Fórum criado para debate do texto: Eu e o Outro: Parceiros Essenciais (Margarida Serrão). Público Alvo: Acadêmicos do Curso de Licenciatura Plena Parcelada - UEG / Uruaçu-GO Professora: Márcia Mendes Parceria: Multiplicadora: Simone Gomes Disciplina: Tecnologias na Educação

Tags: letras curso
14/07/2006 18:33
De: Noeme Rosa de Oliveira Fernandes e Gilvneide Santos Evangelista Esbalt
IP: 200.140.127.166

Análise do Texto: Eu e o Outro (... Serrão)

Respostas:
1 - Educar nos dias atuais não é uma arte muito fácil de praticar. Pois nosso filhos e alunos recebem uma mega carga de variadas informações, que acabam por interferir em sua formação.
Portanto fazendo uso de experiências vivenciadas e compartilhadas torna-se impertinente interferirmos na recepção destas informações, filtrando-as, selecionando-as e argumentando-as de maneira crítica tornando essas informações proveitosas para o seu desenvolvimento humano.  De acordo com o texto hoje hà duas vertentes que comandam a formação ética das novas gerações. A injunção do ter e do poder. Porém mediante as nossas responsabilidades de educadores é necessário que tenhamos posturas significativas na afirmação de nossos educandos fazendo com que eles sejam cidadãos voltados para a vida em sua essência, que tenham prazer de viver pelo que é possível ser e não pelo que é possivel ter.
2 - Contribuiu para fazermos uma reflexão sobre a nossa prática pedagógica. Pois contextualizando o texto indicado, podemos perceber que nós educadores somos responsáveis diretos pela moldura que damos à massa que recebemos, que são os nossos alunos. Mediante as nossas ações e interferências podemos contribuir muito na formação da personalidade de nossas crianças. Sabemos que o papel da mãe, do pai e do professor, tem fundamental importância no sucesso ou no fracasso dos adultos de amanhã.
3 - Sim. É possível proporcionarmos aos nossos educandos e a nós mesmos, por meio de nossas práticas pedagógicas o desenvolvimento desta virtude. Pois através da motivação e da perseverança podemos desenvolver o nosso potencial e o dos nossos alunos. Mostrando que é possível superar limites e barreiras na busca de alcançar com sucesso os nossos objetivos.
15/07/2006 00:02
De: ANTONIO HORBILON, ANTONIO LUIS,IRENE FERREIRA DE JESUS
IP: 200.101.126.16

EU E O OUTRO

2-Contribui muito levando-nos a refletir sobre nossa ´prática pedagogica,considerando sempre os anseios e dúvidas de nossos alunos.bem como a perda de identidade  quando o mesmo sai da infância e entra na adolescência auxiliando-os na reorganização da sua identidade , para que sejam reconhecidos como semelhantes, observando sempre o vínculo afetivo ,os limites,o respeito m´utuo e a confiança no processo de desenvolvimento.
  OS  alunos geralmente espelham -se nos pais e professores (quando os vê como adultos significativos) . Cabe a nós educadores preparar nossos alunos para seremcapazes de se imaginarem
ultos, desejarem ser adultos ,com a certeza de que vale a pena o preço de crescer.
3-Sim.Enquanto educadores temos a responsa bilidade de ser  agentes ativos na potencialização da resiliência em nossos alunos, auxiliando na projeção de seus ideais , interlocutando na construção de seus planos ,ouvindo seus anseios, respeitando suas escolhas.
Como educadores a resiliência deve ser fator presente em nossas ações apesar das adversidades que perfazem nosso caminhos aceitando nossas falhas , adimitindo nossas imperfeições e sempre acreditando que somos capazes de transformar a realidade  daqueles que nos relacionamos no dia a dia.
14/07/2006 17:51
De: Janaina Nepomuceno Carneiro Souza e Gasparina Aparecida Lourenço
IP: 200.140.127.166

