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Fundado por ARTUR DA TÁVOLA, Ex-Senador, Produtor Cultural, Chanceler à Universidade Estácio de Sá, congregando primeiramente telespectadores do Programa "Quem Tem Medo da Música Clássica?", apresentado sábados e domingos, às 10 e às 18 horas, pela TV Senado.
Glossário
Termo Significado
INTERVALOS Intervalo Simples: é o que não ultrapassa a oitava.
Intervalo Composto: é o que ultrapassa a oitava.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
LIGADURA - PONTO DE AUMENTO - DUPLO PONTO DE AUMENTO - FERMATA - PONTO DE DIMINUIÇÃO Ligadura: é uma linha curva que une duas notas da mesma altura, somando as suas durações.
Ponto de Aumento: é um ponto que se escreve à direita da nota para aumentar metade do seu valor.
Duplo Ponto de Aumento: são dois pontos que se escrevem à direita da nota para aumentar ¾ do seu valor.
Fermata: é um sinal que se escreve sobre a nota ou a pausa para sustentá-la por um tempo que corresponde aproximadamente ao dobro do seu valor.
Ponto de Diminuição: é um ponto que se escreve em cima ou embaixo da nota para diminuir metade do seu valor.
Valor Simples: é a nota sem ponto de aumento.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
ANDAMENTO Andamento: é a velocidade da música.
Metrônomo: é um aparelho que indica o andamento da música.
Ritmo: é a maneira como se sucedem os valores na música.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
ARTICULAÇÕES Articulação: é a maneira, mais ou menos ligada ou solta, como as notas se sucedem. 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
CLASSIFICAÇÃO DAS VOZES Registro Médio: é a parte central da tessitura de uma voz, que pode ser emitida mais comodamente.
Coro: é um agrupamento de vozes.
Coro “a capella”: é aquele que canta sem acompanhamento instrumental.
Solista: é o cantor que interpreta individualmente.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
CLASSIFICAÇÃO DOS INTRUMENTOS Instrumento de Corda: é aquele em que o som resulta da vibração de uma corda.
Instrumento de Sopro: é aquele em que o som resulta da vibração do ar soprado em um tubo.
Instrumento de Percussão: é aquele em que o som resulta de uma batida em uma superfície elástica.
Conjunto de Câmara: é o agrupamento de dois até nove instrumentos, iguais ou diferentes.
Orquestra de Câmara: é o agrupamento de 10 até 25 ou 30 instrumentos.
Orquestra Sinfônica: é o agrupamento de 30 até 100 ou mais instrumentos.
Banda: é uma orquestra de instrumentos de sopro e percussão.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
CLAVE Clave: é um sinal que se escreve no pentagrama para dar nome às notas.
Oitava: é o conjunto de notas existente entre uma nota e sua primeira repetição no grave ou no agudo.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
COMPASSO Compasso: é a divisão da música em pequenas partes de duração igual ou variável.
Tempo: é uma parte do compasso (a definição é mais complexa, porém a forma resumida é suficiente para o iniciante).
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
COMPASSO SIMPLES E COMPOSTO Unidade de Tempo: é a nota que representa um tempo do compasso.
Compasso Simples: é aquele em que a unidade de tempo é um valor simples (uma nota sem ponto de aumento).
Compasso Composto: é aquele em que a unidade de tempo é um valor composto (uma nota com ponto de aumento).

