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Capanema / PA (432 mensagens)
Fórum criado em 22/01/2005 por odsonmiranda
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Data: 10/02/2012 14:33
De: Elaine dos Santos Pereira
IP: 177.12.140.109
Assunto: Preciso de um bom advogado
Fiz o concurso do estado para Tecnico em Educação, há quatro anos, para a URE de Capanema e  preciso de um advogado, pois gostaria de orientação a respeito do Mandato de Segurança. A fim de garantir minha nomeação.

Agradeço desde já!  
Data: 18/12/2011 00:05
De: JOÃO BOSCO MARTINS
IP: 201.62.217.248
Assunto: Re: Saudade de capanema pá
Capanema. mais que  saudades. É a cidade da única mulher que amei e para dizer a verdade, ainda amo. pPor tudo isso, Capanema é acidade da saudade.
Sim, lá tive amigos, como Dr Jorge, Helena, Jurandir...................
Lá dei minha palavra que não foi sustentada pelo estado e passei como mentiroso.
Foi, em Capanema que senti orgulho do povo. mas me fizeram mentir. E diante disso, deixei a uúnica paixão da minha vida.
Sim, ainda sonho com Capanema e muito mais com quem deixei lá.
Sim, saudades de Capanema, banho caeté, da Praça, dos bares.......da minha cidade.
Data: 13/12/2011 11:37
De: Mr bonde
IP: 189.82.90.19
Assunto: Re: Re: Grupo folclorico carimbó ouricuri
ao saber que voce gostou do nosso trabalho nos deixa muito feliz e nos dar forssas pra continuar a fazendo carimbó apezar das dificuldades fineceiras que enfrentamos mais o incentivo moral de pessoas como voces nos dar força e coragem pra continuar
Data: 15/11/2011 21:53
De: MARLENE E SELMA
IP: 177.25.20.216
Assunto: O trabalho tcc
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E SERVIÇO SOCIAL DO BRASIL
NÚCLEO DE SÂO DOMINGOS DO CAPIM-PA
CENTRO DE ENSINO E APOIO AO ESTUDANTE-CEAE
CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM HISTÓRIA







MARLENE DE JESUS ARAÚJO DO NASCIMENTO
MARIA SELMA MATOS QUEIROZ







DIVERSIDADE CULTURAL: UM ESTUDO SOBRE A REALIDADE SÓCIO ECONOMICO E CULTURAL DA
COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBOLAS SAUÁ MIRIM





















São Domingos do Capim-PA
2011
MARLENE DE JESUS ARAÚJO DO NASCIMENTO
MARIA SELMA MATOS QUEIROZ











DIVERSIDADE CULTURAL: UM ESTUDO SOBRE A REALIDADE SÓCIO ECONOMICO E CULTURAL DA
COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBOLAS SAUÁ MIRIM
                                     







Trabalho de conclusão
                                                                                                                    de curso
                                                                                                                     em História.

     



















SÃO DOMINGOS DO CAPIM - PARÁ
2011
MARLENE DE JESUS ARAÚJO DO NASCIMENTO
MARIA SELMA MATOS QUEIROZ











DIVERSIDADE CULTURAL: UM ESTUDO SOBRE A REALIDADE SÓCIO ECONOMICO E CULTURAL DA
COMUNIDADE REMANESCENTE DE QUILOMBOLAS SAUÁ MIRIM









São Domingos do Capim – PA, 22 de setembro 2011


BANCA EXAMINADORA



_________________________________________________________________
Orientadora Profº Mauro Èden Raiol Amóras


_________________________________________________________________



________________________________________________________________





































Dedicamos este trabalho ao senhor supremo que, de um poder misterioso e presente, mantém nossa disposição pela vida para alcançarmos os nossos objetivos; aos familiares pela dedicação e compreensão de nossos atos, principalmente por nossas ausências e aos amigos com o seu entusiasmo muitas vezes representaram a renovação de nossas forças.




AGRADECIMENTOS




Somos agradecidas a Deus que nos permitiu alcançar essa meta que é de fundamental importância para nossa vida.
Somos agradecidas aos nossos filhos Agnes, Abigail, Thiago, Weslen e Jhonatan Queiroz, ao companheiro Francisco Sales, a titia Raimunda Queiroz aos pais Rofano José Soares dos Nascimento e Maria de Fátima dos passos Nascimento.
Somos agradecidos a todos os educadores deste instituto de ensino que são dotados de conhecimentos e humildade, e sempre estiveram disponíveis e compreensíveis para nos atender em nossas dificuldades.




















































                                                                   

Resumo



É indiscutível que o processo de conquista do continente americano, especialmente o território da
América latina, foi marcado por um processo intenso de exploração e violência contra as nações indígenas, e mais tarde contra as populações negras retiradas violentamente do continente africano. No que se refere ao Brasil, percebe-se que a formação cultural é reflexo dessa diversidade e pluralidade de culturas, constituída a partir desse quadro de exploração e violência, teoricamente contra as minorias. As populações negras foram prioritariamente utilizadas como mão de obra escrava nas lavouras, primeiramente de cana de açúcar, e mais tarde nas lavouras de café, estabelecendo ao mesmo tempo o início do processo de formação da sociedade brasileira, historicamente representada pela relação entre a casa grande e a senzala, entre as elites e as massas exploradas. Todo esse cenário de exploração possibilitou o surgimento de áreas que foram batizadas de Quilombos, abrigos para os negros que conseguiam fugir do chicote, do açoite e do tronco da oligarquia agrária, que tratava tais populações como propriedade privada. Essas áreas, que abrigavam os “negros fujões”, ao longo da história tiveram papel fundamental na formação do modelo cultural brasileiro, e fundamentando hoje as áreas regulamentadas por lei federal, denominadas de remanescentes de Quilombos, também denominados de Quilombolas, como é o caso da comunidade de Sauá Mirim, localizada às margens do rio Capim, jurisdição  do município de São Domingos do Capim, objeto de pesquisa da referida monografia.


Palavras-chave: Cultura, Diversidade Cultural, Pluralidade Cultural, Qilombo, Quilombolas, Sauá Mirim.






          A pesquisa como ferramenta de validade teórica tratou do tema: Diversidade Cultural: um
estudo sobre a realidade sócio econômico e cultural da comunidade remanescente de Quilombolas Sauá
Mirim, na qual se destinou a uma leitura da realidade destes indivíduos, destacando as falas significativas e os aspectos de sua vidas em geral.
A analise partiu da construção da sociedade brasileira, assim como a cultura, foram resultados de um
processo histórico pautado na violência e na exploração, num primeiro momento das nações indígenas, e num segundo momento da raça negra retirada da maneira mais deplorável e degradante de seu continente de origem.
Esse processo foi resultado direto da política de expansão territorial da Europa e do fortalecimento dos
Estados Nacionais, uma conquista brutal, mas com a tentativa de uma justificativa teórica. Para Sepulvera, o Homem do novo mundo era um bárbaro, desalmado e que não conhecia a civilização, e dessa forma precisava ser dominado, se não por vias pacificas, era justo que fosse pelas armas; já
para Las Casas, o Homem do novo mundo havia construído sociedades complexas, conhecia a ciência, principalmente a astronomia, for europeias construídas durante a idade média, com modelos religiosos específicos e que precisavam ter sido respeitadas. Sobre os quilombos foram analisados formação, perseguição e esquecimento dos quilombolas em São Domingos do Capim. Estes são pesquisados como movimento social, em uma visão étnico-cultural e politico-racial, comprovando através do senso comum as formas de vida, territorial e a identidade dessa comunidade.
O presente trabalho se deu através da metodologia utilizada na antropologia (história oral, observação participante, estudo de caso). Realizamos ainda pesquisa de campo, revisões bibliográficas, foram usados aportes teóricos críticos.  A Comunidade Sauá Mirim, foco de nosso estudo possibilitou um olhar ampliado sobre o tema quilombola nos moldes atuais. Partindo da construção na solidificação introdutória, e no decorrer dos capítulos as abordagens foram sendo discorridas na identidade indígena em âmbitos gerais, na construção da identidade negra no Brasil e as discursões políticas da raça negra antes e depois da constituição de 1988.  A comunidade Sauá Mirim-São Domingos do Capim/PA, acolheu a presente pesquisa para que tivéssemos uma abordagem geral, na práxis da vivência em comunidade. Por meio de um levantamento, através de dados, entrevista, registros através de documentos e a receptividade foi possível fundamentar a pesquisa de cunho qualitativo e quantitativo e sentimentalmente. Em diretrizes relacionadas no campo da educação, território e identidade, subdivididos em eixos articulados, entre direito constituído/achado no quilombo constituiu o modo de vida do Brasil Colônia, citação histórica que possibilitam uma melhor compreensão das desigualdades raciais no país, e também aprofundar a hierarquização dos direitos mais elementares e a concepção a sociedade e do real da pessoa humana.



