Se não fosse a vida e as primaveras o que seria de mim, complexamente simples, absurdamente complexa ?

Tags: poesia
18/07/2006 19:40
De: Cristiano
IP: 201.21.142.206

Parabéns!!

Oi claudia...
Estou te escrevedo so para te dar Parabens. Estava procurando por teoria do Caos e por coincidencia achei teu site... Não sou muito de poesias mas gostei das tuas principalmente da intitulada "Caos"...
Parabens novamente..
Abrax
08/02/2015 16:44
De: Cláudia Marczak (claudiamarczak@gmail.com)
IP: 187.21.216.108

Elogios

Suelen,
Apesar de atrasado, muti obrigada pelas suas palavras! :)
Um grande abraço
Cláudia Marczak
16/04/2010 13:38
De: Jayme Periard
IP: 189.4.229.152

Contato

Cara Claudia,
meu nome é Jayme Periard.
Sou ator e diretor há muitos anos,
e estou dirigindo um espetáculo de poemas e textos livres
sobre o amor através do olhar feminino atuale atuante.
Chama-se "Pedaços de Mim".
Gostaria muito de poder conversar com vc.
Tenho trabalho um poema seu que adoramos,
e é perfeito pra nossa encenação: Quero um homem...
Vou lhe deixar meus contatos:
(21) 9999-1287
ID. 24*65305
yanperi@hotmail.com
Desde já agradeço sua atenção.
Um abraço,
Jayme Periard.
15/06/2005 22:22
De: favelado
IP: 212.113.164.97-213.22.191.75

Who am I? informations needed...

A quem pertences espírito atormentado? Porque o desespero te persegue? Estás encurralado, quase dominado; mostras-te assustado, perdido numa imensidão de tristeza, pressentindo que o fim se aproxima. A liberdade deixou de ser própria da tua condição; só a noite te dá alguma segurança. O equilíbrio desapareceu, substituído pelo instinto, que de dia te permite dormir, recuperando das tuas feridas.
Deves viver no terror, estranho ao calor do amor e à frescura dum sorriso, esquecido já do peito materno, abandonado pela tua sombra, distante do mundo, vítima da tua fraqueza.
Esperas pela mudança, mas só alcanças a ansiedade. A mesma ansiedade que te oferece, depois, momentos tão falsos, que te aprisionam pela ilusão- que é desgraçadamente o teu tesouro. A ela juras fidelidade, com ela te vicias nas interrogações, ela é o teu bilhete para viagens que te dão respostas cada vez  mais curtas.
Não sei o que procuras!
Tens que rebentar, vais rebentar... desaparecer e, assim, libertar os teus fantasmas! Já não pertences a este mundo, perdeste o teu lugar.
Amanhã renascerás e, então, poderás te perdoar...
Pairas sobre nós, distante dos horários e das regras, anarquicamente comprometido com o vazio. O peso da incompreensão seca as tuas lágrimas, a solidão é interior, remetida para os momentos em que dependes só de ti. Sentes-te perdido,  mostraram-te uma euforia que te engana, com que te identificas só pela necessidade de te sentires dominador. Depois pagas esses erros com a tua escravidão.
Atropelas o teu raciocínio, és refém da tua condição, prisioneiro do sonho impossível, fiel às juras que duram 5 minutos, disposto a mudar o mundo que pensas não ser o verdadeiro.
Insistes, persistes, resistes...  
22/01/2007 19:22
De: joana rizzo (joana_rizzo@hotmail.com)
IP: 172.16.1.29, 200.251.150.247

Parabéns

Olá Claúdia
Amo tua poesia
principalmente "Talvez eu morra"
parabéns.....si possivel mi responda
02/02/2004 11:39
De: fabio bento
IP: 200.238.68.114-

Re: Poesia

Assunto: Poesia
Adoro este poema....
Eu vou lhe contar que você não me conhece.
Eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não me ouve.
A sedução me escraviza a você, ao fim de tudo você
Permanece comigo, mas preso ao que eu criei e não a mim
E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo maior nos separa Você não tem um nome, eu tenho.
Você é um rosto na multidão e eu sou o centro das atenções
Mas a mentira da aparência que eu sou e a mentira da aparência que você é, porque eu não sou meu nome e você não é ninguém, o jogo perigoso que eu pratico aqui, ele busca chegar ao limite possível de aproximação através da aceitação da distância e do reconhecimento dela Entre eu e você existe a notícia, que nos separa Eu quero que você me veja a mim.
Eu me dispo da notícia,
E a minha nudez parada te denuncia e te espelha.
Eu me delato, tu me relatas.
Eu nos acuso e confesso por nós.
Assim me livro das palavras com as quais você me veste.
Texto de Fauzi Arap
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