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
Compilações de Eduardo Bernini Todas são referentes à definições de termos feitas pelo Professor Osvaldo Lacerda, no Compêndio de Teoria Elementar da Música, Editora Ricordi Brasileira - 7ª Edição 
Concerto Representação pública ou particular de um trabalho musical por um conjunto de executantes. Sendo uma só pessoa, a expressão é "recital".   O conceito se estendeu para o campo do gênero musical, significando uma peça para instrumento solista e acompanhamento orquestral. 
CONTRATEMPO - SÍNCOPA Contratempo: é a deslocação de um acento normal do compasso.
Sincopa: é a supressão de um acento normal do compasso, pela prolongação de tempo fraco ou parte fraca de tempo, para tempo forte ou parte forte de tempo.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
ESCALA CROMÁTICA - ESCALAS ENARMÔNICAS - ESCALAS HOMÔNIMAS Escalas Enarmônicas: são as que representam os mesmos sons, mas com nomes diferentes.
Escalas Homônimas: são as que têm o mesmo nome.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
ESCALAS EXÓTICAS Escala Cigana: é a escala menor harmônica com o IV grau elevado de um semitom.
Escala Pentafônica ou Pentatônica: é uma escala de cinco notas.
Escala Hexafônica: é uma escala de seis notas.
Escala de Tons Inteiros: é uma escala hexafônica em que as notas se sucedem por tons.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
FIGURA DA NOTA - PAUSA Pausa: é um silêncio na música, de duração variável. 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
FÓRMULA DO COMPASSO Fórmula do Compasso: são dois números que indicam a unidade de tempo e o número de tempos do compasso.
Compassos Correspondentes: são o compasso simples e o compasso composto que têm o mesmo número de tempos e a mesma unidade de tempo, sendo esta simples no primeiro e pontuada no segundo.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
INTERVALOS CONSONANTES E DISSONANTES Intervalo Consonante: é aquele cujas notas se fundem, produzindo uma sensação de repouso.
Intervalo Dissonante: é aquele cujas notas não se fundem, produzindo uma sensação de movimento.
(Os conceitos de consonância e dissonância, dados neste capítulo, se acham superados atualmente. São necessários, porém, para a compreensão de certos princípios da harmonia e do contraponto tradicionais.) 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
INTERVALOS NATURAIS Intervalo Natural: é aquele em que ambas as notas não têm acidente.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
INVERSÃO DOS INTERVALOS Inversão do Intervalo: é a troca de posição de suas notas.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
Lied Numa tradução literal, Lied significa “canção”, mas refere-se especificamente às canções alemãs do movimento romântico do século XIX. Há, contudo, aspectos particulares que distinguem os Lieder das canções comuns. Em primeiro lugar, o texto escolhido é meticulosamente adaptado ao acompanhamento ao piano como, por exemplo, a roda do moinho na canção de Schubert, Das Wandern, ou o martelo do ferreiro em Der Schmied de Brahms. Embora os textos escolhidos sejam predominantemente alemães, nem sempre assim acontece: na obra dos grandes compositores de Lieder como Schubert, Schumann e Hugo Wolf, há adaptações de Shakespeare, Byron, Walter Scott e mesmo de Michelangelo e Cervantes.

Como já se indicou, o papel do piano é bem mais do que o de um mero apoio ou acompanhamento, equiparando-se ao do cantor. Em vez de criar imagens específicas, o piano pode determinar a atmosfera de toda a peça, como na canção de abertura do ciclo Dichterliebe de Schumann, ou no gélido acompanhamento de Gute Nacht, no início da Winterreise de Schubert.


FONTE:

GALWAY, J. A Música no Tempo, 1a. edição, editora Martins Fontes, São Paulo, 1987.

