A Ciência dos Fractais apresenta estruturas geométricas de grande complexidade e beleza infinita, ligadas às formas da natureza, ao desenvolvimento da vida e à própria compreensão do universo. Suas imagens são objetos abstratos que possuem o caráter de onipresença por terem as características do todo infinitamente multiplicadas dentro de cada parte.

Tags: matematica arte fractal caos
24/03/2009 06:04
De: domingos pedro pangueia
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Re: esse artigo tem uma abordagem credivel

INTRODUÇÃO
Ao longo do século XXI, a sociedade mundial vem discutindo sobre a ideia relacionada com a existência dos bens comuns e tem uma grande tarefa de forjar uma nova relação com o mundo natural ou ambiente ( Camargo, 2003 pg. 77).
Como este trabalho aborda uma linha de pesquisa das teorias económicas do desenvolvimento em relação ao ambiente, a sociedade mundial deve sustentar a vida com qualidade e buscar equilíbrio entre as acções  que o homem executa sobre o meio ambiente e a sua preservação.
Segundo Graves e Reavey 1996, o desafio ecológico que a humanidade enfrenta, enquadra se a um contexto teórico-prático difícil, pois essa humanidade deve ter capacidade para preservar a biosfera e produzir uma relação sociedade e natureza equilibrada.
É também notável, que o mundo actual, apesar de reconhecer a importância que o desenvolvimento sustentável tem, ele caminha concretamente por rumos que desafiam qualquer noção de sustentabilidade.
Essas teorias económicas de desenvolvimento ligados ao ambiente resumem se em três principais , a saber: teoria da economia ambiental, que cria os seus argumentos a partir das leis económicas, teoria da economia ecológica, esta teoria está intimamente ligada à natureza dando a sua explicação usando as leis físicas da termodinâmica em relação aos aspectos socio-económicos e ambientais. Segundo Hannigan 1995, a teoria económica marxista faz uma relação do ser humano com a natureza externa, isto é, enquanto os recursos naturais forem propriedades privadas da minoria, as causas ambientais não podem ser enfrentados de uma maneira critica.
Esta linha de pesquisa ou de analise cientifica, ajudará o estudante e a sociedade em geral a adquirir conhecimentos profundos da importância que os bens comuns têm para a humanidade.
PROBLEMA
A sociedade tem vindo a ser assolados pelos problemas ambientais gravíssimos oriundos das actividades humanas, pelo que nestas actividades o homem procura adquirir um máximo proveito. Segundo Dallabrida 1998, as actividades humanas são sustentáveis quando alia o óptimo para o homem com o adequado para a natureza, através da relação sociedade e natureza, e essas relações devem ser harmónicas e não predatórias.
Muitas discussões são levantadas, para melhor a harmonização entre a sociedade e a natureza ( desenvolvimento sustentável), são discussões polémicas, pois essa relação entre o homem e a natureza deve ter em conta o homem, o económico e o equilíbrio ambiental a curto, medito e longo prazo.
Um dos pontos colocados nessas discussões, é a ideia de que os homens não devem considerar a terra como um bem ou herança deixada pelos pais, mas sim um empréstimo que os filhos o fizeram.
Com essas teorias económicas de desenvolvimento ligados ao ambiente, como é que devem ser contida hoje a utilização dos recursos com desejo de tutelar o desenvolvimento no futuro?
OBJECTIVOS
*GERAL
Ø Analisar as teorias económicas de desenvolvimento ligados ao ambiente de modo a alcançar o desenvolvimento sustentável.
*ESPECIFICOS
Ø Criar uma harmonia entre a sociedade e a natureza;
Ø Avaliar as actividades humanas e seus impactos para o meio natural;
Ø Diferenciar e relacionar as três teorias económicas de desenvolvimento ligado ao ambiente ( ambiental, ecológica e marxista).
REVISÃO BIBLIOGRAFICA
Conceitos básicos
Meio ambiente: segundo Miller Jr. 2007, são todas as condições e factores externos vivos e não vivos ( substancias químicas e energia), que afectam um organismo ou outro sistema especifico durante seu tempo de vida. Em quanto que para MICOA 1997, ambiente é o conjunto de elementos naturais, artificiais ou introduzidos pelo homem, físico, químico, biológico que propiciam a existência, transformação e desenvolvimento dos organismos vivos.
Desenvolvimento sustentável: fundamenta se no principio que preconiza a implementação de mecanismos de desenvolvimento económico, social que satisfaçam as necessidades básicas das gerações presentes, bem no entanto não comprometer as possibilidades de satisfazer as necessidades de gerações vindouras ( MICOA, 2002).
