Mural da Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo - SAESP

Tags: mural
08/06/2008 20:20
De: Eliane Soares
IP: 189.46.234.149

Re: Re: IRMÃ DE UM ESQUISOFRENICO

Olá também sou irmã de um esquisofrenico,há +ou- 1 ano e meio,meu irmão teve umas crises,uma coisa horrível que minha família nunca tinha visto,então passei ele com um neurologista e ele pediu sua internação em um hospital psiquiátrico,pois meu irmão sem saber o que fazia degolou sua cachorrinha de estimação,depois disso ficou internado por 10 dias,aí ja melhor saiu do hospital e ficou tomando a medicação em casa,após alguns meses ja se sentindo melhor achou que estava curado e parou de tomar os remédios,agora há uns 4 dias voltou a ter crises novamente,pois uma pessoa com este tipo de problema já mais deve parar com as medicações,o médico dele disse que provavelmente ele tera que tomar os remédios para o resto da vida.Imagino a situação pela qual esta passando pois é muito difícil para  quem tem um esquisofrenico na família.Nós também ja enfrentamos essa barra,não desejo isso a nínguem,que Deus abençoe vocês e que lhes dê a força necessária para vencerem essa batalha.
14/01/2007 13:14
De: mara
IP: 201.79.195.4

Re: Minha irmã

           
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      A SOBREVIVÊNCIA
Como  qualquer  mãe,  quando  Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo  o  possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com  três anos de idade, a se preparar  para a chegada.
Os  exames  mostraram  que era uma menina, e  todos os dias Michael cantava perto da  barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez  se  desenvolveu   normalmente.  No  tempo  certo,  vieram  as contrações.  Primeiro,  a cada cinco minutos; depois  a cada três; então, a cada  minuto  uma  contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho  de  parto  de  Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável  de  uma  cesariana.  Até  que,  enfim,   depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu.
Só  que  ela  estava  muito mal. Com a sirene no último volume,  ambulância levou  a recém-nascida para  a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram.  A  menininha  piorava.  O médico disse aos  pais: - "Preparem-se para o pior. Há poucas  esperanças".
Karen  e   seu  marido  começaram,  então,  os preparativos para o funeral. Alguns  dias atrás estavam  arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros.
Enquanto  isso, Michael, todos  os dias, pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar pra ela" - ele dizia.
A  segunda  semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê  não sobrevivesse até  o final  dela. Michael continuava insistindo com seus pais  para que o deixassem  cantar  para sua irmã,  mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto,  Karen  decidiu.  
Ela  levaria Michael ao  hospital de qualquer jeito. Ele
ainda  não  tinha  visto  a  irmã e, se não fosse hoje, talvez  não a visse viva.  Ela  vestiu  Michael  com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital.
A   enfermeira  não  permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas  Karen insistiu:
"Ele não irá embora até que veja  a sua irmãzinha!".
Ela  levou  Michael  até  a incubadora. Ele olhou para aquela  trouxinha de gente  que  perdia a batalha pela  vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz  pequenininha:
"Você  é o meu sol, o meu único sol.  Você me deixa feliz mesmo
quando o céu está  escuro..."
Nesse momento,  o  bebê  pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar  cantando.
"Você não sabe, querida, quanto eu te  amo. Por favor,
não leve o meu sol embora..."
Enquanto   Michael  cantava,  a  respiração difícil do bebê
foi se tornando suave.
"Continue, querido!", pediu Karen, emocionada.
"Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em  meus braços..."
O  bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco,  Michael."
A  enfermeira começou a chorar.
"Você  é o meu sol, o  meu único sol. Você me deixa
feliz mesmo quando o céu está escuro... Por favor,
não leve o meu sol embora..."
No dia seguinte, a irmã de  Michael já tinha se recuperado
e em poucos dias foi para casa.
O  Woman's Day Magazine chamou essa história de
"O milagre da canção de um irmão".
Os médicos chamaram simplesmente de  "milagre".
Karen chamou de "milagre do amor de  Deus



22/04/2008 22:15
De: Sandra (sandra_kunze@yahoo.com.br)
IP: 201.2.130.170

Re: Re: Re: Re: Mal de alzhaimer

Olá minha amiga! deixei uma mensagem hoje no Mural.
Também sou cuidaora e acho um trabalho muito lindo, Tenha fé em seu coração.
Eles não sabem o que fazem.
Já cuidei de paciente com Mal de Alzheimer e esclerose agressiva, já apanhei, quebrei meu braço, mas nunca desisti.  Pois acho que esta missão é muito nobre, pois apreendemos muito com eles.
Coloque músicas que ela gosta, arrume seu cabelo, dançe muito com ela, caminhe, faça exercícios de equilibrio, faça ela caminhar com as mãos para cima, mas cuidado,fique perto para ela não cair e se machucar.
Não tenhas medo, deixe ela quieta e depois volte e chame ela pelo nome ou como vó )O) que tudo passa. Mostre fotos dela e pergunte quem são os que aparecem, faça joguinhos com ela, cante com ela, outra opção para mulheres, no nosso grupo estamosusando a boneca quee fala.
Me dá um Beijo! Quero colo! Te adoro! Isto é muito importante para elas, dê alguma coisa para ela fazer dentro de casa, tirar a poeira,lavar um paninho,faça ela se sentir útil.
Mais informçoes....
bjusss e boa sorte.
20/10/2009 17:22
De: ariane dos santos
IP: 187.59.49.126