 
Fonte: Compilação por Maestro Eduardo Bernini
MARCAÇÃO DE COMPASSO Marcar o Compasso: é indicar os tempos do mesmo por meio de gestos. 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
Melodia Sucessão de sons musicais que obedecem a um critério artístico. 
MODO MENOR Relativa Menor: é a escala menor que começa no VI grau da escala maior e tem os mesmos acidentes desta.
Relativa Maior: é a escala maior que começa no III grau da escala menor e tem os mesmos acidentes desta.
Escala Menor Natural: é a que tem os mesmos acidentes da relativa maior.
Escala Menor Harmônica: é a que tem os mesmos acidentes da relativa maior, mais o VII grau elevado de um semitom.
Escala Menor Melódica: é a que tem os mesmos acidentes da relativa maior, mais o VI e o VII graus elevados de um semitom; desce como a escala menor natural.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
MODOS Modo Dórico: é aquele em que os semitons se acham entre os graus II - III  e  VI – VII.
Modo Frígio: é aquele em que os semitons se acham entre os graus I – II  e  V – VI.
Modo Lídio: é aquele em que os semitons se acham entre os graus IV – V  e VII – VIII.
Modo Mixolídio: é aquele em que os semitons se acham entre os graus III – IV  e  VI – VII.
Modo Eólio: é aquele em que os semitons se acham entre os graus II – III  e   V – VI.
Modo Jônio: é aquele em que os semitons se acham entre os graus III – IV  e  VII – VIII.
Tessitura: é o conjunto de notas que podem ser emitidas por uma voz ou instrumento.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
NOÇÃO DE INTERVALO - SEMITOM E TOM Intervalo: é a diferença de altura entre dois sons.
Intervalo Melódico: é aquele em que as notas soam sucessivamente.
Intervalo Harmônico: é aquele em que as notas soam simultaneamente.
Semitom: é o menor intervalo usado na música ocidental.
Tom: é o intervalo equivalente à soma de dois semitons.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
NOÇÃO DE MELODIA E HARMONIA Melodia: é uma sucessão de sons de alturas e valores diferentes, que obedece a um sentido lógico musical.
Acorde: é uma combinação simultânea de três ou mais sons diferentes.
Harmonia: é a ciência que estuda os acordes e a maneira de concatená-los.
Contraponto: é a arte de escrever duas ou mais melodias simultâneas.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
NOÇÕES DE ACÚSTICA Acústica: é a ciência do som. (Faz parte da Física).
Vibração: é um movimento de vai-e-vem executado por um corpo elástico produtor de som.
Som: é o efeito produzido no ouvido pelas vibrações dos corpos sonoros.
Ruído: é o som resultante de vibrações irregulares.
Som Musical: é o som resultante de vibrações regulares.
Freqüência: é o número de vibrações por segundo.
Diapasão: é um pequeno instrumento que produz uma nota determinada e serve para afinar os instrumentos musicais.
Amplitude: é a distância entre os dois extremos da vibração.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
NOTA - PENTAGRAMA Nota: é um sinal que representa graficamente o som musical.
Pentagrama: é um conjunto de 5 linhas e 4 espaços, onde se escrevem as notas.
Linhas Suplementares: são linhas que se adicionam ao pentagrama, para se escreverem notas mais agudas ou mais graves do que o mesmo permite.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
NOTAS ENARMÔNICAS - SEMITOM CROMÁTICO E DIATÔNICO Notas Enarmônicas: são as que têm a mesma altura e nomes diferentes.
Semitom Cromático: é aquele em que as notas têm nomes iguais.
Semitom Diatônico: é aquele em que as notas têm nomes diferentes.
Escala: é uma série de notas sucessivas, separadas por tons ou semitons.
Escala Ascendente: é aquela em que as notas se sucedem do grave para o agudo.
Escala Descendente: é aquela em que as notas se sucedem do agudo para o grave.
Escala Cromática: é aquela em que as notas se sucedem por semitons.
Escala Diatônica: é aquela em que as notas se sucedem por tons e semitons.
Graus: são as notas da escala, numerados a partir da nota inicial.
Modo: é a maneira como os tons e semitons se distribuem entre os graus da escala.
Modo Maior: é aquele em que os semitons se acham entre os graus III – IV  e  VII – VIII.
Modo Menor: é aquele em que os semitons se acham entre os graus II – III  e  V – VI.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
ORNAMENTOS Ornamento: é uma ou mais notas acessórias, que se agregam a uma nota da melodia ou do acompanhamento.
Nota Real: é a nota a que se agrega o ornamento.
Appogiatura: é uma nota mais aguda ou mais grave do que a real, de um tom ou de um semitom.
Mordente: é a execução rápida da nota real com a que lhe fica um tom ou um semitom abaixo ou acima.
Trinado: é a repetição alternada e rápida de duas notas vizinhas.
Grupetto: é a execução consecutiva da nota real com as duas vizinhas, a superior e a inferior.
Glissando: é o deslizar rápido e contínuo de uma nota para a outra.
Portando: é o deslizar rápido e discreto de uma nota para outra, executado pouco antes do ataque desta última.
Floreio: é um grupo de notas intercaladas entre duas reais.
Harpejo: é a execução rápida e sucessiva das notas de um acorde.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
Orquestra do grego "orkhestra", dança.  Termo usado para a designação de um grupo, grande ou pequeno, de instrumentistas que executam uma obra musical, geralmente dirigidos por um regente.  
PROPRIEDADES DO SOM Duração: é o tempo de produção do som.
Intensidade: é a propriedade do som ser mais fraco ou mais forte (volume).
Altura: é a propriedade do som ser mais grave ou agudo.
Timbre: é a qualidade do som que permite reconhecer a sua origem.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
QUIÁLTERAS Quiálteras: são grupos de notas que não obedecem à divisão normal do compasso ou à subdivisão normal de seus tempos.
Contra-Ritmo: é a execução simultânea de grupos normais e quiálteras, ou de quiálteras diferentes.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
SINAIS DE ALTERAÇÃO Acidente, ou Sinal de Alteração: é um sinal que indica alteração de semitom ou tom na altura da nota.
Sustenido: é um acidente que indica elevação de um semitom na altura da nota.
Dobrado-Sustenido: é um acidente que indica elevação de um tom na altura da nota.
Bemol: é um acidente que indica abaixamento de um semitom na altura da nota.
Dobrado-Bemol: é um acidente que indica abaixamento de um tom na altura da nota.
Bequadro: é um sinal que anula o efeito do sustenido, do dobrado-sustenido, do bemol ou do dobrado-bemol, fazendo a nota voltar á altura primitiva.
Acidente Fixo: é aquele que aparece junto à clave.
Acidente Ocorrente: é aquele que aparece no decorrer da música.
Acidente de Precaução: é aquele que procura evitar um erro de leitura.
Armadura da Clave: é o conjunto de acidente fixos escritos junto à mesma.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
SINAIS DE DINÂMICA Dinâmica: é a arte de graduar a intensidade sonora na execução musical.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
SINAIS DE REPETIÇÃO Sinais de Repetição: são sinais que evitam a repetição gráfica de notas ou compassos, facilitando a escrita.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
TONALIDADE Tonalidade: é o conjunto de funções dos graus da escala e dos acordes sobre eles formados.
Tonalidade Principal: é aquela em que se inicia e se termina a música.
Modulação: é a mudança de tonalidade no decorrer da música.
 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
TRANSPOSIÇÃO Transposição: é a mudança de altura de uma música.

 
Fonte: Compilação por Eduardo Bernini
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