Fórum Oficial dos profissionais de saúde: ACS (Agentes Comunitários de Saúde), ACE's (Agenstes de Controle de Endemias), AVA's (Agentes de Vigilância Ambiental) entre outros. Atenção: Não aceitamos postagens anônimas ou fora de contexto dos objetivos desta ferramenta. Moderação: Equipe de moderadores. Nossa home page no Facebook: https://www.facebook.com/jornalagentesdesaude

Tags: de acs ace psf agente asa comunitario ava asace
09/02/2008 13:00
De: ANDREISON (andreisong@yahoo.com.br)
IP: 189.10.64.88

Sindicato

Bom dia companheiros!  Trabalho nesse programa desde o dia 07 de junho de 2004 quando éramos ainda da finada fundação Zerbini,desde então,venho fazendo parte da luta em prol da categoria,que teve início com um grupo de pessoas,entre médicos,enfermeiros e alguns companheiros acs,onde nos reuníamos no sindicato dos enfermeiros periodicamente afim de combater as injustiças cometidas pela finada zerbini.fundamos a associação dos func.do programa família saudável,a qual o DR Joaquim era o presidente e  eu vice presidente...lembram se que entramos de aviso prévio em  meados de 2005 pq o programa iria acabar?Pois corremos atrás para que isso não ocorresse...tb tínhamos a precciosa ajuda de nossa querida enfermeira fátima,então presidente do sindicato dos enfermeiros e sua equipe jurídica.....
E após algum tempo nasceu a AACSdf,que de início não estava muito preocupada em somar forças não...havia um certo clima de rivalidade....
Em meados de 2006 a nossa querida associação deixa de existir...mas eu continuei a luta em prol de todos nós,e isso não é demagogia ,pois quem me conhece sabe disso!
Em 2006 estávamos num clima de incertezas quanto ao nosso futuro,(aí entram os protagonistas dessa parte da história) a nossa efetivação não foi conseguida somente pela associação dos acs como os colaboradores da aacsdf disseram abaixo não...teve outars pessoas que contribuíram pra isso:
Temos o nosso companheiro Aldemir que até sem comer ficou,o Wanderman com os companheiros ace que até porrada da polícia tomaram...o então Dr Charles,que até então ainda não era parlamentar...eu tb estive lá e pude presenciar isso...a Shirley tb estava lá com alguns companheiros,mas não chegou a tomar porrada da pm não,e nem eu tb...tinha tb alguns acs...
Mas....aonde estava o até então Sindisaúde nisso tudo?
A bem da verdade o sindicato só começou a nos ver com outros olhos após nossa efetivação!Até então não estava nem aí prá categoria...
O fato é que em 30 de junho de 2006 fomos efetivados depois de muita luta da categoria!
A verdade é que nós acs muitas vezes fomos convocados para estarmos na luta ...e muitas vezes nos acovardamos,com medo de faltas,de punições ou,simplesmente por sermos acomodados!
Digo isso,pois várias vezes estava na frente da secretaria de saúde,na frente do buriti,na frente da zerbini,sempre correndo atrás do que é nosso...e muitas vezes pude constatar com tristeza a ausência dos acs,enquanto os ace sempre estavam lá,convocados por seu presidente!
Nas duas últimas convocações...vi com muita alegria que os companheiros estavam em peso.....no clube da saúde,por exemplo...tínhamos 600 acs lá...
outro detalhe que algus desconhecem....
nós só conseguimos os 80% graças á luta dos ace,pois até então o sindisaúde havia aceitado os 50% juntamente conosco que estavamos lá....
