Passo Fundo, RS, 24.09.2007
Interessado solicita o livro "Itapetininga" por conter informações do Cap. Antônio de Almeida Leite Penteado de quem afirma ser descendente.
G. M. Gomide
São Paulo, 17.02.2008
Parente da família Castanho de Guareí procura informações genealógicas.
R. Antunes
Tatuí, 29.11.2007
Adorei saber que vocês fizeram um livro sobre a nossa cidade. Parabéns.
G.V.C.
Apresentação: H. J. F., filho de Antônio Rui e neto de Lucinda Aires com Evaristo, p. 49 do livro "Guareí". Estive em Guareí e Tatuí no final do ano passado, buscando nos cartórios documentos sobre familiares passados que lá residiram. No cartório, o Sr. Lucidoro, quando viu os nomes, disse tratar-se de antigos moradores (fundadores?) de Guareí e que, na Prefeitura, havia um livro que fazia referência a todos os familiares dos quais eu solicitava certidão. Na Prefeitura, conversei com o gerente o qual me presenteou com um exemplar que me esclareceu bastante sobre as pessoas que eu procurava. Meu pai nasceu em Guarei em 1911 e veio para Três Lagoas (MS) como voluntário da Revolução de 32. Casou-se por aqui e nunca mais voltou. Contava-nos muita coisa de lá, principalmente de parentes, pois sua mãe Lucinda era filha de Eliseu Aires do Amaral com a escrava Adelaide (lª do testamento, p. 49 do livro onde consta meu pai Antônio Rui, Eliseu...). Parabenizo-o pelo livro que me esclareceu muito. Temos foto de Eliseu Aires do Amaral, Lucinda e Paulino bem como meu pai e tios, todos nascidos em Guarei. Também algumas peças de talheres com a gravação E.A.A (Elias Aires do Amaral?). Na p. 38, o Dr. Américo Antônio Aires cita um faqueiro no testamento. Ilha Solteira (SP), 26.03.2007. H.J.F.
Santa Maria-RS, 8 de agosto de 2006
Ilmo. Sr. Sílvio Vieira de Andrade Filho
Sou natural da cidade de Guareí, da família Vieira de Moraes. Estou ausente do município desde 1987 quando saí para cursar Engenharia de Agrimensura em Pirassununga-SP. No momento trabalho na Universidade Federal de Santa Maria-RS como prof. adjunto.
Sobre o livro "Guareí"......
Saudações,
Prof. C.V.M.
Maceió, terça-feira, 11 de abril de 2006
Caro Sílvio Vieira de Andrade Filho
Para começar eu tenho desessete anos e estou terminando o ensino médio,
herdei esse sobrenome da família da minha mãe, R.F. Momberg. O
pai dela, meu avô chama-se J.B. Momberg. Eu não não me lembro nome
dos pais dele, mas se o senhor quiser, posso perguntar da próxima vez que
visitá-lo. Após trabalhar nos três estados do sul do país, meu avô foi
transferido para cá em 1967, trazendo cinco filhas incluindo minha mãe, um
filho adotivo e sua esposa, minha vó, E. M. Momberg, eles se
conheceram e se casaram em Guareí e ainda hoje têm parentes nessa cidade.
Aqui em Maceió, nossa família é pequena, pois somos apenas os que vieram a
partir dos meus avós.
Ah, gostaria de saber qual foi o registro mais antigo que o senhor achou da família, e se encontrou algo no consulado da Alemanha ou uma lista de passageiros de um navio, pois gostaria de juntar essas informações às que meu avô conta sobre a vinda dos Momberg ao Brasil.
Obrigada por responder.
Cordialmente,
M.M.
Olá, Sílvio
Meu nome é M., tenho 17 anos e sou da família Momberg. Meu avô nasceu
em Guareí, mas nós moramos em Maceió por causa do seu emprego. Ultimamente, eu e meus primos decidimos procurar fontes sobre a história da nossa família no Brasil. Quando eu soube do lançamento do seu livro, me interessei....
09.04.2006.
M. M.
Oi Sílvio
Sou da família Momberg de Guareí.
Parabéns pelo livro.
Segue a genealogia em "guareiês".
08.11.2004.
V.M.
Prezado pesquisador
Sou de São Paulo e vivo na Patagônia, trabalhando para uma empresa de vídeo.
Gostei muito de seu site sobre o seu livro "Um Estudo......".
Como eu e minha esposa estamos aguardando a chegada de nosso filho, gostaríamos de que o senhor nos enviasse algumas palavras da "cupópia" que poderão servir de nome para o nosso filho.
Em anexo, seguem algumas fotos do local onde moramos.
