Data: 15/10/2003 19:04:58
De: Diego
IP: 200.158.13.81
Assunto: Re: Re: Hino da dinamarca
De: Diego
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Assunto: Re: Re: Hino da dinamarca
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REINO DA DINAMARCA (Kongeriget Danmark).
CAPITAL - Copenhague. NACIONALIDADE - dinamarquesa. DATA NACIONAL - 5 de junho (Dia da Constituição). GEOGRAFIA - Localização: norte da Europa. Hora local: +4h. Área: 43.093 km2. Clima: temperado oceânico. Área de floresta: 4 mil km2 (1995). Cidades principais: Copenhague (491.082), Århus (216.564), Odense (144.940), Ålborg (119.431), Esbjerg (73.350) (1999). POPULAÇÃO - 5,3 milhões (2000); composição: dinamarqueses 57%, europeus alemães e nórdicos 40%, outros 3% (1996). Idioma: dinamarquês (oficial). Religião: cristianismo 88,7% (luteranos 87%, outros cristãos 1,7%), islamismo 1,5%, sem filiação e outras 9,8% (1995). Densidade: 122,99 hab./km2. População urbana: 85% (1998). Crescimento demográfico: 0,3% ao ano (1995-2000). Fecundidade: 1,72 filho por mulher (1995-2000). Expectativa de vida M/F: 73/78 anos (1995-2000). Mortalidade infantil: 7‰ (1995-2000). Analfabetismo: menor do que 5% (2000). IDH (0-1): 0,911 (1998). GOVERNO - Monarquia parlamentarista. Divisão administrativa: 14 condados, 1 cidade e 1 distrito. Chefe de Estado: rainha Margrethe II (desde 1972). Chefe de governo: primeiro-ministro Poul Nyrup Rasmussen (SD) (desde 1993). Principais partidos: Social-Democrata (SD), Liberal (V), Conservador do Povo (KF). Legislativo: unicameral - Parlamento, com 179 membros (175 representantes da metrópole, 2 das ilhas Faroe e 2 da Groenlândia), eleitos por voto direto para mandato de 4 anos. Constituição em vigor: 1953. Territórios administrados: Groenlândia e ilhas Faroe. ECONOMIA - Moeda: coroa dinamarquesa; cotação para US$ 1: 7,84 (jul./2000). PIB: US$ 174,9 bilhões (1998). PIB agropecuária: 4%; PIB Indústria: 27%; PIB serviços: 69% (1995). Crescimento do PIB: 2,9% ao ano (1990-1998). Renda per capita: US$ 33.040 (1998). Força de trabalho: 3 milhões (1998). Agricultura: trigo, cevada, batata, beterraba. Pecuária: bovinos, suínos, aves. Pesca: 1,9 milhão de t (1997). Mineração: gás natural, petróleo. Indústria: alimentícia, química, máquinas, produtos eletroeletrônicos (domésticos). Exportações: US$ 47,8 bilhões (1998). Importações: US$ 45,9 bilhões (1998). Parceiros comerciais: Noruega, Alemanha, Suécia, Holanda (Países Baixos), Reino Unido, França. DEFESA - Efetivo total: 32,1 mil (1998). Gastos: US$ 2,8 bilhões (1998). RELAÇÕES EXTERIORES - Organizações: Banco Mundial, FMI, OCDE, OMC, ONU, Otan, UE. Embaixada: Tel. e fax (061) 443-5232, e-mail: danmark@tba.com.br - Brasília, DF. O PAÍS - Pátria dos antigos vikings , a Dinamarca situa-se no norte da Europa e é o menor dos países escandinavos. Como seus vizinhos, ostenta uma elevada renda per capita, possui um dos mais altos índices de desenvolvimento humano (IDH) do mundo e oferece à população um eficiente sistema de previdência social. Em poucas regiões a tecnologia é tão popular: há no país 250 celulares e 304 computadores para cada mil habitantes, uma das maiores proporções mundiais. Modernas fazendas de criação de gado se espalham por suas planícies férteis e garantem aos dinamarqueses uma posição de destaque no mercado internacional de laticínios, carne bovina e suína. Além da península da Jutlândia e 406 ilhas nos mares Báltico e do Norte, a Dinamarca compreende também os territórios da Groenlândia e das Ilhas Faroe. A maior das ilhas, Zelândia, está separada da Suécia por um estreito em cujas margens fica Copenhague, a cosmopolita capital dinamarquesa. Fundada no século XII, a cidade se desenvolve como porto marítimo, estrategicamente situado na passagem de diversas rotas do comércio europeu. HISTÓRIA - A Dinamarca e a península Escandinava são o ponto de partida dos vikings, navegadores germânicos que, entre os séculos IX e XI, dominam a região do mar Báltico e do mar do Norte. No século X, a nação é cristianizada por missionários ingleses e saxões. Em 1397, Dinamarca, Suécia, Noruega e Islândia juntam-se na União de Kalmar. A intervenção dinamarquesa na Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), a favor dos protestantes, e as guerras contra a Suécia, no século XVII, reduzem a influência do país no mar Báltico. O apoio à França napoleônica, em 1814, leva à perda da Noruega para a Suécia. Em 1849, uma nova Constituição abole o absolutismo e institui a monarquia constitucional. Na guerra contra a Prússia e a Áustria, em 1864, a Dinamarca perde a região de Schleswig-Holstein, no sul, que corresponde a um terço de seu território. Bem-estar social - A nação permanece neutra na I Guerra Mundial . O Tratado de Versalhes restitui-lhe o norte de Schleswig-Holstein, região que estava em posse da Alemanha. Na II Guerra Mundial, os alemães ocupam toda a Dinamarca - considerada pelos nazistas um "país-irmão" -, que resiste à anexação pretendida por Hitler. Com a libertação, em 1945, o país tem uma sucessão de governos do Partido Social-Democrata (SD), que, nas décadas seguintes, ampliam sua já poderosa estrutura de bem-estar social. Em 1949, os dinamarqueses participam da formação da aliança militar ocidental, a Otan. Nos anos 70, o país enfrenta inflação e desemprego. Em 1982, pela primeira vez desde 1901, a Dinamarca tem um governo liderado pelo Partido Conservador do Povo (KF), que procura reduzir benefícios previdenciários e impor medidas de austeridade. Em 1973, um plebiscito aprova o ingresso da Dinamarca na Comunidade Econômica Européia (atual União Européia), mas em1992 a população rejeita em referendo o Tratado de Maastricht, que institui o euro, a moeda única do bloco. Nova votação é realizada em 1993 e o tratado é aprovado. Diante da divisão da sociedade sobre a questão da perda da moeda, a coroa, a Dinamarca decide ficar fora do lançamento do euro, em janeiro de 1999. A adoção de medidas de austeridade pelo primeiro-ministro, Poul Rasmussen, provoca redução no crescimento do PIB em 1999. Em janeiro de 2000, a polícia detém um alto funcionário dinamarquês da Comissão Européia (órgão administrativo da UE), acusado de espionagem pró-Alemanha Oriental durante a Guerra Fria. A revelação de sua identidade é atribuída à abertura dos arquivos secretos da Stasi, o extinto serviço secreto alemão oriental. O governo dinamarquês anuncia, em fevereiro, um plano para acelerar a integração social de imigrantes estrangeiros e seus descendentes - que correspondem a 6,8% da população do país. O pacote prevê medidas para evitar sua concentração em bairros de estrangeiros e estimular o aprendizado do idioma dinamarquês. A adoção do euro é rejeitada num plebiscito, em 18 de setembro, por 53,1% dos votos contra 46,9% a favor. |



