Fórum criado para debate do texto: Eu e o Outro: Parceiros Essenciais (Margarida Serrão). Público Alvo: Acadêmicos do Curso de Licenciatura Plena Parcelada - UEG / Uruaçu-GO Professora: Márcia Mendes Parceria: Multiplicadora: Simone Gomes Disciplina: Tecnologias na Educação

Tags: letras curso
14/07/2006 17:36
De: neuza dias soares dutra e Jilvanete da Silva Queiroz
IP: 200.140.127.166

Avaliação

1-Educar nos tempos atuais, exige do educador uma visão hostilística dos saberes e a condução das experiências fazendo um uso contínuo da práxis, pois vai além da aquisição do conhecimento e implica na formação de caráter.
2-Rememora que a aprendizagem acontece a  medida que nos apresenta a complexidade do comportamento do ser humano e sua trajetória dinâmica de formação, como um ser que vivência  as variadas nuances intrínsecas do seu eu.Faz-se necessário que o educador visualize que seus educandos são seres singulares e portanto a prática docente seja direcionada de maneira a atender as particularidades de cada indivíduo.
3-Sim, buscando o conhecimento extra-muros do aluno, socializando o saber que o aluno traz em seu amâgo, tendo como ponto de apoio a sensibilização dos valores que transcendem seu conhecimento empírico.
      Em nossa vida quando vislumbramos novos horizontes e potencializamos nossa prática pedagógica, no respeito às nossas diversidades, observando que a cada dia devemos tornar mister om soerguimento existencial da nossa atuação como educador.É renascer a cada dia...
14/07/2006 17:36
De: Maria Alves da Silva Souza / Jeorgina Custódio da Sillva
IP: 200.140.127.166

Avaliação

Resposta nº1- Educar é muito mais do que transmitir conhecimento.É preparar o individuo para atuar e viver em sociedade ,transformando-a  em beneficio próprio e para o bem de todos.
Resposta nº2- A leitura do texto nos favoreceu informações salutares inerentes ao conhecimento do ser humano, focando a trajetória da vida, suas etapas desde o nascimento. Tais conhecimento nos despertou para a importância da família no contexto educacional, como também, paara a compreensão do comportamento dos educandos com os quais convivemos, enriquecendo assim nossas práticas docente.
Resposta nº3-Não só é possível como se torna indispensável potencializar a RESILIÊNCIA nos educandos como também em nossas vidas, pois  quem não a possui não pode oferece-lá. Ser capaz de se reerguer depois de chegar ao fundo do poço constitui um ser resiliênte , característica fundamental ao educador e conseqüentimente ao educando.
14/07/2006 17:51
De: Janaina Nepomuceno Carneiro Souza e Gasparina Aparecida Lourenço
IP: 200.140.127.166

Resposta às perguntas sobre o texto: O eu e o outro

1- Em tempos de tanta liberdade e tantas informações, a arte de educar não pode mais se ater ao "soberano conhecimento do professor", temos que ver nas crianças, adolescentes e jovens em geral, indivíduos que trazem consigo uma leitura íntima de vida que, muitas vezes é uma leitura até mais ampla que a de muitos adultos. Nessa perspectiva, educar atualmente é sber respeitar opiniões, ouvir, trocar experiências, aproveitar o conhecimento prévio que cada um trás dentro de si.
2- A leitura de Leminski além de ser uma fonte de cultura, trouxe uma grande contribuição para a nossa prática pedagógica, pois nos remete a uma visão de que as rupturas são necessárias para o desenvolvimento saudável do indivíduo. Muitas vezes, os pais, os professores e até mesmo o seio religioso, na ânsia de contribuir com a formação plena do ser, acabam por confundir educação com proteção e isso acarreta em prejuizo para o cidadão em formação. Dentro dessa visão, pudemos perceber que educar é mais que apenas suprir necessidades, é respeitar o indivíduo em suas potencialidades.
3- Claro que sim. Não é tarefa fácil, mas com boa vontade e uma pitada de carinho, todo educador pode praticar a resiliência. Dispensar afeto a uma criança ou um adolescente que atende aos chamados "padrões normais da sociedade" não é nenhuma arte, mas contribuir para a formação plena de um indivíduo enquadrado como "atípico" é a verdadeira missão de todo educador, o que é preciso? Apenas boa vontade e amor. Creio que na vida também devemos ter a mesma atitude e assim, a arte da resiliência não será nenhuma tarefa impossível.
15/07/2006 00:02
De: ANTONIO HORBILON, ANTONIO LUIS,IRENE FERREIRA DE JESUS
IP: 200.101.126.16

EU E O OUTRO

2-Contribui muito levando-nos a refletir sobre nossa ´prática pedagogica,considerando sempre os anseios e dúvidas de nossos alunos.bem como a perda de identidade  quando o mesmo sai da infância e entra na adolescência auxiliando-os na reorganização da sua identidade , para que sejam reconhecidos como semelhantes, observando sempre o vínculo afetivo ,os limites,o respeito m´utuo e a confiança no processo de desenvolvimento.
  OS  alunos geralmente espelham -se nos pais e professores (quando os vê como adultos significativos) . Cabe a nós educadores preparar nossos alunos para seremcapazes de se imaginarem
ultos, desejarem ser adultos ,com a certeza de que vale a pena o preço de crescer.
3-Sim.Enquanto educadores temos a responsa bilidade de ser  agentes ativos na potencialização da resiliência em nossos alunos, auxiliando na projeção de seus ideais , interlocutando na construção de seus planos ,ouvindo seus anseios, respeitando suas escolhas.
Como educadores a resiliência deve ser fator presente em nossas ações apesar das adversidades que perfazem nosso caminhos aceitando nossas falhas , adimitindo nossas imperfeições e sempre acreditando que somos capazes de transformar a realidade  daqueles que nos relacionamos no dia a dia.
14/07/2006 18:19
De: Tanilza e Cida Paixao
IP: 200.140.127.166

