DEBATE!!!!!!!!! Acordo Ortográfico de 1990 Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa DEIXE A SUA OPINIÃO!!!! O Acordo Ortográfico de 1990 pretende instituir uma ortografia oficial única da língua portuguesa e com isso aumentar o seu prestígio internacional[2], dando fim à existência de duas normas ortográficas oficiais divergentes: uma no Brasil e outra nos restantes países de língua portuguesa. É dado como exemplo motivador pelos proponentes do Acordo o castelhano que apresenta bastante variação, quer na pronúncia quer no vocabulário entre a Espanha e a América hispânica, mas sujeito a uma só forma de escrita, regulada pela Associação de Academias da Língua Espanhola. Por outro lado, observa-se que a língua inglesa apresenta variações ortográficas entre os países que a falam e nunca foi objecto de regulação oficial, porém as diferenças gráficas são muito menores e menos frequentes do que as da língua portuguesa.

Tags: brasil portugues debate acordo
07/06/2009 17:05
De: trad Wilson (wilsonvazquez01@gmail.com)
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2º parte-Acordo Ortográfico de 1990.. VANTAGENS E DESVANTAGENS

A adopção da nova ortografia, de acordo com os dados da Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 (que se baseiam exclusivamente numa lista de 110 000 palavras da Academia das Ciências de Lisboa[3]), irá acarretar alterações na grafia de cerca de 1,6% do total de palavras na norma euro-afro-asiático-oceânica (em Portugal, PALOP, Timor-Leste e Região Administrativa Especial de Macau) e de cerca de 0,5% na brasileira[4].
O teor substantivo e o valor jurídico do tratado não alcançaram consenso entre linguistas, filólogos, académicos, jornalistas, escritores, tradutores e personalidades dos sectores artístico, universitário, político e empresarial das sociedades dos vários países de língua portuguesa, de modo que a sua aplicação tem suscitado discordância por motivos linguísticos (v.g. introdução de facultatividades, supressão de letras consonânticas mudas, hifenização, maiusculização e remoção do acento diferencial), políticos, económicos e jurídicos, havendo quem afirme mesmo a inconstitucionalidade do tratado[5]. Outros ainda afirmam que o Acordo ortográfico serve, acima de tudo, a interesses geopolíticos e económicos do Brasil[6] [7].
23/03/2010 15:21
De: Leduir Beto
IP: 189.6.170.117

Re: Ortografia

Na minha opinião a ortografia deveria seguir a pronúncia. Exemplo: 1 - A letra S seria usada onde tem pronúncia de SS, Ç, SC,    XC   e nos casos em que C tem pronúncia de SS/C. Onde o S tem pronúncia de Z, seria substituído por Z. Com isso não mais existira SS, Ç.   2 - As letras C, Q não mais figurariam no alfabeto da língua brasileira, sendo substituídas por  K.   3 -  A letra H não mais figuraria em nosso alfabeto, sendo substituída:    CH por X;    LH por LI;   NH por NI.  Onde o H é mudo , nada constaria.  4 - A letra  X  onde tem pronúncia de Z seria substituída por Z; onde tem pronúncia de de S, seria substituída por S.    5 - A letra G onde tem pronúncia de J seria substituída por J;  6 - Y seria substituída por I;  7 - Não mais seria usado RR mas tão somente R. Com estas alterações no alfabeto da língua brasileira não mais existiriam os verbetes C, H, Q, Y, os quais poderiam ser usados em nomes próprios, siglas, topônimos e antropônimos originários de outras línguas. EXEMPLO: sucesso = suseso; doença = doensa; nascente = nasente; exceção = esesão; desuso = dezuzo; escasso = eskaso; ; que = ke; chumbo = xumbo, filho = filio; espanhol = espaniol; haver = aver; exaurir = ezaurir; experiência = esperiênsia; garagem = garajem; corresponde = coresponde.
11/08/2009 10:45
De: Leduir Beto
IP: 189.6.178.59