ABSTRACT

Não fizemos pedir ao professor informações sobre alguém que possa fazer.






























SUMÁRIO

INTRODUÇÃO............................................................................................................. PESQUISA
DE CAMPO................................................................................................
ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS.........................................
CONSIDERAÇÕES E SUGESTÕES..........................................................................
REFERÊNCIAS.............................................................................................................
APENDICE....................................................................................................................
ANEXOS.........................................................................................................................























                                       INTRODUÇÃO

         O Brasil é um país composto por diversas faces, tanto no que diz respeito a formação étnico
racial, quanto na composição dos costumes como: religião, culinária, economia, vestimenta, lazer, comportamento em fim. Quando tratamos da formação do povo brasileiro, já nos deparamos com uma complexidade de comportamentos, pensamentos, entendimentos e estudos onde pensadores, estudiosos, antropólogos e muitos outros tentam desvendar a composição desse universo conhecido como Brasil.
          Sabemos que a população brasileira, teve sua formação iniciada a princípio pelos índios que por
sua vez já representavam certa diversidade por que eram várias tribos com costumes e comportamentos diferenciados. Havia tribos que praticavam o canibalismo, por exemplo, (consumo de carne da mesma espécie), outras que se dedicavam mais à guerra e havia aquelas que já ensaiavam a prática da agricultura. Com a chegada dos europeus e dos negros africanos essa diversidade cresceu e, do cruzamento desses povos surgiu o caboclo (Índio/ europeu), o cafuzo (índio/negro) e o mulato (negro/europeu). Do resultado desse cruzamento foram surgindo outros seres que não são índios, não
são brancos nem negros, muito menos mulatos, cafuzos ou caboclos. Os índios, os europeus e os negros tinham costumes, crenças, e comportamentos próprios, os mulatos, os caboclos e os cafuzos herdaram os costumes, as crenças e os comportamentos desses três povos e então a confusão ficou bem mais complicada, porque não sabemos também como se chama o resultado do cruzamento do mulato com o caboclo nem o resultado do cruzamento do cafuzo com o mulato e, muito menos do cafuzo com o caboclo. Mas nós existimos. Estamos aí presentes e atuantes na sociedade brasileira.
Quem somos? Onde vamos chegar? Não sabemos exatamente. Buscamos o reconhecimento, a valorização e o espaço que não sabemos direito onde encontrar.
“O povo brasileiro surgiu da confluência do entrechoque, do caldeamento do invasor português com o
índio silvícola e com o negro africano. Somos uma cultura sincrética, um povo novo, que apesar de
fruto de matrizes diferenciadas, se comporta como uma só gente. Somos um povo novo, nascidos de um povo milenar. Uma índia emprenha de um europeu, nasce um ser que não é índio, mas que também não é europeu. Então é nada, é ninguém, foi assim que fomos surgindo”.
        (Documentário de Darci Ribeiro).
           Na composição do povo brasileiro existem, ainda, os descendentes dos negros que não se
deixaram ou que não permitiram se escravizar nem se abater pelos europeus. E que em consequência dessa resistência tiveram que se refugiar em locais insalubres conhecidos como quilombos e assim poderem escapar da tirania dos senhores de escravos. Esse movimento ocorreu no Brasil por consequência da grande necessidade de mão de obra barata para trabalhar na plantação de cana de açúcar. Os negros eram ideais para esse tipo de trabalho pôs eram fortes, imunes a algumas doenças, aguentavam o trabalho pesado, ao contrario dos índios que não eram acostumados a práticas de esforços físicos de tamanha densidade. Mas para chegar até aqui eles passaram por muitas provações, primeiro que mesmo em seu país de origem alguns já eram escravos, pois por ocasião de uma guerra, os perdedores eram aprisionados pelos vencedores e levados como escravos e muitos eram vendidos pelos próprios irmãos negros e levados para diversas partes do mundo inclusive para o Brasil. Na viagem eram presos em navios negreiros que traziam os negros já escravos em porões em condições desumanas, pois eram muitas pessoas e pouco espaço, sem comida, sem lugar para fazer as necessidades fisiológicas, sem contar com as doenças que alguns já traziam e as que contraiam na viagem, devido ser longa demais. Os que não aguentavam morriam e eram jogados ao mar. Os que conseguiam chegar vivo eram vendidos no desembarque levados para as fazendas e obrigados a trabalhar como escravo nas lavouras de cana de açúcar ou nas casas dos senhores de escravos como cozinheiras, amas ou mães de leite e os homens iam para o trabalho pesado no campo.
          Nesse ensaio acadêmico pretendemos abordar a existência dos descendentes desse povo
africano conhecido como Remanescentes de Quilombolas que hoje existem (habitam) na comunidade Sauá Mirim, neste município. Pretendemos nos aproximar ao máximo de sua realidade, e nos apropriar do contexto que vivem atualmente, para que possamos está contribuindo para a percepção da necessidade de se reconhecer e dar a esse povo o devido valor de que eles realente têm para a formação da sociedade capimense e para a formação da nossa identidade sócio, econômico e cultural.
             Ao realizarmos a nossa pesquisa de campo na comunidade Sauá mirim, pretendemos
investigar acerca de como estão vivendo hoje os remanesc     ente de Quilombolas. Se estão conseguindo acessar as políticas publicas que lhes são de direito, se são consciente dos seus direitos e deveres, de que maneira estão organizados para conseguir acessar as politicas para a coletividade e o desenvolvimento de todos.
             Como já sabemos, a sociedade brasileira e a sua diversidade cultural vêm sendo construídas
num processo marcado pela exploração e violência. Pois primeiro os europeus escravizaram os índios, que viviam em seu espaço natural trabalhando em comum com os outros irmãos, mas por causa de sua ganancia por dinheiro e poder corromperam os mesmo e, para justificar suas atitudes cruéis e desumanas disseram que os índios não eram gente e que não tinham alma, por isso podiam ser usados, explorados, escravizados e até servidos como ração para cães, depois quando perceberam que os índios não davam os resultados esperados como mãos de obra escrava lançaram mão da mão de obra negra, estes eram experientes no trabalham da lavoura, eram acostumados a usar a força física para realizar as mais diversas atividades. Dessa forma não teriam dificuldades para desenvolver a agricultura no Brasil colônia. Foi assim que aqueles que não concordaram com a exploração dos senhores de escravos fugiram e formaram comunidades conhecidas hoje como remanescentes de Quilombolas como, por exemplo, a comunidade Sauá mirim que iremos investigar em nossa pesquisa de campo.

     





NAÇÕES INDÍGENAS
Historicamente a sociedade brasileira, vem passando por constantes transformações, lutas decorrentes de invasões de seus territórios e pela aculturação de seu povo, a busca pela identidade e pela cultura perdida, o resgate de seus valores e de suas raízes, que vem sendo decimados ao longo dos tempos pelas classes antes burguesas, hoje emergentes e capitalistas, sendo que a mesma foi corrompida e exterminada por inúmeros anos de esquecimento e abandono.
A presença dos indígenas no território brasileiro é muito anterior ao processo de ocupação estabelecido pelos exploradores europeus que desembarcaram nas terras brasileiras.








No entanto, os portugueses ao chegarem a solo brasileiro encontram não só uma raça, mas a aplicação das atividades sociais, de sub existência, um modo particular e rudimentar, de vida em contato e harmonia com a natureza, vistas como necessárias e indispensáveis à manutenção do processo de resgate da revitalização de suas comunidades.  
No entanto, logo lhe é introduzido um novo modo de vida e também lhe são atribuídas e impostas as leis deste outro povo, alarmantemente lhe foram tomando seus território seus costumes e suas tradições. Em decorrência desta invasão, os índios passaram de donos da terra a agregados, pois não havia mais espaço para duas culturas, entre lutas e revoltas, os índios foram sendo atraídos, chantageados e influenciados diretamente, com um mundo novo que lhe era apresentado, e aparentemente com sub tás e indiscutíveis melhora na qualidade de vida e em contato com o desenvolvimento de uma grande e carente nação.  
Com os Jesuítas e o Padre Antonio Vieira, foram introduzidos as primeiras letras aos índios, havendo
assim a catequização e domesticação dos índios, o comercio de troca de seus bens primários, (iguarias da região, plantas medicinais, ouro dentre outros), com produtos industrializados ( jóias, tecidos e outras mercadorias), com a extração e o comercio do Pau-Brasil, gerando lucros e divisas para os portugueses.
Com tudo, estes ficaram sem nada, foram explorados, escravizados, muitos morreram e outros foram expulsos. O que restou foi o coas, violência e resquisos da exploração.