Desenvolvimento económico sustentável no aspecto ambiental: segundo Miller Jr. 2007, é aquele que estimula formas de crescimento económico que atendem as necessidades básicas das gerações actuais da espécie humana e demais espécies, sem impedir que as futuras gerações tenham as suas necessidades básicas atendidas, e desestimula as formas de crescimento económico prejudiciais e não sustentável.
Economia ambiental: é uma disciplina que baseia se noutras como economia, com objectivo de buscar melhores formas de alcançar o bem estar, de usar os recursos naturais de maneira a se conseguir extrair uma taxa óptima de exploração, e procurar determinar a taxa óptima de poluição, com vista a sustentabilidade dos sistemas ( Merico, 2002).
TEORIAS ECONÓMICAS DE DESENVOLVIMENTO LIGADOS AO AMBIENTE.
Após a Agenda 21 e a Conferencia Internacional da População e Desenvolvimento ( CIPD), realizado no Cairo em Setembro de 1994, a sociedade mundial passou a prestar se atenção, no que concerne à utilização e gestão dos recursos naturais, tendo em consideração a harmonização das actividades praticas pelo homem e a própria natureza, afim de alcançar o desenvolvimento sustentável. Segundo vários ambientalistas, como Miller Jr 2007, Camargo 2003, e Merico 2002, existem três teorias principais que explicam a relação entre o desenvolvimento económico e o meio ambiente, e essas teorias são designadas por: economia ambiental baseadas as leis económicas, economia ecológica fundamentada pelas leis físicas da termodinâmica e a economia marxista que estabelece uma aproximação entre o homem e a natureza externa.
TEORIA DA ECONOMIA AMBIENTAL
Esta teoria como já foi dito anteriormente de que baseia se fundamentalmente nas leis económicas, criando uma relação com os recursos naturais, tendo em conta o principio da escassez de modo a ser classificado um bem económico, ou esta teoria económica ambiental dá um valor económico aos bens escassos e desvaloriza os recursos abundantes.
Tomando em consideração as ideias do ambientalista Miller Jr 2007, a internalizacao das externalidades é chave para a economia ambiental, visto que todo o bem natural deve ter um certo valor lógico no mercado, e deve ser privatizado com um preço. Esta forma de privatizar os recursos naturais é para melhor proteger e gerir os mesmos recursos.
A internalizacao das externalidades é importante para a economia ambiental, pois, segundo Graves e Reavey 1996, pressupõe que determinado custo privado não corresponde aos custos sociais de modo a criar um certo peso no mercado. Este processo também reduz conflitos económicos, nos sistemas politico e sociais ao impor que não deve existir recursos na natureza sem proprietários privados.
Segundo Merico 2002, o principio de externalidade impõe à sociedade a percepção de que não pode fazer o que bem entender por uma única e simples razão, todo o bem natural tem dono e um certo preço no mercado. Quanto ao principio de apropriação de recursos naturais como por exemplo os recursos hídricos, é o facto de a economia ambiental basear em outros princípios como a neoclássica, visto que, considerar um recurso natural como escasso é a única maneira de preservar e dar um certo valor económico.
Para a sociedade tenha uma harmonia com a natureza e é preciso educar e  ter consciência de que as acções que lesem o ambiente serão penalizados ( Miller Jr, 2007).
É preciso concordar com os economistas ambientais ao falarem de educação de vontade, ao impondo limites, de que estes não ultrapassam a lógica mercantil, mas sim as necessidades socio-económicas não são vistas como prioritárias, mas sim a obtenção de lucro.
TEORIA DA ECONOMIA ECOLÓGICA.
Esta teoria recorre se à natureza, as leis físicas da termodinâmica para dar uma explicação da realidade social, económica e ambiental, onde o factor terra é considerado gerador de valor. De acordo com Miller Jr 2007, a economia ecológica recorre à natureza, para dar legitimidade dos seus discursos e descontentes com os agressores sócio ambientais, transferindo um valor intrínseco aos recursos e semear uma objectividade própria e similar ao homem, dando um privilegio ao contrato social, de que todos os seres vivos tem direito a vida.
Esse pressuposto da economia ecológica foi fundamentado pela lei física da termodinâmica, partindo dos fluxos energéticos, liberados pelos sistemas económicos em forma de calor.