Os companheiros ace,com sua associação conseguiram uniforme,as 30horas em caráter experimental....isoo prá citar algumas conquistas....
e nós?
o que conseguimos com a nossa associação e o sindsaúde???
Tudo o que temos até agora são teorias...boa vontade....mas não passa disso!!!!!
E o nosso acordo coletivo?
Caso vcs ainda não saibam,ele só poderá ser assinado em 2009...sabem por que?
Pq em dezembro último tivemos uma reunião de delegados no sindisaúde e lá ficamos sabendo que nós celetistas não podíamos ser legalmente representados pois o estatuto não contemplava isso!Por esse motivo o sindsaúde não poderia assinar o nosso acordo coletivo!
Quem tiver alguma dúvida é só procurar saber disso!
O que nós temos até agora?
Alguém recebeu uniforme novo?
protetor solar?
Bolsas?
Sapatos?
30 horas?
Não companheiros...nada disso!
Precisamos deixar de demagogias e sermos realistas...
Deixar de briguinhas desnecessárias e unir forças....
Deixar de ficar na aba das conquistas dos ACE e irmos á luta....
Nao estou aqui dizendo tudo isso para causar desarmonia não,é só para lembrar alguams pessoas que nem tudo o que reluz é ouro!
A história precisa ser contada da maneira correta!
Para aqueles que estão mais interessados em causar tumulto,venham para o debate,ponham a cara prá bater assim como nós!
A hora é de unir forças!!!
Juntas,as duas categorias somam quase 1300 funcionãrios....
E,por conta de tudo isso,resolvemos fundar nosso próprio sindicato, o SINDIVACS,a qual une as duas categorias em busca de um novo ideal!
Se estivéssemos entrando na luta agora poderiam dizer que somos demagogos,oportunistas,interesseiros....mas não!
Todas as pessoas que compoem esse sindicato são pessoas que já estão na luta há muito tempo,e que não desistem de lutar nunca!!!
E,ao contrário do que o nosso companheiro ACS(será mesmo?) disse em sua postagem em forma de poema...NÓS NÃO IREMOS NAUFRAGAR...sabe porque?
PQ TEMOS A GRANDE MAIORIA DE ACS E ACE QUE TEM UMA VISÃO DE FUTURO,QUE QUEREM ALGFO MELHOR PARA NOSSA CLASSE...QUE NÃO AGUENTAM MAIS FICAR ESPERANDO A MORTE CHEGAR COM A BOCA ABERTA!
E,mesmo que haja alguma tentativa de boicote,podem ter certeza que estaremos preparados para o que der e vier!!!!
Portanto companheiros, a hora é essa,quem estiver mesmo acrditando em um futuro melhor....nos dê uma chance e verão um sindicato verdadeiramente comprometido com a categoria,que irá brigar mesmo por nossos direitos!!!!
E,aqueles que estão mais preocupados em dividir a categoria,em nos enxovalhar...venbham somar conosco,suas idéias talvez nos ajudem!
Parem de se esconder atrás de postagens e se mostrem prá valer!!
A hora é somar forças e não dividir,pois a divisão só beneficia nossos opositores!
Sabemos que no meio de nossa categoria tem muitos companheiros de talento,com idéias fantásticas! Estamos aqui para,juntos,vencermos em busca de melhorias,de respeito,de valorização!!!
Até mais companheiros e,na certeza que iremos lotar aquele auditório,faço votos de sucesso a todos nós e desde já me coloco á disposição da categoria...meu email está aí!!!
UM ABRAÇO E UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA!!!!!!
ANDREISON  
10/02/2012 14:27
De: PAULO PAULADA (ppl@df.com.br)
IP: 189.21.128.164

SINDICATO CARA DE PAU!!!!!!!!!!!!!!