05.04.2004. G.M.L.S.
Prezado Sr. Sílvio
Obrigada por responder-me prontamente.
Meus pais nasceram em Guareí. Segue-se uma lista genealógica.
Trabalho como professora na Universidade do Estado do Amazonas na área de Artes e, atualmente, desenvolvo meu doutorado em relações artísticas luso-brasileiras na Universidade do Porto.
Gosto muito de história e memória. Tenho muito gosto em saber mais coisa sobre o passado e as origens familiares.
Pretendo ir a Tatuí no próximo ano e então procurarei o livro em Guareí.
Manaus, 05.10.2004.
L.V.B.P.
Prezado Sílvio Vieira de Andrade Filho
Gostaria primeiramente de parabenizá-lo pela publicação do livro "Guareí". Gostaria de saber a maneira de adquirí-lo. Manaus, 02.10.2004.
L.V.B.P.
Bom Dia, Sr. Sílvio.
Sou estudante do 4º ano, do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Paraná).
Este ano temos na disciplina de Língua Portuguesa IV, as origens das línguas. Nossa professora propôs que fizessemos um seminário sobre vários temas e meu grupo ficou com o tema: " As formas de expressão da língua africana no Cafundó". Ao pesquisar na internet encontrei seus artigos referentes ao Cafundó.
Gostaria de enfatizar que seus artigos contribuirão muito para o entendimento e desenvolvimento do seminário que será apresentado por nós no dia 17/05/06 e tenho plena certeza que todos apreciarão o tema, assim como eu e minhas colegas ficamos encantadas com essa cultura que se esconde dentro desse nosso enorme Brasil de diversas raças, crenças, religiões, etc.
Fico feliz em saber que pessoas como o Sr. contribuem para que possamos obter maiores e melhores conhecimentos sobre estes temas que nem sempre tem o destaque merecido e também por minha excelente professora que abordou estes assuntos que nos fazem refletir sobre a nossa cultura.
Parabenizo-o pelo excelente trabalho.
Um abraço,
S. R. M.
Data: 18/03/2006 16:27
De: Marcelo Cid
IP: 201.43.91.81-
Assunto: "Cupópia"
Olá, Sílvio, como está?
Achei o tema de fato muito interessante. Gosto desses assuntos lingüísticos! Os giros da cupópia me lembraram também uma
passagem do "Ramo de Ouro", de Frazer, sobre a "superstição" de certa tribo africana: quando os homens saem para a guerra, as mulheres ficam proibidas de dizer os nomes de seus maridos, ou mesmo qualquer palavra que tenha uma sílaba desses nomes - daí que nasceu um novo idioma, feito de giros, falado apenas pelas mulheres nessa condição.
Sou diplomata, estou em Montevidéu, mas li seu artigo em Brasília, no Centro de Documentação do Ministério das Relações Exteriores, que eu chefiava e onde recebi um exemplar da revista da universidade.
Um abraço,
Marcelo Cid
Quarta-feira, Janeiro 25, 2006
Giros da cupópia
Acabo de ler um breve e interessante artigo ("A polissemia e a perífrase na cupópia", de Sílvio Vieira de Andrade Filho - Revista da Universidade de Sorocaba, dez. 2005) sobre algo que deve desaparecer em breve... a cupópia: dialeto falado em antigos quilombos brasileiros, ou por escravos entre si, para que seus senhores não os compreendessem (leio que a cupópia era o dialeto peculiar de uma única fazenda em Caxambu, mas desconfio que em todo o Brasil ocorresse fenômeno semelhante). Notável é o modo como os poucos conhecedores remanescentes desse dialeto (são oito!) se referem a coisas modernas, que não existiam quando se fixou o vocabulário da cupópia: com perífrases que lembram o modo das sagas nórdicas estudadas por Borges (veja o ensaio "As kenningar", na "História da eternidade"). Alguns exemplos:
Motorista: "tata que curima o ingômbi do andaru" = "homem que trabalha o cavalo de fogo".
Ambulância: "ingômbi do andaru do injó do maiêmbi" = "cavalo de fogo da casa do remédio".
Caneta: "tenhora da curima da mucanda" = "instrumento de trabalhar a escrita".
Mas o gênio da cupópia se mostra também na nomeação de coisas mais telúricas e imemoriais:
Minhoca: "mucuazinho do túri" = "cobrinha da terra".
Limoeiro: "orofim do malara nâni do ique" = "árvore da laranja sem doce".
Padre: "tata que cupopeia a cupópia de Jambi" = "homem que fala a língua de Deus".
Data: 10/09/2005 15:38
De: B. L. H. R.