Respostas

1 - Educar é uma arte, não possui forma e completa uma difícil missão: a de contribuirmos como formadores éticos das novas gerações na troca de experiência e reflexão de novas descobertas e experiências independentemente de modelos ou formas.
2 - Toda criança necessita de limites ao seu querer onipotente para adquirir "um rosto humano". Esses limites geram frustações que ela aprende a suportar e é esta aprendizagem que lhe permitirá conviver produtivamente com seus pares, inventando saídas criativas para as suas faltas.
3 - Sim. Na capacidade para proteger a própria integridade ameaçada e a capacidade para construiruma saída vital positiva, apesar das circustâncias difíceis.  E em minha vida, sim. Pois é entre nós que as coisas. Admitir-se imperfeito e imortal, reconhecer-se incompleto e faltante, mas ainda assim capaz de exercer-se criativamente, produzindo marcas diferenciais no entorno, fazendo a diferença no âmbito pessoal e coletivo. Desejo e força.  
14/07/2006 18:44
De: Elizabete Rolins e Morais, Maria de Lourdes Borges manço
IP: 200.140.127.166

Eu e o outro

1: Levando em consideração que a educação não tem receitas prontas, "a troca de conhecimentos"dentro das diferenças, constitui um fator importante para o que pretendemos comunicar como saber.
 Dentre o aspecto humanizador a firme construção familiar é outro fator de grande união educacional.
 Uma dinâmica firme e humanizadora entre pai-mãe-filho determinará a estrutura da personalidade da criança, portanto a ineficácia neste aspecto deverá ter oeducador como mediador numa relação como terceiro para oportunizar ao educando sua estabilidade no processo educacional.
2:  Contribuiu bastante, nos levando a repensar nossa prática pedogogica, buscando levar em consideração os anseios e dúvidas de nossos alunos, a perca de sua identidade quando o mesmo sai da infância e entra na adolescência ajudando-os a se reorganizarem para aquela nova realidade, para serem reconhecidos como semelhantes .
Observando sempre o vínculo , a colocação de limetes, respeito mutuo e a confiança no processo de crescimento.
Os nossos educando espelham nos pais e professores, cabe a nós educadores levarmos nossos alunos para tornarem pessoas capazes de imaginar-se adultos, desejar ser adultos, ter a certeza de que vale a pena pagar o preço de crescer 3 Sim. Como educadores é nossa responsabilidade sermos agentes para incentivar a potencialização da resiliência em nossos alunos, desde que agimos auxiliando-os na projeção de seus ideais para o futuro intermediando na construção de seus projetos, de seus anseios, respeitando suas opções.
Enquanto professores a resiliência devem ser fatos presentes em nossas ações, apesar de todas diversidades que aparecem em nossos caminhos aceitando nossos, imperfeições e sempre acreditamos que somos capazes de transformar e mudar a realidade de muitas pessoas que fazem parte da sociedade em que vivemos.  
14/07/2006 18:12
De: ANTÔNIO HORBILOM, ANTONIO LUIZ,IRENE FERREIRA
IP: 200.140.127.166

EU E O OUTRO

QUESTÕES:
  1) PRESSUPONDO que a educação não tem formulas prontas e acabadas a troca de experiências dentro das adversidades constitue em um fator preponderante para o que pretendemos transmitir como saber . DENTRO DO ASPÉCTO HUMANIZADOR a sól,ida construção da fam´lia e outro fator de  
grande  agregação educacinal daq criança . UMA DINÂMICA RELACINAL CONSISTENTE HUMANIZADORA ENTRE PAI- e mãe -filho determinará a estrutura da personalida de da criança  portanto a ineficiência neste aspecto devera ter o educadior como media dor num,a íntima relação como terceiro para que propicie ao educando sua estabilidade no procsso educacional.
14/07/2006 18:15
De: Tanilza e Cida Paixão
IP: 200.140.127.166

Resposta da Avaliação

1 - Educar é uma arte, não possui forma e completa uma difícil missão: a de contribuirmos como formadores éticos das novas gerações na troca de experiência e reflexão de novas descobertas e experiências independentemente de modelos ou formas.
2 - Toda criança necessita de limites ao seu querer onipotente para adquirir "um rosto humano". Esses limites geram frustações que ela aprende a suportar e é esta aprendizagem que lhe permitirá conviver produtivamente com seus pares, inventando saídas criativas para as suas faltas.
3 - Sim. Na capacidade para proteger a própria integridade ameaçada e a capacidade para construiruma saída vital positiva, apesar das circustâncias difíceis.  E em minha vida, sim. Pois é entre nós que as coisas. Admitir-se imperfeito e imortal, reconhecer-se incompleto e faltante, mas ainda assim capaz de exercer-se criativamente, produzindo marcas diferenciais no entorno, fazendo a diferença no âmbito pessoal e coletivo. Desejo e força.  
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