VOCÊS DO SINDIVACS NÃO TEM NOÇÃO NENHUMA, QUEM VAI NESSA SOLENIDADE??
O MELHOR A FAZER É DEIXAR DE IMPORTUNAR OS ACS E AVAS NESSE INFORUM....
SE EU FOR VOU LEVAR UM CAMINHÃO TANQUE DE ÓLEO DE PEROBA...............
01/08/2007 18:40
De: JAILSON (jjscomunitario@yahoo.com.br)
IP: 189.18.95.203

Re: Re: PAULO LOPES

OI ANA ESTE ICENTIVIVO VALE PARA OS ACS'S DE TODO O BRASIL, É REFERENTE AO REPASSE QUE O MS PASSA VIA FUNDO MUNICIPAL PARA TODAS AS REFEITURAS.
UM ABRAÇO. SINDICOMUNITARIO - SÃO PAULO - SP JAILSON
29/08/2009 13:33
De: Samuel Camêlo - Recife-PE
IP: 189.70.137.154

Mobilização em prol da aprovação do PLS 196/2009

Caros colegas,
A MNAS publicou uma nova proposta de ação visando motivar os parlamentares. O planejamento envolve a utilização de ferramenta interativa, no caso o Twitter. Foi enviada uma proposta para diversas entidades representativas e agentes de saúde dos mais diversos municipios. A proposta é utilizar o Twitter, como recursos interativo, para estabelecer contato com os deputados federais numa ação pró-aprovação da PLS 196. Se desejar uma cópia da mensagem, estabeleçam contato conosco.
Nossa missão é contribuir para tornar expectativas especificas em realidade. Nós estamos trabalhando em prol desta causa!

Um grande abraço,
Samuel Camêlo
Coordenação Geral da MNAS
E-mail:agentesdesaude@gmail. com
http://twitter.com/AgentesdeSaude
http://facebook.com/SamuelCamelo
http://www.mobilizacaonacional.kit.net
19/05/2006 12:49
De: Maria
IP: 200.181.87.145-

WANDERMAN

Meu querido, gostaria muito de aproveitar esse espaço e parabenizar você e toda a sua equipe pelo desempenho e dedicação, sabemos que com seu esforço e inteligência as coisas fluiram. Você é a peça chave que nos faltava, é a luz que precisávamos enxergar no fim do túnel...Você é a nossa maior ESPERANÇA hoje..Menino de ouro!! Peço-lhe que nada e nem ninguém seje capaz de tirar todo esse seu brilho, pois se a sua estrela brilha tanto é sinal que causa inveja aos que não brilham....Que Deus te abençõe. AGENTE DE ENDEMIA DO GUARÁ.
26/06/2008 17:55
De: paulo pires -acs pires.acs@hotmail.com
IP: 189.10.84.197

Emprego Pùblico.




