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Tags: etc global cursos - comportamento variedades
09/12/2006 10:35
De: Ivan Ribeiro
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Expandir a sua inteligência.

Sorrindo naturalmente
Você já passou por alguém e foi cumprimentado com um alegre sorriso de rosto inteiro? É um prazer, não? Talvez você queira fazer o mesmo, mas sem correr o riso de parecer que está forçando. Isto pode ser fácil, usando-se uma estratégia de pensamento adequada. O segredo (ou pelo menos um deles) é o que você pensa logo que identifica a pessoa como conhecida. Sugestões para esse momento:
1)        Lembre-se de experiências agradáveis que vivenciou com a pessoa. Já saíram juntas? Contaram piadas? Descobriram coisas em comum?
2)        Pense em como a pessoa lhe tratou e cumprimentou em outras ocasiões. Algumas pessoas parecem sair por aí dispostas a tirar um sorriso de qualquer um que passe perto.
Se você tiver esse tipo de lembranças prazerosas, pode ter certeza, você sorrirá com todo o rosto, e não só com os dentes.
Pode-se questionar: não dá tempo de fazer isto. Procede. O ideal mesmo é fazer com a agilidade característica das coisas que fazemos bem, como falar. A solução para isto é o ensaio mental. Pratique algumas vezes na imaginação, com várias pessoas em situações variadas, criando experiências internas que vão lhe servir de referência na prática (faça uma vez agora para testar a estratégia!).
E se você não teve experiências prazerosas com uma pessoa específica, sugiro que você sorria para ela apenas se seu objetivo for fazer expressões carrancudas se abrirem!
Virgílio Vasconcelos Vilela
Transcrição, servosilva@terra.com.br
01/12/2006 00:10
De: Ivan Ribeiro
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Todos Nós Queremos Ser Importantes

Todos Nós Queremos Ser Importantes
As pessoas sentem uma necessidade universal de serem importantes: se não forem famosas ou ricas, pelo menos precisam ter amigos que pensem bem a seu respeito; se não forem aclamadas, pelo menos precisam ter algum significado.
Você pode relacionar-se bem com as pessoas se reconhecer este fato básico e agir de acordo com ele: Todas as pessoas desejam ser importantes.
Dirigindo da região de São Francisco para as montanhas, em minhas férias, parei num restaurante de uma pequena cidade, para tomar café. Depois de ter viajado uma hora, lembrei-me repentinamente que havia deixado meu casaco pendurado num cabide da parede. Três semanas depois, voltando para casa, parei no mesmo restaurante. Na verdade, esperava nunca mais ver o meu casaco. Quando caminhei para o balcão, para uma rápida xícara de café, olhei para a parede. Lá estava meu casaco, pendurado onde o havia deixado.
Quando a garçonete veio, para encher minha xícara, sorriu e disse: "Lá está o seu casaco." Perplexo pelo fato de uma garçonete lembrar-se de uma pessoa totalmente desconhecida depois de um espaço de três semanas, congratulei-a por sua excelente memória. Ela abriu um largo sorriso e disse: "Lembrei-me de você."
Toda vez que penso naquela cidade, lembro-me daquela garçonete com o sorriso espontâneo e amigável, e uma fantástica memória. Não tenho falta de amigos. Particularmente não preciso ser lembrado por uma garçonete do café de uma pequena cidade. Mesmo assim ainda me lembro com prazer desse acontecimento.
24/11/2006 19:30
De: Divo Silva
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A Inveja


Os Jornais noticiavam com alarde e proeza de um jovem médico que alcançara sucesso notável numa operação difícil e de alto risco. A notícia chegou a uma cidadezinha no interior, provocando muito regozijo e até orgulho, pois o médico era filho daquela localidade esquecida e obscura.
Uma pessoa, porém, que mais razão teria de festejar o acontecimento, curtia íntima amargura. Era a irmã mais velha do cirurgião. Privara-se de estudos, ficara ali naquela cidadezinha provinciana para ajudar sua velha mãe e custear os estudos do irmão caçula. E agora? Era dele toda a glória e dele eram todos os louros!!! Não demorou muito, porém, e uma carta vinha modificar toda essa situação.
Dizia a carta: “Querida mana. Quero que saiba que nunca me esqueci da importante participação que você teve nos meus estudos; da generosidade com que se privou de muita coisa para ajudar nossa pobre mãe a manter-me fora, estudando. Muito obrigado, querida mana. Vou sempre me lembrar da sua grandeza de alma e atribuir-lhe sempre uma parte das minhas vitórias. Obrigado, mil vezes obrigado, minha boa irmã. Um beijo."
A carta curou a ferida e fez feliz, muito feliz aquela que se julgava esquecida... Amor com amor se paga.
Autor: Wilson Castro Ferreira
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