Segundo Sepulvera:

















Do ponto de vista político, as comunidades indígenas não possuíam nenhum tipo de organização estatal ou hierarquia política que pudesse diferenciar seus habitantes. Apesar disso, não podemos deixar e ressaltar que alguns guerreiros e chefes espirituais eram valorizados pelas habilidades que detinham e pelo respeito eles adquiridos, por suas habilidades, força e coragem. Diversas tribos mantinham relação harmônica entre si em busca da manutenção de alguns laços culturais ou em razão da proximidade da língua falada que facilitava e fortalecia a relação existentes entre eles.

Sobre as tarefas cotidianas poderia variar segundo o gênero e a idade de cada um dos integrantes da aldeia. As mulheres eram obrigas a desenvolver as atividades agrícolas, fabricar peças artesanais, processar os alimentos e cuidar dos menores. Enquanto que os homens eram responsáveis pelo preparo e beneficiamento das terras e as atividades de caça e pesca. Tinha um modelo diferente de organização familiar, os índios organizavam casamentos e, em algumas situações, a poligamia era aceita.

No tange a  religião, alguns desses povos acreditavam na existência dos espíritos, reencarnação dos seus antepassados e nos fenômenos naturais como divindades. Nas situaçãoes em que os índios vivam esse corolário de crenças era fonte de inspiração e explicação para a origem da terra ou a passagem de algum evento comemotrativo. Havia momentos em que os índios praticavam a antropofagia, um importante ritual em que os guerreiros da tribo supriam as energias e as agilidades dos inimigos capturados.
No contexto histórico, a situação dos índios é um constate complexo que oxilou entre o completo abandono, perseguição e miséria. O encontro com outras raças nada mais foi do que um grande massacre de vidas e de uma vasta e rica cultura. Desaparecendo línguas, mitos, lendas costumes, técnicas e artefatos, conhecimentos de valores incalculáveis. Com certeza um patrimônio cultural  e imaterial que nunca será recuperado. Na verdade podemos constatar que desde a chegada dos portugueses até os dias de hoje, no Brasil tem se travado uma luta permanente contra o índio. Luta esta na qual só poderia existe um vencedor.  E este é o que se denomina culto e civilizado.

No entanto, para Las Casas:



















Neste contexto, um outro fenômeno importante de se deve levar em consideração é o fato de que na verdade, nesta luta não existe vencedores, pois todos os envolvidos perdem  e muito mais a humanidade, as pessoas, que morreram lutando por seus ideais, por aquilo que acreditavam.
Com tudo é de suma importância ressaltar, que sabe-se pouco sobre os índios, seu modo de vida, seus costumes e suas tradições, seus hábitos, crenças e sobre seus valores e suas raízes. Estima-se que hoje só existam aproximadamente 300 mil índios em solo brasileiro, número que reflete e nos leva a pensa nos quase 6 milhões que viviam no Brasil antes da invasão dos colonizadores.
Os índios até os dias atuais sem dúvida fazem parte do imaginário popular, uma cultura, constituída por antigas tradições que persistiram à influência de outras raças (brancos, negros) e por outro lado por contribuir para os moldes da sociedade contemporânea.
Permanecem como mito e lenda em nossa cultura, mas na prática nunca foram dados a este o seu
devido valor e respeito. Pelo contrário, muitos deste foram ridicularizados como o Cacíque Mario Juruna, político a quem nunca foi dado voz nem vez em Brasília.
Porem, há urgentemente a necessidade de compreende-los e respeita-los. Compreender que a raça indígena são formadas por populações muito diferentes entre si e que  esta classe não se constitui somente por oposição aos brancos ou como um grupo igual. São diferentes nos ponto de vista de identitarios, tradições, costumes, organização, estruturas, habitação, línguas, fisicamente e vários outros aspectos que em sua maioria são à base de sustentação para dessiguiná-los e classifica-los, como uma raça heterogênea.
Também os primeiros desbravadores desinguivam assim, primeiro Américo Vespúlcio ao descobrir a América:









Segundo, foi Colombo, desembarca no caribe e descobre também o paraíso:









Essa problemática vem sendo discutida e abordada desde outras épocas, no século XIV, já se abordava sobre a questão dos indios,como um problema a ser solucionado. Ela definitivamente viria a tona apenas dois séculos mais tarde.
Este foi o período em que começam a rabiscar as duas ideologia que concorreria no decorrer da história, no oposicionismo declarado, uma que acredita que, o Homem do novo mundo era um bárbaro, desalmado e que não conhecia a civilização, e dessa forma precisava ser dominado, se não por vias pacificas, era justo que fosse pelas armas; outra defendia que  o Homem do novo mundo havia construído sociedades complexas, conhecia a ciência, principalmente a astronomia, formas europeias construídas durante a idade média, com modelos religiosos específicos e que precisavam ter sido respeitadas.
Os pensamentos ideológicos que comtemplam estes dois discursos, mesmo que em outras vertentes e não mais religiosas, permanecem enraizadas até os dias de  hoje, mesmo quatro séculos  depois da polêmica entre Las Casas a Sepulvera. Temos ainda muita dificuldades de nos livrarmos dos estereótipos, de suas polemicas contribuições e resquisos que permanecem presentes no estudo da história.








Todos estes conflitos ocorridos no decorrer da historia contra os índios, acreditava-se que até meadas do século XX, segundo inúmeros especialista haveria a dizimação da raça indígena e que a presença desta chegaria ao fim. Em suma, estipulados em aproximadamente uma população de um milhão de indivíduos, os índios atualmente lutam pelo reconhecimento propriamente dito de seus direitos mais elementares e ainda sofrem inúmeros obstáculos no busca por sua autonomia.
















































RAÇA NEGRA

É possível afirmar que um dos momentos mais tristes e vergonhosos da história é constatar que os
escravos foram responsáveis pela produção de todo ou quase todas as riquezas da América.
Tudo iniciou com os índios, os portugueses os escravizaram, mas em outro momento da história, estes foram gradativamente sendo substituídos por negros trazidos do continente Africano.
Lundin descreve sobre constituição da sociedade africana:



Segundo estudo essa substituição se deus pelo fato de eu os negros africanos, se adaptarem melhor as condições de trabalho realizado na colônia, visto que o trabalho braçal exigia força e virilidade.
O comércio de africanos, gerou grandes lucros para os europeus e uma excelente oportunidade de crescimento econômico, com geração de rendas e alternativas de capital e de transação ilegais para a Europa.
Foram feitos grandes investimentos na escravidão de negros, pois a mesma era mais rentável do que a do índio, com um alto lucro valia apena o investimento.
Em 1550, deu-se inicio a presença da raça negra na America. No entanto, os negros escravos eram tratados como um simples objeto, uma mercadoria com pouco valor, porém a escravidão com um crescimento constante já se tornava indispensável para o desenvolvimento e crescimento país. Como um comercio propriamente dito os navios negreiros, eram ancorados e os escravos eram expostos nos portos para os compradores pudessem analisa-los e assim estipular o preço de cada um, mas cada compra obedeciam algumas exigências, não compravam escravos que pertenciam a mesma família ou a mesma tribo, motivo evitar possíveis rebeliões ou conflitos.
O lugar onde os escravos moravam eram chamados de senzalas, neste local os mesmo ficavam presos nas horas em que não estavam no trabalho, sob sua responsabilidade ficava o trabalho braçal em geral a ser realizado nas fazendas. Trabalhavam de sol a sol e não tinham quase tempo para descansar.
A expectativa de vida dos escravos adultos era de aproximadamente 10 anos, (causa a grande carga de trabalho ao qual eram submetidos, a falta de alimentação de qualidade e os cuidados com a saúde que não tinham), com a morte seus filhos lhes substituíam automaticamente.
Os escravos que não obedeciam a seus senhores e as regras impostas nas fazendas eram castigados e submetidos a horríveis torturas e severas punições. Muitos não aguentavam as pressões e o grande sofrimento e se suicidavam; outros, rebelavam-se e acabavam matando seus feitores, haviam ainda aqueles que sem opções e desesperados fugiam para os chamados quilombos.



Os quilombos,eram lugares onde se reuniam os negros que não tinham onde morar (sua localização era de difícil acesso, para impedir  a captura), nestes os escravos viviam totalmente diferente em plena liberdade, trabalhavam somente na produção de seus produtos de subsistência(alimentos para o consumo pessoal), confeccionavam seus vestuários( roupas), construíam moveis e instrumentos que utilizavam no trabalho,  e no campo da religião, cultuavam  e preservavam também crenças, tradições e os costumes herdados  e trazidos da Africa . Porém eram passivos de algumas regras, por exemplo, a traição, furto, e o assassinato (homicídio) eram proibidos e quem os cometia recebiam a pena máxima a morte.
No entanto havia aqueles escravos que pela dificuldade de acesso e pelo cansaço não chegavam aos quilombos e eram capturados, pelo caminho ou na mata, pelos chamados capitães-do-mato que exerciam a função de vigiar e captura os escravos fujões e eram pagos por essa função.
No decorrer deste processo entre humilhação tortura e morte dos escravos, não haviam outro saída a não ser os quilombos estes estavam espalhados por todo o território colonial, com tudo, a falta de bibliografia e registros impedem que especialista e estudiosos, tomem estes como objeto de pesquisas.
Com todas as dificuldades historicamente constatadas, é possível encontramos ainda comunidades remanescentes  de quilombolas, no interior do Brasil.
Entre todos os quilombos erguidos, o mais famoso, chamava-se Palmares e localizava-se no estado de Alagoas. Segundo estimativa o mesmo possuía respectivamente 20 ou 30 mil habitantes. Existiam vários líderes dentre este destacava-se Zumbi. No decorrer de todo o século XVII, mutiplos  governos entre eles (portugueses e holandeses) lutaram para o seu fim . Em um período de 80 anos de conflito, houveram muitas tentativas que resultaram em insucesso, porque  Palmares persistia  bravamente, em sua luta   derrotou cerca de 30 expedições que foram enviadas, justamente para destruí-los.