O Emprego Público
A criação da figura jurídica do emprego público constitui uma das mais importantes modificações introduzidas na gestão de pessoal da administração pública em decorrência das revisões constitucionais associadas às iniciativas da Reforma Administrativa do Estado. O emprego público compõe parte das medidas de flexibilização do trabalho que foram adotadas pelo governo Fernando Henrique Cardoso com o explícito propósito de ajustar a economia em geral e a administração pública em particular a requisitos de eficiência e controle de gastos. Tem por efeito mais visível reintroduzir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) como um regime de trabalho alternativo no âmbito do serviço público, opção que chegou a ser bastante difundida nos anos 70 e 90, mas que havia sido deixada de lado pela Constituição de 1988, quando prescreveu que os servidores públicos de todos os entes federados seriam regidos por um estatuto unificado, um regime jurídico único.
Ajustando-se ao que estabelecia a nova Constituição, o Governo Federal, no início da década de 90, promoveu a transformação em estatutários de seus funcionários celetistas, bem como os que estavam há mais de cinco anos em outras condições de vínculo de caráter precário. O Regime Jurídico Único (RJU) passou a ser o marco legal que desde então rege a vida funcional dos servidores federais. No entanto, nem todos os estados e municípios promoveram um movimento da mesma magnitude e, como resultado, persiste uma proporção razoável de médicos e outros profissionais de saúde contratados por regime CLT na administração pública estadual e municipal, conforme mostram os dados da RAIS para 1997.  
A recente mudança introduzida pela Emenda Nº 19 criou a seguinte distinção conceitual:
os servidores estatutários ocupam cargos públicos, regidos pelos respectivos regulamentos, da União, do Distrito Federal, de estados e de municípios;
os empregados públicos ocupam empregos públicos, subordinados às normas da CLT, e são contratados por prazo indeterminado para exercício de funções na administração direta, autárquica e fundacional.
Com esta distinção, o sentido de unicidade do RJU federal e dos seus equivalentes nos demais membros da Federação está restrito ao fato de que todos os estatutários continuam a obedecer a um único regimento, embora nem todos os servidores estejam submetidos obrigatoriamente a tal regimento. Os empregados públicos não têm estatuto próprio, sendo regulados por lei específica, a exemplo da Lei Nº 9.962/2000, que disciplinou o emprego público no âmbito da administração federal.
São consideráveis as diferenças existentes entre estas duas categorias no que se refere aos aspectos de estabilidade, processo seletivo, previdência social, remuneração e oportunidades de carreira. Contudo, visto que certas prerrogativas dos estatutários foram recentemente revistas, como resultado de medidas adotadas nas reformas administrativa e previdenciária , as diferenças entre as duas categorias são hoje menores do que poderiam ser.
Sendo regidos por um contrato trabalhista, os empregados públicos gozam, em princípio, de uma menor estabilidade funcional do que os servidores estatutários, embora estes tenham passado por uma redução de seu status de estabilidade devido às recentes previsões legais quanto a excesso de quadros em cada esfera da administração pública e insuficiência individual de desempenho. Por outro lado, ambas categorias estão agora submetidas aos parâmetros de controle fiscal e financeiro dos entes federados, impostos pela União,  ratificados na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Os empregados públicos tanto quanto os servidores estatutários só podem ser admitidos ao serviço público pela via do concurso público, de acordo com a nova redação dada pela Emenda Nº 19, ao inciso segundo do Artigo 37 da Constituição. Portanto, ao contrário do que acontecia no período anterior a 1988, não mais se admite a entrada de celetistas com base em critérios arbitrários de competência ou por mera indicação política. No entanto, existe a intenção de que o processo seletivo de empregados públicos seja feito de forma mais "simplificada" do que o que se aplica habitualmente aos servidores estatutários. Quais são de fato os procedimentos que podem ser simplificados a fim de agilizar esse processo ainda não é algo muito claro.
Uma das principais motivações para o Governo Federal ter decidido adotar a relação celetista para seu empregados encontra-se na possibilidade que este vínculo acarreta de ajudar a diminuir o déficit da previdência dos funcionários públicos. O empregado público terá sua aposentadoria fixada em valores equivalentes aos limites que hoje se aplicam a todos os trabalhadores do setor privado e terá que recorrer ao sistema complementar de previdência privada, se quiser aumentar o valor de sua aposentadoria. Portanto, mesmo considerando os ajustes que foram introduzidos no que se refere a limites de idade e de tempo de serviço, a perspectiva de aposentadoria dos estatutários será sempre melhor que a dos empregados. Um ponto crítico, neste sentido, é saber se a remuneração efetiva do empregado público dar-se-á em níveis que compense, de alguma maneira, as diferenças nas regras de aposentadoria.
Observados certos tetos e limites de despesa legais, tanto o número de empregos públicos quanto sua remuneração podem ser arbitrados com mais liberdade aplicando-se com especificidade aos quadros de pessoal criados por ato do poder legislativo. De um modo geral, o emprego público aparece como uma alternativa mais "flexível" de regime de trabalho, dada sua natureza contratual, o que faz com que muitas das características de remuneração e incentivos possam ser prescritas e adaptadas a cada função ou local de exercício do emprego. Contudo, o conceito de carreira não se aplica aos empregados públicos, continuando reservada aos servidores estatutários.
O Executivo Federal tem deixado explícita sua intenção de restringir a modalidade estatuária para admissão de pessoal aos cargos de diplomacia, controle e supervisão de questões jurídicas e financeiras de Estado, portanto, às chamadas funções essenciais de Estado. No caso das agências regulatórias, recente proposta de lei adota o regime celetista para vinculação de todos os novos funcionários das agências regulatórias, incluindo, portanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVS) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os estados e municípios terão agora de adaptar seu corpo de legislação às mudanças constitucionais que reintroduziram o regime celetista na administração pública. Esquematicamente, são os seguintes os atos legislativos que deverão seguir:
revisão constitucional equivalente à Emenda Nº 19, para efeito de criação da figura do emprego público e, de um modo geral, para adoção das medidas de reforma administrativa;
promulgação de lei específica para disciplinar o emprego público no âmbito da administração pública que lhe corresponde;
autorização de abertura de quadros de empregos públicos na administração direta, autárquica e fundacional.




