Este fórum é um espaço aberto para as contribuições para a Carta dos Inhamuns, tendo como público os participantes do II Workshop de Turismo: Uma opção sustentável para o semi-árido, bem como outros interessados no desenvolvimento do Turismo no semi-árido.

Tags: carta workshop sedete inhamuns
28/10/2006 21:24
De: Francisco Marcelo de Carvalho Feitosa
IP: 201.18.237.186

Saudações

Levamos nossas saudações ao Prof. Cristian Dennys e ao Sr. Rodrigo Castro por suas apresentações e pela atenção de ambos ao evento.
Um abraço. (Marcelo).
18/09/2006 16:30
De: Tarcísio Araújo Mota
IP: 201.2.112.6

Comentário

O II Workshop foi excelente. Parbenizo o palestrante Dr. Régis Lopes e os organizadores do evento.
Tarcísio (Aluno de Pedagogia da UECE).
08/11/2006 10:24
De: Christian Dennys Monteiro de Oliveira
IP: 200.19.190.153

Sugestão de Inclusão na Carta - Com entender o que é "Científico" em nosso Turismo?

Tradicionalmente as diversas motivações para a prática do turismo contemporâneo tende a dividi-lo em segmentos. Por isso, atualmente, se afirma que a qualidade do planejamento turístico de uma localidade receptora depende dos investimentos do nos serviços voltados a um publico alvo e em conformidade com os atributos do lugar. Assim, "turismo de lazer" deve segmentar lugares voltados à prática do lazer; "turismo ecológico" deve pressupor uma série uma área de conservação e uma série de atividades locais de valorização de sua natureza original. Consequentemente o turismo de pesca, de eventos ou de negócios, entre outros, apresentam-se como formas de segmentar, na paisagem local e regional essas atribuições sociais de maneira mais relevante. Isso pode até não ser um problema significativo.
No caso do "turismo científico", na mesma lógica do turismo chamado "de cultural", a adjetivação ganha um complicador. Não existe aspecto da realidade espacial e material dos lugares isento de transformação em tema científico. Da mesma maneira, é impossível se falar em algo humano e social (e todo turismo o é) que não seja efetivamente "cultural". Então, como pode o turismo cientifico servir de pauta para o investimento sustentável no desenvolvimento de Tauá e região?
Primeiramente, é preciso romper com a leitura preconceituosa. Existem atributos científicos de determinadas áreas do conhecimento, presentes na região, que se destacam em relação a outros atributos não tão específicos. Os sítios paleontológicos e arqueológicos, neste caso possuem mais destaque (e desafio de gestão) para as ciências ambientais do que as fazendas de criação de bode, a rede viária regional, os as políticas públicas da cidade. Entretanto maior destaque não significa exclusividade; muito menos interesse social para o estabelecimento de prioridades científicas.
Outra questão que precisa ficar clara á que o planejamento efetivo do turismo pressupõe serviços, infra-estrutura e rede comunicacional interligada ao s centros emissores. Neste sentido, o Workshop, reconhece que Tauá não pode dinamizar "turismo científico" ou qualquer outro sem ter turismo algum. Turismo não é aventura nem invasão inconseqüente. É fundamentalmente garantia de volta (para o turista) e de conexão permanente (para o receptivo).
Assim, torna-se fundamental enumerar os seguintes pressupostos básicos para responder sobre qual a extensão do científico para o turismo sustentável em Tauá.  
1- Compreende-se como "Científico" os diferentes atributos locais que podem mobilizar pesquisas na região dentro das mais variadas áreas do conhecimento. Envolve, portanto, as ciências ambientais e sociais, básicas ou aplicadas, permitindo a geração de pesquisas empíricas nas áreas naturais ou povoadas que cooperam para o desenvolvimento regional.
2- Os sítios arqueológicos, como principal atributo polarizador do interesse científico não é exclusividade de uma área das ciências nem pode ser tratado de maneira segregada de outros atributos "aparentemente" menos importantes.
3- O "turismo científico" resultante dessas ressalvas corresponde à constituição de um modelo regional de articulação das ciências em prol da cooperação regional. Deve, portanto, ser compreendido como "turismo interdisciplinar", compreendendo a responsabilidade das ciências com a localidade e polarização de um novo modelo de gestão sócio-ambiental.
4- Só será "científico" o turismo em Tauá que respeite as práticas e eventos, aqui realizados integrando-se aos desafios da realidade regional.
5- Para isso, um III Workshop de Turismo Científico Sustentável deve envolver: a) debates locais itinerantes, participação de mais representações sociais e políticas; b) trabalho de campo nas diversas comunidades envolvidas com os sítios arqueológicos e paleontológicos (direta ou indiretamente).
19/09/2006 20:11
De: Christian Dennys Monteiro de Oliveira
IP: 201.9.104.21

Sugestão para a nova versão da carta 2006

Boa Noite
Saudações ao pessoal da Fundação Bernardo Feitosa. E carinhosamente meus cumprimentos à Dona Dolores.
Conforme apresentei no encerramento do Evento, gostaria de viabilizar a proposta a respeito da ampliação da caracterização do "Científico" na seguimentação sustentável de turismo que se pensa e quer para Tauá. Como poderemos redigir um texto específico para tal finalidade? De que maneira as Ciências Humanas e Sociais Aplicadas podem ser reconhecidas como alvo desse mesmo Turismo? Se precisar, faço um texto para ser incluido na carta, após avaliação de um conjunto de participantes.
Aproveito o momento para agradecer a acolhida e reiterar que Tauá, de agora em diante, já é um espaço privilegiado no Ceará para minhas pesquisas a respeito da relação entre Turismo e Educação.
Grato. Aguardo.
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