionada em refletir no quanto podemos fazer dentro de nossas escolas, mais especificamente nas bibliotecas, brinquedotecas, secretarias, salas de aula e até nos pátios da escola.
Acredito que os cereais que tínhamos nas bolsas para distribuir nas escolas, para mim significam que estou equipada e sinto assim todos os meus colegas de trabalho. Todos estamos equipados para esta grande tarefa de educar, mesmo sem os recursos didáticos necessários.
Nesse sonho o que me animou foi o fato de existir várias pessoas ajudando na distribuição dos alimentos. E estou animada para conclamar a todos nesse ano de 2003 a discutirmos nossa prática pedagógica.
O sindicato que temos está cheio de pessoas novas, com disposição e abertos à discussão e ao pensamento renovador. Precisamos estar participantes nas assembléias e nas reuniões em prol da saúde do trabalhador.
A riqueza maior que possuímos está na união das nossas forças, e de nosso pensamento. Neste ano de 2003 quero pensar que às 1000 horas de aula que temos para dar, sejam gastas em conscientização política: do que estamos fazendo, que tipo de cidadão estamos formando e que tipo de educação queremos para o futuro do DF e de nossos filhos.
Quero levantar a discussão sobre as 1000 horas de aula anuais, as coordenações, a qualificação do professor (o curso professor em início de escolarização), a prevenção funcional, a readaptação e o ambiente de trabalho.
As professoras de ensino fundamental e educação infantil são uma força de trabalho poderosa e a importância desse poder nos imputa uma responsabilidade de fazermos a diferença. Conto com vocês nas próximas assembléias e reuniões do nosso sindicato.
Professora Tammy Moraes da Silva-atividades – Taguatinga
Agora mais uma vez tento me achegar até vocês professores e espero que possam refletir sobre o texto original, com a data correta e a idéia completa e comparar com o que foi publicado no quadro negro, edição de agosto pelo SINPRO DF.Este texto foi escrito no momento em que eu estava trabalhando com a capacidade laborativa limitada, há apenas dois meses e me encontrava muito deslocada na escola por não estar em sala de aula.
Realmente eu tive este sonho no dia seis de março de 2003, data que enviei pela Internet este texto para o sindicato e não foi publicado. Foi um sonho bom, visto que naquele momento eu me despertei e me consolei um pouco mais por estar nessa situação. Escrevi o texto no intuito de animar outras pessoas que estão na mesma situação que eu e muitas vezes ficam sofrendo sozinhas em casa ou na escola. Quis despertar principalmente as professoras de ensino fundamental, que são, ao meu ver, as que mais se esforçam devido às exigências maiores com os trabalhos manuais em confecção de material didático e possivelmente também as que mais adoecem caladas.
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