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24/08/2008 22:02
De: paulo
IP: 201.67.32.111

Saúde no df-- tercerização- contratos-- saúde familia etc....


Publicação: 24/08/2008 08:27     Atualização: 24/08/2008 08:35 Acostumado a analisar com lupa os gastos públicos, o novo secretário de Saúde do Distrito Federal, Augusto Carvalho, tomou um susto na última sexta-feira quando precisou assinar um cheque de R$ 1,3 milhão para a compra de medicamentos de alto custo. "Chamem o jurídico", gritou. Licenciado do quinto mandato parlamentar, ele sabe que será muito cobrado agora que virou vidraça. Não só por isso. O governador José Roberto Arruda depositou nas mãos de Augusto uma expectativa muito grande de mudanças numa das áreas mais importantes da administração pública, onde não faltam problemas.
Augusto Carvalho sabe que não irá longe sem a ajuda dos profissionais de saúde. Por isso, espera melhorar o relacionamento do governo com os médicos e contratar, por concurso, mais gente. Tem a meta de triplicar as equipes do programa de atendimento básico da família, fazer mutirões para reduzir a fila de 15 mil pessoas que aguardam por uma cirurgia e cortar excessos para investir mais. Ainda ontem, o secretário esteve no Hospital Regional da Asa Sul (Hras), que realizou uma centena de operações para retirada de hérnias em crianças. O seu plano de trabalho também inclui uma batalha para viabilizar a gestão por meio de entidades sociais de hospitais públicos, a começar por Santa Maria. Ele sabe que o assunto é controverso, mas está disposto a defendê-lo.
No cargo, Augusto fala agora como gestor e diz que vai deixar o político um pouco de escanteio pelo menos por 19 meses, tempo que programa permanecer na pasta. Entre seus parceiros, ele quer contar com o Ministério Público e o Tribunal de Contas do DF. No primeiro dia de trabalho, o secretário já sentiu a pressão. Recebeu a visita de quatro auditores do Ministério da Saúde escalados para esquadrinhar os contratos de compra de equipamentos para o Hospital de Santa Maria. Augusto Carvalho orientou sua equipe a dar todas as informações necessárias.
Um bancário, formado em Sociologia, pode mudar a saúde em Brasília?
Não há um monopólio dos médicos como profissionais com a competência para lidar com as questões da saúde. O importante é ter sensibilidade e respeito ao ser humano. O nível do tratamento que temos constatado pelo país afora — e em Brasília não é diferente — é indigno da condição humana. E o meu objetivo é poder agregar as forças que na sociedade têm o compromisso de fazer ser respeitado o direito constitucional de todos. É necessário que haja uma consciência de que a pasta da saúde não comporta caixa de campanha, não comporta nenhum tipo de desvio. E precisamos restabelecer a harmonia entre a sociedade e os profissionais da saúde.
O senhor será mais um gestor do que um político?
Até brinco com os meus amigos que, a partir de agora, a dimensão da política será subalterna em termos de o que é hoje a nossa missão. Tenho que me empenhar em fazer todas as alianças possíveis para conseguir melhorias para a qualidade da nossa saúde, independentemente dos partidos.
O senhor tem uma imagem de fiscal dos gastos públicos. A sua gestão será mais cobrada?
Sim, até tenho receio. A expectativa gerada é tão grande que foram poucos os que me criticaram pelo fato de sair do parlamento para assumir essa condição. Nos comentários e nos e-mails que recebo, todo mundo me parabeniza. É um orgulho para mim ter gerado essa expectativa, mas é uma responsabilidade muito grande de estar à altura desta cobrança.
Houve momentos tensos entre o Sindicato dos Médicos e a Secretaria de Saúde. Como melhorar essa relação?
É possível conciliar essas posições que muitas vezes são divergentes. Há 15 mil cirurgias aprovadas, como fazemos isso? Tem que haver um mutirão para enfrentar esse desafio. E um mutirão só se consegue com a adesão de uma categoria. Temos que trabalhar para reconstruir uma relação.
O senhor tem a noção concreta de que assumiu o setor mais crítico do governo?
A situação é dramática, mas o desafio fascina também. Muitos médicos e enfermeiros com quem conversei disseram que posso conseguir e me estimularam. Tenho certeza de que apoio não faltará. E essas contratações de 416 médicos vão ajudar a desafogar, principalmente os anestesistas que serão fundamentais para o mutirão de cirurgias.
Os médicos contratados são temporários ou concursados?
Concursados
O primeiro ponto que o Ministério Público ataca o senhor já está cumprindo, com relação ao grande número de contratos temporários...
Na verdade nem sou eu, porque essas medidas já estavam em curso. Mas é certo que queremos um trabalho a quatro mãos com o Ministério Público e o Tribunal de Contas, sem medo de revelar as informações, de colocar no site. Fui a São Paulo conhecer experiências bem-sucedidas e vi hospital de Pedreiras e me perguntei: por que é possível ter um hospital público de qualidade lá em São Paulo? A gestão é que é diferenciada. Lá em São Paulo, 25 hospitais que estão sob esse modelo das organizações sociais. Acho que essa experiência real levou o ministro Temporão a encaminhar ao Congresso um projeto regulamentando a atuação das organizações sociais na gestão de hospitais públicos.