E somente com a ajuda do bandeirante paulista Domingos Jorge Velho  depois de assiradas e incansáveis tentativas, homens treinados e fortemente armados, com um pomposo material bélico, alcançaram seu objetivo, e em 1695 Palmares foi completamente destruído.
O chefe maior de palmares Zumbi, depois de um ano da destruição do quilombo, foi aprendido e outro ano mais tarde morto.
No entanto, este não foi o fim da luta de escravos negros, somente, com a  Independência (1822), as pessoas assumiram o papel de antiescravista. Porém as ideais iluministas, a qual muitos se basearam, teve uma importante contribuição, (pois suas raízes filosóficas consideravam o ser humano como a obra prima de  Deus), o pensamento de muitos era que em uma humanidade  independente, não poderia haver lugar para opressão( escravidão). Neste mesmo período e por consequência (séc. XIX), aumentavam as forças internacionais  e coações pela extinção do tráfico de  negros.
Com absoluta prioridade em 1821, a Assembléia Geral aprova a lei que considera como livre todos os africados que entrassem no país a partir da presente data, com tudo esse direito não foi efetivado, ou seja, não saiu do papel.
Outros países, também aderiram a ideologia libertária e a Inglaterra em 1983, aboliu a escravatura (sendo este um dos maiores traficantes de escravos da história até o século XVIII), tornando –se após
a abolição um importante aliado na luta pela libertação dos escravos.
Outros acontecimentos marcaram esta época a Revolução Industrial, foi uma destes grandes momentos, neste período a procura pelo mercado de compra e vendo passava por um grande aumento. No entanto a procura por trabalhadores assalariados era extensa, mas os escravos não eram pagos por seus trabalhos e por isso não tinham como comprar nada. Os inglese iniciaram protesto pedindo o fim a da escravatura. Neste mesmo período o Brasil se situava entre o maior comerciante de escravos da época, e por conseguinte estes protesto se intensificaram, também em solos brasileiros.
No ano de 1845, foi sancinada o Bill Aberdeen – Lei esta que dava plenos poderes a esquadra britânica de prendera os navios que  traziam negros e tosos os outros  embarcadiços. Porém, o Brasil se oposta a tal decisão, mas em 1850, (por causa das pressões dos ingleses), a Assembléia Geral tomou uma importante decisão e sancionou a Lei Eusébio de Queirós, que tinha como objetivo principal extinguir o comércio ilegal de negros.
Já em 1860, a manifestações contrarias  a escravidão tornavam-se  ainda mais presentes, pois os meios de comunicações e  a imprensa em geral, se mobilizavam e organizavam empreitadas contra a escravidão.
Todos estes acontecimentos sensibilizaram muitas pessoas que se consideraram abolicionistas, dentre outros, Castro Alves (poeta da Terceira Geração Romântica – da Poesia Social), conhecido como “Poeta dos Escravos”. Dentre sua biografia podemos destacar obras como: “Navio Negreiro” e “Vozes d’Africa”
e “Os Escravos”.
Com a eliminação da escravidão nos Estados Unidos, em 1865, os únicos dois países que insistiam
nesse regime eram: Brasil e Cuba.







Esse foi um momento na história, em que a circunstância se agravava ainda mais,  e no ano de 1871, foi firmada a Lei que considerava que os filhos de escravos que tivessem nascidos após  a presente data seriam considerados livres,  foi a chamada Lei do Ventre Livre.
Ainda foram criados, em 1885, a Lei dos Sexagenários, que deu aos escravos de 60 anos ou mais a liberdade. Esta foi uma das leis que causou muitas revoltas entre os abolicionistas, pois muitos consideram como um  afronto, porque na verdade  a perspectiva de vida de um escravo em sua idade adulta não passava de 10 anos aproximadamente.
E em 13 de maio de 1888, foi subscrevida a Lei Aurea, pela Princesa Isabel, a mesma decretou o fim da escravidão no Brasil. Esta decisão foi tomada devido inúmeros fatores dentre esses podemos citar, os conflitos criados pela rebeldia e pelo descontentamento dos escravos com a situação sub-humanas em que viviam e também pela grande massa  de abolicionista que realizavam suas campanhas pelo fim da escravidão.
Chegou graças a muitas lutas o fim da escravidão no Brasil, mas a liberdade dos escravos, não os garantia direitos de uma vida digna, embora existissem “livre”, agrega-se a eles outros problemas sérios, como sobreviver sem nenhuma garantia? Sem emprego, e sem pelo menos alguma possibilidade de viver e usufruir da tão sonhada liberdade.
Foi então que se deu inicio a uma outra luta que permeia até os dias atuais e que ainda os mantem escravos,  seu nome: preconceito.
A história da escravidão no Brasil é muito complexa, e por todos os sofrimentos que hora os mesmo passaram em solo brasileiro, sua contribuição é inegável, haja vista que, viviam de uma cultura extremamente rica e a raça negra constituía-se de um legado étnico cultural diversificado, podemos perceber que em nosso cotidiano, identificamos a presença marcante: nas comidas típicas (culinária)
como a feijoada, vatapá, acarajé, dentre outros, na religião umbanda e candomblé e todos os misticismos trazidos da África, nas composições (música), as festas tradicionais do Brasil que constituem as nossas regiões de diversas cores  representam as múltiplas culturas do povo africano e ainda no modo de se vestir (vestuário), etc.








Oficialmente a história do Brasil reservou a raça negra um espaço que se inicia, se desenvolve e se conclui com a escravidão e que se espalhou sobre toda a civilização negro-africana uma neblina de abandono e esquecimento, de ficção, exotismo que são narradas no dia a dia do cotidiano das pessoas, muitos identificam e ainda posicionam as tradições culturais da raça africana e da raça indígena como bárbaras, incivilizada, selvagens e incultas. Com o fim da escravidão, o que resta da figura negra são as simples lembranças, o mesmo desaparece dos prontuários e dos folhetins de histórias reais e se insere de maneira cruel no fantasmagórico mundo utópico.
No entanto, a concepção nítida do processo histórico do Brasil, nestes mais de 5000 anos, não se dará
se não estudarmos profundamente a vida negra na sua essência, na sua origem. Os seus costumes, sua raízes, seus modo de pensar e suas razões para agir, no entanto estes estão inseridos no modo de viver, pensar e trabalhar do povo brasileiro resquícios da matriz africana. Que não se limitam somente aos modos citados acima, mas se estendem, na língua, na fala, gestualidade, da religiosidade; é
impossível não percebermos que muito do que somos são essências da mão e da alma negra naquilo que orgulhosamente nomeamos de cultura brasileira. E é de suma importância que tomados pelo sentimento de indignação com a história negra no país abordemos frequentemente estão questão.
Porque é impossível entender; a exclusão que sente a raça negra, apesar de ter passado 511 anos e os negros representarem 45,8% de sua população.
No entanto, temos que perceber, que a nossa formação nós da uma visão muito superficial, demanda um olhar retrocedido para valorizarmos sempre o que não faz parte de nós e sim, o que na verdade não é nosso; e mesmo essa era o motivo para que os colonizadores europeus estivessem vivos e atuantes entre o nosso povo.
Se realizarmos um estudo sobre ciência, as pesquisas feitas no  Brasil, tem um respaldo e um valor maior no exterior do que pelos próprios brasileiros, dai parte a reflexão se os setores mais importante e de ponta, são desvalorizados, imaginem o idealismo da sociedade negra.
Muitos dos militantes que lutam em defesa dos negros reconhecem que a "princesa Isabel assinou a lei Áurea, mas se esqueceu de assinar a carteira de trabalho". Uma afirmação que com tom de ironia
representa a real situação de crueldade. Fazendo uma analise geral, podemos perceber que os negros escravos exerciam um papel muito importante como mão de obra, por todos os brasileiros e por todos que aqui chegavam, pois bem, se também neste momento se dava a libertação da maioria dos escravos, porque então ao se construir um novo modelo econômico os mesmo não foram incluídos também nesta outra situação econômica?
É notável, com esse feito o único designo era que os brancos tomassem conta do país, pois já naquela
época os cientista  previam a humildade dos negros e os mesmo queria fugir desse risco. Exemplos
claro, foi que houve relatos de que na década de 1920, agricultores negros estadunidense, conseguiram comprar um uma quantidade de terra na Amazônia(brasil),  a noticia se espalhou e quando chegou nos ouvido do governo que os mesmo eram de cor negra, o negocio foi desfeito, o dinheiro de volvido aos agricultores e os mesmo não poderiam entrar no Brasil, nem morar e muito mais  usufruir da terra. Mas quando se trata de imigrantes vindos da Europa, a  situação era totalmente diferente as terras eram doadas e a chegada no país era incitada, e os mesmo eram muitos bem vindos.
O alvedrio, que chegou com a libertação, além de excludente, facilitou a república a colocar em prática a o ideal de eurocêntrico, jogando de forma desumana para os subúrbios dos grandes centros urbanos a maioria negra sem emprego e sem perspectiva de vida digna.