Ortografia

Na minha opinião a ortografia deveria seguir a pronúncia. EXEMPLO: 1 - A letra S seria usada onde tem pronúncia de SS, Ç , SC e nos casos em que a letra C tem pronúncia SS/Ç. Nos casos em que S tem pronúncia de Z , seria substituída por Z. Assim sendo  não mais se usaria SS e Ç.  2 - As letras C e Q não mais constariam no alfabeto da língua brasileira, sendo substituídas por K. 3 A letra H não mais integraria o nosso alfabeto, sendo substituída: CH por X; LH po LI; NH por NI. Onde o H é mudo, nada constaria. 4 - A letra X onde tem pronúncia de Z, seria substituída por Z. Onde a letra X tem pronúncia de S , seria substituída por S. 5 - A letra G onde tem pronúncia de J seria substituída por J. 6 - Y seria substituída por I. 7 - Não mais seria usado RR mas tão somednte R. Decorrente destas mudanças no alfabeto da língua brasileira não mais figuraria as seguintes letras: C, H, Q, Y, as quais poderiam serem usadas em nomes próprios, siglas, topônios e antropônios originários de outras línguas. Alguns exemplos: sucesso= suseso; doença= doensa; nascente= nasente; desuso= dezuzo; escasso= eskaso; que= ke; chumbo= xumbo; filho= filio; espanhol= espaniol; haver= aver; exaurir= ezaurir; experiência= esperiênsia; garagem= garajem; corresponde= coresponde.
07/06/2009 17:29
De: trad Wilson (wilsonvazquez01@gmail.com)
IP: 189.18.111.166

ACORDO ORTOGRÁFICO - Uma opinião de Portugal

RAZÕES CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO
1. A língua materna é o português estabelecido ao longo de séculos, neste sítio do sudoeste europeu;
2. Esta língua foi exportada para África, Ásia, Oceânia e América do Sul, a partir dos séculos XIV e XV;
3. Foi adoptada como linguagem de comunicação comum, por vários povos;
4. Foi tendo uma evolução de vocabulário e de escrita, tanto na origem, como nos povos adoptantes da mesma;
5. Com a diáspora foi-se espalhando para outros países e territórios;
6. Mas tendo sempre por base... a MATRIZ.
7. Fazendo algum paralelismo com a expansão de outras línguas:
(A) O castelhano expandiu-se, a partir da sua matriz europeia, para a América do Sul e norte de África;
(B) O inglês para a Ásia, Oceânia, América do Norte e África, a partir da sua matriz europeia;
8. Nenhuma destas línguas é falada e escrita da mesma forma, nos territórios de origem e nos territórios (hoje países) de destino;
9. Daí não advém nenhuma questão de comunicação; não se dificultou, de nenhuma forma, a comunicação entre os vários povos adoptantes e o povo da matriz;
10. Não há nenhum acordo ortográfico que submeta qualquer das línguas (castelhano, inglês ou francês) à dimensão de outros territórios onde se adoptou a língua-mãe;
11. Isso não prejudicou, nem prejudica a língua, nas suas diversas matizes, nem a sua força internacional;
12. Todos respeitam os matizes diversos da língua comum e entendem-se bem na sua essência;
13. Os EUA têm 300 milhões de habitantes, a Inglaterra cerca de 40 milhões, os Escoceses e Galeses cerca de 20 milhões;
14. Nem por isso deixam de manter a sua autonomia linguística;
15. Não vejo, à face destes factos, nenhuma razão teórica ou prática, para Portugal adoptar (com carácter de normas positivas, de cumprimento obrigatório) as nuances da língua falada e escrita noutras partes do mundo;
16. Não vejo a necessidade de se desvirtuar a língua matriz;
17. Por isso, e porque a língua é um dos factores mais fortes da identidade Lusíada, não vejo a utilidade de se atenuar a identidade de um povo com 8 séculos de história, em favor de nuances com menos de 300 anos;
18. Não vejo qualquer utilidade (a não ser pelo nacional-saloísmo) de adoptarmos um acordo que desvirtua a língua matriz do mundo lusófono.
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