E é o que o governo está tentando fazer com o hospital de Santa Maria, mas o Ministério Público e o Tribunal de Contas têm colocado objeções...
Não vamos entrar nessa polêmica. Vi com os meus próprios olhos que é possível ser menos oneroso para o Estado. Se existe o Sarah aqui do nosso lado que é modelo para o mundo, é possível ter um acolhimento ao cidadão onde o respeito com que ele é tratado é a marca.
Então a gestão dos hospitais por meio das organizações sociais é um ponto pelo qual o senhor já definiu que vai brigar nos próximos meses?
Sou de uma matriz ideológica conhecida. Temos essa visão de entender que o Estado assegure ao cidadão a saúde pública de qualidade. Mas a gestão não precisa ser necessariamente do Estado, na medida em que você tem hoje uma exaustão dos recursos públicos e que se pode, dentro de normas, ouvindo a opinião dos órgãos fiscalizadores, ter um trabalho com resultados. Nós mudamos aquela visão de desapropriação dos meios de produção até porque o mundo mudou bastante.
Muito se fala que há um interesse de sucateamento dos hospitais públicos para transferência dos pacientes da rede pública aos hospitais privados. Qual é a sua avaliação sobre esse cenário?
Não se poderia ter chegado a esse estado de degradação da qualidade do atendimento, da falta de leitos de UTI que por decisão judicial ou por qualquer outro motivo acaba sendo transferido para a iniciativa privada. Mas temos que admitir que em Brasília houve uma explosão do crescimento demográfico e uma política irresponsável de atração de fluxos migratórios e de distribuição de lotes que levaram a uma pressão violenta sobre os equipamentos públicos e o incremento dos recursos repassados à saúde foi incompatível.
Como se reduz as filas nos hospitais?
Temos hoje o Hospital de Base, de tratamento de alta complexidade, com profissionais altamente qualificados e com equipamentos de última geração, que atende pacientes que não precisariam estar ali. Temos hoje a inversão da pirâmide do tratamento da saúde e nós temos o caos instalado. Vamos procurar fortalecer o atendimento básico da saúde para resgatar a credibilidade dessa estrutura e num segundo momento também os postos de saúde que precisam ser ampliados na sua capacidade de atendimento. A hora de trabalho de um médico do Hospital de Base é infinitamente superior ao que deveria ser a hora de trabalho do médico do posto de saúde. É preciso completar as equipes do atendimento básico da família. Hoje temos 70 equipes, mas só são consideradas completas 40 e, portanto, qualificadas para receber recursos do Ministério da Saúde. Então tem que contratar mais profissionais. Tem que ser ampliado. O ideal seriam 300 equipes.
Qual a sua meta?
Vamos considerar 150, pois é pouco tempo que eu vou ter.
A sua ida para o governo assegura a renovação da aliança entre o DEM e o PPS para 2010?
O governador tem seu projeto político, mas nós estamos tão distantes de 2010 que esses cenários podem mudar%u2026 A tendência do PPS é de estar junto do PSDB e do Democratas em âmbito nacional, até porque hoje os três partidos estão na oposição ao governo federal.
O senhor já tem metas de que precisa cortas gastos com as prestadoras de serviços?
Fico estarrecido com uma realidade de um contrato que está há 20 anos em vigência. Quero saber como é o custo disso, quero os dados comparativos. Por exemplo: Minas e São Paulo fizeram um pacto de tal maneira que eles comparam os preços. Nós acertamos para incluir o DF neste projeto de compras mais vantajosas. Existem contratos que, suponho, tenham gorduras que podem ser cortadas.
Sabemos que existe um poder político muito grande por trás dessas empresas terceirizadas, inclusive na Câmara legislativa. O senhor está disposto a enfrentar isso?
A saúde não será quinhão do plano de ciclano ou de beltrano. Vamos fazer uma gestão sem qualquer tipo de desvio, de excesso. Tudo que conseguirmos economizar, nós precisamos reinvestir na saúde para evitar que os pacientes sejam enviados para a iniciativa privada.
Uma grande polêmica ocorreu quando o governo baixou a ordem de botar a escala com os nomes dos médicos na porta das salas. Isso vai continuar?
Não podemos colocar todo mundo na vala comum. Que pode haver profissionais ruins na categoria, pode, como em toda profissão. Mas se o profissional é pago para dedicar aquelas horas que foram contratadas, não é justo que quem tenha 40 horas receba para trabalhar 10 horas. É possível compatibilizar horários que se compense aquela hora que ele não está presente. Acho necessário tentar o diálogo para superar esses pontos de atrito porque a sociedade precisa desses médicos e enfermeiros.
O senhor acha que está correndo um risco político ao assumir uma área tão difícil?
Só tenho uma chance de acertar. E a minha vontade de acertar não é uma vontade imperial, unitária. Ela só pode se concretizar se conseguirmos uma convergência. Mas eu sei que não posso errar.
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Comentários

