Data: 30/05/2007 14:33:53
De: rosalima
IP: 201.54.171.209
Assunto: O engenheiro
De: rosalima
IP: 201.54.171.209
Assunto: O engenheiro
|
O Engenheiro da poesia e do Capibaribe: João Cabral de Melo Neto
João Cabral de Melo Neto.doc A obra de João Cabral de Melo Neto situa-se numa vertente problemática: o pós-modernismo de 45 e a concentração de uma literatura, quando a dessacralização da poesia é acentuada com a introdução de um novo vocabulário. Pelo repúdio da linguagem fácil e cotidiana do modernismo de 22, ele – Cabral – se aproximaria da geração de 45, mas curiosamente, isto não acontece. A cada livro publicado João Cabral afastar-se-á desta geração: É que esse negócio de inspiração não funciona – dizia ele. Conhecido como o engenheiro da poesia, este pernambucano apresenta uma inquietação formal, engenhando a poesia da palavra sobre a palavra. Como a um engenheiro – Cabral de Melo Neto - constrói edifício de vocábulos. Anti-sentimental, o poeta compõe uma poesia pensada, racional e emprega uma linguagem elíptica e concisa. O Engenheiro da poesia e do Capibaribe: João Cabral de Melo Neto João Cabral de Melo Neto.doc A obra de João Cabral de Melo Neto situa-se numa vertente problemática: o pós-modernismo de 45 e a concentração de uma literatura, quando a dessacralização da poesia é acentuada com a introdução de um novo vocabulário. Pelo repúdio da linguagem fácil e cotidiana do modernismo de 22, ele – Cabral – se aproximaria da geração de 45, mas curiosamente, isto não acontece. A cada livro publicado João Cabral afastar-se-á desta geração: É que esse negócio de inspiração não funciona – dizia ele. Conhecido como o engenheiro da poesia, este pernambucano apresenta uma inquietação formal, engenhando a poesia da palavra sobre a palavra. Como a um engenheiro – Cabral de Melo Neto - constrói edifício de vocábulos. Anti-sentimental, o poeta compõe uma poesia pensada, racional e emprega uma linguagem elíptica e concisa. O Engenheiro da poesia e do Capibaribe: João Cabral de Melo Neto João Cabral de Melo Neto.doc A obra de João Cabral de Melo Neto situa-se numa vertente problemática: o pós-modernismo de 45 e a concentração de uma literatura, quando a dessacralização da poesia é acentuada com a introdução de um novo vocabulário. Pelo repúdio da linguagem fácil e cotidiana do modernismo de 22, ele – Cabral – se aproximaria da geração de 45, mas curiosamente, isto não acontece. A cada livro publicado João Cabral afastar-se-á desta geração: É que esse negócio de inspiração não funciona – dizia ele. Conhecido como o engenheiro da poesia, este pernambucano apresenta uma inquietação formal, engenhando a poesia da palavra sobre a palavra. Como a um engenheiro – Cabral de Melo Neto - constrói edifício de vocábulos. Anti-sentimental, o poeta compõe uma poesia pensada, racional e emprega uma linguagem elíptica e concisa. |