IP: 200.177.17.12-
Assunto: Livros
Prezado Sílvio
Foi com imensa honra que recebi sua resposta. Seus livros são legados extraordinários da História de nossa região. Assim, muitos pesquisadores, professores, estudantes e interessados no assunto podem ter acesso a esse valioso material.
Eu li o livro "Um estudo...." e achei fantástico. Você fez uma pesquisa minuciosa de uma época, resgatou uma cultura além de colocar importantes dados históricos e genalógicos. Parabéns!
Atenciosamente,
B. L. H. R.
Data: 10/09/2005 15:34
De: B. L. H. R.
IP: 200.177.17.12-
Assunto: Livros
Prezado Sílvio
Venho por meio deste e-mail primeiramente parabenizá-lo pelo excelente trabalho realizado através da publicação do Livro "Um Estudo Sóciolingüístico das Comunidades Negras do Cafundó, do antigo Caxambu e de seus Arredores". Esse livro foi uma importante ferramenta no desenvolvimento de meu site e da árvore genealógica da família. Apenas não consegui o livro "Guareí" que será de grande importância para mim, pois tenho ligação com a família Aires e com os alemães Schimidt e outros que são de Guareí.
Atenciosamente,
B. L. H. R.
Data: 15/08/2005 13:07
De: J. J. M.
IP: 200.177.21.120-
Assunto: Livro
Caro Professor Silvio é com grande satisfação que lhe escrevo. Meu nome é J. J. M., nasci em Sorocaba no ano de 1961, gosto de ler toda literatura que se refere a história de Sorocaba e região. Há algum tempo atras recebi um e-mail divulgando o livro de sua autoria cujo o titulo é: Um estudo sócio lingüistico das comunidades negras do Cafundó do Antigo Caxambu e de seus arredores. Imediatamente me dirigi à biblioteca Municipal de Sorocaba com a intenção de ler um exemplar. Fiquei impressionado com a riqueza de informações que encontrei. Gosto muito de pesquisar minhas origens genealógicas. Meus avôs paternos: Salvador Moreira de Souza e Anacleta Maria de Jesus, já falecidos, eram da cidade de Salto de Pirapóra, quando essa ainda era um bairro de Sorocaba. Quando criança sempre ouvia as estórias que minha avó contava sobre a nossa antiga Sorocaba e seu folclore, com lendas que nos deixavam de cabelos em pé. Pude conferir algumas dessas lendas em seu livro e confesso que fui tomado por uma grade emoção, é como se eu tivesse voltado no tempo. Ao ler um capitulo de seu livro mais precisamente na pagina de numero 80, onde você descreve a compra de um sitio com 6000 a 7000 pés de café, adquirido por José de Almeida Lara, esse sitio fazia divisa com as propriedades de Jesúino de Cerqueira César, José Ferreira Braga, Francisco Antônio Eusébio e Salvador Moreira de Souza, não sei se essa pessoa era meu bisavô, mas pelo que sei ele foi proprietário de umas terras nessa região. Estou pesquisando alguns documentos do meu bisavô, com a intenção de apurar mais sobre sua vida, inclusive um antigo inventário que a muito estava arquivado no Forún de nossa cidade.
Bem professor deixo aqui meu abraço e meus sinceros agradecimentos pelo seu empenho em escrever essa fascinante obra literária, que tanto tem me auxiliado em minhas pesquisas. Aproveito o espaço para pedir a gentileza de me informar onde posso adquirir um exemplar do livro, pois gostaria de possuir um para uni-lo aos livros de história que tenho em casa, aos quais tenho grande estima, e principalmente pelo valor sentimental que ele me proporcionou em relação aos relatos e descrições do cotidiano dos meus queridos ancestrais.
Um forte abraço.
J. J. M.
Parabéns pela excelente obra Sr. Sílvio Vieira de Andrade Filho. Venho lendo o seu livro muito completo no aspecto lingüístico. Obras deste gênero fazem com que cada vez mais reflitamos sobre a identidade do Brasil com sua vasta riqueza cultural, a maioria desta a ser estudada por pesquisadores com a mesma seriedade do Prof. Andrade Filho.
Parabéns pelos sites também, bastante informativos.
Cláudio C. Junqueira
Professor Universitário
Data: 29/05/2004 00:47
De: Maria Amado
IP: 200.177.30.38-
Assunto: Bons sites
Caro Professor Sílvio, só hoje é que vi seu site. Gosto muito dos textos. Estou na Faculdade de Jornalismo, sonho antigo que agora se faz realidade.
Fique bem, que Deus continue iluminando suas pesquisas e sua vida, abraço, Maria A. Amado
Prezado Alexandre
Obrigado pelas palavras de incentivo. Respondi-lhe via email.
Abraços. Sílvio