Se não fosse a vida e as primaveras o que seria de mim, complexamente simples, absurdamente complexa ?

Tags: poesia
17/06/2003 18:35
De: Gabriel Bueno (gabrielbpos@hotmail.com)
IP: 200.192.113.56-10.96.65.16

Vídeo poema

Olá.
Meu nome é Gabriel, sou estudante de pós-graduação em Comunicação Audiovisual.
Gostei muito deseu poemas.
Lhe escrevo, pois tenho interesse em videografar um de seus poemas. Particularmente gostei do "Caos" e "Seqüências - A Ausência; A Soloidão; a Triteza."
O trabalho é uma proposta de um módulo, e estou lhe escrevendo para pedir autorização.
O vídeo seria somente com fins acadêmicos.
Por favor, aguardo uma resposta e coloco-me a disposição para esclarecer eventuais dúvidas.
Gabriel
gabrielbpos@hotmail.com
23/12/2002 20:24
De:
IP: 172.187.53.57

Re: Como a arte é linda

   
    Melhor  que  essa  arte  de  pensar , de  insistir  em  modificar
o  mundo  com as lindas palavras ,é  viver  esse  amor que é da vida , pra se  amar  ie praciso  dessa vida .A  vida  é  melhor  que  a  arte porque  sem  vida não  existe  arte , e  na  vida  sem  aprende viver,e é  preciso amar  primeiro  pra  se  aprender .
24/10/2003 06:16
De: manuela vieira (pessoal@csssebastiao.min-saude.pt)
IP: 194.65.14.70-10.15.44.101

Agradecimento

Querida claudia,
Eu e meu marido somos donos de um salão de chá (Portugal - Setúbal).
A filosofia deste estabelecimento é não só prestar um serviço na área da cafetaria como também "alimentar o hábito da cultura" nos nossos clientes. Habitualmente utilizamos as ementas (menus) para divulgar alguma poesia que consideramos ser do agrado de todos e que muitas vezes vão ao encontro das nossas vivências.  
Tomámos a liberdade de divulgar as suas, que acidentalmente descobri na internet.  Posso dizer-lhe que foi um tremendo sucesso ( de tal ordem que de 15 ementas que fizémos apenas tenho 5 .... !!!!).
Gostaria de agradecer a sua presença involuntária nas nossas vidas e desejar-lhe um imenso sucesso.
Por cá,  posso dizer-lhe que há j´´a muita gente que não ficará indiferente à sua poesia.
Beijos
Manuela Vieira
02/02/2004 11:39
De: fabio bento
IP: 200.238.68.114-

Re: Poesia

Assunto: Poesia
Adoro este poema....
Eu vou lhe contar que você não me conhece.
Eu tenho que gritar isso porque você está surdo e não me ouve.
A sedução me escraviza a você, ao fim de tudo você
Permanece comigo, mas preso ao que eu criei e não a mim
E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo maior nos separa Você não tem um nome, eu tenho.
Você é um rosto na multidão e eu sou o centro das atenções
Mas a mentira da aparência que eu sou e a mentira da aparência que você é, porque eu não sou meu nome e você não é ninguém, o jogo perigoso que eu pratico aqui, ele busca chegar ao limite possível de aproximação através da aceitação da distância e do reconhecimento dela Entre eu e você existe a notícia, que nos separa Eu quero que você me veja a mim.
Eu me dispo da notícia,
E a minha nudez parada te denuncia e te espelha.
Eu me delato, tu me relatas.
Eu nos acuso e confesso por nós.
Assim me livro das palavras com as quais você me veste.
Texto de Fauzi Arap
29/04/2006 09:08
De: edeneide (edeneidexavier@yahoo.com.br)
IP: 201.50.33.18-

Re: Textos de Fauzi Arap

OI Braulio, nao sei se vc ja recebeu esse poema, aqui esta ele.
um abraço
Eu vou te contar que vc não me conheçe
Eu vou te contar que você não me conhece...
E eu tenho que gritar isso porque você está surda e não me ouve!
A sedução me escraviza à você ...
Ao fim de tudo você permanece comigo, mais presa ao que eu criei e não a mim .
E quanto mais falo sobre a verdade inteira um abismo maior nos separa ....
Você não tem um nome , eu tenho...
Você é um rosto na multidão , e eu sou o centro das atenções , Mas a mentira da aparência do que eu sou , é a mentira da aparência do que você é .
Por que eu , eu não sou o meu nome, e você não é ninguém ...
O jogo perigoso que eu pratico aqui , ela busca a chegar ao limite possível da aproximação.
Através da aceitação , da distância , e do reconhecimento dela.
Entre eu e você existe a notícia que nos separa ...
Eu quero que você me veja nua , eu me dispo da notícia.
E a minha nudez parada , te denuncia , e te espelha...
Eu me relato , tu me delatas...
Eu nos acuso , e confesso por nós.
Assim , me livro das palavras,
Com as quais você me veste .
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