Data: 15/07/2007 10:24:39
De: Eduardo
IP: 201.19.20.211
Assunto: Evidencias do Santo graal no Novo Testamento da Bílbia!
De: Eduardo
IP: 201.19.20.211
Assunto: Evidencias do Santo graal no Novo Testamento da Bílbia!
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Um dos menores livros da Bíblia, a Segunda Epístola do Apóstolo João pode fazer referência à Maria Madalena e a seus filhos.
Analisemos: v 1 – O ANCIÃO à senhora eleita, e a seus filhos, aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os que têm conhecido a verdade, Ora, quem seria esta senhora? E por que o apóstolo João a chama de “a eleita”? Estaria ele se referindo a Maria Madalena que supostamente teria sido esposa de Jesus e mãe de seus filhos? Ainda neste versículo podemos analisar outro fato que pode contribuir com a hipótese desta mulher ser Maria Madalena: o amor que João e outras pessoas “conhecedoras da verdade” demonstram ter pela senhora eleita e seus filhos. Seriam estas pessoas conhecedoras da verdade, por acaso, os outros discípulos de Jesus? Outro fato a se considerar: a mulher eleita vive apenas em companhia de seus filhos. Se na casa residisse um eventual marido ou outro parente, certamente também teria recebido uma saudação cordial por parte de João, o que não ocorre. Se tal hipótese for verdadeira, então Maria Madalena certamente teve vários filhos e provavelmente todos seriam filhos de Jesus Agora, analisemos outros trechos da carta: V 4- Muito me alegro por achar que alguns de teus filhos andam na verdade, assim como temos recebido o mandamento do Pai. V 7- Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Esse tal é o enganador e o anticristo. V 9- Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao filho. V 10- Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. V 11- Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras. V 12- Tendo muito que escrever-vos, não quis fazê-lo com papel e tinta; mas espero ir ter convosco e falar de boca a boca, para que o nosso gozo seja cumprido. 10 Jun Estudando o versículo 4, podemos deduzir que João conhecia os filhos da senhora eleita, porém, há muito tempo não os via. Afinal, ele apenas supôs que os filhos desta senhora “andavam na verdade”, mas não tinha certeza disto. Quanto aos outros versículos, fica notória a preocupação que o apóstolo manifesta em relação à senhora eleita e a seus filhos, instruindo-os a manterem-se longe dos enganadores. Essa preocupação faria todo o sentido se algo importante para ambos estivesse em perigo. Talvez um segredo que não podia ser mencionado por carta, sob risco de ser descoberto. Vejamos agora o último versículo da epístola: V 13- Saúdam-te os filhos da tua irmã, a eleita. Amém. Ora, sabemos que Maria Madalena tinha uma irmã: Marta. E, seguindo a hipótese de que Maria Madalena fugiu a fim de ocultar e proteger a prole de Jesus, é presumível que também tenha perdido o contato com sua irmã, que teria permanecido na Galiléia. Evidencias nas epístolas de Paulo: Um dos fatos que mais reforça a hipótese de que Jesus tenha tido filhos, curiosamente não está relacionado diretamente à sua família. Os versículos 6 a 10 do capítulo 13 do livro de Atos dos Apóstolos apresentam uma contundente hipótese: 6 E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam um certo judeu mágico, falso profeta, chamado Barjesus, 7 O qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem prudente. Este, chamando a si Barnabé e Saulo, procurava muito ouvir a palavra de Deus. 8 Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul. 9 Todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele, 10 Disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor? Atenção nesses pontos: o cego Bartimeu era filho de Timeu; Simão Barjonas era filho de Jonas; e Barnabé signica “filho da consolação”. Ora, veja que a adição de “Bar” antes de um nome, significa “filho”, correto? Daí é fácil deduzir que Barjesus significa “filho de Jesus”. Provavelmente esse Elimas Barjesus realmente não era filho de Jesus, sendo duramente repreendido por Paulo por estar proferindo tal testemunho. Mas algo nos chama atenção: se Jesus tivesse sido celibatário e não tivesse deixado descendentes, por que um homem iria se declarar filho do Cristo, sob risco de sofrer duras represálias por tal heresia? Temos então uma forte hipótese: para ter havido um homem que se dizia filho de Jesus, provavelmente foi porque sabia que tal filho (ou filhos) existia. O livro de Atos dos Apóstolos reforça a idéia de que Maria Madalena tenha fugido da Galiléia após a crucifixão de Jesus. É o que sugerem os versículos 13 e 14 do capítulo de abertura, que narram os fatos que teriam ocorrido logo após Jesus ter supostamente ressuscitado e subido ao céu: 13 E, entrando, subiram ao cenáculo, onde habitavam Pedro e Tiago, João e André, Filipe e Tomé, Bartolomeu e Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelote, e Judas, irmão de Tiago. 