Grande parte do desenvolvimento do processo de branqueamento do Brasil, verificamos no branqueamento das personalidades nacionais, aquele que era inevitável perceber sua descendência advinda da raça negra, havia clareamento de imagem, fotografias, desenhos de personagens pardos e trigueiros, coma ajude de editorias e com o passar do tempo, tornaram-se brancos que, com o tempo e esforço editorial, passaram a ser brancos, como aconteceu com Machado de Assis.
Porém, muitas dessas alternativas não davam certo, a outra era transformar negros famosos e importantes em invisíveis, um processo que acontece até os dias atuais, em muitos meios comunicação, nas academias e faculdades e também na esfera profissional, o preconceito é presente e atuante.
O Brasil, nos derradeiros anos do século XIX e nos inicio do século XX, desvendaram as intensas oposições da sociedade brasileira. Que, até 1888, mantem-se no domínio da escravidão negra.
A designação de nação/raça contribuiu para a identidade no século XIX e no inicio do século XX. O
conceito elaborado unido ao julgamento dos fatos ocorridos neste período da história contribuíram para uma analise e reflexão, dos envolvido no processo tanto para os imigrantes escravos que aqui chegaram ou daqueles do século passado que nasceram no Brasil, e  muito colaboraram para formação a nação brasileira que temos nos dias atuais.
A história da escravatura, ficou obscurecida pela supremacia das abordagens e dos princípios das
hierarquias dos ocidentes, que não reagiram as conjunturas igualitária das classes dominantes.




No entanto neste processo histórico, é de suma importância uma abordagem sobre a contribuição da raça negra para educação do Brasil, as manifestações como cultura e religião advindas da África portam procedimentos educacionais que expressam na prática as representações no instante das festas e dos ritos religiosos. Mas, em outras representações, como: a música, a dança, o tocar dos instrumentos musicais, nos movimentos. Características pertinentes que estão gravadas nas expressões corporais e nas ações concretas, através do aprendizado e dos conhecimentos orais.
Entre as múltiplas fontes do conhecimento, encontram-se as instituições negras constituídas no século XX, principalmente as que trabalham com projetos contemporâneos, como por exemplo: os movimentos negros e os movimentos de mulheres negras. Outras que também merecem destaque são as construções das universidades formadas por Núcleos Afro-Brasileiros e similares, onde grande parte de seu público são acadêmicos (as) negros (as).  Destacamos ainda, em 2000, a criação da Associação Brasileira de Pesquisadoras e Pesquisadores Negros (ABPN), realizando de dois em dois anos encontros. Destaque para os diversos artigos científicos que são escrito pelos mesmos pesquisadores, e que são indicados como leitura obrigatória.
Adotou-se uma educação com práxis alienadas ao social e a cultura, com intuito de continuar a exploração, no entanto, por vínculos culturais, estas são utilizadas como exemplo de culto e de desenvolvimento, justificadas com uma visão unidimensional e egocêntrica do que realmente é história e cultura.
A busca por uma autonomia, foram inúmeros gritos de desabafo, dores históricas que foram sufocados
no decorrer de uma vida, esta cercada de  opressão; é de fundamental importância uma retomada desses fatos pra que possamos realizar uma analise democrática da educação. Portanto é
indispensável, ter como obrigatório para a concepção desses saberes as intrínsecas entre educação  e cultura, visto que uma  não vive sem a outra, as duas são alicerçadas e alicerçando-se no campo da arte e da memória.
Respeitar as diferenças é uma questão indispensável na  constituição de uma sociedade mais justa, igualitária e visivelmente humana,  o respeito às diferenças é um ponto crucial na construção de uma sociedade mais humana, da qual a percepção de humanidade,  se edifique na heterogeneidade, porque " o que nos faz mais semelhantes ou mais humanos são as diferenças".
O presente trabalho vem com uma proposta de provocar a efetivação  das Políticas Públicas, por percebermos que essas, não são aprovadas por lei e por admitimos ainda que temos um débito histórico, uma dívida do Brasil para com as populações negras.







Falta dividi em subtemas (pedir orientação ao professor).













Síntese sobre a política de expansão territorial da Europa

Descreve-se a História da politica de expansão territorial da Europa, em linhas como uma conquista brutal, dotada de fatos e conflitos em geral, inicia-se com os primeiros humanos até os dias atuais.  
Podemos considerar que a presença do Homo Sapiens no continente Europeu é antiga, dá-se de 35 000
a.c. (antes de cristo), porém o escrito mais velho feito sobre a Europa é Ilíada, do escritor Homero, da Grécia Antiga, datado de 700 a.c. alguns acontecimentos marcaram esta época, a  Republica de Roma fora construída em 509 a.c.,  e monopolizada no império de Otaviano, o novo em meadas do primeiro século. Mas somente no século IV a religião cristã foi aceita, por causas de sucessivos confrontos com bárbaros e a praga, o império acabou-se dividindo em Oeste e leste, dando inicio a chamada idade media que se instaurou no centro de Europa Ocidental. No entanto o Império Bizantino continuou o brilho da civilização conflagrando na região Leste.  Por séculos a Igreja ocidental e oriental e o governo eclesiástico mantiveram acirrados confrontos, gerando em 1054 o cisma, logo em seguida a separação antes em 451, dando continuidade as cruzadas da região oeste, tentando recuperar a região oeste dos invasores Muçulmanos. Neste mesmo período o feudalismo iniciava o período de precariedade no entanto os mongóis invasores traziam consigo a peste negra. Em 1453, ocorre a queda do muro de Constantinopla e também a descoberta do n ovo mundo em 1492, tendo por idealizadores espanhóis e portugueses. Na verdade o continente europeu desperta no período medieval e com os ensinamentos clássicos sendo descobrimentos novamente. O Renascimento deu-se continuidade com a Reforma Protestante de Martinho Lutero Frade Alemão que tinha ideias que iam de encontro com  as ideias da supremacia papal.  Houve amis a guerra que durou 30 anos, denominada guerra dos 30 anos, mais Tratado de Vestfália e o ciclo glorioso constituíram a sustentação para um novo momento da história de grande extensão e por fim a corrente filosófica do Iluminismo.
Outro marco neste processo foram: a revolução industrial, que iniciou na Grã-Bretanha, possibilitando a todos o acesso ao material industrializado, possibilitando a todos a independência dos produtos de subsistência.  Além das colônias na América, o império britânico também se partilhou, tentado colocar um representante, ou seja, um governo. Muitas mudanças ocorreram e foi com Revolução Francesa, que houve realmente uma transformação na politica da Europa, onde muitos gritavam “Liberté, Egalité, Fraternité ".
Seguindo esta história o Francês Napoleão Bonaparte, tomou conta e transformou a base da sociedade por causa da guerra que durou até 1815. Aumentava o número de pequenos proprietários, Franceses e do Reino Unido e com isso ganhavam direito ao voto, isso tudo valorizava os sindicalistas e a veemência dos socialistas, conseguindo assim em 1848, instaurar a Revolução na Europa. Em outros países como a Áustria-Hungria, a escravidão foi abolida neste mesmo ano, já a escravidão Russo foi abolida logo em seguida em 1861. Outras nações como as balcânicas ganharam suas liberdades do império Otomano. Em 1870 e 1871, a Itália e o seu Reino e  a Alemanha   o seu império foram criados a partir de principados, após a guerra de Franco-Prussiana. Todos estes acontecimentos geraram inúmeros conflitos, por todas as partes da terra, todos procuravam um lugar onde pudessem ter tranquilidade, a paz tão sonhada, dando inicio a Primeira Guerra Mundial. Com o colapso da guerra os Russos garantiam a população “Paz, Pão e Terra”. A Alemanha foi primeiro, arrasada com o Tratado de Versalhes e depois viu a sua economia ser aniquilada com tamanha tristeza e ainda com o inicio de uma nova guerra. Vence o capitalismo e o comunismo e perde o facismo, dando inicio a uma novíssima ordem no mundo denominada de Guerra Fria. A união soviética, dividiu o extensão de livre comercio da Europa Ocidental. Cai o murro de Berlim em 1989, a Europa assinou um moderno tratado de paz, totalizando em 2007, aproximadamente 27 países considerados europeus.
Os acontecimentos que ocorreram na expansão territorial da Europa, se constituíram fatores fundamentais para as grandes transformações ocorridas no decorrer da história da humanidade. Um novo olhar começava a surgir sobre a inteligência do homem e sobre o espaço geográfico da terra, acontecia aí a revolução comercial, uma unificação do s mercados d a Europa, da Àsia, da Àfrica e da América.
As mudanças: Declínio da Itália; a modificação da base da economia do mar mediterrâneo para o
atlântico; a formação do Sistema Colonial; grandes concorrência  e fluxo de cobres para o continente europeu vindo da América;  a permanecia da servidão, agora com reflexo do capitalismo; a Europa sendo o centro do mundo; e por fim o acumulo de bens, resultando no ideal primitivo do capitalista  e do seu ideal de organização social.
Em suma, descrever em linha do tempo a história da expansão territorial da Europa é verificar que os acontecimentos ocorridos neste processo histórico, contribuíram e contribuem significativamente para o modelo de sociedade que temos hoje. Os moldes daquela época estão em raizadas e muitos no contexto politico, cultural, social e econômico de nossa formação social, capitalista, escravocrata e preconceituosa.