O Emprego Público
A criação da figura jurídica do emprego público constitui uma das mais importantes modificações introduzidas na gestão de pessoal da administração pública em decorrência das revisões constitucionais associadas às iniciativas da Reforma Administrativa do Estado. O emprego público compõe parte das medidas de flexibilização do trabalho que foram adotadas pelo governo Fernando Henrique Cardoso com o explícito propósito de ajustar a economia em geral e a administração pública em particular a requisitos de eficiência e controle de gastos. Tem por efeito mais visível reintroduzir a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) como um regime de trabalho alternativo no âmbito do serviço público, opção que chegou a ser bastante difundida nos anos 70 e 90, mas que havia sido deixada de lado pela Constituição de 1988, quando prescreveu que os servidores públicos de todos os entes federados seriam regidos por um estatuto unificado, um regime jurídico único.
Ajustando-se ao que estabelecia a nova Constituição, o Governo Federal, no início da década de 90, promoveu a transformação em estatutários de seus funcionários celetistas, bem como os que estavam há mais de cinco anos em outras condições de vínculo de caráter precário. O Regime Jurídico Único (RJU) passou a ser o marco legal que desde então rege a vida funcional dos servidores federais. No entanto, nem todos os estados e municípios promoveram um movimento da mesma magnitude e, como resultado, persiste uma proporção razoável de médicos e outros profissionais de saúde contratados por regime CLT na administração pública estadual e municipal, conforme mostram os dados da RAIS para 1997.  
A recente mudança introduzida pela Emenda Nº 19 criou a seguinte distinção conceitual:
os servidores estatutários ocupam cargos públicos, regidos pelos respectivos regulamentos, da União, do Distrito Federal, de estados e de municípios;
os empregados públicos ocupam empregos públicos, subordinados às normas da CLT, e são contratados por prazo indeterminado para exercício de funções na administração direta, autárquica e fundacional.
Com esta distinção, o sentido de unicidade do RJU federal e dos seus equivalentes nos demais membros da Federação está restrito ao fato de que todos os estatutários continuam a obedecer a um único regimento, embora nem todos os servidores estejam submetidos obrigatoriamente a tal regimento. Os empregados públicos não têm estatuto próprio, sendo regulados por lei específica, a exemplo da Lei Nº 9.962/2000, que disciplinou o emprego público no âmbito da administração federal.
São consideráveis as diferenças existentes entre estas duas categorias no que se refere aos aspectos de estabilidade, processo seletivo, previdência social, remuneração e oportunidades de carreira. Contudo, visto que certas prerrogativas dos estatutários foram recentemente revistas, como resultado de medidas adotadas nas reformas administrativa e previdenciária , as diferenças entre as duas categorias são hoje menores do que poderiam ser.
Sendo regidos por um contrato trabalhista, os empregados públicos gozam, em princípio, de uma menor estabilidade funcional do que os servidores estatutários, embora estes tenham passado por uma redução de seu status de estabilidade devido às recentes previsões legais quanto a excesso de quadros em cada esfera da administração pública e insuficiência individual de desempenho. Por outro lado, ambas categorias estão agora submetidas aos parâmetros de controle fiscal e financeiro dos entes federados, impostos pela União,  ratificados na Lei de Responsabilidade Fiscal.