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[Dificuldade para ler?]
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Não há
08/03/2007 15:12
De: ivan nunes
IP: unknown, 200.217.242.73

Encontro regional

convidamos todos acs e ace para participarem do 1º encontro regional q acontecerá nos dias 16 e17 em florianao piaui com a presença do promotor dr moisés.

contatos pelos  telefones (89 88o6 3606 ou 89 3522 1815)
10/02/2010 12:14
De: ACS CEARÁ
IP: 189.93.169.112

TENDENCIOSO?

CAROS COLEGAS A NOSSA PEC JÁ FOI APROVADA NO ANO PASSADO APÓS MUITA LUTA E RECENTEMENTE NO DIA 04/02 FOI PROMULGADA PELOS PRESIDENTES DO SENADO E  CAMARA FEDERAL FALTA APENAS A LEI PARA REGULAMENTAR NOSSO TÃO SONHADO SALÁRIO. ESSA LEI JÁ TRAMITA NO LEGISLATIVO. O PRESIDENTE LULA AINDA NÃO ASSINOU POR QUE A LEI NEM CHEGOU ATÉ ELE POIS ELE É DO EXECULTIVO NÃO PODE CRIAR LEIS SOMENTE O LEGISLATIVO TEM ESSA FUNÇÃO. LAMENTO ALGUNS QUEREREM USAR ESSE FORUM PARA INCITAR COM AFIRMAÇÕES TENDECIOSAS QUE NOSSO PRESIDENTE AINDA NÃO ASSINOU ESSA LEI POR MÁ VONTADE.  NADA DISSO. VEJAMOS SE A LEI PRONTA ELE NÃO ASSINARÁ. ENQUANTO A LEI NÃO ESTIVER PROTA PELO LEGISLATIVO NÃO PODEMOS JULGAR NOSSO PRESIDENTE.
08/01/2012 19:25
De: AGENTE DE SAÚDE CARAGUATATUBA SP
IP: 177.76.207.108