Falta citação (para enriquecer mais).











































FORTALECIMENTO DOS ESTADOS NACIONAIS
Um povo num estado nacional pode ter a sua identidade, modificada de acordo com os fatos ocorridos, acompanham os acontecimentos e podem se da de forma lenta ou rápida demais, sendo influenciados pelas guerras, por mudanças locais ou mesmo mundial em um período de tempo flexível e indeterminado, tornando-se razões de grandes transformações no processo histórico de uma nação.
No século XI, podemos considerar um período da história em que os senhores feudais e o clero detinham todo o poder sobre as riquezas e sobre as ordens militares e as leis eram feitas segundo a suas vontades, tendo na figura do rei um mero membro do reino da época, porém, esse contexto, muda no momento em que há as negociações de comercio e o aumento dos centros urbanos.
Nesse período muda, o discernimento do que seria realmente riqueza e começa a dar importância não só para os grandes latifundiários, mas também para a moeda, riqueza que daria possibilidade de acumulo ou de troca e venda de outras mercadorias de bens e consumo.
As cidades e as novas tecnologias também atraiam os servos, que fugiam da opressão, contribuindo para a diminuição do domínio dos senhores feudais. O ditado popular da época “o ar da cidade liberta”.  
No entanto, a divisão politica atrapalhava o desenvolvimento do comercio, porque não tinha leis de como e nem de onde utilizar as moedas, como controlar o preço, os pesos, na ânsia de manter o ritmo acelerado das trocas de comercio, mas também não tinham objetos de medidas de massa. Esse modelo econômico crescia rapidamente e os burgueses europeus, então decidiram apostar na unificação do poder real. Criando um único poder militar a exercício do estado, garantindo assim hegemonia monarquica. Com o intuito de que com o mercantilismo , criaram-se um conflito em burguesia em ascensão e  a nobreza poder da época.
Com isso Estado, ganhava força, tronando-se único, sua política era desenvolver o comercio a economia como um todo, que era de onde chegavam às divisas do estado. Por outo lado tentava manter a ordem social hierarquizada, onde os nobres e o clero detinham maior poder e status social.
Com o estado e com as medidas que estavam sendo tomadas, começaram a enfraquecer tanto o feudalismo, como os senhores. O rei por sua vez, agia encontro com a nobreza, porém mantia a tradição, mas inseria pagamentos e da justiça, tudo a custas do estado.
O processo de criação do estado centralizando os poderes da nobreza se deu em um período logo e com grandes dificuldades. Muitas medidas foram tomadas para dificultar a criação dos mesmo, primeiro os “tribunais de apelação”, este dava oportunidade a toda pessoa livre, recorrer  um tribunal feudal, após ser condenado. Outra foi criado os juízes itinerantes, que faziam justiça no reino em geral, e também as “ordenações reais”, eram leis validadas para o reino como um todo. Com todos esses conflitos, a realeza, foi ultrapassando o poder da nobreza e da igreja(os tribunais eclesiásticos), colocando partir destes o poder judiciário no total controle do Estado absoluto.
No entanto, este processo de centralização do estado, não acontecia com a mesma intensidade nos outras regiões. A Itália e a França são exemplos, pois foram os dois últimos países unificando-se somente no século 19.

No entanto, não nós deteremos aqui a abordar as características de cada  acontecimento, mas é d4e suma importância lembrar que s limites e demarcações utilizados para cada reino, se formou num conceito  entre outros de identidade cultural, histórica, econômica e linguística, entre os habitantes da diversas regiões. Por fim, a base de criação do estado, após a crise feudal, foi o conceito de nação.
A concretização do estado se deu, momento em que transações políticas e de produção, que eram a
base do feudalismo se enfraqueceram, mesmo a nobreza ainda tivesse algumas regalias com a cobrança de pedágios e com o domínio de poucos tribunais.


Resultado guerra, fome e a peste negra

O crescimento da população europeia, ou seja, o aumento demográfico, passam por duas justificativas que hora não abrange tal realidade, a primeira o aumento significativo da agricultura ou a extensão de áreas de cultivo. Vale ressalta que do século 11 ao 13,  a pratica de derrubadas de arvores para a
criação de áreas de pastos e plantio eram crescente.  E um problema que se criou foi à fome, faltava o que comer e este constituiu um dos problemas mais sérios que a Europa enfrentou naquela ocasião.

Porém no século seguinte,  a abundancia como recompensa, devido as alterações climáticas houveram chuvas  e secas fora da época, resultado da má conservação  e da falta de preservação da natureza. O
equilíbrio entre a produção da zona rural e o e consumo da zona urbana, foram interrompidos; chegaria um novo tempo, as pessoas migrando para as cidades e pouco desenvolvimento da plantação rural.

o crescimento da população se deu de forma irregular, sem infraestrutura, as pessoas chegavam e iam se apropriando de terrenos que por falta de espação físico, só conseguiam ver o sol por alguns minutos, não havia, coleta de lixo esgoto, só becos, periferias em lugares tão estreitos, pois não havia terrenos suficientes.
As condições precárias de vida quase sub-humanas, junto com dejetos, escarneço, lixões, estercos, fezes e a precariedade e escassez de alimentos, contribuirão para a proliferação de animais como (ratos), transformando em um a lugar propicio a distribuição da peste negra (peste bubônica), sendo o
motivo do falecimento da metade da população geral do subcontinente.

Com a diminuição no numero de trabalhadores camponeses, os nobres foram brigados a pagar pelo trabalho, em tempos em que o comercio já era a atividade primordial, se tratando em economia, mesmo em detrimento a crise, os trabalhadores lutavam pelo ingresso nas variedades de mercadoria que rodeava o continente Europeu.

Temos ainda outra visão dos acontecimentos desta época, um enredo contado e recriado pelo imaginário popular, um modo particular de escritores (autores), dom romantismo, expressarem seus pensamentos, através de um mundo, de contos de fadas, com castelos, e com belas princesas, contido dentre folclore e do imaginário dos artistas e do povo e repassada às histórias, mas que fugiam totalmente da realidade vividas pelas pessoas daquela época.

A reflexão que fazemos sobre a criação dos estados nacionais, vai além do sucesso ou do insucesso,
ou mesmo de inicio ou  fim de uma era, é importante frisar, todos os acontecimento ocorridos no decorrer deste processo são validos e merecem nossa consideração para analise e estudos é neste foco que iremos compreender como se deu o caminho da história, das práxis contemporâneas, que no entanto jamais podem ser consideradas como extraordinárias e únicas.




Falta citação( para enriquecer mais).




























Las Casas “o defensor dos índios”


Entre os vários pensadores e idealistas da causa indígena, destacam-se dois que com suas luzes filosóficas, definem uma época e uma história que constituem um período muito importante para a história, são Bartolomé de Las Casas (1484/15660), denominado como ”defensor dos índios”, influenciou a Amarica e toda a história do século XVI, politico atuante, defendeu os indígenas.
Bartolomé de Las Casas, sempre foi contra o modo de vida trágico que viviam os índios, usando suas obras para denunciar e repudiar, incorporando artefatos do cristianismo com nefastos da colonização.
Para Las Casas, era imperceptível o fim e o maltrato dos índios, incluindo a intimidação e o extermínio que era feito pelos espanhóis naquela época.
Quando se tratava sobre a união dos julgamentos realizados a partir dos indígenas ressaltando sobre o diálogo duradouro entre os homens, o mesmo  apoiava a equidade entre os mesmos, não aceitando de forma alguma a diferenciação feita entre o que  denominavam de atrozes(selvagens) ou afáveis e bem criados. Nas suas pregações e ao evangelizar o frei, pregava a propagação pacifista como meio de união, apontando outros caminhos possíveis para os debates recorrentes entre ser civilizado e ser selvagem.
As suas obras fundamentam-se e designam-se comumente, com informações do cristianismo e também com um olhar trágico da colonização, fazendo parte das referencia utilizadas  e estudadas ate os dias atuais.