Os empregados públicos tanto quanto os servidores estatutários só podem ser admitidos ao serviço público pela via do concurso público, de acordo com a nova redação dada pela Emenda Nº 19, ao inciso segundo do Artigo 37 da Constituição. Portanto, ao contrário do que acontecia no período anterior a 1988, não mais se admite a entrada de celetistas com base em critérios arbitrários de competência ou por mera indicação política. No entanto, existe a intenção de que o processo seletivo de empregados públicos seja feito de forma mais "simplificada" do que o que se aplica habitualmente aos servidores estatutários. Quais são de fato os procedimentos que podem ser simplificados a fim de agilizar esse processo ainda não é algo muito claro.
Uma das principais motivações para o Governo Federal ter decidido adotar a relação celetista para seu empregados encontra-se na possibilidade que este vínculo acarreta de ajudar a diminuir o déficit da previdência dos funcionários públicos. O empregado público terá sua aposentadoria fixada em valores equivalentes aos limites que hoje se aplicam a todos os trabalhadores do setor privado e terá que recorrer ao sistema complementar de previdência privada, se quiser aumentar o valor de sua aposentadoria. Portanto, mesmo considerando os ajustes que foram introduzidos no que se refere a limites de idade e de tempo de serviço, a perspectiva de aposentadoria dos estatutários será sempre melhor que a dos empregados. Um ponto crítico, neste sentido, é saber se a remuneração efetiva do empregado público dar-se-á em níveis que compense, de alguma maneira, as diferenças nas regras de aposentadoria.
Observados certos tetos e limites de despesa legais, tanto o número de empregos públicos quanto sua remuneração podem ser arbitrados com mais liberdade aplicando-se com especificidade aos quadros de pessoal criados por ato do poder legislativo. De um modo geral, o emprego público aparece como uma alternativa mais "flexível" de regime de trabalho, dada sua natureza contratual, o que faz com que muitas das características de remuneração e incentivos possam ser prescritas e adaptadas a cada função ou local de exercício do emprego. Contudo, o conceito de carreira não se aplica aos empregados públicos, continuando reservada aos servidores estatutários.
O Executivo Federal tem deixado explícita sua intenção de restringir a modalidade estatuária para admissão de pessoal aos cargos de diplomacia, controle e supervisão de questões jurídicas e financeiras de Estado, portanto, às chamadas funções essenciais de Estado. No caso das agências regulatórias, recente proposta de lei adota o regime celetista para vinculação de todos os novos funcionários das agências regulatórias, incluindo, portanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVS) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os estados e municípios terão agora de adaptar seu corpo de legislação às mudanças constitucionais que reintroduziram o regime celetista na administração pública. Esquematicamente, são os seguintes os atos legislativos que deverão seguir:
revisão constitucional equivalente à Emenda Nº 19, para efeito de criação da figura do emprego público e, de um modo geral, para adoção das medidas de reforma administrativa;
promulgação de lei específica para disciplinar o emprego público no âmbito da administração pública que lhe corresponde;
autorização de abertura de quadros de empregos públicos na administração direta, autárquica e fundacional.