Re: Re: SINDICOMUNITARIO SÃO PAULO- SP

SOU ACS EM CARAGUATATUBA HÁ 06 ANOS NA CIDADE DE CARAGUATATUBA NUNCA+NUNCA MESMO NÃO TEVE  O  PAGAMENTO  DE SALÁRIO ATRASADO  ;PORÉM JÁ É A SEGUNDA VEZ QUE ATRASAM O PAGAMENTO DE SALARIO ATÉ AGORA NÃO RECEBEMOS SALARIOS 08/01/2012 DOMINGO, ('''PORÉM A CULPA
[NÃO É HÁ EMPRESA SPDM'']POIS ELA É CORRETA COM TODOS OS FUNCIONÁRIOS ] )''E SIM DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL QUE NÃO REPASSAM A VERBA DO PSF. NÃO SEI O MOTIVO DO ATRASO DESTA VEZ;A OUTRA VEZ FALARAM QUE FOI ERRO ADMINISTRATIVO AGORA NÃO SEI O MOTIVO ;MAIS SEI QUE NOSSA CATEGORIA ACS E ACD É UNIDA HOJE SIM SOMOS UNIDOS+MUITO UNIDOS ,E TEMOS UM SINDICATO DE VERDADE
SINDICOMUNITÁRIO QUE BRIGA PELA CATEGORIA TANTO PELO PAGAMENTO E MELHORIAS
[ EFETIVAÇÃO] DE TODOS NÓS
ESPERO QUE SAI LOGO  O SALÁRIO POIS TEMOS FAMILIA PARA CUIDAR
ESPERO COMPREENÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL E LOGO NÓS EFETIVEM NO QUADRO DE FUNCIONÁRIO MUNICIPAL
UM ABRAÇO A TODOS
OBRIGADA------------
19/01/2012 00:14
De: joana
IP: 189.6.117.4

Resp a todos

todos acs e avas, vamos nos reuni e procura oministerio publico  é denuncia essa filho do cao porque acho   que esse animal deveria estar e presso, que ridiculo seu mal educado, mal caráter, seu estupido sem educaçao e cuidado nós estamos de olho em você.
08/09/2008 18:50
De: TRUDS
IP: 201.88.115.31

AMIGOS

GOSTARIA DE SABER OQ REALMENTE  ESTAR ACONTECENDO COM OS TEC ENFERMAGEM
AUX , AG SAUDE DO ULTIMO CONTRATO TEMPORARIO , ALGUEM TEM INFORMAÇÃO!!!!!!!!!
11/02/2009 13:49
De: Cesar Maia
IP: 189.77.28.252

Reclamaçao

Pq nunca recebo as respostas das perguntas q faço?
Acho isso um desrespeito com aqueles q vem ate aqui atraz de informaçao e vcs naum repassam.
obg!
20/05/2010 18:04
De: observador
IP: 189.115.208.117

Pode ficar tranquilo......

colega acs, que bom que não estou sozinho, até você tem CERTEZA de que existem esses "profissionais", que bom.... agora só tem um detalhe: eu não generalizei, até porque seria muita estupidez de minha parte sujar toda uma categoria por causa desses"profissionais". ah, ia me esqueçendo..... pode ficar tranquilo quanto as fotos.....
09/01/2009 22:39
De: sol
IP: 189.72.245.6

Mais concursados empossados


Saúde ganha novos 662 servidores
(09/01/2009 - 15:03)
A Secretaria de Saúde realiza na próxima segunda-feira (12), às 15h, no Centro de Convenções (Auditório Planalto) uma cerimônia de início de exercício profissional que reunirá 662 novos servidores. Esses profissionais já foram empossados e serão recepcionados pelo governador José Roberto Arruda e pelo secretário de Saúde, Augusto Carvalho, além de gestores da SES/DF.

