Data: 05/09/2003 21:12:57
De: Anderson
IP: 200.232.255.46-200.232.255.46
Assunto: Re: Informações
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INFORMAÇÕES SOBRE AS BAHAMAS.
DADOS GERAIS : COMUNIDADE DAS BAHAMAS (Commonwealth of the Bahamas). CAPITAL: Nassau. NACIONALIDADE: bahamense. DATA NACIONAL: 10 de julho (Independência). GEOGRAFIA - Localização: norte da América Central, mar do Caribe. Hora local: -2h. Área: 13.864 km2. Clima: tropical. Área de floresta: 2 mil km2 (1995). Cidades principais: Nassau (172.000) (1997); Freeport (26.574), Marsh Harbour (3.611) (1990). POPULAÇÃO - 310 mil (2000); composição: afro-americanos 85%, europeus meridionais 12%, asiáticos e outros 3% (1996). Idioma: inglês (oficial). Religião: cristianismo 78,4% (anglicanos 16%, católicos 16%, batistas 31,1%, outros protestantes 15,3%), outras 21,6% (1990). Densidade: 22,14 hab./km2. População urbana: 88% (1998). Crescimento demográfico: 2% ao ano (1998). Fecundidade: 2,6 filhos por mulher (1995-2000). Expectativa de vida M/F: 70,5/77 anos (1995-2000). Mortalidade infantil: 16‰ (1995-2000). Analfabetismo: 3,9% (2000). IDH (0-1): 0,844 (1998). GOVERNO - Monarquia parlamentarista. Divisão administrativa: 20 ilhas e grupos de ilhas. Chefe de Estado: rainha Elizabeth II do Reino Unido, representada pelo governador-geral Orville Turnquest (desde 1995). Chefe de governo: primeiro-ministro Hubert Alexander Ingraham (FNM) (desde 1992, reeleito em 1997). Principais partidos: Movimento Nacional Livre (FNM), Liberal Progressista (PLP). Legislativo: bicameral - Senado, com 16 membros (9 indicados pelo governador-geral, 4 pelo líder da oposição e 3 pelo primeiro-ministro); Casa da Assembléia, com 40 membros eleitos por voto direto para mandato de 5 anos. Constituição em vigor: 1973. ECONOMIA - Moeda: dólar das Bahamas; cotação para US$ 1: 1 (jul./2000). PIB: US$ 3,7 bilhões (1996). PIB agropecuária: 3,4%; PIB indústria: 10,9%; PIB serviços: 85,7% (1992). Crescimento do PIB: 0% ao ano (1995). Renda per capita: US$ 12.400 (1996). Força de trabalho: 160 mil (1998). Agricultura: legumes e verduras, grapefruit, outras frutas. Pecuária: ovinos, caprinos, suínos, aves. Pesca: 10,4 mil t (1997). Mineração: sal, aragonita. Indústria: bebidas (principal: rum), química, gráfica e editorial, extração de petróleo. Exportações: US$ 1,8 bilhão (1998). Importações: US$ 2,2 bilhões (1998). Parceiro comercial: EUA. DEFESA - Efetivo total: 900 (1998). Gastos: US$ 22 milhões (1998). RELAÇÕES EXTERIORES - Organizações: Banco Mundial, Caricom (não faz parte do mercado comum), Comunidade Britânica, FMI, OEA, ONU. Embaixada: Tel. (202) 319-2660, fax (202) 319-2668 - Washington D.C., EUA. O PAÍS - As Bahamas são consideradas um paraíso fiscal em virtude dos baixos impostos e reduzido controle sobre a origem do dinheiro depositado em seus bancos. Essas facilidades atraem investidores do mundo inteiro, o que faz do setor financeiro uma das principais atividades econômicas do país. Perde em importância apenas para o turismo, favorecido pelas águas transparentes, propícias à prática do mergulho, pelo clima quente (o sol brilha em média 320 dias por ano no país) e pela variada fauna marinha. O arquipélago das Bahamas é formado por cerca de 700 ilhas ao norte do Caribe, das quais apenas 30 são habitadas. De origem calcária, rodeadas por recifes de coral e bancos de areia, estendem-se por uma área de 300 mil Km2, entre a costa da Flórida (EUA) e o norte do Haiti. A escassez de rios dificulta a agricultura, restrita a culturas de frutas e legumes. A origem africana da maioria da população reflete-se na música, em ritmos como o goombay, e nas crenças religiosas, como o obeah, semelhante ao vodu haitiano. HISTÓRIA - O arquipélago das Lucaias ou Bahamas (nome derivado do espanhol marbaja, mar baixo) é habitado por índios arauaques antes da chegada de Cristovão Colombo, em 1492. Os espanhóis quase acabam com os nativos no início do século XVI, ao transferir 40 mil índios para trabalhar nas minas da ilha Hispaniola. Ocupadas por ingleses desde o século XVI, as Bahamas servem de refúgio a piratas. A lavoura de algodão entra em declínio com o fim da escravidão, em 1834. O contrabando de bebida para os EUA, durante a Lei Seca, traz de volta a prosperidade. Após a II Guerra, cresce o turismo no país. O Partido Liberal Progressista (PLP), de maioria negra e contrário ao domínio britânico, chega ao governo após a independência, em 1973. Seu líder, Lynden Pindling, torna-se primeiro-ministro. Denunciado por corrupção, perde o posto nas eleições de 1992 para Hubert Ingraham, do Movimento Nacional Livre (FNM). O país volta a crescer e adota leis de controle parcial da lavagem de dinheiro. A vitória do FNM nas eleições de 1997 assegura a Ingraham um segundo mandato. O assassinato de dois turistas estrangeiros, em 1998, leva o governo a intensificar a repressão à criminalidade, aplicando a pena de morte em dois casos. Fatos recentes - A passagem do furacão Floyd pelas Bahamas, em setembro de 1999, provoca sérios danos materiais e prejudica o turismo. Em junho de 2000, a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) inclui as Bahamas numa lista de países que não colaboram para evitar a lavagem de dinheiro. |



