Tags: escola
15/02/2009 23:51
De: filipa
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Re: Re: O crepusculo do mito educacional

realmente concordo consigo um mito educacional mas mais que isso uma historia bem elaborada e imaginada ah ke dar credito ah autora os jovens ficam fascinanos com a historia e ensina-os a ser mais observadores e esplorar emoçoes um livro para todas as idades!!! ja li os 4 e recomndo
25/05/2009 09:10
De: Natalino das Neves
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Re: Resumo do cap 4 do livro A face oculta da Escoal do Enguita

SÍNTESE do cap 4 do livro A face oculta da Escoal do Enguita Autor: Natalino das Neves
      ENGUITA (1989) afirma que sempre existiu um processo (instituições educativas: família, escola, entre outras) que preparasse as pessoas para as relações sociais de produção. Faz uma abordagem histórica demonstrando que na essência pouca coisa mudou. No período da Roma Antiga à Idade Média a própria família sempre esteve presente nesta preparação, quer por ela própria ou por intercâmbios familiares e contratos de aprendizagem, sendo que a escola nesse período tem um papel marginal no processo de aprendizagem e educação. Surgem também as workhouses/hópitaus/zuchthausen para os adultos, e os orfanatos para as crianças, que tratavam dos marginalizados (mendigos, vagabundos, órfãos, entre outros).
      Na Inglaterra do século XVIII as workhouses se transformam em Schools of Industry ou Colleges of Labour para uma educação dos marginalizados para um trabalho posterior, onde eram submetidas a atividades desde os quatro anos e por aproximadamente doze horas de trabalho e duas de estudo. Enguita (1989) afirma que situação similar ocorria no Norte da Europa e na França, onde até crianças internadas em hospícios eram exploradas, quer nas fábricas como nas próprias instituições em que estavam internadas.
      Comenta sobre a intenção dos pensadores burgueses em expandir a escola para conseguir seus objetivos da produção, entretanto com o temor de que com a educação as classes baixas e dominadas, com a evolução educacional buscassem a emancipação ou novas conquistas. Situação que perdurou até o princípio do século XIX. Mesmos as escolas dominicais que tinham a intenção de uma formação básica para crianças nos momentos de folga, que futuramente buscaram o ensino da moral religiosa foram criticadas e contestadas. Entre os que eram contrários ou que não contribuíram para mudanças nessa área estão nomes famosos como Voltaire, Rousseau, Kant, entre outros.
      Descreve como a classe dominante fazia uso da educação, mas para uma preparação para o trabalho, o ensino do respeito à ordem social, entretanto nunca o suficiente para formar senso crítico. Para isso faziam uso também da religião para benefício próprio. Cita Napoleão que deixava o ensino primário sob a responsabilidade das ordens religiosas e o secundário e universitário aos cuidados do monopólio do Estado laico.
      Com a proliferação da indústria uma nova relação de produção e de processos de trabalho surge. Com isso a escola, aos poucos, vai se tornando a principal instituição de formação para o trabalho. Acentua-se o incentivo à educação religiosa, a exemplo das escolas dominicais de Raikes, e do doutrinamento ideológico para a formação de pessoas em atendimento à nova realidade sem que causassem problemas à situação dominante.
      Neste período as escolas tinham disciplina semelhante às instituições militares, pois o objetivo era produzir pessoas submissas e disciplinadas (ordem, pontualidade, compostura, subserviência, eficiência, entre outras) e a instrução ficava em segundo plano. O capital explora o trabalhador devido à falta de qualificação e da ideologia política imposta nas relações de trabalho.
      O texto demonstra que a escola antecedeu o sistema de produção capitalista, mas o desenvolvimento deste influenciou as mudanças daquela, fazendo-a subordinada às demandas geradas pelo sistema capitalista. Termina o texto afirmando que a história é escrita pelos vencedores, por isso a função da educação para a domesticação da humanidade a serviço do sistema de dominação (vencedores) não é enfatizada.

Referência bibliográfica
ENGUITA, Mariano F. Do lar à fábrica, passando pela sala de aula: a gênese da escola de massas. In: A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989, p. 105-131.
04/12/2007 23:54
De: preciso urgente da sintese sobre a face oculta da escola (enguita) urg
IP: 200.181.48.129

Síntese

gente, por favor quem puder me ajudar mande essa sintese
beijos ju
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