14 Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos. Como podemos perceber, todas as pessoas citadas estavam presentes na crucifixão de Jesus, mas uma figura muito importante encontra-se ausente: Maria Madalena. É um fato no mínimo estranho: justamente a primeira pessoa a ver Jesus supostamente ressuscitado não estar presente entre aqueles que viram Jesus subir ao céu. O apóstolo Paulo também pode ter mencionado Maria Madalena em sua Epístola aos Romanos. No final da carta (Cap. 16: 1-16), o pregador cordialmente envia saudações à várias pessoas bem-quistas por ele. Entre essas saudações, encontramos uma em especial, conforme está escrito em Romanos 16: 6 1 RECOMENDO-VOS, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencréia, 2 Para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo. 3 Saudai a Priscila e a Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus, 4 Os quais pela minha vida expuseram as suas cabeças; o que não só eu lhes agradeço, mas também todas as igrejas dos gentios. 5 Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acaia em Cristo. 6 Saudai a Maria, que trabalhou muito por nós. 7 Saudai a Andrônico e a Júnias, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo. 8 Saudai a Amplias, meu amado no SENHOR. 9 Saudai a Urbano, nosso cooperador em Cristo, e a Estáquis, meu amado. 10 Saudai a Apeles, aprovado em Cristo. Saudai aos da família de Aristóbulo. 11 Saudai a Herodião, meu parente. Saudai aos da família de Narciso, os que estão no SENHOR. 12 Saudai a Trifena e a Trifosa, as quais trabalham no Senhor. Saudai à amada Pérside, a qual muito trabalhou no SENHOR. 13 Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha. 14 Saudai a Asíncrito, a Flegonte, a Hermes, a Pátrobas, a Hermas, e aos irmãos que estão com eles. 15 Saudai a Filólogo e a Júlia, a Nereu e a sua irmã, e a Olimpas, e a todos os santos que com eles estão. 16 Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam. excluir Claro que, por Maria ser um nome muito comum, não se pode afirmar com certeza que esta mulher seja Maria Madalena. Porém, um fato especial chama a nossa atenção: dentre todas as quase quarenta pessoas que receberam uma saudação cordial da parte de Paulo, Maria é a única que não possui um nome de origem greco-romana. Tal detalhe pode sugerir uma origem estrangeira: a judaica. Se essa mulher era hipoteticamente a esposa de Jesus, agora sabemos que ela viveu um bom tempo em Roma. Evidencias no apocalipse: Evidencias no apocalipse: Talvez o mais enigmático dos livros da Bíblia possa confirmar o que foi suposto no texto anterior. O trecho em questão é o capítulo 12 do livro de Apocalipse que narra a passagem ‘A Mulher e o Dragão’: V 1- E VIU-SE um grande sinal no céu: uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre sua cabeça. É notória a intenção do apóstolo João ao retratar esta mulher: tão ricamente adornada que não poderia haver na Terra outra mulher que lhe fizesse páreo. O porquê de tanto esplendor? Provavelmente para retratar uma rainha; a esposa de um rei muito poderoso. Tal hipótese é reforçada por a mulher possuir uma coroa sobre a cabeça. E por que doze pontas? Porque doze eram as tribos de Israel. Se Jesus era o rei dos Judeus, é natural que sua esposa fosse considerada a rainha. Passemos adiante: V 2- E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz. V 3- E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas. V 4- E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho. V 5- E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono. Bem, se esta rainha de à luz a um filho homem, então deduzimos que este seria o príncipe; como um reinado é repassado tradicionalmente ao primogênito, chegamos a um fato: Jesus e Maria teriam tido pelo menos um filho homem. Quanto ao dragão, podemos afirmar com certeza que o mesmo não desejava a morte do garoto. Do contrário, não teria permanecido parado em frente à mulher esperando que ela desse a luz ao varão. Se o dragão queria o garoto morto, teria sido muito mais sensato matá-lo juntamente com a sua mãe. Fica clara a intenção do dragão: tragar o garoto, ou seja, corrompê-lo para realizar algum propósito seu. O varão que nasceu, no entanto, toma seu trono sob a tutela de Deus. Logo, deduz-se que ele manteve-se fiel à doutrina cristã e não cedeu às artimanhas do dragão. Agora, vamos atentar ao próximo versículo: V 