A história e desempenho de Las Casas no século XVI, mostra a intimidade da sua vida com a conquista.
O que interessa mesmo é que o “defensor”  se edifica como uma lenda, parte de desbravador de fortunas a catequizador e bispo, sensibilizando-se com o sofrimento humano.
Se apropriando de uma fala politica, defendia os indígenas, destacando-se com uma história decisiva e cruel. Tendo como foco narrativo a tragédia em que em diferentes momentos da história ele fez uso dela. Porém o instrumento que Las Casas usou para consagrar os índios como vitimas e para justificar a ruina e para livra-los das intimidações a direção foi à redenção segundo a Bíblia.
Segundo estudiosos Las Casas elaborou um modelo bíblico atual usado no século XVI. Com o intuito de tomar a religião como meio para um diálogo e como este seria realizado. Tendo como cenário deste diálogo a veracidade tão valiosa para o pensamento religioso e para Las Casas.








Foi através desta tomada de decisão que o frade defendia a humanidadew32
sd acima de tudo e criticava a práxis da colônia americana espanhola. O amor como centro é á base do cristianismo e das ações de Las Casas. Esta tomada de decisão em defesa da liberdade dos índios, se deve muito a sua vida cristã.
Em fim, sua pretensão era chegar a verdade, indicação uma direção única para o continente americano, essa direção era a defensa dos nativos, no entanto os seus discurso dizem pouquíssimo sobre os índios ou povoados, mais são ricos em critica e religiosidade, um ser critico e abençoado Las Casas e sua crônicas são certezas de debates e discursos que permanecem vivos nos dias atuais.



























Sepulvera “o pai do racismo moderno”


O pai do racismo moderno atende pelo nome de Juan Ginés Sepúlveda, também conhecido por “Ginés o Cordobês” ou ainda como “Gines o amputado”, formado em artes e teologia, doutor, estudou direito, filosofia, era também historiador e partidário das teorias de Aristóteles “servidão natural” dos “povos indígenas”, afirmava que os moradores das índias, não eram civilizados e afirmava que os indígenas viviam em situação de barbarismo.
Político atuante se dedicou na Colonização da Américas e ainda nas reformas religiosas na Europa, derivado dos movimentos luterano e calvinista. Teve como adversário Erasmo de Rotterdam na teologia e na filosofia na qual comentava sobre o velho testamento “não há nada de tão absurdo que o hábito não torne aceitável”(elogiando a loucura), frequentemente contestado por Sepúlvera.
Para Ginés a “História Natural do Homem”, desvenda a realidade: “os povos mais fortes físico e moralmente sempre dominam povos com valores morais e religiosos inferiores. Mesmo a força dos romanos de nada adiantou contra a força do evangelho de Jesus. Os povos superiores devem, portanto, dominar os inferiores para que estes possam evoluir com os conquistadores”. Para Sepulvera era bárbaro  e  antireligioso discutir a situação dos índio e trata-los como esdrúxulos, tolos e infantis.
Na lição de TODOROV(TODOROV.1993), para Ginés, com base no filósofo grego, a dominação e a desigualdade dos índios se justifica, na desigualdade dos índios onde o perfeito deve dominar sobre o imperfeito, assim como o adulto sobre a criança, o homem sobre a mulher e o clemente sobre o feroz.  
“as completas discrepâncias se restringem, para Sepúlvera, a algo que não é uma diferença, a
superioridade/inferioridade, o bem e o mal”.
Para WOLKER (WOLKER. 2004), no ponto de vista de Ginés “a conquista, na verdade, é um ato emancipatório porque permite ao bárbaro sair de sua barbárie”. E para a realização desse feito admite-
se a violência irracional e a “guerra justa”.
“Na visão emancipadora afirmou alhures, é curioso pois, os povos “subdesenvolvidos” são duplamente
culpáveis. Primeiro, por “serem” inferiores; segundo por “darem motivação” á ação violenta da conquista ao não acatarem corretamente na “verdadeira Cultura” (WOLKER. 2004)
Neste contexto de Sepúlvera fica explicito facilmente a concepção do colonizador no que intitulamos de ação civilizatória, questão marcantemente etnocêntrica, merecedora de justificativa coerente, “do vencedor sobre o vencido, do conquistador sobre o conquistado”, porém nesta época não se tinha uma visão sobre a inclusão e a alteridade, que seria mais tarde apresentada como reforço pela antropologia sócio-cultural.
Portanto é de suma importância, realizar, formar, educar e constituir conhecimento, em que os conflitos esboçados pela violência, o desânimo e a morte dos marginalizados herdado de épocas passadas, seja tarefa não só de historiadores e cientistas sociais, como o intuito de refletir e construir uma postura, de formação cidadã. É urgente o momento daqueles que se intitulam de “operadores do direito”, e nessa conjuntura podemos dizer é importante e definitivo a missão de introduzir nos anais da história e nas universidades, faculdades, nos programas de ensino, nos anos iniciais, voltados realmente para uma posição crítica do direito de ser cidadão, aceito prioritariamente como fator social, com o designo de construir uma sociedade mais humana e com menos desigualdade.
Ginés contextualizou:







No entanto, isso nunca significou o fim da inquisição espanhola no novo mundo, com certeza. E hoje Sepúlvera é considerado como “o pai do racismo moderno”.
Imprescindível e prioritária é a polemica tomado entre Sepúlvera e Las Casas, debate necessário momento único na vida e na história do frade dominicano, que configurou um marco para a historia geral, em uma disputa de questões distintas, em destaques que ilustravam e temas com justificativas ideológicas para a dizimação dos indígenas, disputas de um direito natural, assim como outras diretrizes de cunho étnico-religioso, dando ênfase na verdade sobre  a dos acontecimentos dos espanhóis nas índias:  e sobre a humildade dos índios. Questões estas ligadas diretamente ao encadeamento histórico
da expansão colonial do século XVI.
Enfim, debater sobre a pessoa humana e sua dignidade em linha do tempo perpassando a criação e evolução da sociedade é de tamanha complexibilidade e vai além de nossos estudos.  É preciso prolongar e relacionar referencia históricas das mais diversas, enfatizando, relacionando, a as vertentes de pensadores , escritores, doutores que debatem e discutem e atribuem ao ser humano e a sua dignidade da sua origem “sagrada” á sua atitude leiga.




















I – O MUNICÍPIO DE SÃO DOMINGOS DO CAPIM

MAPA BASE DE SÃO DOMINGOS DO CAPIM: em destaque a Comunidade Remanescente de Quilombolas Sauá-Mirim

                     



Falta Colocar o mapa.
































LOCALIZAÇÃO, ORIGEM E EVOLUÇÃO DO MUNICIPIO E DA COMUNIDADE SAUÁ MIRIM.

São Domingos do Capim localiza-se próximo de Belém a capital do estado do Pará . O acesso pode ser
feito por via marítima e terrestre. É um município geograficamente grande, mesmo depois de já ter sofrido várias divisões, perdendo grande parte do seu território, dando origem a outros municípios, como: Bujarú, Concórdia do Pará, Aurora do Pará, Ipixuna do Pará, Rondon do Pará e, outros.

 “O município de São Domingos do Capim, está localizado a 130 quilômetros da capital do Estado,
Belém, é situado na parte Leste do Estado do Pará, na mesorregião do nordeste paraense, na microrregião do Guamá e com as coordenadas geográficas de 01° 40’ 45” de latitude sul e 47° 46’ 17”
de longitude Oeste de Greenwich. Limita-se ao Norte com o município de São Miguel do Guamá, a Leste com Irituia e Mãe do Rio, ao Sul com Aurora do Pará e a Oeste com Concórdia do Pará e Bujaru”.
(SEPLAN, 1997: 4).


São Domingos do Capim é banhado por dois rios: Guamá e capim, tendo em sua agua a distinção, pois a as aguas do rio capim são barrentas e as agua s do rio Guamá são escuras, unindo-se em frente á
igreja denominada de São Domingos de Gusmão, um dos pontos turístico e histórico.  A localização do município geograficamente se da em faixa lisa, unido com depósitos de rochas, apresentando na sede municipal 20 metros de altitude.
O rio mais importa é o Guamá que serve de limite e abrange também parte do município de São Miguel do Guamá e o Capim que desemboca suas aguas no Rio Guamá, em frente á sede do município.







