Data: 22/02/2010 23:31:43
De: Patricia (patriciaals@hotmail.com)
IP: 189.93.166.62
Assunto: Re: Re: Dispraxia infantil sob a ótica da mãe
De: Patricia (patriciaals@hotmail.com)
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Assunto: Re: Re: Dispraxia infantil sob a ótica da mãe
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Olá querida boa noite, Estava na net pesquisando algo sobre a dispraxia, quando li a sua msg. Tenho um filho de 7 anos e tem uma historia parecida com o seu. Aos 4 anos ele teve uma crise de ausencia. Como eu era muito nova não achei que aquilo fosse grave e não prcurei um medico. Aos 6 anos ele teve uma crise convulsiva e depois de um mês outra crise de ausencia. Nesse periodo o levamos ao neuro e o mesmo diagnosticou epilepsia. Não aceitamos aquela situação eu e o meu e sposo e aliados ao tratamento com a medicação confiamos muito em Deus. Hj ele está com 7 anos e nçao teve mais nehuma crise e os seus eletros deram todos normais. Mas acontece q ele depois disso desenvolveu uma dificuldade na escrita e tb notamos q ele tem muita dificuldade em concentrar-se e tb dificuldade motoras como> correr, pular, é meio desajeitado. Ele está no segundo ano este ano. Eu o coloquei p repetir embora ele tenha passado. Mas o ano de 2008 ele teve muita dificuldade e achei melhor q ele repetisse. Não sei se fiz bem ou mal mas pensei no melhor p ele. Ele tem sido acompanhado por uma psicomotricista e ela tem indicado a dispraxia mas não tem um diagnostico definitivo ainda. A neuro já pediu uma serie de exames, incusive exames dolorosos q medem os nervos e musculos mas todos estao normais graças a Deus. A questão é q meu filho tem sofrido com isso, Ele se sente inferior aos seus colegas pois tem dificuldade p realizar tarefas fáceis. como a propria escrita, correr essas coisas, a escola por outro lado não esta preparada p receber estas crianças e eles acabam sofrendo essa discriminação. e acabam rotulando nos maes como maes q mimam os seus filhos. é como vc disse só nos maes é q sabemos do sofrimento dos nossos filhos. mas eu creio q depois desta materia q li irei levar p a motricista e neuro q o acompanha e pedi q elas dêem uma definição a respeito e me drecione para q eu possa ajudar o meu filho. Sei q isso é uma fase e os nossos filhos poderam viver as suas vidas normalmente. Eu creio. O q temos a fazer é buscar ajuda profissional é claro e confiar em Deus Ele é o medico dos medicos. Abraços Patricia |