6- E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias. Se esta mulher é, de fato, Maria Madalena, então está comprovado que ela fugiu da Galiléia a fim de ocultar-se e a seus filhos. Como o destino da fuga foi o deserto, é provável que ela tenha permanecido em algum lugar entre Israel e o Egito. Outro ponto importante: se existia um lugar já preparado para esta mulher, fica claro que tudo fora planejado por mais de uma pessoa. Maria Madalena não teria fugido espontânea e imprudentemente. Analisemos então os próximos seis versos que fornecem dados intrigantes: V 7- E houve batalha no céu: Miguel e seus anjos batalhavam contra o Dragão, e batalhava o dragão e seus anjos; V 8- Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. V 9- E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. V 10- E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora chegada está a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo: porque já o acusador de nossos irmãos é derribado, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite. V 11- E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte. V 12- Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que nele habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o Diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo. Que teria sido esta batalha travada no céu? Ou melhor, porque houve discórdia entre dois grupos distintos que deveriam estar unidos? A explicação é bem fácil: o céu na verdade seria o reino proposto por Jesus Cristo. O primeiro grupo, liderado por Miguel, representa o ideal proposto por João e outros discípulos para se chegar a este reino. E o outro grupo, liderado pelo dragão, representa um segundo grupo com um ideal diferente para se chegar ao mesmo reino. Agora, por que motivo o grupo de Miguel venceu a batalha? Pelo simples fato do Apocalipse ter sido escrito por João. Se o mesmo fato texto tivesse sido escrito por algum representante do grupo divergente, o vencedor teria sido o grupo do dragão que, aliás, não teria sido retratado como um monstro. Logo, deduz-se que após a morte de Jesus, houve divisão entre os seus seguidores. Esta teoria pode ser facilmente confirmada os versos 18 e 19 do capítulo 2 da Primeira Epístola de São João. V 18- Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo também agora muitos se tem feito anticristos; por onde conhecemos que já é a última hora. v-18- Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós. Agora, comparemos os versos 7 a 12 com o verso 7 da segunda epístola de João. V 7- Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Esse tal é o enganador e o anticristo. Percebe como os fatos se interligam? Certamente, o dragão e seus anjos foram derrubados do céu porque se desviaram do conceito original fundamental do cristianismo: não aceitaram a idéia de que Jesus Cristo veio em carne. Os próximos versos reforçam o que foi proposto neste estudo: V 13- E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz ao varão. V 14- E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente. V 15- E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar. Ora, agora é incontestável o que foi proposto na análise da Segunda Epístola de João: o grupo divergente (do dragão) saiu em busca de Maria Madalena. Sabendo deste ocorrido, João, que durante este período não devia estar mantendo contato com Maria a fim de garantir sua segurança e de sua família, enviou-lhe uma carta instruindo-lhe a não receber quem quer que fosse procurá-la, pois esse não faria parte da doutrina seguida pelo grupo de João. Por que motivo Maria era tão importante? Ora, convencendo aquela que fora esposa de Jesus e o conhecera intimamente a seguir sua nova idealização do cristianismo, o grupo conseguiria um grande trunfo contra o grupo de João. Será que o dragão obteve êxito? Não, segundo João. É o que nos mostra os dois últimos versos da narrativa: V 16- E a terra ajudou a mulher; e a Terra abriu a sua boca, e tragou o que rio que o dragão lançara de sua boca. V 17- E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. Obviamente o grupo de João conseguiu interceptar o grupo do dragão e neutralizar a sua ação, alertando à Maria Madalena. Como o grupo divergente falhara nesta missão, não teve outra saída a não ser adotar outra postura: fazer guerra ao grupo de João. Teve início assim, uma desenfreada corrida religiosa: dois grupos cristãos passaram a enviar missionários para todas as direções a fim de conseguir o maior número possível de adeptos. O cristianismo não mais ficaria restrito ao povo judeu. No final, venceria o grupo que conseguisse arrebatar o maior número de convertidos e isolar o grupo adversário. |