         












Segundo estudos São Domingos do Capim , originou-se da principais viagens dos portugueses pelos rios Capim, Guamá e Guajará.no ano de 1758, Francisco José de Mendonça
Data: 12/11/2011 00:38
De: paraense distante
IP: 177.31.174.32
Assunto: Divisao do para
ola pessoal de capanema por favor nao votem a favor dessa divisao ela vai deichar o para um dos menores estado da federação sem contar as riquesas que ficarao para o tapajos e o carajas as melhores terras para agricultura esta no sul do para e as reservas mineras nem se fala entao dia 10 diga nao e olha eu nao sou politico viu so quero preservar o nosso estado desses urubus politicos se Belem e a nossa regiao votarem contra nada feito castanhal capanema bragança salinas primavera vizeu capitao poço e toda regiao do litoral sem contar abaete barcarena e outras tantas façam isso  e vamos dizer pra eles que quem manda somos nos um abraço a todos e ate a vitoria
Data: 28/10/2011 14:20
De: José Geraldo (ze_geraldo@bol.com.br)
IP: 187.78.222.75
Assunto: Procurando pessoas
Procuro Nevesinho, filho de Amélia e sobrinho de Jorge(ex-cozinheiro da cimento Cibrasa). Moro em Recife, Ele é meu primo e gostaria muito de conhecê-lo. Queria contato também com Valdir Marçal (ex-chefe da Casa de Força da Cimento Cibrasa) e Maria do Carmo, que trabalhava no Fórum de Capanema. E também Dr. Pamplona, Coordenador do INSS e Médico da Cimento Cibrasa. Peço as pessoas que tem noticias destas pessoas que me comuniquem: ze_geraldo@bol.com.br . Grato
Data: 28/09/2011 12:36
De: francy
IP: 189.68.95.220
Assunto: Re: Procuro por uma amiga que se chama( Sandra Regina smith)
oi esta sandra eu acho que é minha tia ela esta nas redes socias orkut ( deus é fiel para cumprir suas promessas)spro que tenha ajuda mesmo depois de tanto tempo xauu
Data: 01/09/2011 19:45
De: ieldo
IP: 177.31.117.50
Assunto: Alerta
ta chegando o dia vamos jogar no chao as preteçÔES DESSES MAUS POLITICOS QUE SO VE O LADO DELES E VAMOS DERRUBAR ESSA PROPOSTA DE DIVISÃO DO NOSSO ESTADO VOTADO NAO AO ABSURDO DE DEIXAR SO 17% DO NOSSO ESTADO SE VOCES DO NORDESTE DO PARA VOTAR E A CAPITAL AGENTE GANHA DE LAVADA FAÇAM ISSO QUEREM TIRAR ATE O DIREITO DE bELEM VOTA JA IMAGINARAM ASSIM NAO E LEGAL UM ABRAÇO AOS MEUS CONTERRANEOS
Data: 29/07/2011 23:04
De: jose ieldo de sousa
IP: 187.90.243.171
Assunto: Saudades
vivi ate os 14 anos nessa cidade depois a vida me levou pra muitos lugares hoje moro em macapa mais nunca esqueci da minha linda capanema dos banhos de igarapé do futebol no campo do sipó do cine palace e da minha escola querida magalhãs barata e na minha epoca gipobe ginasio industrial professor oliveira brito tambem alguns amigos ze bego ze branco benedito damasceno acho q ainda tenho algum parente por ai um tenho certesa o jonas da sapataria popular acho que e assim o nome se alguem quiser se comunicar comigo e so me add no msn joseieldo@hotmail.com um abraço a todos e prosperidade pra minha linda e inesquecivel CAPANEMA
Data: 17/07/2011 21:47
De: celia marigliani
IP: 187.68.18.37
Assunto: Saudade
Sai de capanema em 82 fui pra campinas Sp, hoje moro no ES, tenho um irmão que mora ai, infelizmente ainda não foi possivel voltar a essa terra pra rever meus amigos. Tenho muita saudade.
Data: 08/07/2011 15:41
De: Linda Carneiro
IP: 189.119.106.150
Assunto: JOSIEL MARTINS DE POMBAL/PARAIBA
ESTÁ A +- 35 ANOS EM CAPANEMA, INICIALMENTE MOROU EM CASTANHAL, SEMPRE MEXEU COM REVENDA DE CARROS, CAMINHÕES, DISTRIBUIÇÃO DE BEBIDAS, HOTELARIA, OU SEJA SEMPRE FOI UM GRANDE COMERCIANTE! E NA DÉCADA DE 90 INICIOU SEU FILHO ZÉ NETO NA POLÍTICA PARAENSE. ...COLOQUEM O NOME DELE NAS MÃO DO SENHOR JESUS PQ ELE E TODA ESSA FAMÍLIA PRECISA!...AS HISTÓRIAS DE CRIME ENVOLVENDO O NOME DESTA FAMÍLIA JÁ DURAM QUASE 4 DÉCADAS...MAS DEUS NÃO DORME!!!
Data: 01/06/2011 20:16
De: um filho de capanema
IP: 177.30.68.83
Assunto: Divisao do para
oi pessoal da linda cidade de capanema votem contra a divisao do para pelo amor de Deus toda riquesa mineral do nosso estado esta no oeste sul e sudeste do estado ferro ouro e ate petroleo e so isso que eles querem  com que vamos ficar com a regiao mais pobre cuidado com o jader barbalho ele que ser governador do tapajos pois em santarem esta estampado a cara dele em todo canto se liga meu povo abraços a todos conto com voces
Data: 11/05/2011 23:50
De: José Iéldo Gomes de Sousa
IP: 189.96.20.95
Assunto: Parabenizar
sabe pessoal do forum essa ferramenta e fantastica assim os filhos de capanema vivem se encontrando depois de uma longa temporada isso e maravilhoso quero parabeniza-los pela grande ideia pois sou filho dessa terra linda apesar de esta fora a muito tempo + de vez em quanto me atualizo baixando algumas fotos outro dia baixei algumas da minha escola onde fiz o primario escola magalhães barata foi muito legal  um abraço a todos se alguem quiser entrar em contato e so me add (joseieldo@hotmail.com)
Data: 27/04/2011 21:46
De: hierlleyn.p.s.
IP: 200.217.216.124
Assunto: Meu pai
como o senho vai ocenho esta bemi.
Data: 27/04/2011 21:36
De: hierlley n.p.s.
IP: 201.59.191.235
Assunto: Pai
oi pai
Data: 26/04/2011 13:54
De: tatiana vieira
IP: 200.129.136.144
Assunto: Sindicato dos Sociólogos (SINSEP)

Informamos que no dia 15 de abril, do corrente ano, em Belém, houve eleição para a presidência do Sindicato dos Sociólogos do estado do Pará.Infelizmente, a maioria dos cientistas sociais residente no estado, ficou de fora do pleito eleitoral.Mas de qualquer forma, a chapa vencedora foi a Chapa 3. E uma das propostas da chapa eleita, é a interiorização do SINSEP, por meio da criação de subsedes nas microregiões que compõe o estado do Pará.
Desse modo, é muito importante que os/as Cientistas sociais de Capanema e dos municípios vizinhos  entre em contato conosco, pelos: E-mails: ltbv26@hotmail.com/ltbv28@yahoo.com.br e celular: (91) 88625001, para que possamos estar dialogando sobre o futuro de nosso sindicato.

Cordialmente,

Lilian Tatiana de Barros Vieira
              SINSEP
Data: 25/04/2011 16:52
De: Queiroz
IP: 187.39.69.13
Assunto: Re: Re: Lembranças de Capanema
um grande abraço pra vc tambem meu amigo, tudo de bom pra vc e toda familia, pretendo passar uns dias ai, mais agora num ta dando, tenho que resolver uns lances aqui primeiro...  abraço a todos vcs.
Data: 23/04/2011 11:29
De: carlinho Di Lira
IP: 189.82.98.6
Assunto: Re: Lembranças de Capanema
alo Queiroz meu grande amigo, saudades. UM GRANDE ABRAAAAAAAAÇO, amigo.
Data: 31/01/2011 14:26
De: MAYARA RAISSA LISBOA DE OLIVEIRA
IP: 189.82.115.191
Assunto: /Colégio E.O.B
QUERO ESTUDAR NO COLEGIO EOB DE MANHA SERA QUE TEM VAGA PRA MIN
Data: 23/01/2011 22:35
De: mariane
IP: 187.40.28.58
Assunto: Re: Grupo folclorico carimbó ouricuri
gostei muito por  voces terem atendido  o meu pedido, esse grupo folclorico merece que o mundo os conheçam,  muito obrigado!!Parabéns Capaneme pelo seu Aniversário de 100 anos teu povo merece.
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