Segundo Camargo 2003, a economia ecológica para melhor elaborar as suas leis baseou se das criticas feitas pela economia ambiental, o que fez com que a economia ambiental ficasse em decadência. Essa critica apoiava se pelo facto de construir as explicações baseando se nas imagens da física newtoniana, comparando o sistema económico com uma redoma de vidro fechado, pois isto, servem de justificação as relações abusivas das industrias com os seres vivos, ao emitir os seus gases nos ecossistemas criando um bloqueio no desenvolvimento sustentável. Esta critica segundo Miller Jr 2007, esta direccionada à forma da produção capitalista com fins lucrativos. É também uma teoria que ocorrem de forma critica, na medida em que procura demonstrar os limites físicos do planeta terra.
TEORIA DA ECONOMIA MARXISTA
Segundo Hannigan 1995, esta teoria económica de desenvolvimento relacionado com o ambiente, tem uma abordagem económica que se inspira em Marx, de que, a relação do ser humano com a natureza externa é sempre mediada por relações sociais.
A economia marxista, condena toda a ameaça a seus totens sagrados a livre iniciativa e a propriedade privada dos meios de produção, visto que o mercado não é um espaço para qualquer grupo social tentar educar as vontades insaciáveis dos economistas em busca de satisfação individual com mínimo esforço. É também um grande obstáculo à economia do mercado, pois, segundo Hannigan 1995, projecta ou as necessidades sociais com o objecto de estudo e não o lucro.
Um outro pormenor muitíssimo importante na economia marxista, é que os impactos de uma população inviabilizam para a produção, e constitui um problema para o sistema económico, visto que, os recursos naturais são importantes não só quando atendem as necessidades humanas, mas sim, quando eles são contaminados põem em risco a evolução do próprio processo económico.
A relação da produção capitalista é a causa central e base da degradação sócio ambiental contemporânea, porque a relação do homem com a natureza ou meio físico é mediada por relações grupais e determinados pelos interesses de classe.
Segundo o ambientalista Miller Jr 2007, a economia politica marxista é obstáculo à economia do mercado, porque ao invés de preconizar ou ter lucro com fim em si mesmo, projecta as necessidades sociais como objectivos fundamentais.
A tarefa que o eco-marxismo se propunha era, precisamente, aprofundar o materialismo histórico com um viés ecológico. Para muitos ambientalistas como por exemplo Miller Jr. 2007, nunca ficou claro quanto o eco-marxismo conservava do marxismo, já que esses três elementos anotados acima eram compartilhados por praticamente todas as correntes ecologistas, e este pensador realizou estudos aprofundados do pensamento de Marx em relação à natureza e desvendar inúmeros equívocos. Visto que esta a corrente eco-marxista traduz uma versão de Ecologia e Capital, que já havia sido publicado em 1994.
Segundo Hannigan 1995, "As categorias teóricas do Marxismo tradicional —modos de produção e formação económico-social— resultam demasiado esquemáticas para se compreender a sobreposição das esferas ideológica, política e económica, assim como a articulação de processo ecológicos, tecnológicos e culturais, que constituem as bases e as condições de sustentabilidade da produção".
Com as ideias acima citadas com a teoria marxista a sociedade tem uma  obrigação de usar as ferramentas da nascente epistemologia ambiental materialista, para melhor compreensão da realidade do mundo e para  redefinição de conceitos, teorias, estratégias, métodos e práticas revolucionárias, capazes de estabelecer relações socialistas na humanidade e no ambiente planetário, considerando as diversidades culturais e apostando no diálogo de saber científico e tradicional.

24/07/2004 01:07
De: karen tardim (miragemtl@bol.com.br)
IP: 200.226.75.121-

Fractais em tudo, ate mesmo em joias

Achei muito interessante todas essas explicaCoes sobre fractais, esta certo que 'e bem complicado.
Sou estudante de desenho industrial-progamaCao visual e na faculdade me apresentaram o assunto, mas achei mais curioso quando resolvi fazer um curso de design em joias e la tambem o assunto me foi passado . Teve um exercicio para desenhar uma joia formada por fractais e a partir dai vi que tais repetiCoes nao sao tao simples de serem representadas como muitas vezes parecem, a criatividade em faze-las e formar belas obras inspira cada vez mais a novas composiCoes .
Acho que os fractais podem ser usados para tudo.
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