Re: IRMÃ DE UM ESQUISOFRENICO

boa tarde!!!
então estou me formando na area da educação ,e tenho um trabalho para fazer, um plano de aula elaborado para uma pessoas esquisofrenica, e gostarias de saber como a professora dele trabalha ou trabalhou com ele,que tipo de tratamento ,comunicação,jeito se deve ter com as pessoas que sofrem dessa doenças?
muito obrigada..
01/07/2008 23:36
De: Cleusa da Silva (salim_telles@hotmail.com)
IP: 200.96.143.53

Re: Re: Re: Mal de alzhaimer

Meu marido vem a dois anos com disturbios de comportamento, esquescimento, irrtitação, não querendo mas pescar pois era o que ele mas adorava, etc...,esta semana ele teve consultando com neuro.Depois de fazer alguns exames a conclusão médica foi que estes sintomas que ele esta tendo são da idade, não que ele esteja ficando velho ja que ele tem 60 anos e seis meses, entao, o doutor passou o seguinte medicação:cloridrato de memantina um ao dia apos o almoço.lendo a bula do remédio la diz que é para demencia.O médico garantiu que em tres meses ele recupera a memoria perdida.Será que por estar no começo á esta chance?Não pude entrar em detalhe com o médico ja que meu marido estava presente.Espero resposta.Obrigada!
02/08/2008 18:41
De: LUIZA (luiza.aspp@gmail.com)
IP: 201.95.156.201

Curso técnico de enfermagem

Trabalhei por 14 anos em clínica médica, tenho conhecimento administrativo mas gostaria de fazer o curso de técnico de enfermagem. Infelizmente atualmente estou desempregada e não posso pagar.
Alguém conhece alguma escola da prefeitura ou do estado na zona leste (Penha, Tatuapé,etc) em que eu possa estudar ? Moro no Cangaiba . Gosto muito de ajudar as pessoas e sei que iria me realizar nesta área. Por favor, se souberem, meu email é luiza.aspp@gmail.com Obrigado
14/06/2006 20:02
De: Maria de Lourdes (mdelourdes01@yahoo.com.br)
IP: 201.35.185.47

Re: Alzhaimer

O meu pai tem diagnosticado o alzhaimer, porém ele fica muitos dias sem alterações,  apenas com alguns esquecimentos, nada muito significativo para uma pessoas de 81 anos, Fisicamente ele é muito forte. O dificil é que sem menos esperar, de repente ele fica bravo, não dorme, cria implicâncias com as pessoas proximas,  fala que o  meu irmão lhe roubou várias  coisas, ou que minha mãe briga com ele, resolve que vai se mudar para a chácara e morar sozinho. O médico nos disse que é assim mesmo e que a medicação é essa que ele toma, tem que ter paciencia e não ficar doente junto com ele.  Porem é muito difícil, principalmente para minha mãe que também já tem 70 anos. Me conta a tua experiência, vamos se é possivel amenizar essa situação que é muito dificil. Um abraço
15/11/2006 02:03
De: Raquel
IP: 201.81.67.193

Re: Re: Convução

Boa noite!!
Não sei se ajuda o que vou dizer, meu sobrinho teve problema de convução ele tinha menos de 01 ano de idade, minha irmã na primeira crise ficou desesperada e correu para o medico sem saber o que era qdo foi constado um coagolo no cerebro e depois da primeira veio a segunda e assim por diante, sempre seguidas de febre e todas as vezes meu sobrinho era levado para medico e gente! era de partir o coração ver o meu sobrinho com agulhas, era tão pequeno... Foi qdo minha irmã passou por uma médica que falou para minha irmã, toda vez que ele ficar quentinho, tente controlar a febre com paninho frio na cabeça, não podia deixar a temperatura subir. Hoje graças a Deus ele tem 11 anos e é um garoto maravilhoso. Vi que a preocupação de vocês são com os remédios, ele teve que tomar por 05 anos, Gardenal, Depaquene... só desse jeito que ele melhorou.
Bom!! Achei legal contar para vocês, que Deus ilumine a cada um de vocês
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