05/10/2007 14:57
De: Marcia Aparecida Ferreira de Souza (marciamada@hotmail.com)
IP: 10.71.104.103, 200.252.135.221

Acressimo tambem para ACE

Olà Boa tarde sou Agente de saude de Endemias, aqui no municipio de seabra-Ba Chapada diamatina. estou com diversas duvidas em relacao a esse repase de 532 vai aver o acressimo para os ACE? sim ou não e por que!. sabemos aqui, que o a ACS conseguiram esse repasse e nos como ficamos e em relaçao a insalubridade  e de 10% 20% ou 40%. Estou angustiada com essas dúvias! presiso entender para air sim lutar e  junto a voces por melhores condicoes de trabalho
10/06/2010 22:35
De: JOSÉ (antjoso@bol.com.br)
IP: 189.104.170.175

NÃO HAVERÁ APROVAÇÃO DO 'PISO SALARIAL'............... É TUDO ILUSÃO................ VIVA LULA!!! VIVA DILMA RUSSEF!!

 REUNIÕES...... REQUERIMENTOS....... COMISSÕES........ TUDO ISSO  SÓ PARA ILUDIR UNS 'COITADOS', QUE AINDA ACREDITAM EM 'PAPAI NOEL' 'COELHINHO DA PASCOA' 'SACI PERERÊ'.......  NA VERDADE SÃO UNS 'POBRE DIABOS', QUE NÃO ESTUDAM, NÃO LEÊM, VIVEM NA MAIS COMPLETA 'INGNORÂNCIA', SEU NARIZ, NÃO VAI ALÉM DO BAIRRO ONDE MORAM, POBRES MISERÁVEIS............. AINDA ACREDITAM EM POLÍTICOS..................... "VIVA LULA" ................. "VIVA DILMA" .............. "VIVA O 'PT' "
18/05/2007 11:42
De: bruno (barraldf@gmail.com)
IP: 200.199.204.253

Duvidas

Moro no DF e gostaria de saber se alguem sabe como está a situação do último concurso da fundaçâo zerbini? Como muitos, passei e fiz o curso de agente. Alguma ação judiciária. E se alguem tiver o edital me mande. Obrigado
30/04/2006 07:34
De: WELLINGTON
IP: 201.32.163.123-

CALMA.

QUERO PEDI AOS COLEGAS AGENTES DE SAÚDE-ACS E ACE, Q UTILIZE ESTE ESPAÇO PARA TROCA DE INFORMAÇÕES CONSISTENTE E SÓLIDA, POIS ESTOU NOTANDO MUITO PANICO EM DISCURSÕES VAZIAS.
QUERO ESCLARECER Q OS AGENTES DE ENDEMIAS NÃO SÃO E NÃO SERÃO MELHORES Q O AGENTES COMUNITÁRIOS, POIS VEJO ESTAS DUAS CLASSE DE SUMA IMPORTANCIA PARA MANUTENÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA DO PAÍS.
O CRITÉRIO DE EFETIVAÇÃO DOS AGENTES, AINDA DEPENDE DE UMA POLITICA LOCAL E DA LEI FEDERAL Q ESTÁ SENDO DESENHADA E FUTURAMENTE SERÁ VOTADA. VAMOS NOS RESERVAR PARA FAZERMOS PRESSÃO NA VOTAÇÃO DESTA LEI, EM VEZES DE TROCAR INFORMAÇÕES AQUI, COM OFENSAS AOS COLEGAS, POIS ESTE TIPO DE COMPORTAMENTO, NÃO IRÁ NOS AJUDAR EM NADA. OK COLEGAS.
VAMOS NOS RESERVAR TB, NOS INFORMAR MELHOR, E PRINCIPALMENTE BUSCAR INFORMAÇÕES VERDADEIRAS Q POSSA AJUDA OS COLEGAS DE DIVERSOS ESTADOS Q ACESSA ESTE PORTAL, NA PROCURA DE INFORMAÇÕES E ATÉ MESMO COMO SUBSÍDIOS NA LUTA DO DIA A DIA, EM SEU MUNICÍPIO.
É IMPORTANTE, FRISAR, Q OFENSAS COM OS DEMAIS COLEGAS AGENTES NÃO VAI TRAZER SOLUÇÕES PARA AS PROBLEMÁTICAS DE NOSSA CLASSE, ENTÃO VAMOS DEIXAR ESTES TIPOS DE ARGUMENTOS FORA DESTE ESPAÇO CULTURAL.
OBRIGADO PELA ATENÇÃO COLEGAS
WELLINGTON
Seu IP: 54.80.212.195 (os IP's são armazenados por questões de segurança)
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