Resposta às perguntas sobre o texto: O eu e o outro

1- Em tempos de tanta liberdade e tantas informações, a arte de educar não pode mais se ater ao "soberano conhecimento do professor", temos que ver nas crianças, adolescentes e jovens em geral, indivíduos que trazem consigo uma leitura íntima de vida que, muitas vezes é uma leitura até mais ampla que a de muitos adultos. Nessa perspectiva, educar atualmente é sber respeitar opiniões, ouvir, trocar experiências, aproveitar o conhecimento prévio que cada um trás dentro de si.
2- A leitura de Leminski além de ser uma fonte de cultura, trouxe uma grande contribuição para a nossa prática pedagógica, pois nos remete a uma visão de que as rupturas são necessárias para o desenvolvimento saudável do indivíduo. Muitas vezes, os pais, os professores e até mesmo o seio religioso, na ânsia de contribuir com a formação plena do ser, acabam por confundir educação com proteção e isso acarreta em prejuizo para o cidadão em formação. Dentro dessa visão, pudemos perceber que educar é mais que apenas suprir necessidades, é respeitar o indivíduo em suas potencialidades.
3- Claro que sim. Não é tarefa fácil, mas com boa vontade e uma pitada de carinho, todo educador pode praticar a resiliência. Dispensar afeto a uma criança ou um adolescente que atende aos chamados "padrões normais da sociedade" não é nenhuma arte, mas contribuir para a formação plena de um indivíduo enquadrado como "atípico" é a verdadeira missão de todo educador, o que é preciso? Apenas boa vontade e amor. Creio que na vida também devemos ter a mesma atitude e assim, a arte da resiliência não será nenhuma tarefa impossível.
14/07/2006 18:19
De: Tanilza e Cida Paixao
IP: 200.140.127.166

Respostas

1 - Educar é uma arte, não possui forma e completa uma difícil missão: a de contribuirmos como formadores éticos das novas gerações na troca de experiência e reflexão de novas descobertas e experiências independentemente de modelos ou formas.
2 - Toda criança necessita de limites ao seu querer onipotente para adquirir "um rosto humano". Esses limites geram frustações que ela aprende a suportar e é esta aprendizagem que lhe permitirá conviver produtivamente com seus pares, inventando saídas criativas para as suas faltas.
3 - Sim. Na capacidade para proteger a própria integridade ameaçada e a capacidade para construiruma saída vital positiva, apesar das circustâncias difíceis.  E em minha vida, sim. Pois é entre nós que as coisas. Admitir-se imperfeito e imortal, reconhecer-se incompleto e faltante, mas ainda assim capaz de exercer-se criativamente, produzindo marcas diferenciais no entorno, fazendo a diferença no âmbito pessoal e coletivo. Desejo e força.  
14/07/2006 18:15
De: Tanilza e Cida Paixão
IP: 200.140.127.166

Resposta da Avaliação

1 - Educar é uma arte, não possui forma e completa uma difícil missão: a de contribuirmos como formadores éticos das novas gerações na troca de experiência e reflexão de novas descobertas e experiências independentemente de modelos ou formas.
2 - Toda criança necessita de limites ao seu querer onipotente para adquirir "um rosto humano". Esses limites geram frustações que ela aprende a suportar e é esta aprendizagem que lhe permitirá conviver produtivamente com seus pares, inventando saídas criativas para as suas faltas.
3 - Sim. Na capacidade para proteger a própria integridade ameaçada e a capacidade para construiruma saída vital positiva, apesar das circustâncias difíceis.  E em minha vida, sim. Pois é entre nós que as coisas. Admitir-se imperfeito e imortal, reconhecer-se incompleto e faltante, mas ainda assim capaz de exercer-se criativamente, produzindo marcas diferenciais no entorno, fazendo a diferença no âmbito pessoal e coletivo. Desejo e força.  
25/10/2011 18:31
De: marcelo
IP: 200.103.10.54

Re: Re: Respostas das Atividades Propostas

Um passageiro, sentado num ônibus, observa os passageiros que estão de pé. Em alguns momentos, nota que eles se inclinam para a frente, em outros momentos, observa que os passageiros inclinam-se para trás; na maior parte da viagem, eles permanecem na sua posição normal.
À luz das leis de Newton, analise os possíveis movimentos do ônibus e justifique sua resposta.
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