De: Leandro Pessôa (lpessoa@lpnet.com.br)
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Assunto: Re: Re: Re: Re: Elis mais viva do que nunca
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Pois é Tânia, acho q vc a conhece bem mais do que eu, pois cada vez que eu falo com alguém acabo descobrindo uma música nova, assim como essa que vc acabou de falar e eu não conheço ainda (Bolero de Satã).
A época do desenlace da Elis marcou muito pra gente pois ela se foi em 19/01/1982, e minha avó se foi logo após (30/01/1982). Coincidências ou não, minha avó foi enterrada no Cemitério Morumbi, o mesmo onde está Elis. Mas o interesse pela sua música começou a surgir muito tempo depois. Meu pai éra músico de bandas de baile em São Paulo. Comecei a me interessar pela música apenas aos 14 anos, foi quando conheci algumas obras primas do César Camargo Mariano (gênio). Muitos anos depois, acho que já com uns 18/19 anos, comecei a ter os primeiros contatos com algumas músicas da Elis. Daí pra frente minha admiração por ela aumenta cada vez mais, pois quando eu acho que conheço 50% das músicas dela, sempre aparece uma que nunca ouvi e uma cada vez melhor que a outra. Hoje, assim como meu pai foi, sou músico de bailes, e sempre que posso encaixar uma música dela no nosso repertório não penso duas vezes. Duro é achar intérprete que dê conta do recado, pois a missão é árdua. Confesso a você que a época que realmente mais me fascina dela é a da parceria com o César, não sei Tânia, como queria ter visto aquilo ao vivo, os vídeos dela cantando com ele, parece algo realmente mágico. Tânia, o prazer foi todo meu, vou te passar meu msn por email, qdo quiser, a gente proseia por ele tbém. Ótima noite pra ti! Bjos |