Os novos servidores, entre eles 172 médicos, 133 enfermeiros e 283 auxiliares de enfermagem, irão reforçar a atenção básica que é oferecida nos centros de saúde, com objetivo de evitar a aglomeração de pacientes com problemas simples de saúde nas emergências. O objetivo é abrir vaga nos hospitais para quem realmente precisa e ao mesmo tempo atender os usuários com maior conforto e perto de casa.
Além de médicos e enfermeiros, também passam a integrar o quadro da Secretaria de Saúde, 23 assistentes sociais, seis enfermeiros do trabalho, 11 farmacêuticos bioquímicos, 15 nutricionistas, 11 terapeutas ocupacionais, quatro dentistas e dois técnicos em higiene dental.
Entre os médicos contratados , 85 serão lotados em cidades como Arapoanga (Planaltina), Mestre D'Armas (Planaltina), Itapuã, Riacho Fundo II e Expansão da Vila São José (Brazlândia), onde serão inaugurados centros de saúde com o mesmo modelo de atendimento implantado na Estrutural, com 100% de atendimento feito pelo Programa Saúde da Família.




16/04/2009 12:00
De: REGINALDO* AGENTE DE ENDEMIAS MUNICIPAL RECIFE/PE
IP: 189.17.106.5

PEC-323/2009-REPASSE DA REMUNERAÇÃO CONSIGNADA PELA(UNIÃO)ENVIEM e-mail :PRESIDENTE LULA EM REDE.

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009
MOBILIZAÇÃO NACIONAL PARA APROVAÇÃO DA PEC323/2009-PISO NACIONAL DOS ACEeACS**
Agentes de saúde cobram apoio de vereadores
Presidente do sindicato ocupou tribuna da Câmara
“Agentes com a barriga vazia”. Foi assim que o presidente do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias de Aracaju (Sacema), José Antonio dos Santos, definiu a situação da categoria. Ele ocupou a tribuna livre da Câmara de Vereadores no dia 23 de Março, para reclamar dos baixos salários pagos pela Prefeitura. “Hoje, os agentes recebem R$ 413, valor abaixo do salário mínimo”, informou José Antonio.
Segundo ele, “o Ministério da Saúde repassa para a Prefeitura de Aracaju [PMA] o valor de R$ 800 por agente de saúde, para o pagamento do salário”. Além disso, o presidente do sindicato ressalta que o piso da categoria está estabelecido em R$ 581. Dessa forma, ele reclama que a PMA não está cumprindo as determinações da lei.
“A categoria quer que a prefeitura pague o salário que é de direito aos agentes, pois quando ainda éramos terceirizados, recebíamos mais”, esclareceu José Antonio. Outro ponto de reivindicação dos agentes é o pagamento das gratificações, como a de insalubridade. De acordo com ele, essa gratificação não está sendo incorporada aos vencimentos dos agentes.
Apoio dos vereadores
Vereador Nitinho criticou licença do prefeito.
O presidente do sindicato cobrou apoio dos vereadores para que se posicionem a favor dos agentes e pressionem a prefeitura para que reajuste o salário dos profissionais. O vereador Nitinho reconheceu o problema dos agentes e criticou a licença de 45 dias do prefeito Edvaldo Nogueira. Para ele, “esse afastamento dificulta o andamento das negociações com as categorias de servidores”.
O líder da bancada de apoio ao prefeito, vereador Elber Batalha, afirmou que “a prefeitura está sensível as reivindicações dos agentes”. Mas ressaltou que o Ministério da Saúde repassa para a PMA apenas metade do valor estabelecido, ou seja, R$ 400. Ele negou que os agentes recebam menos que o salário mínimo, ao explicar que o valor de R$ 413 pago aos agentes diz respeito ao salário mínimo, após sofrer os descontos e impostos trabalhistas.
Agentes pernanecem em greve branca.
Greve branca
Os agentes permanecem trabalhando com apenas 40% do efetivo de 1.100 profissionais. “Estamos trabalhando num ritmo mais lento e a maioria dos agentes estão nos postos de saúde”, informou o presidente do sindicato. Na terça-feira, 24, a categoria participa de nova assembléia, a partir das 17h, para definir o andamento da paralisação.
Por Valter Lima
Seu IP: 54.144.6.40 (os IP's são armazenados por questões de segurança)
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